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OVNI pousa no Vila Flores, em Porto Alegre/RS

(descrição da imagem) Na foto colorida e horizontal, uma vista do pátio interno do complexo arquitetônico do Vila Flores em um dia claro. Dois prédios de alvenaria com três andares cada estão dispostos em forma de L, o mais visível da esquerda para o centro da foto e o outro ao fundo, na direita. O aspecto de ambos é rústico e alegre, com tijolos aparentes, alvenaria envelhecida, janelas envidraçadas basculantes ou de madeira, sacadas em tons vibrantes, algumas delas exibindo desenhos coloridos a tinta spray, conhecidos como grafites, e, em cada telhado, três pequenos sótãos de madeira, chamados de águas-furtadas. O pátio é de paralelepípedos e ao longo dele estão distribuídos grandes carretéis virados feito mesas, bancos de madeira e concreto, tonéis coloridos de metal, lixeiras para coleta seletiva e canteiros com folhagens. (fim da descrição) Foto: Juliana Prestes.

Nossa nave acaba de chegar ao Vila Flores, um dos polos de economia criativa mais revolucionários de Porto Alegre/RS, misturando cultura, educação, inovação social, empreendedorismo e gestão colaborativa. A OVNI Acessibilidade Universal agora compartilha um dos espaços do Vila com as artistas visuais Márcia Braga e Miriam Gomes. O endereço é Rua São Carlos, 753/53 – Bairro Floresta. Nossos canais de contato seguem os mesmos: Fones 51 98451 2115 (Mimi Aragón) e 51 99208 1176 (Kemi Oshiro), E-mail ovniacessibilidade@gmail.com, Facebook, Blog e Youtube.

(descrição da imagem) Na foto horizontal, parte em preto e branco, parte colorida, as duas sócias da OVNI Acessibilidade Universal, Kemi Oshiro e Mimi Aragón, fazem graça junto a uma parede escura com o desenho a giz em amarelo e azul, no centro da imagem, de um disco voador perto de um planeta chamado Vila Flores, onde duas criaturas extraterrestres cravam uma bandeirola com o nome OVNI. Kemi, na esquerda, e Mimi, na direita, aparecem da cintura para cima, de perfil, tocando uma no dedo indicador da outra, com expressão de espanto: olhos arregalados e boca aberta. Retratadas em preto e branco, somente suas mãos estão coloridas. Kemi é magra, tem a pele bronzeada, cabelos pretos, longos e lisos, e usa suéter claro de mangas longas. Mimi é gordinha, tem a pele muito branca, cabelos prateados, curtos e meio despenteados, e usa moletom escuro. (fim da descrição) Foto: Juliana Prestes.

Não é de hoje que sonhávamos em instalar a OVNI no Vila Flores, local que conhecemos em 2014 e onde já havíamos produzido acessibilidade para eventos como as exposições de artes visuais Este Corpo Já Foi Meu (Márcia Braga), A Escuridão Que Me Clareia (Carol W) e Hertz – do lugar que estamos (Peter Gossweiler), além do espetáculo de teatro Brasil Pequeno itinerante (Genifer Gerhardt). O namoro foi longo, mas o casamento finalmente saiu!

Levar uma empresa especializada em produzir Audiodescrição (AD), Legendas para Surdos e Ensurdecidos (LSEs) e Língua Brasileira de Sinais (LIBRAS) a um espaço vanguardista feito o Vila Flores indica que muitos agentes de transformação cultural e social já entendem a acessibilidade como requisito indispensável a todo e qualquer projeto voltado à garantia e ao avanço de direitos.

(descrição da imagem) Na foto colorida e vertical, Mimi, na esquerda, e Kemi, na direita, estão na sala da OVNI, apoiadas no parapeito de uma janela de madeira envelhecida, vistas de fora para dentro, sorrindo para nós. Ao fundo, a parede de quadro-negro com desenho a giz amarelo em um dos cantos tem o formato de nuvem na borda superior. (fim da descrição) Foto: Juliana Prestes.

Faz contato, vem tomar um cafezinho e aproveita para conhecer a nova base da OVNI Acessibilidade Universal. Daqui, os ideais de respeito às diferenças e inclusão plena parecem muito mais acessíveis.

​OVNI Acessibilidade Universal
Informação e cultura para todo mundo.
Vila Flores – Rua São Carlos, 753/53 – Bairro Floresta
Porto Alegre/RS – CEP 90220-121
51 98451 2115 | 51 99208 1176
ovniacessibilidade@gmail.com
​Blog
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OVNI produz Cinema Para Ver Com Os Ouvidos na 11ª edição do Projeto Vizinhança, em Porto Alegre/RS

OVNI_vizinhança_blogProjeto Vizinhança convida:
11ª edição.
3 e 4 de junho. Sábado e domingo, das 10h às 18h.
Rua Maestro Mendanha, 71 – Bairro Santana  – Porto Alegre.
Atividade: sábado, das 12h às 17h.
Cinema para ver com os ouvidos: exibição de curtas-metragens com audiodescrição da OVNI Acessibilidade Universal.
Projeto Vizinhança.
www.projetovizinhanca.art.br
www.facebook.com/ProjetoVizinhanca
projetovizinhanca@gmail.com
(descrição da imagem) O e-flyer da 11ª edição do Projeto Vizinhança, com fundo branco, é retangular e horizontal. Ao centro, em uma faixa que atravessa toda a largura do material, uma fotografia colorida mostra cinco pessoas de perfil, vendadas, sentadas em cadeiras dispostas em duas fileiras sob um telhado sem forro, com as tesouras aparentes, em um ambiente ligeiramente escurecido. Voltadas para a direita, elas parecem concentradas em algo à sua frente, que não aparece na foto. A parte de baixo da foto está recortada e contornada por uma linha lilás, lembrando um telhado de cabeça para baixo. As informações sobre o evento estão acima e abaixo da foto, em letras pretas ou lilases. No canto inferior direito, a logomarca do Projeto Vizinhança, com a palavra Projeto em letras brancas, inscrita em um pentágono preto de lados irregulares, sugerindo uma casa e remetendo ao recorte da foto, e a palavra Vizinhança em letras pretas, logo abaixo do pentágono e ocupando toda a sua largura. (fim da descrição) Foto: Kemi Oshiro.

Cinema para ver com os ouvidos
Dá para assistir a um filme sem o sentido da visão? Será possível enxergar com os ouvidos? A OVNI Acessibilidade Universal estará na 11ª Edição do Projeto Vizinhança exibindo curtas-metragens com audiodescrição. E quem não é usuário do recurso, mas quiser experimentar um jeito diferente de apreciar a sétima arte, poderá usar vendas. Porque cinema acessível faz bem para todo mundo!

O que vai rolar
Nos dias 3 e 4 de junho (sábado e domingo), das 10h às 18h, acontece a 11ª edição do Projeto Vizinhança, na Rua Maestro Mendanha, 71, bairro Santana, em Porto Alegre. Nesta edição, a programação conta com oficinas, exposição de artes visuais, cinema, música, dança e diversas atividades gratuitas para todas as idades. Além de café da manhã e almoço colaborativos em que cada um leva algo para compartilhar.

Sobre o Projeto Vizinhança
O Projeto Vizinhança nasceu em 2012 a partir de reflexões advindas do cotidiano de pessoas que se interessam por sua cidade e pelas relações que nela se constroem de vizinhança e identidade. Muitas coisas em comum uniram Márcia Braga e Aline Bueno nesta iniciativa que busca ativar espaços ociosos da cidade transformando-os, através da participação coletiva, em lugares, palco de novas experiências, estimulando a convivência entre vizinhos, a troca e a aprendizagem em um ambiente lúdico, criativo e informal.

11ª Edição do Projeto Vizinhança.
Quando:
Dias 3 e 4 de junho de 2017.
Horário: das 10h às 18h.
Dia 3, sábado, das 12h às 17h: OVNI Acessibilidade Universal apresenta: Cinema para ver com os ouvidos – exibição de curtas-metragens com audiodescrição.
Onde: Onde: Rua Maestro Mendanha, 71 (entre as Ruas Santana e Gomes Jardim) – Bairro Santana  – Porto Alegre/RS.
Quanto: Gratuito.
Mais informações sobre o Projeto Vizinhança: site, Facebook e projetovizinhanca@gmail.com

Opções de transporte coletivo com parada nas proximidades Rua Maestro mendanha:
Ônibus

T3 – TRANSVERSAL 3
340 – JARDIM BOTANICO
438 – SANTANA
497 – MARIO QUINTANA
4971 – MARIO QUINTANA/SAFIRA

Lotação
30.3 – SANTANA

Programação da 11ª Mostra de Cinema e Direitos Humanos em Porto Alegre/RS traz filmes com audiodescrição e uma conversa sobre a produção do recurso no setor audiovisual

OVNI_blog_MCDHpoa

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

O Ministério dos Direitos Humanos apresenta…
11ª Mostra Cinema e Direitos Humanos.
Muestra de Cine y Derechos Humanos.
Film and Human Rights Exhibition.
Porto Alegre/RS, 6 a 11 de junho.
2017, Brasil.
Local: Cinemateca Capitólio Petrobras.
Rua Demétrio Ribeiro, 1085 – Centro Histórico, Porto Alegre.
Entrada gratuita.
http://mostracinemaedireitoshumanos.sdh.gov.br
http://www.facebook.com/11amostracinemaedireitoshumanosbrasil
Produção: ICEM – Instituto Cultura em Movimento.
Produção local: Primeira Fila Produções.
Apoio local: OVNI Acessibilidade Universal, Cinemateca Capitólio Petrobras, Secretaria Municipal da Cultura, Secretaria Municipal da Educação e Secretaria da Justiça e Direitos Humanos do RS.
Patrocínio: Itaú e BR Petrobras.
Realização: Ministério dos Direitos Humanos e Governo Federal.
(descrição do flyer) O flyer colorido e vertical tem o fundo preenchido por uma composição de pequenos triângulos em tons de azul. O texto está em letras pretas ou brancas. Na metade superior, centralizado, logo acima do nome do evento, o desenho de uma flor que traz, no lugar das pétalas, um olho esquerdo em que a íris está representada por um rolo preto de filme. Os cílios que contornam o olho também são pretos. No caule delgado, uma única folhinha verde. As informações sobre a Mostra estão centralizadas na metade inferior do flyer. No canto inferior esquerdo, um QR Code, representado por um quadrado branco preenchido com grafismos pretos. No canto inferior direito, ao lado do símbolo de reciclagem, composto por três setas brancas dispostas em forma de triângulo, o aviso: Não descarte este impresso em via pública. No rodapé, em uma faixa branca, os logotipos dos produtores, apoiadores, patrocinadores e realizadores. (fim da descrição)

As sessões com audiodescrição serão no dia 7 de junho e o debate, dia 10, sempre com entrada franca, na Cinemateca Capitólio Petrobras

A 11ª edição da Mostra Cinema e Direitos Humanos  em Porto Alegre/RS exibirá seis filmes com audiodescrição, no dia 7 de junho, quarta-feira, e, dia 10, sábado, contará com um debate sobre a produção de audiodescrição para o setor audiovisual. Toda a programação tem entrada franca e será na Cinemateca Capitólio Petrobras (Rua Demétrio Ribeiro, 1085 – esquina com a Avenida Borges de Medeiros – Centro).

Dia 7, quarta-feira, as sessões de cinema com audiodescrição iniciam-se às 14h, 16h e 17h, cada uma com dois títulos diferentes (confira as fichas técnicas e sinopses no final deste texto). Às 14h, serão exibidos A História da Menininha que Amava Borboletas e, na sequência, Precisamos Falar do Assédio. Às 16h é a vez de Pobre Preto Puto, seguido de Carol. Às 17h, Madrepérola e Meu Nome é Jacque. A audiodescrição dos filmes foi produzida pela CPL, empresa do Rio de Janeiro, com consultoria de Alessandro Câmara de Souza.

No dia 10, sábado, o debate Ver com os ouvidos: o papel da audiodescrição na produção audiovisual está marcado para as 18h, na Sala Multimídia da Cinemateca Capitólio Petrobras. A ideia é incentivar o diálogo entre os setores da produção de cinema e de acessibilidade e o público, requisito indispensável para assegurar a qualidade funcional e estética da audiodescrição. Participam da conversa Pedro Marques, produtor e diretor na Bactéria Filmes; Mimi Aragón e Kemi Oshiro, produtoras de recursos de acessibilidade comunicacional na OVNI Acessibilidade Universal; e Rafael Braz, estudante de Psicologia, consultor e usuário de audiodescrição.

A 11ª Mostra circula desde o dia 8 de maio em 26 capitais brasileiras, além do Distrito Federal, e vai até 25 de junho. Na programação, 29 filmes, entre curtas, médias e longas-metragens, todos com entrada franca e exibidos com legendas closed caption. No site da Mostra é possível acompanhar a programação completa. A expectativa é receber um público de mais de 30 mil pessoas em todo o país.

Uma realização do Ministério de Direitos Humanos, com produção nacional do Instituto Cultura em Movimento – ICEM e patrocínio da Petrobras e do Itaú, em Porto Alegre a 11ª Mostra tem produção local da Primeira Fila Produções, assessoria de imprensa de Bruna Paulin e apoio da OVNI Acessibilidade Universal, Cinemateca Capitólio Petrobras, Secretarias Municipais da Cultura e da Educação e da Secretaria da Justiça e Direitos Humanos do RS.

7 de junho, quarta-feira: sessões de filmes com audiodescrição.
Entrada franca.
14h

A História da Menininha que Amava Borboletas.
Direção: Paula Du Gelly, Estados Unidos, 2016, 4 min, ficção.
Temática: Direitos das mulheres
Classificação indicativa: 14 anos.
Roteiro de audiodescrição: Larissa Costa.
Narração: Daniel Coutinho.
Leitura de legendas: Beta Brito.
Sinopse: Para onde ela queria ir, ela não podia levar ninguém… especialmente seu passado.

Precisamos Falar do Assédio.
Direção: Paula Sacchetta, Brasil, 2016, 80 min, documentário.
Temática: Direitos das Mulheres
Classificação indicativa: 14 anos.
Roteiro de audiodescrição: Larissa Costa e Renato Calvet.
Revisão final: Larissa Costa.
Narração: Daniel Coutinho.
Sinopse: Na semana da mulher, uma van-estúdio parou em nove locais em São Paulo e no Rio de Janeiro. O objetivo era coletar depoimentos de mulheres vítimas de qualquer tipo de assédio. Ao todo, 140 decidiram falar. São relatos de mulheres de 15 a 84 anos, de zonas nobres ou periferias das duas cidades, com diferenças e semelhanças na violência que acontece todos os dias e pode se dar dentro de casa, em um beco escuro ou no meio da rua, à luz do dia. O filme traz uma amostra significativa, 26 deles. Nos depoimentos puros, sem qualquer tipo de interlocução, acompanhamos um desabafo, um momento íntimo ou a oportunidade de falarem daquilo pela primeira vez.

16h
Pobre Preto Puto.
Direção: Diego Tafarel, Brasil, 2016, 15 min, documentário.
Temática: Cidadania LGBT
Classificação indicativa: 12 anos.
Roteiro de audiodescrição: Larissa Costa.
Narração: Beta Brito.
Sinopse: Nei D’Ogum é batuque, é sexo e é negritude. É amor e contradição. Um guerreiro das causas negras, gays e transexuais. Ele é a própria causa. Autodefine-se: “pobre, preto, puto”.

Carol.
Direção: Mirela Kruel, Brasil, 2016, 20 min, documentário.
Temática: Diversidade sexual / Cidadania LGBT.
Classificação indicativa: 14 anos.
Roteiro de audiodescrição: Renato Calvet.
Revisão final: Larissa Costa.
Narração: Beta Brito.
Sinopse: A história de uma mulher que se redescobriu depois de ter passado por uma situação de violência. Um registro do seu cotidiano, suas dificuldades e angústias, sonhos e alegrias. Através da proximidade com a vida de Carol vemos como é possível superar preconceitos, tristezas, e seguir em frente.

17h
Madrepérola.
Direção: Deise Hauenstein, Brasil, 2015, 15 min, documentário.
Temática: Direitos das Mulheres.
Classificação indicativa: 10 anos.
Roteiro de audiodescrição: Larissa Costa.
Narração: Daniel Coutinho.
Sinopse: Em uma maré alheia à diversidade, vivem ostras que são afetadas por serem consideradas fora dos padrões e medidas. Essa é uma história sobre como as pérolas se formam.

Meu Nome é Jacque.
Direção: Angela Zoé, Brasil, 2106, 72 min, documentário.
Temática: Cidadania LGBT / Diversidade Sexual.
Classificação indicativa: 12 anos.
Roteiro de audiodescrição: Larissa Costa.
Narração: Daniel Machline.
Sinopse: O documentário aborda a diversidade através da história de vida de Jaqueline Côrtes, uma mulher transexual brasileira, que vive com Aids. Militante pela causa, Jacque tem a vida marcada por lutas e conquistas como representante do governo brasileiro na ONU. Hoje mora numa pequena cidade, levando uma vida voltada para a maternidade e a família. Ao acompanhar o cotidiano de Jacque, este documentário apresenta os inúmeros desafios que foram rompidos pela personagem.

10 de junho, sábado, 18h: conversa Ver com os ouvidos: o papel da audiodescrição na produção audiovisual. Entrada franca.
A produção de audiodescrição no setor audiovisual é, mais do que uma recente exigência legal no Brasil, a garantia do direito de acesso de pelo menos 36 milhões de pessoas com deficiência visual à arte cinematográfica. Entre outros requisitos, o diálogo permanente entre produtores de cinema, de acessibilidade e o público torna-se indispensável para assegurar a qualidade funcional e estética deste recurso de acessibilidade comunicacional. Participantes: Pedro Marques, produtor, diretor e artista digital na Bactéria Filmes; Mimi Aragón e Kemi Oshiro, produtoras e audiodescritoras na OVNI Acessibilidade Universal, e Rafael Braz, estudante de Psicologia, consultor e usuário de audiodescrição.

Opções de transporte coletivo com parada nas proximidades da Cinemateca Capitólio Petrobras:
Ônibus
C1 – CIRCULAR CENTRO
C2 – CIRCULAR PRACA XV
C3 – CIRCULAR URCA
165 – COHAB
168 – BELEM NOVO (VIA TRISTEZA)
171 – PONTA GROSSA
173 – CAMAQUA
178 – PRAIA DE BELAS
179 – SERRARIA
184 – JUCA BATISTA
186 – LIBERAL
187 – PADRE REUS
188 – ASSUNCAO
195 – TV
209 – RESTINGA
253 – RENASCENÇA
254 – EMBRATEL
257 – PAULINO AZURENHA/AZENHA/CASCATINHA
262 – JARDIM V. NOVA
263 – ORFANOTROFIO
264 – PRADO
265 – JARDIM MEDIANEIRA
266 – VILA NOVA
267 – LAMI (VIA BELEM NOVO)
268 – BELEM NOVO (VIA CAVALHADA)
269 – LAMI/BELEM
270 – GRUTINHA
271 – AMAPA
274 – GLORIA/AZENHA/CASCATINHA
281 – CAMPO NOVO
283 – IPANEMA/CAVALHADA
285 – NONOAI
288 – IPANEMA/MORRO ALTO
289 – RINCAO/VIA OSCAR PEREIRA
D63 – ORFANOTROFIO/DIRETA
340 – JARDIM BOTANICO
344 – SANTA MARIA
345 – SANTA CATARINA
347 – ALAMEDA
348 – JARDIM BENTO GONCALVES
361 – CEFER
375 – AGRONOMIA/INFORMATICA
395 – QUINTA DO PORTAL/SALGADO FILHO
3974 – BONSUCESSO/SANTA HELENA
398 – PINHEIRO

Lotação
02.1 – MENINO DEUS
02.11 – MENINO DEUS/ VIA JOSE DO PATROCINIO
03.1 – IPIRANGA/ PUC – BORGES
03.3 – JARDIM BOTANICO/JARDIM DO SALSO
10.1 – TRISTEZA/ASSUNCAO
10.3 – CRISTAL/OTTO NIEMEYER
10.4 – IPANEMA
10.41 – IPANEMA/JARDIM ISABEL
10.5 – GUARUJA – WENCESLAU ESCOBA
10.51 – GUARUJA – CAVALHADA
10.52 – GUARUJA/PONTA GROSSA
20.1 – MEDIANEIRA
20.11 – MEDIANEIRA / MORRO SAO CAETANO
20.2 – OTTO/TERESÓPOLIS
20.5 – ALTO TERESOPOLIS – VIA PRAIA DE BELAS
20.6 – GLORIA
30.1 – CANAL 10 VIA APARÍCIO BORGES
30.2 – PARTENON/PINHEIRO/PARADA 21

e-Book sobre Tradução Audiovisual traz dois artigos de Kemi Oshiro

(descrição da imagem) A fotografia colorida e vertical é uma reprodução da capa do livro “Acessibilidade audiovisual: produção inclusiva nos contextos acadêmicos, culturais e nas plataformas web”, organizado por Lucinéa Marcelino Villela e publicado pela Canal 6 Editora. O título, em letras amarelas e brancas, e os nomes da organizadora e da editora, em letras brancas, estão em um retângulo horizontal preto centralizado na metade inferior da capa, ilustrada com a fotografia colorida de alguém mostrando um tablet que exibe a imagem noturna e ligeiramente desfocada de uma rua com um automóvel preto e pessoas na calçada. Sobre essa imagem, a ilustração colorida de um olho estilizado formado por uma íris azul contornada por três linhas largas, a de fora, amarela, a do meio, laranja, e a de dentro, vermelha. Ao lado do retângulo preto, na margem direita da capa, outro retângulo, vertical e amarelo, com a mesma altura do preto. (fim da descrição)

A OVNI Acessibilidade Universal está comemorando a publicação do e-book “Acessibilidade audiovisual: Produção inclusiva nos contextos acadêmicos, culturais e nas plataformas web”. O obra, organizada pela professora-doutora Lucinéa Marcelino Villela (Unesp-Bauru/SP), conta com oito capítulos que discutem a tradução audiovisual em pesquisas nas áreas da Audiodescrição e das Legendas para Surdos e Ensurdecidos, dois deles de autoria de Kemi Oshiro, uma das sócias da OVNI.

O primeiro, intitulado “Produzir com qualidade: o papel do produtor em audiodescrição”, é parte do trabalho de conclusão de Kemi na Especialização em Audiodescrição da Universidade Federal de Juiz de Fora/MG. O segundo, “La imagen hablada”, foi produzido a partir de seu trabalho final no Máster en Estudios de Cine y Audiovisual Contemporáneos, realizado na Universidad Pompeu Fabra, em Barcelona, Espanha, entre 2012 e 2014.

O livro constitui uma amostra do que o grupo de Pesquisa Mídia Acessível e Tradução Audiovisual (MATAV) produziu nos últimos três anos, sempre com foco nas pessoas com deficiência auditiva e visual e no treinamento e formação de futuros pesquisadores e profissionais das áreas de tradução, comunicação e de acessibilidade cultural.

Editado pela Canal 6 Livraria, “Acessibilidade audiovisual: produção inclusiva nos contextos acadêmicos, culturais e nas plataformas web” tem download gratuito pelo site site da editora.

OVNI Acessibilidade Universal promove atividade na programação oficial da 2ª Virada Sustentável Porto Alegre

Roda de conversa sobre acessibilidade comunicacional será no Parque da Redenção, dia 1º de abril, sábado, às 16h30h, com entrada franca.

A 2ª edição da Virada Sustentável Porto Alegre contará, em sua programação oficial, com uma roda de conversa sobre audiodescrição e outros recursos de acessibilidade comunicacional, uma realização da OVNI Acessibilidade Universal. O objetivo é compartilhar vivências na produção de audiodescrição, legendas para surdos e ensurdecidos e LIBRAS, apresentando exemplos práticos para interessados no tema e na disseminação de informação e de cultura acessíveis ao maior número possível de pessoas. A atividade será no EcoPonto do Parque da Redenção – palco sustentável (estande), dia 1º de abril, sábado, das 16h30 às 17h30, com entrada franca.


(descrição da imagem) Na foto colorida e vertical, tirada durante a apresentação do espetáculo de teatro DANKE, com audiodescrição da OVNI, na Sala Álvaro Moreyra, em Porto Alegre/RS, em fevereiro passado, dona Cledi Dutra está à esquerda, na primeira fila da plateia, de perfil, voltada para a direita, com fones de ouvido, acariciando a cabeça do cão-guia Darwin. Ela tem cabelos loiros e lisos, na altura do queixo, usa óculos de grau, blusa preta e azul, e olha carinhosamente para o cão, um flat-coated retriever de pelo castanho, olhos castanhos e miúdos, focinho longo e topetinho arrepiado, que está em pé, de frente para dona Cledi, e tem a cabeça voltada para nós. Ao fundo, na direita, desfocada, a atriz Dani Dutra, branca, magra e com os cabelos escuros presos em um coque, está caracterizada como a Carcereira, de blazer, blusa e calças pretos, em pé, voltada para a direita, com as mãos apoiadas no espaldar de uma cadeira preta. (fim da descrição) Foto: Adriana Marchiori.

A atividade faz parte da 2ª edição da Virada Sustentável Porto Alegre – um movimento de pessoas, coletivos e instituições que tem o objetivo comum de melhorar a sociedade e sua relação com o ambiente. Com os temas Empreendedorismo & Inovação Sustentável, Educação para a Sustentabilidade, e Ecogastronomia & Alimentação Saudável, o festival acontece de 30 de março a 2 de abril e reúne cerca de 200 atividades que serão realizadas simultaneamente em diferentes locais da Capital gaúcha, especialmente na Casa de Cultura Mario Quintana, na Associação Cultural Vila Flores, no Parque da Redenção e no SESC Campestre. Todas atividades são gratuitas e abertas ao público. A programação completa pode ser consultada no site: https://www.viradasustentavel.org.br/poa/virada-sustentavel-porto-alegre-2017/programacao.html. Participe da construção de uma sociedade mais justa e equilibrada. Venha conosco virar Porto Alegre! #Euviropoa #VireSuaCidade


(descrição da imagem) A inscrição Virada Sustentável Porto Alegre 2017 está em três linhas de caracteres roxos, alinhadas à esquerda, dentro de um quadrado cor de laranja. No canto superior direito, um círculo formado por duas meias-luas roxas, sobrepostas, está contornado por duas setas na mesma cor, orientadas no sentido anti-horário. (fim da descrição)

Roda de conversa sobre audiodescrição e outros recursos de acessibilidade comunicacional na 2ª Virada Sustentável Porto Alegre.
Quando | 1º de abril, sábado.
Onde | EcoPonto do Parque da Redenção – Palco sustentável (estande).
Hora | Das 16h30 às 17h30.
Ingressos | Entrada franca.

Opções de transporte coletivo com parada nas proximidades do Parque da Redenção:
Ônibus (Av. Osvaldo Aranha)

353 – Ipiranga/PUC
473 – Jardim Carvalho/Jardim do Salso
C2 – Circular Praça XV
C3 – Circular Urca
D43 – Universitária Direta
T5 – Transversal 5
T7 – Transversal 7
280 – Otto/HPS
349 – São Caetano
429 – Protásio/Iguatemi
430 – Bela Vista/Anita
431 – Carlos Gomes
433 – Vila Jardim
436 – Jardim Ipê
438 – Santana
439 – São Manoel
441 – Antonio de Carvalho
470 – Bom Jesus
476 – Petrópolis/PUC
490 – Morro Santana
491 – Passo Dorneles/Vila Safira
492 – Petrópolis/SESC
493 – Jardim Ypu
494 – Rubem Berta/Protásio
495 – Manoel Elias
496 – Jardim Protásio Alves
525 – Rio Branco/Anita
R41 – Rápida Protásio

Ônibus (Av. João Pessoa)
343 – Campus/Ipiranga
149 – Icaraí (Centro/Bairro)
177 – Menino Deus (Centro/Bairro)
209 – Restinga
210 – Restinga Nova
211 – Restinga Velha
250 – 1° de Maio
251 – Alpes
253 – Renascença (Bairro/Centro)
254 – Embratel
256 – Intendente Azevedo
257 – Paulino Azurenha
260 – Belém Velho
262 – Jardim Vila Nova
263 – Orfanatrófio
264 – Prado (Bairro/Centro)
265 – Jardim Medianeira (Bairro/Centro)
266 – Vila Nova
269 – Lami (Bairro/Centro)
270 – Grutinha (Centro/Bairro)
271 – Amapá (Centro/Bairro)
272 – Moradas da Hípica (Bairro/Centro)
273 – Moradas da Hípica (Bairro/Centro)
274 – Glória/Azenha/Cascatinha
280 – Campo Novo (Centro/Bairro)
282 – Cruzeiro do Sul (Bairro/Centro)
283 – Ipanema/Cavalhada (Centro/Bairro)
284 – Belém Velho (São Francisco) (Bairro/Centro)
285 – Nonoai (Bairro/Centro)
288 – Ipanema/Morro Alto (Bairro/Centro)
289 – Rincão via Oscar Pereira (Bairro/Centro)
255 – Caldre Fião (Bairro/Centro)
297 – Cemitério
340 – Jardim Botânico (Bairro/Centro)
344 – Santa Maria
345 – Santa Catarina
346 – São José
347 – Alameda
348 – Jardim Bento Gonçalves
360 – Ipê
361 – Cefer
375 – Agronomia
376 – Herdeiros
394 – Mapa
395 – Quinta do Portal
397 – Bonsucesso (Bairro/Centro)
398 – Pinheiro

Lotação (Av. Osvaldo Aranha)
03.11 – Ipiranga/PUC (Osvaldo Aranha)
30.3 – Santana
40.2 – João Abott
40.4 – Petrópolis SESC
40.41 – Petrópolis FAPA
40.5 – Chácara das Pedras

Lotação (Av. João Pessoa)
03.3 – Jardim Botânico
20.1 – Medianeira
20.2 – Otto/Teresópolis
20.6 – Glória
30.1 – Canal 10
30.2 – Partenon

DANKE volta ao palco com audiodescrição da OVNI, dia 4 de março, no Teatro de Arena

Espetáculo sobre a vida na prisão da ativista alemã Ulrike Meinhof, baseado em texto original de Dario Fo e Franca Rame, terá audiodescrição no dia 4 de março, no Teatro de Arena, em Porto Alegre/RS

ovni_danke_alvaro-moreyra(descrição da imagem) Na foto colorida e vertical, tirada durante a apresentação de DANKE com audiodescrição, na Sala Álvaro Moreyra, em fevereiro passado, dona Cledi Dutra está à esquerda, na primeira fila da plateia, de perfil, voltada para a direita, com fones de ouvido, acariciando a cabeça do cão-guia Darwin. Ela tem cabelos loiros e lisos, na altura do queixo, usa óculos de grau, blusa preta e azul, e olha carinhosamente para o cão, um flat-coated retriever de pelo castanho, olhos castanhos e miúdos, focinho longo e topetinho arrepiado, que está em pé, de frente para dona Cledi, e tem a cabeça voltada para nós. Ao fundo, na direita, desfocada, a atriz Dani Dutra, branca, magra e com os cabelos escuros presos em um coque, está caracterizada como a Carcereira, de blazer, blusa e calças pretos, em pé, voltada para a direita, com as mãos apoiadas no espaldar de uma cadeira preta. (fim da descrição) Foto: Adriana Marchiori.

O espetáculo DANKE, com Juliana Kersting e Dani Dutra, que também integram o elenco de É Proibido Miar, está na programação da Semana da Mulher organizada pelo Teatro de Arena, em Porto Alegre/RS, e terá audiodescrição da OVNI Acessibilidade Universal no dia 4 de março, a partir das 19h30, no Teatro de Arena (Altos do Viaduto Otávio Rocha, Avenida Borges de Medeiros 835, Centro Histórico – para quem vem pela Rua Duque de Caxias no sentido Gasômetro/Santa Casa é a primeira escadaria à direita, oposta ao Hotel Everest). Os ingressos, todos com desconto de 50%, já estão à venda por R$ 10 no próprio Teatro, das 12h às 18h, inclusive na hora.

Será a primeira peça com audiodescrição a ser apresentada no Arena, espaço de resistência da arte gaúcha que em 2017 está completando 50 anos. Uma campanha de financiamento coletivo no site Vakinha  viabiliza o pagamento do equipamento de transmissão do recurso de acessibilidade. Na primeira apresentação de DANKE com audiodescrição, dia 7 de fevereiro deste ano, durante o festival Porto Verão Alegre, na Sala Álvaro Moreyra, financiada com recursos próprios pela M.A. Cia – Teatro, Dança e assemelhados e apoiada pela OVNI, houve público recorde utilizando os fones de ouvido em uma peça de teatro adulto na Capital gaúcha: 40 pessoas assistiram ao espetáculo com o recurso. Mais informações sobre a audiodescrição pelo e-mail ovniacessibilidade@gmail.com ou pelos fones (51) 984 512 115, (51) 992 081 176 ou (51) 3508 6709.

SOBRE DANKE
O espetáculo de teatro adulto é baseado no texto “Eu, Ulrike? Grito…” de Dario Fo e Franca Rame, que traz o testemunho da jornalista e ativista alemã Ulrike Meinhof sobre os quatro anos em que esteve na prisão, onde morreu em circunstâncias jamais esclarecidas. Isolada em uma cela branca que a priva de parte dos sentidos, Ulrike volta-se para si e depara-se com seu duplo, a carcereira, que transita entre o real e o imaginário. A ativista social e política lutou pelos direitos humanos na década de 60, tornando-se um dos ícones femininos do século 20, assim como Rosa Luxemburgo e Olga Benário.

FICHA TÉCNICA DO ESPETÁCULO
Texto: Dario Fo e Franca Rame.
Idealização e concepção: Juliana Kersting.
Atuação: Dani Dutra e Juliana Kersting.
Orientação e preparação das atrizes: Denis Gosch.
Coreógrafa e colaboradora: Juliana Prestes.
Iluminação: Leandro Gass.
Operação de som: Denis Gosch.
Audiodescrição: OVNI Acessibilidade Universal.
Produção e realização: M.A. Cia – Teatro, Dança e Assemelhados.

ovni_danke_cor(descrição da imagem) A foto colorida e horizontal mostra a atriz Juliana Kersting em uma cena de DANKE, caracterizada como Ulrike Meinhof. Branca, magra, com cabelos escuros e lisos, na altura do pescoço, despenteados e algo úmidos, ela aparece dos joelhos para cima, quase de frente, ajoelhada, com o tronco inclinado, rente ao chão, olhando para baixo, onde aninha entre os braços um grande tecido branco amarrotado, com expressão atenta e cuidadosa – os olhos semicerrados e os lábios carnudos fechados. Usa blusa branca de tecido leve com mangas compridas e decote em V e calças brancas. Da esquerda, chega uma luz forte que ilumina parcialmente os cabelos e o rosto concentrado da atriz. (fim da descrição)

FICHA TÉCNICA DA AUDIODESCRIÇÃO
Roteiro: Mimi Aragón.
Consultoria: Rafael Braz.
Narração: Kemi Oshiro.
Equipamento: Grupo Evento.
Suporte: Juliana Prestes e Mimi Aragón.
Produção: OVNI Acessibilidade Universal.

Crítica:
Antonio Hohlfeldt, 27 de maio de 2005, Jornal do Comércio: “Num espetáculo seco, de cerca de 50 minutos de duração, a cena, aberta desde a entrada do público, apresenta duas figuras: a prisioneira e sua guardiã, vivida por Paola Oppitz (…) Não se fala, não se tosse, não se pisca. Juliana Kersting eletriza a todos. Cumpre a sina da prisioneira. O escuro se faz sobre a mulher em posição fetal.”

Antonio Hohlfeldt, 11 de maio de 2012, Jornal do Comércio: “A interpretação de Juliana Kersting é dura e sensível, ao mesmo tempo. Desde a sequência inicial sente-se a luta da personagem no sentido de não perder sua humanidade e sua identidade. Os elementos cênicos introduzidos pela direção, bem como a trilha sonora, idealizada pela atriz e cuidadosamente desenvolvida, criam um ambiente opressor, que invade até mesmo o espaço da plateia. A proximidade da sala, evidentemente, colabora com isso, mas se a direção não soubesse usar esta proximidade, ela seria apenas um detalhe não incluído na estrutura dramática da encenação.”

DANKE com audiodescrição da OVNI Acessibilidade Universal.
Quando: 4 de março, sábado, às 20h. A audiodescrição começa às 19h30. Chegue às 19h para retirar seu equipamento, trazendo um documento válido.
Onde: Teatro de Arena (Altos do Viaduto Otávio Rocha, Avenida Borges de Medeiros 835, Centro Histórico, Porto Alegre/RS – para quem vem pela Rua Duque de Caxias no sentido Gasômetro/Santa Casa é a primeira escadaria à direita, oposta ao Hotel Everest).
Duração aproximada: 50 minutos.
Ingressos: Preço único promocional de R$ 10, à venda no Teatro de Arena, das 12h às 18h, inclusive na hora.
Dúvidas sobre ingressos: (51) 3226 0242.
Informações sobre a audiodescrição: e-mail ovniacessibilidade@gmail.com ou pelos fones (51) 984 512 115, (51) 992 081 176 ou (51) 3508 6709.
Estacionamento: O Teatro conta com estacionamento localizado na Rua Duque de Caxias. O preço único para o público do espetáculo é R$ 15. Pegar cartão na bilheteria e apresentar no estacionamento. Para mais informações, entre em contato com o Teatro de Arena pelo fone (51) 3226 0242 ou email teatrodearena@sedac.rs.gov.br

Opções de transporte coletivo com parada próxima ao Teatro de Arena:
ÔNIBUS
Todas as linhas que passam pela Avenida Borges de Medeiros sob o Viaduto Otávio Rocha, no sentido centro/bairro ou bairro/centro, mais as seguintes, com parada nas proximidades das escadarias:
C11 – CIRCULAR CENTRO/SÁBADOS – CENT/BAIR/CENT
C2 – CIRCULAR PRACA XV – CENT/BAIR/CENT
C31 – CIRCULAR URCA/SABADOS/DOMINGOS/FERIADOS – CENT/BAIR/CENT

LOTAÇÃO
Todas as linhas que passam pela Avenida Borges de Medeiros sob o Viaduto Otávio Rocha, no sentido centro/bairro ou bairro/centro, mais a seguinte, com trajeto pela Rua Duque de Caxias:
05.1 – RIO BRANCO/VIA IPA – BAIRRO/CENTRO e CENTRO/BAIRRO

OVNI faz audiodescrição do espetáculo de teatro DANKE no Porto Verão Alegre

Espetáculo sobre a vida na prisão da ativista alemã Ulrike Meinhof, baseado em texto original de Dario Fo e Franca Rame, terá audiodescrição no dia 7 de fevereiro, na Sala Álvaro Moreyra, em Porto Alegre/RS

ovni_danke_pb (descrição da imagem) A foto em preto e branco, horizontal, mostra a atriz Juliana Kersting em uma cena de DANKE, caracterizada como Ulrike Meinhof. Branca, magra, com cabelos escuros e lisos, na altura do pescoço, despenteados, ela aparece do peito para cima, de perfil, voltada para a esquerda, olhando para a frente e para baixo, com expressão atormentada – a testa contraída, os lábios carnudos entreabertos e a mão direita espalmada contra o peito. Usa blusa branca de tecido leve com mangas compridas e decote em V. Ao fundo, uma luz forte invade o ambiente, clareando parte dos cabelos da atriz e destacando os contornos de seu rosto tenso. (fim da descrição)

O espetáculo DANKE, com Juliana Kersting e Dani Dutra, que também integram o elenco de É Proibido Miar, está na programação do festival Porto Verão Alegre e terá audiodescrição da OVNI Acessibilidade Universal no dia 7 de fevereiro, a partir das 20h30, na Sala Álvaro Moreyra (Centro Municipal de Cultura, Arte e Lazer Lupicínio Rodrigues – Avenida Erico Verissimo, 307, Bairro Menino Deus, Porto Alegre/RS).
Os ingressos, com desconto de 50% para pessoas com deficiência, conforme a Lei da Meia Entrada, já estão à venda pela internet e em outros quatro locais, em Porto Alegre.
Mais informações sobre a audiodescrição pelo e-mail ovniacessibilidade@gmail.com ou pelos fones (51) 3508 6709, (51) 984 512 115 ou (51) 992 081 176.

SOBRE DANKE
O espetáculo de teatro adulto é baseado no texto “Eu, Ulrike? Grito…” de Dario Fo e Franca Rame, que traz o testemunho da jornalista e ativista alemã Ulrike Meinhof sobre os quatro anos em que esteve na prisão, onde morreu em circunstâncias jamais esclarecidas. Isolada em uma cela branca que a priva de parte dos sentidos, Ulrike volta-se para si e depara-se com seu duplo, a carcereira, que transita entre o real e o imaginário. A ativista social e política lutou pelos direitos humanos na década de 60, tornando-se um dos ícones femininos do século 20, assim como Rosa Luxemburgo e Olga Benário.

FICHA TÉCNICA DO ESPETÁCULO
Texto: Dario Fo e Franca Rame.
Idealização e concepção: Juliana Kersting.
Atuação: Dani Dutra e Juliana Kersting.
Orientação e preparação das atrizes: Denis Gosch.
Coreógrafa e colaboradora: Juliana Prestes.
Iluminação: Leandro Gass.
Operação de som: Casemiro Azevedo.
Audiodescrição: OVNI Acessibilidade Universal.
Produção e realização: M.A. Cia – Teatro, Dança e Assemelhados.

ovni_danke_cor(descrição da imagem) A foto colorida e horizontal mostra a atriz Juliana Kersting em uma cena de DANKE, caracterizada como Ulrike Meinhof. Branca, magra, com cabelos escuros e lisos, na altura do pescoço, despenteados e algo úmidos, ela aparece dos joelhos para cima, quase de frente, ajoelhada, com o tronco inclinado, rente ao chão, olhando para baixo, onde aninha entre os braços um grande tecido branco amarrotado, com expressão atenta e cuidadosa – os olhos semicerrados e os lábios carnudos fechados. Usa blusa branca de tecido leve com mangas compridas e decote em V e calças brancas. Da esquerda, chega uma luz forte que ilumina parcialmente os cabelos e o rosto concentrado da atriz. (fim da descrição)

FICHA TÉCNICA DA AUDIODESCRIÇÃO
Roteiro: Mimi Aragón.
Consultoria: Rafael Braz.
Narração: Kemi Oshiro.
Equipamento: Grupo Evento.
Suporte: Debora Maier e Juliana Prestes.
Produção: OVNI Acessibilidade Universal.

Crítica:
Antonio Hohlfeldt, 27 de maio de 2005, Jornal do Comércio: “Num espetáculo seco, de cerca de 50 minutos de duração, a cena, aberta desde a entrada do público, apresenta duas figuras: a prisioneira e sua guardiã, vivida por Paola Oppitz (…) Não se fala, não se tosse, não se pisca. Juliana Kersting eletriza a todos. Cumpre a sina da prisioneira. O escuro se faz sobre a mulher em posição fetal.”

Antonio Hohlfeldt, 11 de maio de 2012, Jornal do Comércio: “A interpretação de Juliana Kersting é dura e sensível, ao mesmo tempo. Desde a sequência inicial sente-se a luta da personagem no sentido de não perder sua humanidade e sua identidade. Os elementos cênicos introduzidos pela direção, bem como a trilha sonora, idealizada pela atriz e cuidadosamente desenvolvida, criam um ambiente opressor, que invade até mesmo o espaço da plateia. A proximidade da sala, evidentemente, colabora com isso, mas se a direção não soubesse usar esta proximidade, ela seria apenas um detalhe não incluído na estrutura dramática da encenação.”

INGRESSOS
VALORES
Antecipado:

R$30,00 – Inteira.
R$24,00 – Clube ZH e Banricompras.
R$20,00 – Pessoas com deficiência, idosos, estudantes e outras categorias previstas na Lei da Meia Entrada.

Na bilheteria da Sala Álvaro Moreyra, uma hora antes do início do espetáculo:
R$40,00 – Inteira.
R$32,00 – Clube ZH e Banricompras.
R$20,00 – Pessoas com deficiência, idosos, estudantes e outras categorias previstas na Lei da Meia Entrada.

COMPRA ONLINE
My Ticket Porto Verão Alegre.

OUTROS PONTOS DE VENDA
Praia de Belas Shopping (terceiro andar): Segunda a sábado, das 10h às 22h. Domingo, das 13h às 19h.
DC Shopping – Casarão Verde – Loja 133: Segunda a sexta, das 10h às 19h.
Multisom do Iguatemi (térreo): Segunda a sábado, das 10h às 22h. Domingo e feriado, das 14h às 20h.
Multisom da Andradas: Segunda a sexta, das 9h às 18h. Sábado, das 9h às 14h.

Observações:
A compra antecipada é em dinheiro ou no Banricompras – débito. Na bilheteria do teatro, somente em dinheiro.
Clube do Assinante ZH e Banricompras: desconto válido para titular e acompanhante.
Troca de Ingressos: Segundo o Artigo 49 do Código do Consumidor, o Porto Verão Alegre informa que a troca de ingresso pode ser feita da seguinte forma: a troca será efetuada o somente no ponto de venda onde foi realizada a compra, em no máximo sete dias e com antecedência mínima de 24 horas do espetáculo.
Dúvidas sobre ingressos: (51) 3557 1061 e (51) 3573 1061.

DANKE com audiodescrição da OVNI Acessibilidade Universal.
Quando: 7 de fevereiro, terça-feira, às 21h. A audiodescrição começa às 20h30. Chegue às 20h para retirar seu equipamento, trazendo um documento válido.
Onde:Sala Álvaro Moreyra (Centro Municipal de Cultura, Arte e Lazer Lupicínio Rodrigues – Avenida Erico Verissimo, 307, Bairro Menino Deus, Porto Alegre/RS).
Duração aproximada: 50 minutos.
Ingressos online: My Ticket Porto Verão Alegre.
Dúvidas sobre ingressos: (51) 3557 1061 e (51) 3573 1061.
Informações sobre a audiodescrição: e-mail ovniacessibilidade@gmail.com ou pelos fones (51) 3508 6709, (51) 984 512 115 ou (51) 992 081 176.

Opções de linhas de ônibus com parada em frente ao Centro Municipal de Cultura, Arte e Lazer Lupicínio Rodrigues:
149 – Icaraí (bairro-centro)
149.1 – Icaraí Alto Taquari (bairro-centro)
195 – TV
253 – Renascença (centro-bairro)
254 – Embratel Cascatinha (bairro-centro)
254.1 – Embratel Canudos Cascatinha (bairro-centro)
257 – Paulino Azurenha
260.1 – Belém Velho Cascatinha (bairro-centro)
260.2 – Belém Velho João Pessoa (centro-bairro)
262 – Jardim Vila Nova
262.1 – Jardim Vila Nova Cascatinha (bairro-centro)
263 – Orfanotrofio (centro-bairro)
270 – Grutinha (bairro-centro)
270.1 – Grutinha via Amapá (bairro-centro)
271 – Amapá (bairro-centro)
274 – Gloria Azenha Cascatinha (centro-bairro)
274.1 – Gloria Cascatinha Azenha (bairro-centro)
281 – Campo Novo (bairro-centro)
281.1 – Campo Novo Morro Agudo (bairro-centro)
281.2 – Campo Novo Gedeon Leite (bairro-centro)
283 – Ipanema Cavalhada (bairro-centro)
283.2 – Ipanema Cavalhada Cirino Prunes (bairro-centro)
284 – Belém Velho São Francisco Rincão Betão – (centro/bairro)
288 – Ipanema Morro Alto – (centro/bairro)
289 – Rincão via Oscar Pereira- (centro/bairro)

Exposição HERTZ do lugar que estamos, de Peter Gossweiler, no Vila Flores, receberá visita guiada com audiodescrição

HERTZ A3

A Secretaria de Estado da Cultura apresenta: Vila Flores – Uma Experiência Aberta.
HERTZ do lugar que estamos.
Peter Gossweiler + Residentes do Vila Flores.
Curadoria: Márcia Braga.
De 29.11 a 20.12.
Rua São Carlos, 753 – Bairro Floresta.
Financiamento: Vila Flores, Pró-Cultura RS, Secretaria da Cultura e Governo do Estado do Rio Grande do Sul – Todos Pelo Rio Grande.
(descrição do e-flyer) O e-flyer é horizontal e tem como fundo uma foto colorida que enquadra o ângulo reto entre duas paredes, mais ou menos na altura do rodapé, como se a foto tivesse sido tirada alguns centímetros acima do chão. O conjunto tem um aspecto envelhecido e desgastado, com as paredes brancas com rachaduras na pintura, uma camada de tinta marrom, lixada, por baixo da pintura branca e descascada do rodapé, e o chão de cimento cru. O texto está em letras brancas ou amarelas, com o título da exposição, em maiúsculas, ocupando a metade superior da foto. Centralizadas no rodapé, as logomarcas dos financiadores. (fim da descrição)

Exposição que reúne obras inéditas de arte sonora receberá o público usuário da audiodescrição no dia 17 de dezembro, no Centro Cultural Vila Flores, com entrada franca

A OVNI Acessibilidade Universal faz, no dia 17 de dezembro, sábado, às 16h, uma visita com mediação audiodescrita à exposição HERTZ do lugar que estamos, do artista Peter Gossweiler, no Centro Cultural Vila Flores (Rua São Carlos, 753, na altura da Rua Hoffmann – Bairro Floresta), com entrada franca. Para quem desejar, um grupo se reunirá às 15h30 no portão central do Zaffari da Cristóvão Colombo (Avenida Cristóvão Colombo, 1271, esquina com a Rua Hoffmann), a uma quadra do local, com saída 15h45 para o Vila Flores. Confirme sua presença no grupo pelo e-mail ovniacessibilidade@gmail.com ou pelos fones (51) 98451 2115, (51) 3508 6709 ou (51) 99208 1176. A visita, embora planejada aos usuários da audiodescrição, é aberta ao público em geral, que poderá acompanhar a atividade de olhos vendados.

A exposição é constituída por quatro obras inéditas, concebidas por Peter em parceria com artistas residentes do Vila Flores, e curadoria de Márcia Braga.  HERTZ do lugar que estamos faz parte do programa Vila Flores – Uma Experiência Aberta, iniciativa da Associação Cultural Vila Flores  realizada com recursos do Fundo de Apoio à Cultura (PRÓ-CULTURA RS FAC), Lei nº 13.490/10.  A exposição fica em cartaz até 20 de dezembro, de terça a sexta, das 14h às 18h, e quando houver eventos no final de semana.

Sobre Peter Gossweiler
Mestrando em Artes Visuais (IA – UFRGS), onde realiza uma pesquisa sobre o limiar da percepcão da imagem sonora entre o ouvir e o escutar. Como músico, já se apresentou na Alemanha, Argentina, Áustria, Bulgária, Chile, China, Estados Unidos, Inglaterra, Japão, País de Gales e Taiwan, assim como em algumas cidades do Brasil. Em Florianópolis, organizou (entre 2006 e 2012) 18 edições do Festival de Música Livre, dedicado à Música Experimental e ao Noise. Em 2009, teve 6 vídeos catalogados pela UNESCO Multimedia Archives como Elemento Cultural Intangível e, em 2011, como Diversidade Cultural.

TEXTO DA CURADORIA
por Márcia Braga.

HERTZ do lugar que estamos

“Não há algo como um espaço vazio ou um tempo vazio. Há sempre algo para se ver, algo para se ouvir.”
John Cage*

Estamos no Vila Flores, um espaço pulsante, com uma estrutura física única onde trabalham e interagem uma série de profissionais que contribuem para movimentar o cenário da economia criativa na cidade.

Peter Gossweiler é artista visual e músico. Em 2014, uma perda auditiva o obriga a afastar-se do cenário musical. Dedicado plenamente às artes visuais, o artista encontrou na arte sonora uma possibilidade de seguir trabalhando questões da música em outro campo. Sua pesquisa atual aborda processos de escuta como presença e experimentação. O compositor norte americano John Cage afirmou, a partir da sua experiência no espaço da câmara anecóica, que “há sempre algo para se ouvir” que ultrapassa os limites da percepção comum. Este algo que se constitui por mínimas vibrações que interessam ao artista como potência para uma experiência de percepção do espaço.

Os processos de colaboração são uma prática constante no Vila Flores e estão refletidos em todas as atividades do Projeto Vila Flores – Uma Experiência Aberta, realizado ao longo dos últimos três meses a partir dos recursos advindos do FAC. O momento desta exposição nos pareceu, portanto, uma oportunidade para ampliar estas práticas também para o campo das artes visuais.

Partindo deste desafio, o artista Peter Gossweiler realizou uma série de encontros e trocas com artistas residentes motivando-os a pensar o silêncio a partir de seus espaços de trabalho e os objetos que neles encontram lugar. O resultado desta interação são trabalhos desenvolvidos em co-criação que envolvem uma experiência sensorial e cognitiva do espaço a partir de mecanismos de escuta.

A exposição está composta por quatro obras que foram co-criadas e realizadas em parceria com os residentes: Marcio Machado, Carlos Farias e Vanessa Berg.

*CAGE, John. Silence: lectures and writings. Middletown: Wesleyan University Press, 1961.

Visita com mediação audiodescrita à exposição HERTZ do lugar que estamos, de Peter Gossweiler, com entrada franca.
Onde:
Centro Cultural Vila Flores (Rua São Carlos, 753, na altura da Rua Hoffmann – Bairro Floresta).
Quando: 17 de dezembro, sábado, às 16h.
Duração aproximada: 60 minutos.
Ponto de encontro: Zaffari da Cristóvão (Avenida Cristóvão Colombo, 1271, esquina com a Rua Hoffmann), a partir das 15h30. Partida para o Vila Flores às 15h45.
Inscrições para o ponto de encontro: e-mail ovniacessibilidade@gmail.com ou fones (51) 98451 2115, (51) 3508 6709 ou (51) 99208 1176.

Opções de transporte coletivo com parada na Avenida Cristóvão Colombo na altura da Rua Hoffmann:
Ônibus

T5 – Transversal 5
608 – IAPI
610 – Minuano
611 – Lindoia
617 – Iguatemi
620 – Iguatemi / V. Jardim
637 – Chácara das Pedras
TR61 – Cristóvão Colombo
671 – Carlos Gomes / Salso

Lotação
50.6 – Guerino / Lindoia
50.8 – Higienópolis – Benjanin Constant
50.81 – Higienópolis – Hospital Militar

Exposição A Escuridão Que Me Clareia, de Carol W., receberá visita guiada com audiodescrição

hybrido (descrição da imagem) A foto colorida e horizontal, tirada no ambiente escurecido da exposição A Escuridão que Me Clareia, destaca, ao centro, uma imensa cabeça de papel machê em tons de preto, branco, vermelho e amarelo. No topo estão dois chifres; os grandes olhos salientes são em forma de roda vazada; o nariz é longo e achatado e os lábios grossos e entreabertos permitem ver as pontinhas dos dentes da arcada superior. Ao fundo, na esquerda, em uma parede branca, pequenas figuras humanas e animais estão destacados por um foco redondo de luz. Na direita, a silhueta de uma pessoa de costas. (fim da descrição) Foto: Marcelo Monteiro/Estúdio Hybrido.

Obras inspiradas no temporal que atingiu a Capital gaúcha em janeiro passado poderão ser percebidas pelo toque e por palavras no dia 18 de novembro, no Centro Cultural Vila Flores, com entrada franca

A OVNI Acessibilidade Universal faz, no dia 18 de novembro, sexta-feira, às 19h, uma visita de exploração tátil com mediação audiodescrita à exposição A Escuridão Que Me Clareia, da artista visual Carol W., no Centro Cultural Vila Flores (Rua São Carlos, 765, na altura da Rua Hoffmann – Bairro Floresta), com entrada franca. Para quem desejar, um grupo se reunirá às 18h30 no portão central do Zaffari da Cristóvão Colombo (Avenida Cristóvão Colombo, 1271, esquina com a Rua Hoffmann), a uma quadra do local, com saída 18h45 para o Vila Flores. Confirme sua presença no grupo pelo e-mail ovniacessibilidade@gmail.com ou pelos fones (51) 8451 2115 ou (51) 9208 1176. A visita, embora planejada aos usuários da audiodescrição, é aberta ao público em geral, que poderá acompanhar a atividade de olhos vendados.

A exposição é constituída por 25 esculturas de papel machê combinadas a materiais recolhidos da devastação provocada pelo temporal, como galhos e troncos de árvores. São figuras humanas e animais multicoloridos que expressam as sensações e sentimentos suscitados na artista durante e depois do caos que se instalou na cidade. Ao Sul21, Carol W. afirmou: “É sobre a tempestade, a força da natureza, mas também sobre estar vulnerável e sozinho”. Assim, o vendaval, a chuva intensa, o medo da escuridão e a sensação de vulnerabilidade estão representados, mas também a beleza da natureza e as possibilidades poéticas, lúdicas e até divertidas de enfrentar os efeitos de um temporal.

kemioshiro2blog(descrição da imagem) Na foto colorida e vertical, um casal de bonecos de papel machê clarinho é visto através de um orifício, do peito para cima, sob uma luz clara. O homem e a mulher parecem despidos e estão abraçados, frente a frente, com os rostos colados e os olhos romanticamente fechados. Na esquerda, o homem, com o rosto alongado aparecendo de perfil, tem cabelos curtos cor de mirtilo, com um pequeno topete. Na direita, a mulher, com o rosto arredondado aparecendo de frente, tem os dois braços sobre os ombros do parceiro, cabelos longos e cor de beterraba e os lábios carnudos fechados em um leve sorriso. (fim da descrição) Foto: Kemi Oshiro.

Sobre Carol W.
Carol W. é artista visual e teve suas esculturas em papel maché expostas em Porto Alegre, São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro. Participou da Cow Parade Porto Alegre. Criou ilustrações para campanhas publicitárias de marcas como Schincariol, Univias, Tim e Grandene. Realizou seis exposições individuais – Vida Doméstica: A Cozinha Animada de Carol W. (2004), Amigos Imaginários (2007), Meu Reino por um Caramelo! (2009 e 2010), Bibelô (2011), Eu fico com a Pureza (2013) e A Escuridão Que Me Clareia (2016) – sendo que duas delas foram itinerantes. Ilustrou quatro livros infantis e ministra diversas oficinas de Papel Maché, inclusive em Portugal, nas cidades de Lisboa, Porto, Leça da Palmeira e Caldas da Rainha, entre os meses de abril e maio de 2008.

kemioshiro1blog(descrição da imagem) Na foto colorida e vertical, uma boneca de papel machê colorido, suavemente iluminada, está em pé, voltada para a esquerda, sobre uma pequena superfície de ripas de madeira rústica afixada a uma parede branca. Uma grande gota azul clara envolve sua cabeça inteira, deixando de fora apenas o rosto redondo e rosado, de olhos miúdos e verdes, bochechas coradas e boca arredondada. Segura junto ao peito, entre seus braços muito compridos e fininhos e mãos de dedos delicados, um peixe branco e iluminado, com a bocarra de dentes afiados aberta. Da testa do peixe sai uma haste longa e curva que tem na ponta uma lâmpada acesa em forma de bolota. A boneca tem a silhueta arredondada e usa um vestido de gola branca com o peito e as mangas vermelhos e a saia em formato de pétalas largas, uma roxa, outra azul e outra, ainda, amarela. Suas pernas também são fininhas e ela está de meias listradas em branco e preto e galochas verdes. (fim da descrição) Foto: Kemi Oshiro.

A Escuridão Que Me Clareia fica em cartaz no Vila Flores até 24 de novembro, de terça a sábado, das 14h às 19h. Dia 22 de novembro, terça-feira, haverá uma degustação às cegas preparada por Debora Herjean, do Café Mineraux, e, no dia seguinte, quarta, 23, Carol W. ministrará uma oficina de construção de bonecos em papel – para esta atividade a inscrição é a doação de 1kg de alimento não-perecível.

kemioshiro3blog(descrição da imagem) Na foto colorida e vertical, uma boneca de papel machê rosado, suavemente iluminada, está em pé, de frente, sobre um pequeno caixote de madeira rústica em cima de uma tora de árvore. Está despida e ramos em tons de verde, azul e cinza envolvem seu corpo do pescoço até os pés. Tem cabelos azuis, os olhos fechados, nariz reto e longo e seus lábios em forma de coração cor de uva também estão fechados, em uma expressão serena de quem dorme. (fim da descrição) Foto: Kemi Oshiro.

Visita de exploração tátil com mediação audiodescrita à exposição A Escuridão Que Me Clareia, de Carol W., com entrada franca.
Onde:
Centro Cultural Vila Flores (Rua São Carlos, 765, na altura da Rua Hoffmann – Bairro Floresta).
Quando: 18 de novembro, sexta-feira, às 19h.
Duração aproximada: 60 minutos.
Ponto de encontro: Zaffari da Cristóvão (Avenida Cristóvão Colombo, 1271, esquina com a Rua Hoffmann), a partir das 18h30. Partida para o Vila Flores às 18h45.
Inscrições para o ponto de encontro: e-mail ovniacessibilidade@gmail.com ou fones (51) 9845 12115 ou (51) 9920 81176.
Apoio: Brilia LED e EducAR Intercâmbios.
Parceiros: Luz Feito à Mão – Oficina de Iluminação, Claraluz Iluminação, Armazém Sonoro, Hackerspace Matehackers, Ksulo, Estúdio Hybrido, OVNI Acessibilidade Universal, Priscila Passos D’Avila – Psicóloga Clínica, Maciel Goelzer Fotografia, Gráfica RJR, Café Mineraux, Vila Flores.

Opções de transporte coletivo com parada na Avenida Cristóvão Colombo na altura da Rua Hoffmann:
Ônibus

T5 – Transversal 5
608 – IAPI
610 – Minuano
611 – Lindoia
617 – Iguatemi
620 – Iguatemi / V. Jardim
637 – Chácara das Pedras
TR61 – Cristóvão Colombo
671 – Carlos Gomes / Salso

Lotação
50.6 – Guerino / Lindoia
50.8 – Higienópolis – Benjanin Constant
50.81 – Higienópolis – Hospital Militar

OVNI faz audiodescrição aberta do espetáculo Brasil Pequeno Itinerante no evento Tardes Brincantes, do projeto Vila Flores – Uma Experiência Aberta

Com bonecos em miniatura, peça de teatro narra poeticamente histórias sobre brasileiros simples. É no próximo sábado, 24, no Vila Flores, com entrada franca.

O espetáculo Brasil Pequeno Itinerante, de e com Genifer Gerhardt, está na programação do evento Tardes Brincantes, que integra o projeto Vila Flores – Uma Experiência Aberta, e terá audiodescrição aberta da OVNI Acessibilidade Universal no próximo sábado, às 17h, no Vila Flores (acesso pela Rua São Carlos, 753, na altura da Rua Hoffmann, Bairro Floresta), com entrada franca.

Para quem desejar, um grupo se reunirá às 16h no portão central do Zaffari da Cristóvão Colombo (Avenida Cristóvão Colombo, 1271, esquina com a Rua Hoffmann), a uma quadra do local, com saída 16h20 para o Vila Flores. Confirme sua presença no grupo pelo e-mail ovniacessibilidade@gmail.com ou pelos fones (51) 3414 4690, (51) 8451 2115 ou (51) 9208 1176.

Brasil Pequeno Itinerante traz bonecos de biscuit em miniatura para relembrar pessoas e histórias que Genifer Gerhardt conheceu em suas andanças pelo Brasil. O figurino que também é cenário, a música ao vivo, a linguagem singela e a interação com o público estabelecem um encontro pleno de poesia, emoção e encantamento.

tardes-brincantesA Secretaria de Estado da Cultura apresenta:
Vila Flores – Uma Experiência Aberta.
Tardes Brincantes.
Ato Espelhado Companhia Teatral e convidados:
Oficina de Brinquedos com Eliane Bruél e Teatro Lambe-Lambe com Alex Anderson (Trupi di Trapu).
Apresentação do espetáculo Brasil Pequeno Itinerante*.
Dia 24/09, sábado, das 15h às 18h.
Local: Vila Flores – Rua Hoffmann, 459.
*Espetáculo com audiodescrição da OVNI Acessibilidade Universal.
Evento gratuito.
Mais informações em: www.vilaflores.net/experiencia-aberta
Realização:
Vila Flores Associação Cultural.
Financiamento:
Pró-Cultura RS, Secretaria da Cultura e Governo do Estado do Rio Grande do Sul – Todos Pelo Rio Grande.
(descrição da imagem) O e-flyer tem fundo cor de tijolo todo preenchido por tracinhos desenhados em tom ligeiramente mais claro. Na metade direita, uma foto quadrada de fundo azul claro mostra o bonequinho de um homem idoso e magro, de pele muito branca, calvo, com a camisa branca aberta e calças pretas, em pé, de braços abertos manipulados por duas mãos, logo atrás de dois bonequinhos de bois brancos e magrinhos, os três sobre um caminho feito por quatro mãos unidas. O texto, em letras que parecem escritas a mão, amarelas, azuis, pretas e brancas, está na metade esquerda do e-flyer, com dois blocos sobre faixas brancas pinceladas. Abaixo da foto, as logomarcas do realizador e dos financiadores. (fim da descrição)

SOBRE GENIFER GERHARDT E BRASIL PEQUENO ITINERANTE
Genifer Gerhardt é palhaça e bonequeira. Tendo viajado em 2009 por povoados do Brasil, percebeu que havia feito ali uma colheita valiosa: tomara conhecimento de histórias lindas e diversas provindas de pessoas distantes. Porém a distância não trazia afastamento – pelo contrário, as histórias revelavam o humano idêntico que há em cada um de nós, sentimentos e emoções comuns.

Do andar e sua repercussão, a artista ganhou dois prêmios nacionais: PRÊMIO AGENTE JOVEM DA CULTURA: DIÁLOGOS E AÇÕES INTERCULTURAIS, que visou identificar, reconhecer, valorizar e divulgar iniciativas culturais já realizadas e com comprovado impacto cultural – e PRÊMIO FUNARTE DE TEATRO MYRIAM MUNIZ/2012, que viabilizou a montagem do espetáculo “Brasil Pequeno”. Nascia ali um espetáculo minimalista que passou a disseminar as histórias ouvidas nos povoados. Das pessoas, Genifer criou bonecos em miniatura; das histórias fez canção e contação miúda.

Porém, em uma temporada de 12 apresentações em residências de Porto Alegre/RS, as histórias se multiplicaram: passava a contar, mas também passava a ouvir. Novas histórias ouvidas e surgiu a vontade de contar estas também, além de dialogar com públicos distintos. Surgia o Brasil Pequeno Itinerante, um espetáculo pensado para rua, com histórias distintas das apresentadas no Brasil Pequeno, mas mantendo a mesma proposta e conceito: falar da pequenez com a miudeza de bonecos, objetos, cantigas e detalhes em um figurino que é também cenário. Olho no olho, a proximidade na imensidão.

O espetáculo andante teve sua estréia em abril de 2014, com oito apresentações no 6º Festival de Teatro de Rua de Porto Alegre – encenações em bairros periféricos, centrais e penitenciária. Os locais interferiam diretamente na encenação na medida em que buscava aproximar-se do público, distinto e único como é o público de rua. A maneira interativa de contar as histórias ao lidar com a participação do público leva à peça um frescor e presença singulares onde é apresentada. São características marcantes de uma proposta que quer e busca diálogo permanente com a rua, seus passantes e suas histórias: sempre distintas, mas sempre semelhantes.

Brasil Pequeno Itinerante assim carrega em si a ideia de que qualquer história, se bem contada, pode levar à poesia e ao encontro. Ao contrário do Brasil Pequeno, que tem um início, meio e fim definidos, no Itinerante as histórias podem mudar, as personagens reais também, mas permanecem a delicadeza e o cuidado em cada conto.

Espetáculo de teatro Brasil Pequeno Itinerante com audiodescrição aberta e entrada franca.
Onde: Centro Cultural Vila Flores (Rua São Carlos, 753, na altura da Rua Hoffmann, Bairro Floresta).
Quando: 24 de setembro, sábado, às 17h.
Duração aproximada: 45 minutos.
Ponto de encontro: Zaffari da Cristóvão (Avenida Cristóvão Colombo, 1271, esquina com a Rua Hoffmann), a partir das 16h. Partida para o Vila Flores às 16h20.
Inscrições para o ponto de encontro: e-mail ovniacessibilidade@gmail.com ou fones (51) 3414 4690, (51) 8451 2115 ou (51) 9208 1176.

Opções de transporte coletivo com parada na Avenida Cristóvão Colombo na altura da Rua Hoffmann:
Ônibus

T5 – Transversal 5
608 – IAPI
610 – Minuano
611 – Lindoia
617 – Iguatemi
620 – Iguatemi / V. Jardim
637 – Chácara das Pedras
TR61 – Cristóvão Colombo
671 – Carlos Gomes / Salso

Lotação
50.6
– Guerino / Lindoia
50.8 – Higienópolis – Benjanin Constant
50.81 – Higienópolis – Hospital Militar