Exposição A Escuridão Que Me Clareia, de Carol W., receberá visita guiada com audiodescrição

hybrido (descrição da imagem) A foto colorida e horizontal, tirada no ambiente escurecido da exposição A Escuridão que Me Clareia, destaca, ao centro, uma imensa cabeça de papel machê em tons de preto, branco, vermelho e amarelo. No topo estão dois chifres; os grandes olhos salientes são em forma de roda vazada; o nariz é longo e achatado e os lábios grossos e entreabertos permitem ver as pontinhas dos dentes da arcada superior. Ao fundo, na esquerda, em uma parede branca, pequenas figuras humanas e animais estão destacados por um foco redondo de luz. Na direita, a silhueta de uma pessoa de costas. (fim da descrição) Foto: Marcelo Monteiro/Estúdio Hybrido.

Obras inspiradas no temporal que atingiu a Capital gaúcha em janeiro passado poderão ser percebidas pelo toque e por palavras no dia 18 de novembro, no Centro Cultural Vila Flores, com entrada franca

A OVNI Acessibilidade Universal faz, no dia 18 de novembro, sexta-feira, às 19h, uma visita de exploração tátil com mediação audiodescrita à exposição A Escuridão Que Me Clareia, da artista visual Carol W., no Centro Cultural Vila Flores (Rua São Carlos, 765, na altura da Rua Hoffmann – Bairro Floresta), com entrada franca. Para quem desejar, um grupo se reunirá às 18h30 no portão central do Zaffari da Cristóvão Colombo (Avenida Cristóvão Colombo, 1271, esquina com a Rua Hoffmann), a uma quadra do local, com saída 18h45 para o Vila Flores. Confirme sua presença no grupo pelo e-mail ovniacessibilidade@gmail.com ou pelos fones (51) 8451 2115 ou (51) 9208 1176. A visita, embora planejada aos usuários da audiodescrição, é aberta ao público em geral, que poderá acompanhar a atividade de olhos vendados.

A exposição é constituída por 25 esculturas de papel machê combinadas a materiais recolhidos da devastação provocada pelo temporal, como galhos e troncos de árvores. São figuras humanas e animais multicoloridos que expressam as sensações e sentimentos suscitados na artista durante e depois do caos que se instalou na cidade. Ao Sul21, Carol W. afirmou: “É sobre a tempestade, a força da natureza, mas também sobre estar vulnerável e sozinho”. Assim, o vendaval, a chuva intensa, o medo da escuridão e a sensação de vulnerabilidade estão representados, mas também a beleza da natureza e as possibilidades poéticas, lúdicas e até divertidas de enfrentar os efeitos de um temporal.

kemioshiro2blog(descrição da imagem) Na foto colorida e vertical, um casal de bonecos de papel machê clarinho é visto através de um orifício, do peito para cima, sob uma luz clara. O homem e a mulher parecem despidos e estão abraçados, frente a frente, com os rostos colados e os olhos romanticamente fechados. Na esquerda, o homem, com o rosto alongado aparecendo de perfil, tem cabelos curtos cor de mirtilo, com um pequeno topete. Na direita, a mulher, com o rosto arredondado aparecendo de frente, tem os dois braços sobre os ombros do parceiro, cabelos longos e cor de beterraba e os lábios carnudos fechados em um leve sorriso. (fim da descrição) Foto: Kemi Oshiro.

Sobre Carol W.
Carol W. é artista visual e teve suas esculturas em papel maché expostas em Porto Alegre, São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro. Participou da Cow Parade Porto Alegre. Criou ilustrações para campanhas publicitárias de marcas como Schincariol, Univias, Tim e Grandene. Realizou seis exposições individuais – Vida Doméstica: A Cozinha Animada de Carol W. (2004), Amigos Imaginários (2007), Meu Reino por um Caramelo! (2009 e 2010), Bibelô (2011), Eu fico com a Pureza (2013) e A Escuridão Que Me Clareia (2016) – sendo que duas delas foram itinerantes. Ilustrou quatro livros infantis e ministra diversas oficinas de Papel Maché, inclusive em Portugal, nas cidades de Lisboa, Porto, Leça da Palmeira e Caldas da Rainha, entre os meses de abril e maio de 2008.

kemioshiro1blog(descrição da imagem) Na foto colorida e vertical, uma boneca de papel machê colorido, suavemente iluminada, está em pé, voltada para a esquerda, sobre uma pequena superfície de ripas de madeira rústica afixada a uma parede branca. Uma grande gota azul clara envolve sua cabeça inteira, deixando de fora apenas o rosto redondo e rosado, de olhos miúdos e verdes, bochechas coradas e boca arredondada. Segura junto ao peito, entre seus braços muito compridos e fininhos e mãos de dedos delicados, um peixe branco e iluminado, com a bocarra de dentes afiados aberta. Da testa do peixe sai uma haste longa e curva que tem na ponta uma lâmpada acesa em forma de bolota. A boneca tem a silhueta arredondada e usa um vestido de gola branca com o peito e as mangas vermelhos e a saia em formato de pétalas largas, uma roxa, outra azul e outra, ainda, amarela. Suas pernas também são fininhas e ela está de meias listradas em branco e preto e galochas verdes. (fim da descrição) Foto: Kemi Oshiro.

A Escuridão Que Me Clareia fica em cartaz no Vila Flores até 24 de novembro, de terça a sábado, das 14h às 19h. Dia 22 de novembro, terça-feira, haverá uma degustação às cegas preparada por Debora Herjean, do Café Mineraux, e, no dia seguinte, quarta, 23, Carol W. ministrará uma oficina de construção de bonecos em papel – para esta atividade a inscrição é a doação de 1kg de alimento não-perecível.

kemioshiro3blog(descrição da imagem) Na foto colorida e vertical, uma boneca de papel machê rosado, suavemente iluminada, está em pé, de frente, sobre um pequeno caixote de madeira rústica em cima de uma tora de árvore. Está despida e ramos em tons de verde, azul e cinza envolvem seu corpo do pescoço até os pés. Tem cabelos azuis, os olhos fechados, nariz reto e longo e seus lábios em forma de coração cor de uva também estão fechados, em uma expressão serena de quem dorme. (fim da descrição) Foto: Kemi Oshiro.

Visita de exploração tátil com mediação audiodescrita à exposição A Escuridão Que Me Clareia, de Carol W., com entrada franca.
Onde:
Centro Cultural Vila Flores (Rua São Carlos, 765, na altura da Rua Hoffmann – Bairro Floresta).
Quando: 18 de novembro, sexta-feira, às 19h.
Duração aproximada: 60 minutos.
Ponto de encontro: Zaffari da Cristóvão (Avenida Cristóvão Colombo, 1271, esquina com a Rua Hoffmann), a partir das 18h30. Partida para o Vila Flores às 18h45.
Inscrições para o ponto de encontro: e-mail ovniacessibilidade@gmail.com ou fones (51) 9845 12115 ou (51) 9920 81176.
Apoio: Brilia LED e EducAR Intercâmbios.
Parceiros: Luz Feito à Mão – Oficina de Iluminação, Claraluz Iluminação, Armazém Sonoro, Hackerspace Matehackers, Ksulo, Estúdio Hybrido, OVNI Acessibilidade Universal, Priscila Passos D’Avila – Psicóloga Clínica, Maciel Goelzer Fotografia, Gráfica RJR, Café Mineraux, Vila Flores.

Opções de transporte coletivo com parada na Avenida Cristóvão Colombo na altura da Rua Hoffmann:
Ônibus

T5 – Transversal 5
608 – IAPI
610 – Minuano
611 – Lindoia
617 – Iguatemi
620 – Iguatemi / V. Jardim
637 – Chácara das Pedras
TR61 – Cristóvão Colombo
671 – Carlos Gomes / Salso

Lotação
50.6 – Guerino / Lindoia
50.8 – Higienópolis – Benjanin Constant
50.81 – Higienópolis – Hospital Militar

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