acessibilidade cultural

Shows do PoaJazzFestival terão audiodescrição da OVNI

Os nove shows no BarraShoppingSul com atrações nacionais e internacionais contarão com audiodescrição simultânea. Ações de formação de plateia no StudioClio e em escolas de Porto Alegre/RS também terão tradução e interpretação em LIBRAS.

(texto) Ministério da Cultura e BarraShoppingSul 10 anos apresentam:
PoaJazzFestival 4ª edição.
9, 10 e 11 de novembro. Centro de Eventos BarraShoppingSul.
O jazz nosso de cada dia.
Ingressos: www.blueticket.com.br
Facebook: portoalegrejazzfestival
www.poajazz.com.br
Lei de Incentivo à Cultura.
Patrocínio master: BarraShoppingSul 10 anos.
Patrocínio: Agibank e Dufrio.
Planejamento cultural: MS Produções.
Apoio cultural: StudioClio, IA UFRGS Instituto de Artes e Veterana Cerveja Artesanal.
Realização: Branco Produções, FlyAudio, Experimentais CriaCultura, Ministério da Cultura Governo Federal.
(descrição da imagem) O cartaz vertical tem fundo cinza que lembra a textura de um muro de cimento cru e é ilustrado, ao centro, pelo desenho aquarelado e em tons de azul de um saxofonista alado. Retratado dos joelhos para cima e de perfil, voltado para a esquerda, ele sopra a boquilha do instrumento em forma de jota, que sustenta com ambas as mãos. O nome do evento, em letras brancas maiúsculas, está à direita, sobre as asas do saxofonista. As demais informações, em letras pretas maiúsculas e minúsculas, estão distribuídas em quatro blocos ao redor da ilustração. No rodapé do cartaz, os logotipos em tons de cinza, preto e branco da Lei de Incentivo, dos patrocinadores, planejamento cultural, apoiadores e realizadores. No canto superior direito, em letras brancas maiúsculas, a assinatura Samba. (fim da descrição)

Em sua 4ª edição, o PoaJazzFestival terá audiodescrição simultânea em todos os shows, ao longo de três noites, e tradução e interpretação em LIBRAS na programação de debates e palestras. A produção de acessibilidade é da OVNI Acessibilidade Universal, com equipamento fornecido pela própria organização do Festival.

Os shows, nos dias 9, 10 e 11 de novembro, a partir das 20h (chegue às 19h para retirar seu ingresso, o equipamento e escutar a abertura da audiodescrição), ocorrem no Centro de Eventos do BarraShoppingSul (Av. Diário de Notícias, 300 – Cristal). Um número limitadíssimo de equipamentos e cortesias está à disposição do público usuário da audiodescrição. As reservas devem ser feitas exclusivamente pelo email ovniacessibilidade@gmail.com ou fone/Whatsapp 51 98451 2115. Esgotadas as cortesias, válidas para usuários da audiodescrição e um acompanhante cada, os ingressos para cada noite, a R$ 90, com 50% de desconto para pessoas com deficiência, estudantes ou pessoas com mais de 60 anos podem ser adquiridos pelo site Blueticket, com taxa de serviço, ou sem taxa nas lojas Multisom do Centro e dos shoppings Praia de Belas, Bourbon Ipiranga, Barra e Iguatemi. No dia de cada show, haverá bilheteria no local.

Os debates estão marcados para os dias 11, 14 e 20 de novembro, no StudioClio (R. José do Patrocínio, 698 – Cidade Baixa) e as palestras têm data e locais ainda a definir.

Sobre os shows:
Sexta-feira, dia 9 de novembro.
Marmota Jazz e Pedro Verissimo (Porto Alegre).

A Marmota foi fundada em 2011. Além de dois álbuns autorais, realizou shows em Porto Alegre, diferentes Estados do Brasil e países da Europa. Seu primeiro disco, Prospecto, foi lançado em 2015 e recebeu cinco indicações ao Prêmio Açorianos. A Margem, seu mais recente álbum, foi lançado em 2017 e traz sete composições autorais. Em 2018 o álbum é finalista do Prêmio Profissionais da Música, na categoria Artista Instrumental, ao lado de nomes como Yamandu Costa, Gabriel Grossi e Quarteto Radamés Gnatalli. A Marmota é formada pelos músicos André Mendonça (baixo acústico), Bruno Braga (bateria), Leonardo Bittencourt (piano) e Pedro Moser (guitarra).

Bourbon Sweethearts (Argentina).
O trio feminino de formação acústica traz um repertório de temas clássicos e composições próprias que fazem referência a gêneros musicais populares da primeira metade do século 20, como swing, calipso, blues e jazz. A Bourbon Sweethears se destaca por suas harmonias vocais e sua orquestração particular, tendo como principais influências The Andrews Sisters, Billie Holiday, The Mills Brothers e Josephine Baker. As meninas iniciaram sua trajetória em 2015 e já se apresentaram em lugares míticos da cena portenha, como Konex, Usina del Arte, Bebop Club, Thelonious Jazz Club, Notorious, Café Vinilo, Teatro Margarita Xirgu, Santos 4040, CC Matienzo, entre outros. Também participaram de diversos eventos no interior do país, como Salón Magallanes do Hotel Arakur de Ushuaia e diversos festivais como Festival Internacional de Jazz de Buenos Aires, Oh la la Fest, Festival de Jazz y Blues de Junín, Open Folk, Festival Macerar de Mar del Plata y de eventos como Sofar Sound Buenos Aires. O grupo é formado por Mel Muñiz (Voz, Violão Tenor e Ukelele), Cecilia Bosso (Voz e Contrabaixo) e Agustina Ferro (Voz e trombone).

Rudresh Mahanthappa (India).
Aclamado pela Pitchfork como “um dos melhores saxofonistas da atualidade”, o músico, compositor e educador Rudresh Mahanthappa é amplamente conhecido como uma das principais expressões do jazz do século 21. Ele tem mais de uma dúzia de álbuns gravados, incluindo o aclamado Bird Calls, que liderou as listas de melhores críticas no ano de 2015 e foi saudado pela PopMatters como “complexo, ritmicamente vital, livre de espírito e ainda em equilíbrio com estruturas mutantes”. Rudresh foi considerado por vários anos consecutivos o melhor saxofonista pela Revista Downbeat, da International Critics, pela Associação de Jornalistas de Jazz, pela revista Critics’Poll 2016, do JazzTimes Magazine, e pelo Village. Ele também recebeu o Guggenheim Fellowship e o Doris Duke Performing Artist Award, entre outros prêmios.

Sábado, dia 10 de novembro.
Vitor Arantes Quarteto (São Paulo).

Formado em 2014, o Vitor Arantes Quarteto tem trabalhado em um repertorio autoral inspirado em Hermeto Pascoal e Avishai Cohen, Tom Jobim e Tigran Hamasyan, Trio Corrente e Ari Hoenig. Formado por integrantes da Orquestra Jovem Tom Jobim, o grupo se encontra sob a tutela dos maestros Nelson Ayres e Tiago Costa e já acompanhou nomes como Cassio Ferreira, Leila Pinheiro, Alexandre Ribeiro, Ivan Lins, Sidmar Vieira, Josue dos Santos, Jorginho Neto e Leitieres Leite.

Mariano Loiácono Quinteto (Argentina).
Mariano começou seus estudos de piano aos oito anos. Aos doze, inicia-se no trompete na Escuela de Música Silvio Agostini, de Cruz Alta, em Córdoba, na Argentina. Dois anos depois, viaja a Rosário e depois a Buenos Aires para seguir estudando com Fernando Ciancio, solista da Orquestra Filarmônica do Teatro Colón. De volta a Rosário, ingressa como primeiro trompete da Orquestra Sinfônica Juvenil da Universidade Nacional de Rosário. Também integra a Orquestra de la Ópera de Rosario, executando obras como “La Bohème”, “Nabuco”, “Aída” e “O Barbeiro de Sevilla”, entre outras. Em 2004, começa a estudar harmonia e improvisação com o trompetista de jazz Juan Cruz de Urquiza e na EMC (Escola de Música Contemporânea, Berklee International Network). Segue estudando também com George Garzone, Jeremy Pelt, Scott Wendholt, tm Haggan, Eddie Henderson, Jim McNelly e Alex Sipiagin. Dividiu concertos e festivais com Jeff “Tain” Watts, Rufus Reid, Cyrus Chestnuts, Antonio Hart, Ugonna Okegwo, Adam Cruz, Dave Holland, Dave Douglas, Billy Cobham e Donnald Harrison.

Edu Ribeiro Quinteto (São Paulo).
O baterista virtuose, um dos mais conceituados da atualidade, toca no Trio Corrente e vem lançar seu novo disco em Porto Alegre.

Domingo, dia 11 de novembro.
Instrumental Picumã (Rio Grande do Sul).

Cinco músicos do Rio Grande do Sul reúnem-se em uma proposta instrumental para compartilhar ideias e experiências musicais adquiridas acompanhando e produzindo cantores e grupos musicais em espetáculos, gravações e festivais nativistas. O Instrumental Picumã retrata a música regional gaúcha com influências e fusões de outras culturas vizinhas ao Estado. A ideia é valorizar a sonoridade típica da música regional gaúcha por meio do acordeom de Paulinho Goulart e do violão de Matheus Alves, agregando choro e bossa nova com a flauta de Texo Cabral, ritmos latinos, como candombe, salsa e chacarera com o contrabaixo do uruguaio Miguel Tejera e a sonoridade afro-brasileira com a percussão de Bruno Coelho. No repertório, composições próprias e parcerias com nomes como Leandro Rodrigues e Zelito e releituras de compositores que os influenciam, como Tom Jobim, Hermeto Pascoal, Astor Piazzolla, Lito Vitale e Chick Corea.

Maurício Einhorm, Nelson Faria e Guto Wirtti (Rio de Janeiro).
Maurício Einhorn, unanimidade como gaitista brasileiro, com 85 anos de idade e 80 de gaita, é um dos melhores do mundo, tendo tocado com Sarah Vaughan, Nina Simone e Herbie Mann, entre outros. Com presença marcante no movimento Bossa Nova, compôs “Batida Diferente”, além de “Tristeza de nós dois”, “Estamos ai” e “Alvorada”. Nascido em 23 de março de 1963, em Belo Horizonte,MG, Nelson Faria é um dos mais expressivos músicos brasileiros, contabilizando em seu currículo a edição de oito livros didáticos, sendo dois nos EUA, Japão e Itália, catorze CDs, um DVD, uma videoaula, um App, além da participação, como músico e arranjador, em mais de 200 CDs de diferentes artistas nacionais e internacionais. Também assina o modelo de guitarra Condor Nelson Faria Signature.

Gilson Peranzzetta Trio (Rio de Janeiro).
Gilson Peranzzetta faz uma releitura de standards da MPB e do jazz com nova concepção harmônica, usando a clássica formação de trio – piano, baixo acústico e bateria. Cinco vezes vencedor do Prêmio da Música Brasileira, Peranzzetta assina a direção musical e arranjos de espetáculos. Nos últimos 25 anos, o Trio é citado como um dos mais criativos e inovadores da atualidade. Dois músicos completam o grupo: Zeca Assumpção, no contrabaixo acústico, e João Cortez, na bateria. As apresentações de Gilson Peranzzetta Trio possuem uma conotação de liberdade interpretativa, com espaços para improvisos e troca entre seus integrantes.

Sobre a acessibilidade:
Produção:
OVNI Acessibilidade Universal.
Audiodescrição: Mimi Aragón.
Consultoria: Rafael Braz.
Tradução e interpretação em LIBRAS nos debates e palestras para formação de plateia: Celina Xavier Neta.

Shows do PoaJazzFestival com audiodescrição simultânea.
Quando: dias 9, 10 e 11 de novembro.
Onde: Centro de Eventos do BarraShoppingSul (Av. Diário de Notícias, 300 – Cristal, Porto Alegre/RS).
Horário: das 20h às 24h, com intervalos de, no máximo, 20 minutos entre cada um dos três shows por noite. Chegue às 19h para retirar seu ingresso, o equipamento e escutar a abertura da audiodescrição.
Dia 9 de novembro, sexta-feira: Marmota Jazz e o convidado Pedro Verissimo (Brasil); Bourbon Sweethearts (Argentina) e Rudresh Mahanthappa (India).
Dia 10 de novembro, sábado: Vitor Arantes Quarteto (Brasil); Mariano Loiácono Quinteto (Argentina) e Edu Ribeiro Quinteto (Brasil).
Dia 11 de novembro, domingo: Instrumental Picumã (Brasil); Mauricio Einhorn, Nelson Faria e Guto Wirtti (Brasil) e Gilson Peranzzetta Trio (Brasil).
Reserva de cortesias e equipamento: email ovniacessibilidade@gmail.com ou fone/Whatsapp 51 98451 2115.
Ingressos por noite: R$ 90, com 50% de desconto para pessoas com deficiência, estudantes ou pessoas com mais de 60 anos.
Passaporte para as três noites: R$ 210, com 50% de desconto para pessoas com deficiência, estudantes ou pessoas com mais de 60 anos.
Compra antecipada: Blueticket (com taxa de serviço) ou lojas Multisom do Centro e dos shoppings Praia de Belas, Bourbon Ipiranga, Barra e Iguatemi (sem taxa).
Compra na hora: bilheteria no local.
Comodidades: gastronomia e kombis da Cerveja Veterana.

Opções de transporte coletivo com parada próxima ao BarraShoppingSul:
Ônibus
T3
– TRANSVERSAL 3
T4 – TRANSVERSAL 4
1102 – RESTINGA NOVA VIA TRISTEZA/BARRA SHOPPING
111 – RESTINGA VELHA (TRISTEZA)
1111 – RESTINGA VELHA(TRISTEZA) / SHOPPING
1112 – HÍPICA / TRISTEZA
149 – ICARAÍ
165 – COHAB
168 – BELÉM NOVO(VIA TRISTEZA)
170 – JARDIM DAS PALMEIRAS / CEL MASSOT
171 – PONTA GROSSA
173 – CAMAQUÃ
179 – SERRARIA
184 – JUCA BATISTA
186 – LIBERAL
187 – PADRE REUS
188 – ASSUNÇÃO
264 – PRADO
286 – BELÉM VELHO/CRISTAL / UFRGS
R1 – RÁPIDA / JARDIM VILA NOVA
R3 – RÁPIDA / NÚCLEO ESPERANÇA
R5 – RÁPIDA PONTA GROSSA
R81 – RÁPIDA CAMPO NOVO
R84 – RÁPIDA JUCA BATISTA

Lotação:
10.1
– TRISTEZA / ASSUNÇÃO
10.3 – CRISTAL / OTTO NIEMEYER
10.4 – IPANEMA
10.5 – GUARUJÁ
20.4 – JARDIM VILA NOVA

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Reserve seu lugar para a audiodescrição simultânea do show de abertura do 25º Porto Alegre Em Cena

Grupo instrumental Höröyá apresenta-se dia 11 de setembro, no Theatro São Pedro, em Porto Alegre/RS

(descrição da imagem) A foto colorida e horizontal retrata oito músicos posando em um palco entre instrumentos de corda e percussão. Eles estão em pé, ao centro, a maioria sorrindo para nós. São jovens negros e brancos, usando camisas e calças ou bermudas coloridas, estampadas com motivos étnicos, e tênis. Em um tablado por detrás deles, microfones, estantes para partitura e amplificadores. O fundo e o piso do palco, iluminado de cima por uma luz âmbar fora do enquadramento, são pretos. (fim da descrição) Foto: Andressa Ocker.

Chegou a hora! Começaram as reservas de equipamento para a audiodescrição simultânea do show do grupo instrumental Höröyá na abertura do 25º Festival Internacional de Artes Cênicas Porto Alegre Em Cena, dia 11 de setembro, no Theatro São Pedro, em Porto Alegre/RS. A produção do Festival guardou um número determinado de cortesias para os usuários da audiodescrição e seus respectivos acompanhantes. As reservas devem ser feitas exclusivamente pelo email ovniacessibilidade@gmail.com, informando nome, RG, telefone e necessidade de uso do equipamento. Esgotando-se as cortesias, os ingressos, nos valores de R$ 10 (meia entrada para pessoas com deficiência e um acompanhante) ou R$ 20, podem ser adquiridos no site uhuu!, com 20% de taxa de conveniência, ou, sem taxa, na bilheteria oficial do evento, no Barra Shopping Sul (Avenida Diário de Notícias, 300 – Bairro Cristal), em frente à Panvel, no primeiro piso, de segunda a sábado, das 13h às 22h.

O SHOW
Höröyá, show de música instrumental na abertura do 25º Festival Internacional de Artes Cênicas Porto Alegre Em Cena.
Duração: 75 minutos.
Classificação: Livre.
Ficha Técnica
Direção: André Ricardo.
Músicos: André Piruka (percussão), Adilson Camarão (percussão), Rafael Fazzion (percussão), Jefferson Cauê (percussão), Tobias Kraco (guitarra), Nando Vicêncio (baixo), Thomaz da Costa Souza (sopros), João Drescher (sopros) e Edmar Pereira (sopros).
Participações: Moustapha Dieng (percussão) – Senegal, Aziz Mbaye (percussão e dança) – Senegal, Birima Mbaye (percussão) – Senegal, Ibrahima Sarr (dança) – Senegal, Djanko Camará (dança) – Guiné-Conacri e Sekouba Oulare (percussão) – Guiné-Conacri.
Produção: Ana Paula César.

A AUDIODESCRIÇÃO
Produção: OVNI Acessibilidade Universal.
Pré-roteiro: Mimi Aragón.
Consultoria: Rafael Braz.
Narração simultânea: Kemi Oshiro e Mimi Aragón.
Suporte: Juliana Prestes, Lucas Gasparotto e Thayse Benedet.
Equipamento: Grupo Evento.

SERVIÇO
O quê: Höröyá. Show de abertura do 25º Porto Alegre Em Cena com audiodescrição simultânea da OVNI Acessibilidade Universal.
Onde: Theatro São Pedro (Praça Marechal Deodoro sem número – Centro, Porto Alegre/RS).
Quando: 11 de setembro, terça-feira, às 21h. Chegue até as 20h30 para pegar seu equipamento e escutar as notas de abertura da audiodescrição.
Reserva de equipamento: Nome, RG, telefone e necessidade de uso do equipamento de audiodescrição para o email ovniacessibilidade@gmail.com. Número limitado de cortesias para usuários da audiodescrição e um acompanhante cada.
Ingressos: R$ 10 (meia entrada para pessoas com deficiência e um acompanhante cada) ou R$ 20.
Venda online: site uhuu!. Taxa de conveniência de 20%. Formas de pagamento: Dinheiro, Visa, Master, Dinners, Hipercard, American Express e Elo (Crédito em 1x) Maestro, Visa Electron, Hiper, Elo, Banrisul e Vale Cultura da empresa Ticket (Débito).
Bilheteria oficial: Barra Shopping Sul (Avenida Diário de Notícias, 300 – Bairro Cristal), em frente à Panvel, no primeiro piso, de segunda a sábado, das 13h às 22h. Sem taxa de conveniência. Formas de pagamento: Dinheiro, Visa, Master, Dinners, Hipercard, American Express e Elo (Crédito em 1x) Maestro, Visa Electron, Hiper, Elo, Banrisul e Vale Cultura da empresa Ticket (Débito).

Opções de transporte coletivo com parada próxima ao Theatro São Pedro:
Ônibus

C1 – Circular Centro
C3 – Circular Urca

Lotação
05.1
– Rio Branco

Audiodescrição no 46º Festival de Cinema de Gramado tem público recorde e traz sorte aos filmes em competição

Mais de 80 usuários e acompanhantes assistiram aos quatro filmes com audiodescrição ao vivo no Palácio dos Festivais. Curtas e longas brasileiros e estrangeiros exibidos na noite acessível conquistaram oito Kikitos

(descrição da imagem) Na foto colorida e horizontal, um grupo com cerca de 80 pessoas posa sorridente no tapete vermelho do 46º Festival de Cinema de Gramado, na Rua Coberta, com o Palácio dos Festivais ao fundo, ao anoitecer. Acenam para nós diante de uma reprodução com aproximadamente 3 metros do Kikito, o troféu dourado e risonho com cabeça em forma de Sol. Atrás, a maioria está em pé e os demais, à frente, estão agachados ou sentados. Algumas pessoas usam bengalas brancas ou verdes e óculos escuros. Do alto, entre refletores de luz acesos, pendem folhagens que decoram a cobertura metálica com formato abaulado. (fim da descrição) Foto: Cleiton Thiele/Agência PressPhoto.

O PÚBLICO
Pela primeira vez, uma noite inteira das mostras competitivas de curtas e longas brasileiros e estrangeiros do Festival de Cinema de Gramado teve audiodescrição ao vivo. E o público respondeu em grande número ao convite para subir a Serra e assistir a quatro filmes em um dos eventos mais tradicionais e longevos do cinema no Brasil: mais de 80 pessoas, entre usuários da audiodescrição e acompanhantes, atravessaram o Tapete Vermelho e lotaram um dos setores do Palácio dos Festivais, vindas de Porto Alegre, Nova Petrópolis, Taquara, Canela, Gramado e, até, São José do Rio Preto, em São Paulo. Um recorde absoluto no retorno da OVNI Acessibilidade Universal à produção da noite com audiodescrição ao vivo em Gramado.

(descrição da imagem) A foto colorida e horizontal retrata cerca de 80 pessoas sentadas nas poltronas vermelhas da sala de exibição no Palácio dos Festivais, junto a uma parede coberta por painéis de ripas de madeira castanha. Aproximadamente metade do público usa fones de ouvido e algumas pessoas estão de óculos escuros. Ao fundo, na direita, uma cabine com duas janelas frontais. O corredor de acesso às poltronas é forrado com carpete cinza. (fim da descrição) Foto: Cleiton Thiele/Agência PressPhoto.

A EQUIPE
No total, foram 11 profissionais envolvidos na elaboração dos roteiros, consultoria, narração, leitura de legendas, suporte e coordenação de produção: as audiodescritoras da OVNI, Mimi Aragón e Kemi Oshiro; os colegas audiodescritores Letícia Schwartz, Manoel Negraes e Rafael Braz, além de Edgar Jacques e Estela Valeriano, da ETC Filmes, empresa responsável pelo roteiro original de audiodescrição do longa Ferrugem; Denis Gosch, ator encarregado do voice over no longa estrangeiro Mi Mundial; e os produtores Juliana Prestes, Lucas André e Thayse Benedet.

(descrição da imagem) Na foto colorida e vertical, a equipe da OVNI Acessibilidade Universal no 46º Festival de Cinema de Gramado posa sorridente em uma selfie na Rua Coberta, todos com roupas pesadas de frio. À frente, ao centro, Denis Gosch faz a selfie. Atrás dele, da esquerda para a direita, Letícia Schwartz, Mimi Aragón e Juliana Prestes. Na fileira de trás, Rafael Braz, Kemi Oshiro, Lucas Andre e Thayse Benedet. Uma luz forte os ilumina. Do alto, pendem folhagens que decoram a cobertura metálica com formato abaulado. (fim da descrição)

O REGISTRO EM VÍDEO
A imprensa do Festival produziu um vídeo de 52 segundos que registra a chegada do público, depoimentos e cenas da sessão acessível. O material pode ser conferido no Facebook, e tem a seguinte descrição resumida: Na abertura, em fundo preto, os títulos TV Festival e Mostra Acessível ao lado do Kikito, o troféu dourado e risonho com cabeça em forma de Sol. Na sequência, alternam-se aos depoimentos de Kemi Oshiro, Rafael Braz e Márcia Bamberg, na Rua Coberta, cenas da chegada do público pelo Tapete Vermelho (em destaque, Paulo Valentim e família e Paulo Fernando Pires e Josiane França), dos fones de ouvido e radiorreceptores, do público nas poltronas vermelhas da sala de cinema no Palácio dos Festivais usando o equipamento de audiodescrição (em destaque, Luiz Carlos da Silva, Isabel Kaiser, Elizabete Formagio, Altair Oliveira, Bruna e Elizete Schatschineider) e de Mimi Aragón narrando na cabine. No final, no Tapete Vermelho, o grupo de usuários, acompanhantes e equipe da OVNI posa para uma foto erguendo os braços.

OS KIKITOS
E, reafirmando a tradição de sorte, os filmes exibidos na noite com audiodescrição ao vivo conquistaram ao menos um Kikito cada. O longa brasileiro Ferrugem, de Aly Muritiba, levou os prêmios de Melhor Filme, Roteiro e Desenho de Som. O curta brasileiro A Retirada Para Um Coração Bruto, de Marco Antonio Pereira, faturou os Kikitos de Melhor Trilha Sonora, Roteiro e Ator. O curta-metragem Catadora de Gente, de Mirela Kruel, rendeu à protagonista Maria Tugira Cardoso o prêmio de Melhor Atriz. Nestor Guzzini, que interpreta o pai do craque Tito Torres no longa uruguaio Mi Mundial, de Carlos Morelli, levou o Kikito de Melhor Ator.

Show de abertura do 25º Porto Alegre em Cena terá audiodescrição da OVNI

Espetáculo de música instrumental com a participação de bailarinos senegaleses será no dia 11 de setembro, no Theatro São Pedro, em Porto Alegre.


(descrição da imagem) A foto colorida e horizontal retrata oito músicos posando em um palco entre instrumentos de corda e percussão. Eles estão em pé, ao centro, a maioria sorrindo para nós. São jovens negros e brancos, usando camisas e calças ou bermudas coloridas, estampadas com motivos étnicos, e tênis. Em um tablado por detrás deles, microfones, estantes para partitura e amplificadores. O fundo e o piso do palco, iluminado de cima por uma luz âmbar fora do enquadramento, são pretos. (fim da descrição) Foto: Andressa Ocker.

11 de setembro de 2018. Reserve esta data! Na abertura do 25º Festival Internacional de Artes Cênicas Porto Alegre Em Cena, o show com o grupo instrumental Höröyá, no Theatro Sao Pedro, terá audiodescrição da OVNI Acessibilidade Universal. Em breve, informações completas sobre a programação, ingressos e reserva de equipamento.

Höröyá (palavra de origem Mandeng) significa liberdade, autonomia e dignidade. O termo, que foi usado durante a luta anti-colonialista na Guiné para a afirmação de seus caminhos e ideais, hoje dá nome ao grupo instrumental de singular riqueza sonora, nascido em São Paulo, com o intuito de misturar vertentes musicais que vão do afrobeat ao samba, passando pelo jazz e funk afro-americano. Composta por integrantes de diferentes nacionalidades, a banda abarca uma vasta diversidade cultural, propondo novos e surpreendentes ritmos para musicalidades enraizadas em matrizes negras.

O potente show traz toda ancestralidade dos povos originais da África do Oeste e, com impressionantes bailarinos senegaleses e instrumentos de percussão e sopro, emociona e arrebata o público colocando o teatro todo de pé ao som de seu segundo álbum, Pan Bras’Afree’Ke Vol.1, que tem como conceito o movimento Pan Africano, conectando Brasil, Mali, Guiné, Senegal e Burkina Fasso.

OVNI produz audiodescrição ao vivo no 46º Festival de Cinema de Gramado

Os quatro filmes exibidos na sessão oficial das mostras competitivas do dia 21 de agosto estarão acessíveis aos usuários da audiodescrição.


(descrição da imagem) A foto colorida e horizontal retrata cerca de 50 pessoas atravessando em fila o tapete vermelho do 43º Festival de Gramado, na Rua Coberta. Algumas usam bengalas brancas e óculos escuros. Da frente para o fundo da foto é possível identificar Mimi Aragón, Adair e Marcia Bamberg, Francimar Maia, Thaís Gonçalves, Matheus e Isa Baldin, Daniel Gause, André Campelo, Teresinha Ponciano, Luciano Ninov, Paulo Fernando Pires, Josiane França, Marilena Assis, Volnei Benfica e Leandro Pacheco, professor responsável por trazer o grupo de Taquara. À direita, em direção ao fundo, as pessoas acomodadas nas mesas externas dos restaurantes da Rua Coberta observam a passagem do público usuário da audiodescrição. (fim da descrição) Foto: Cleiton Thiele/Agência PressPhoto.

De volta à produção da noite com audiodescrição ao vivo no Festival de Cinema de Gramado, a OVNI Acessibilidade Universal prevê público recorde no Palácio dos Festivais para assistir aos quatro filmes exibidos dia 21 de agosto, a partir das 18h, durante a 46ª edição do evento, um dos mais tradicionais do cinema no Brasil. Serão aproximadamente 80 usuários de audiodesccrição e acompanhantes prestigiando os curtas-metragens brasileiros Catadora de Gente, de Mirela Kruel, e A Retirada Para Um Coração Bruto, de Marco Antonio Pereira, e os longas estrangeiro Mi Mundial, de Carlos Morelli, e brasileiro Ferrugem, de Aly Muritiba.

Além das profissionais da OVNI, Mimi Aragón e Kemi Oshiro, outros audiodescritores estão envolvidos na produção dos roteiros e na consultoria: Letícia Schwartz, Rafael Braz, Manoel Negraes e os colegas Estela K. Valeriano e Edgar Jacques, da ETC Filmes, de São Paulo, empresa responsável pelo roteiro de audiodescrição original de Ferrugem, que gentilmente cedeu o material para a narração ao vivo. Também na equipe da OVNI estão Denis Gosch, que fará a leitura das legendas de Mi Mundial, Juliana Prestes, Lucas Gasparotto e Thayse Benedet, que atuarão no apoio à produção. O equipamento de audiodescrição é fornecido pelo Grupo Evento.

Dois ônibus farão o transporte do público entre Porto Alegre e o Palácio dos Festivais, em Gramado. A produção do Festival também oferece ingressos aos usuários da audiodescrição e respectivos acompanhantes. As reservas devem ser feitas com o envio do nome completo e número de documento de identidade, além da informação sobre se o convidado é usuário ou acompanhante, exclusivamente pelo email ovniacessibilidade@gmail.com até o dia 18 de agosto, às 12h. A confirmação da reserva estará sujeita à capacidade do transporte e ao número de cortesias disponíveis. A preferência na reserva de ingressos será dada aos usuários da audiodescrição. Caso as cortesias se esgotem, os acompanhantes poderão adquirir seus ingressos pelo site https://bit.ly/2Mr7XLH.

Os ônibus partirão de Porto Alegre, do Largo Zumbi dos Palmares (antigo Largo da Epatur), na Cidade Baixa, pontualmente às 13h do dia 21 de agosto. Para o embarque, é obrigatória a apresentação do documento de identidade informado na solicitação da reserva. O retorno a Porto Alegre está marcado para as 23h do mesmo dia. Serão dois pontos de desembarque: na Estação Rodoviária e no Largo Zumbi dos Palmares. Usuários da audiodescrição que residem fora de Porto Alegre estão convidados a utilizar o transporte. Neste caso, também devem enviar seus dados para o email da OVNI para assegurar a vaga no ônibus, o ingresso para a sessão e o equipamento de audiodescrição. E, dia 21, estar presentes ao embarque no Largo Zumbi dos Palmares. Quem não precisar do transporte, mas desejar um ingresso para a sessão também deve fazer sua reserva por email.

Audiodescrição ao vivo no 46º Festival de Cinema de Gramado, dia 21 de agosto.
Programação no Palácio dos Festivais

18h
Mostra competitiva de curtas-metragens brasileiros.
Catadora de Gente (18 minutos, Rio Grande do Sul).

Direção: Mirela Kruel.
Sinopse: Catadora de Gente é Maria Tugira Cardoso. Há 30 anos a personagem do filme dedica sua vida à catação de lixo. Com sua fala lúcida a respeito da vida e de suas complexidades, Tugira narra sua história e propõe ao espectador uma reflexão profunda sobre as desigualdades sociais do Brasil.

Ficha Técnica:
Empresa Produtora: Lança Filmes.
Produção Executiva: Mirela Kruel.
Roteirista: Mirela Kruel.
Elenco: Maria Tugira Cardoso.
Direção de Fotografia: Eduardo Nascimento Rosa.
Trilha Musical: H Hunt – Journeys, Natan Ratan – Forevertime Journeys I.
Montagem: Bruno Carboni.
Desenho de Som: Bruno Carboni.

Audiodescrição:
Roteiro e narração: Mimi Aragón.
Consultoria: Manoel Negraes.


(descrição da imagem) A foto colorida e horizontal retrata uma senhora em um ambiente com fundo escuro, iluminada por uma luz que incide da esquerda para a direita. Ao centro, ela aparece do peito para cima, de frente, com o olhar ligeiramente voltado para a esquerda. Tem cerca de 60 anos, é negra, de cabelos crespos, pretos e com alguns fios prateados, enfeitados por uma faixa preta com pontinhos claros em relevo, grandes olhos castanhos e brilhantes, nariz arredondado e lábios fechados em um sorriso suave. Usa blusa roxa sob um casaco com estampa de grafismos em lilás, roxo, preto e branco. (fim da descrição) Foto: Eduardo Nascimento Rosa/Divulgação.

Mostra competitiva de longas-metragens estrangeiros.
Mi Mundial (102 minutos, Uruguai/Argentina/Brasil).
Direção: Carlos Morelli.
Sinopse: Tito, um garoto que mora na cidade de Colônia, no Uruguai, possui um talento natural para o futebol. As notícias de sua habilidade atraem um representante da Capital que lhe oferece um contrato que pode tirá-lo, e a sua família, da pobreza. A exigência dos treinos o faz abandonar os estudos e Tito deixa de ver o futebol como diversão para enfrentar precocemente as responsabilidades do mundo adulto. Quando Tito está a um passo de conseguir um contrato com o Santos, do Brasil, seu sonho se quebra em mil pedaços e ele deve voltar ao povoado para começar de novo, enfrentar o maior desafio da sua vida e tentar ser um verdadeiro campeão.

Ficha Técnica:
Empresa Produtora: La Gota Cine, Panda Filmes, Pensa & Rocca, Coral Cine e U Films.
Produção Executiva: Lucia Gaviglio Salkind.
Roteiro: Carlos Morelli, com a colaboração de Martín Salinas.
Elenco: Facundo Campelo, Candelaria Rienzi, Cesar Troncoso, Nestor Guzzini, Marcel Keoroglian e Verónica Perrota.
Direção de Fotografia: Sebastián Gallo.
Direção de Arte: Cristina Nigro.
Trilha Musical: André Sittoni.
Trilha Sonora Original: André Sittoni.
Montagem: Santiago Bednarik, Carlos Morelli.
Desenho de Som: André Sittoni.

Audiodescrição:
Roteiro: Mimi Aragón.
Consultoria: Rafael Braz.
Narração: Kemi Oshiro.
Voice over: Denis Gosch.


(descrição da imagem) A foto colorida e horizontal retrata, em um dia ensolarado, um garoto saltando de lado, os pés apontados para a esquerda, prestes a chutar uma bola de couro de gomos brancos e pretos. Ele aparece de corpo inteiro, à direita, com o braço esquerdo estendido na altura do ombro, o direito junto ao corpo e o joelho direito flexionado, com o pé a cerca de um metro da bola que flutua quase ao centro da foto, na altura da sua cabeça. Tem cerca de 13 anos, é branco, magro, de cabelos castanhos curtos e lisos. Usa camiseta alaranjada com um escudo no lado esquerdo do peito, calções brancos, meias pretas e chuteiras em cinza e vermelho. Ao fundo, a passarela de um viaduto. (fim da descrição) Foto: Sebastián Gallo/Divulgação.

20h30
Mostra competitiva de curtas-metragens brasileiros.
A Retirada Para Um Coração Bruto (14 minutos, Minas Gerais).
Direção: Marco Antonio Pereira.
Sinopse: Ozório é um senhor que vive sozinho onde o Judas perdeu as botas, na zona rural de Cordisburgo/MG. Passa seus dias ouvindo rock no rádio, enquanto vive o luto da sua companheira. Até que um movimento no céu quebra sua solidão.

Ficha Técnica:
Empresa Produtora: Estúdio Marco.
Produção Executiva: Ariane Rocha.
Roteiro: Marco Antonio Pereira.
Elenco: Manoel do Norte.
Direção de Fotografia: Marco Antonio Pereira.
Direção de Arte: Marco Antonio Pereira.
Trilha Musical: Manoel do Norte.
Trilha Sonora Original: Manoel do Norte.
Montagem: Marco Antonio Pereira.
Desenho de Som: Marco Antonio Pereira.

Audiodescrição:
Roteiro e narração: Letícia Schwartz.
Consultoria: Rafael Braz.


(descrição da imagem) A foto colorida e horizontal retrata, em um dia de céu claro com nuvens, um homem em pé em um terreno de chão batido, com vegetação baixa, algumas árvores e cerca de madeira rústica. Quase ao centro da foto, ele aparece de costas, das panturrilhas para cima, observando um grande disco voador cinzento que flutua ao fundo, a uns 50 metros acima da vegetação um pouco amarelada. O homem é magro e tem a pele marrom clara. Com a mão direita, segura a aba do chapéu de palha e usa camisa branca de mangas longas e calças jeans. (fim da descrição) Foto: Divulgação.

Mostra competitiva de longas-metragens brasileiros.
Ferrugem (100 minutos, Paraná).
Direção: Aly Muritiba.
Sinopse: Tati é uma adolescente cheia de vida, que gosta de compartilhar seus melhores momentos no Instagram e Facebook. Mas sua vida virará ao avesso quando algo que ela não queria compartilhar com ninguém cai no grupo de WhatsApp do colégio.

Ficha Técnica:
Empresa Produtora: Grafo Audiovisual.
Produção Executiva: Antônio Junior, Chris Spode.
Roteiro: Aly Muritiba e Jessica Candal.
Elenco: Tifanny Dopke, Giovanni de Lorenzi, Clarissa Kiste, Enrique Diaz, Pedro Inoue e Dudah Azevedo.
Direção de Fotografia: Rui Poças A.I.P.
Direção de Arte: Tiago Marques.
Trilha Musical: Love Is Over (Banda Copacabana Club); This Way – Michel Godoy Remix (Banda Copacabana Club e Michel Godoy); Shadow in my way (Pantanum); Eletric High (Pantanum); Infiel (Marília Mendonça).
Montagem: João Menna Barreto.
Desenho de Som: Alexandre Rogoski.

Audiodescrição original: ETC Filmes Acessibilidade.
Roteiro: Estela K. Valeriano.
Consultoria: Edgar Jacques.
Adaptação do roteiro original e narração: Kemi Oshiro.


(descrição da imagem) A foto colorida e horizontal retrata uma jovem de cabeça baixa, o rosto sério iluminado por luzes fortes em tons de roxo, vermelho e amarelo. Ao centro, ela aparece do peito para cima, de perfil, voltada para a direita. Com cerca de 16 anos, é branca, magra e tem cabelos castanhos e lisos, na altura dos ombros, sobrancelhas espessas e nariz arredondado. Usa blusa preta de mangas curtas estampada com bolinhas multicoloridas. Ao fundo, desfocadas, três pessoas com roupas coloridas. (fim da descrição) Foto: Divulgação.

OVNI produz audiodescrição para dois espetáculos de teatro em Porto Alegre/RS

Dia 25 de julho, quarta-feira, tem Qual a Diferença entre o Charme e o Funk, no Teatro Bruno Kiefer. E nos dias 3 e 4 de agosto, sexta e sábado, é a vez das sessões acessíveis de Arena Selvagem, no Teatro de Arena. Os dois espetáculos têm entrada franca.

Qual a Diferença entre o Charme e o Funk, Grupo Pretagô
Ministério da Cultura apresenta:
Cenas Diversas. Cena Negra.
Qual a Diferença entre o Charme e o Funk.
25 de julho, 19h, Casa de Cultura Mario Quintana, Sala Bruno Kiefer.
Com Bruno Cardoso, Bruno Fernandes, Camila Falcão, Laura Lima, Manuela Miranda e Silvana Rodrigues.
Direção: Thiago Pirajira.
Entrada franca, com retirada de senhas uma hora antes do espetáculo.
Patrocínio: Lei de Incentivo à Cultura e Banrisul.
Realização: Governo do Estado do Rio Grande do Sul, AACCMQ – Associação dos Amigos Casa de Cultura Mario Quintana, Casa de Cultura Mario Quintana, Governo do Estado do Rio Grande do Sul – Secretaria da Cultura, Turismo, Esporte e Lazer, Ministério da Cultura e Governo Federal.
(descrição da imagem) O e-flyer colorido e quadrado tem fundo amarelo-limão e é ilustrado, ao centro, por uma montagem com as fotos sobrepostas de duas atrizes em uma cena do espetáculo e do prédio da Casa de Cultura Mario Quintana. A montagem está coberta por pinceladas e respingos em azul, rosa e branco. As atrizes aparecem de frente, lado a lado, da cintura para cima, e usam um traje preso abaixo dos seios, em estampa de zebra, com listras irregulares claras e escuras. Cada uma aponta para o alto com o punho esquerdo fechado. Abaixo da ilustração, em grandes letras maiúsculas verdes, o título do espetáculo. O restante do texto, em letras pretas e verdes, está distribuído acima e nas laterais da ilustração e abaixo do título. No rodapé, os logotipos coloridos dos patrocinadores e realizadores. (fim da descrição)

O espetáculo
Partindo da necessidade de dar visibilidade às questões negras brasileiras, um grupo de sete artistas negros estudantes do curso de Teatro da UFRGS desenvolve o projeto Qual a Diferença entre o Charme e o Funk para tecer uma grande discussão, a partir da arte, sobre a questão racial social: preconceitos, afirmatividade, visibilidade, cultura e memória. Dando voz ao momento social atual, no qual as questões de cor, gênero, credo e posições políticas são pontuadas a partir de ações e políticas públicas, o espetáculo, que se utilizou do nome da canção do funk composto pelos MC’s Dollores e Marquinhos nos anos noventa, suscita a reflexão sobre a juventude negra brasileira, dando voz e trazendo para a cena assuntos ligados a religiosidade, morte, preconceito, arte e memória.

Ficha técnica
Direção: Thiago Pirajira.
Orientação: Celina Alcântara.
Elenco: Bruno Cardoso, Bruno Fernandes, Camila Falcão, Laura Lima, Manuela Miranda e Silvana Rodrigues.
Trilha Sonora: João Pedro Cé.
Músicos: João Pedro Cé e Duda Cunha.
Criação de luz: Guto Greca.
Operação de luz: Thais Fernandes.
Figurino: Mari Falcão.
Fotografia: Andre Reali Olmos.
Produção: Thiago Pirajira.

Audiodescrição
Roteiro: Kemi Oshiro.
Consultoria: Rafael Braz.
Narração: Kemi Oshiro.
Equipamento: Grupo Evento.
Suporte: Mimi Aragón.

O Grupo Pretagô
Qual a Diferença entre o Charme e o Funk é o primeiro trabalho do Grupo Pretagô e venceu do prêmio Açorianos de melhor trilha sonora em 2014. Em 2018, o Pretagô, um quilombo de artistas, atores e músicos oriundos do Departamento de Arte Dramática da UFRGS, em Porto Alegre, comemora quatro anos de trajetória, realizando atividades artísticas e culturais para refletir a representação e representatividade da pessoa negra nas artes cênicas. Além da pesquisa permanente sobre identidade e inserção, promove diversas atividades como saraus, oficinas, ocupações em espaços de resistências da cidade. Também conta com outros dois espetáculos em seu repertório: Afrome, vencedor do prêmio Açorianos de Melhor Produção e de Melhor espetáculo pelo júri popular Brasken em cena, e Noite Pretagô.

Serviço
Qual a Diferença entre o Charme e o Funk com audiodescrição.
Teatro Bruno Kiefer, no sexto andar da Casa de Cultura Mario Quintana (Rua dos Andradas, 736 – Centro, Porto Alegre/RS. Pela Rua dos Andradas, sentido Praça da Alfândega/Usina do Gasômetro, na entrada da esquerda).
25 de julho, quarta-feira, às 19h. Chegue até as 18h30 para pegar seu equipamento e escutar as notas de abertura da audiodescrição.
Entrada franca.
Reserva de ingressos e equipamento pelo email ovniacessibilidade@gmail.com ou WhatsApp 51 98451 2115.

Arena Selvagem, Grupo Cerco.
Secretaria de Estado da Cultura, Turismo, Esporte e Lazer e Grupo Cerco 10 anos apresentam:
Arena Selvagem.
Direção: Inês Marocco.
13 de julho a 5 de agosto.
Sextas e sábados às 20 horas. Domingos às 18 horas.
Teatro de Arena. Avenida Borges de Medeiros, 835.
Entrada franca.
Programação extra.
3 e 4 de agosto: sessão com LIBRAS e audiodescrição.
Oficina: A dinâmica dos animais na linguagem cênica.
26 de julho, das 14 às 18 horas.
Ingresso: entrada franca.
Vagas: 20.
Inscrições email: dlnunes.lopes@gmail.com
Bate-papo sobre o processo de criação do espetáculo: 22 de julho, logo após a sessão.
Ingresso: entrada franca.
Mais informações: Facebook e Instagram Grupo Cerco.
Apoio: Fecomércio RS e SESC.
Produção e gestão: Cardápio Cultural e Kreativ Produções Culturais.
Realização: Grupo Cerco 10 Anos.
Financiamento: Pró-cultura RS – Fundo de apoio à cultura e Governo do Estado do Rio Grande do Sul – Secretaria da Cultura, Turismo, Esporte e Lazer.
Agendamento de escolas e instituições: 51 98436.5552 e dlnunes.lopes@gmail.com
Foto e arte: Marina Kerber.
(descrição da imagem) O panfleto horizontal tem fundo branco e está dividido em duas partes: uma à esquerda e outra à direita. A da esquerda, com informações gerais sobre a temporada, está ilustrada, ao centro, por uma montagem com múltiplas fotos sobrepostas e em preto e branco de uma jovem retratada dos ombros para cima. Ela tem pele clara, cabelos e olhos escuros. Seu olhar está voltado para nós. Sua cabeça, rosto e ombros estão parcialmente cobertos por rabiscos, pinceladas, manchas e respingos em vermelho, branco e preto. Alguns se espalham para fora da montagem, tingindo parte do fundo branco do panfleto. No alto, o título tem em destaque as palavras Arena em vermelho e Selvagem em preto, tudo em letras maiúsculas. O restante do texto é preto, também em letras maiúsculas, e está distribuído em blocos ao redor da ilustração. A parte da direita, que traz as informações sobre a programação extra, tem texto em letras maiúsculas vermelhas e pretas. No canto superior direito, o desenho em traços e pinceladas pretos e vermelhos de uma figura humana da qual só estão visíveis o olho esquerdo, a boca e o braço esquerdo. Com uma mancha vermelha no lugar da testa e outra preta no lugar do olho direito, a figura tem o olho arregalado, a boca vermelha escancarada e os dentes arreganhados. Um jorro composto por longas pinceladas em vermelho e cinza parece escapar da boca. Na altura do ombro, a mão crispada sobre uma mancha vermelha. No rodapé, os logotipos pretos dos apoiadores, produtores, do realizador e dos financiadores. (fim da descrição)

O espetáculo
O que é ser selvagem? O Grupo Cerco te convida a entrar em uma arena onde seres humanos encontram-se com sua animalidade. A cidade e a selva. A opressão e a liberdade. O instinto e a sobrevivência. Em meio à artificialidade que criamos para nos diferenciar entre nós e dos outros animais, nossos corpos revelam que essas mudanças são superficiais diante da força da nossa natureza.

Ficha Técnica
Criação coletiva do Grupo Cerco. Livremente inspirado em textos de Carlos Carvalho, Franz Kafka, Carlos Drummond de Andrade e do grupo.
Direção: Inês Marocco.
Assistência de Direção: Kalisy Cabeda e Manoela Wunderlich.
Dramaturgia: Celso Zanini, Elisa Heidrich e Marina Kerber.
Elenco: Anildo Böes, Celso Zanini, Elisa Heidrich, Kalisy Cabeda, Manoela Wunderlich, Martina Fröhlich, Marina Kerber, Philipe Philippsen.
Trilha sonora original: Celso Zanini, Martina Fröhlich, Philipe Philippsen.
Iluminação: Carolina Zimmer.
Figurino: Daniel Lion.
Confecção de máscaras: Diego Steffani.
Cenografia: Rodrigo Shalako.
Programação Visual: Marina Kerber.
Tradução e Interpretação para LIBRAS: Ângela Russo.
Audiodescrição: OVNI Acessibilidade Universal.
Produção e Gestão: Daniela Lopes/Cardápio Cultural e Kreativ Produções Culturais.
Produção executiva: Daniela Lopes.
Realização: Grupo Cerco – 10 Anos.
Apoio: Fecomércio SESC.
Financiamento: FAC Pró-cultura e Governo do Estado do Rio Grande do Sul.

Audiodescrição
Roteiro: Mimi Aragón.
Consultoria: Rafael Braz.
Narração: Kemi Oshiro.
Equipamento: Grupo Evento.
Suporte: Mimi Aragón.

O Grupo Cerco
O Grupo Cerco surgiu em 2008 em Porto Alegre e a pesquisa de linguagem cênica é a sua principal característica. A sua marca é o processo colaborativo, onde o “ator/autor” tem a possibilidade de trabalhar em diferentes frentes de criação que vão além da atuação, buscando soluções estéticas para trazer força aos conteúdos que apresenta. O Grupo tem a sua frente a Professora Doutora Inês Alcaraz Marocco. Durante sua trajetória, conquistou 10 importantes prêmios do teatro gaúcho e constitui-se em um dos mais significativos e premiados grupos da atual cena teatral.

Serviço
Arena Selvagem com audiodescrição.
Teatro de Arena (Avenida Borges de Medeiros, 835 – Centro, Porto Alegre/RS. Nos altos do Viaduto da Borges, pela Rua Duque de Caxias, sentido Usina do Gasômetro/Independência, no primeiro acesso à direita, de frente para o Hotel Everest).
3 e 4 de agosto, sexta-feira e sábado, às 20h. Chegue até as 19h30 para pegar seu equipamento e escutar as notas de abertura da audiodescrição.
Entrada franca.
Reserva de ingressos e equipamento pelo email dlnunes.lopes@gmail.com ou fone/WhatsApp 51 98436 5552.

Teve acessibilidade cultural no Projeto Simultaneidade

O final de semana foi de acessibilidade cultural na terceira edição do Projeto Simultaneidade, no Vila Flores, que propôs o tema TransVerCidade, trazendo uma abordagem artística transversal e empática para ultrapassar as limitações do simples olhar e construir a cidade e as relações que desejamos. A OVNI Acessibilidade Universal participou de duas atividades na programação supervariada: no sábado, 16, exibimos filmes em curta-metragem e episódios de séries de televisão para os quais produzimos audiodescrição, legendas para surdos e ensurdecidos e janela de LIBRAS ao longo deste ano; no domingo, 17, foi a vez de usarmos a audiodescrição para mediar a oficina de cerâmica sensorial ministrada pela artista Miriam Gomes, nossa vizinha de sala no Vila Flores. As fotos abaixo registram os dois momentos dessa programação. Confira:


(descrição da imagem) Na foto colorida e quadrada, tirada em um dia ensolarado na sala da OVNI Acessibilidade Universal, no Vila Flores, na direita, em primeiro plano, em uma TV sobre uma bancada amarela, a cena de um video colorido com legendas, em que um homem de cabelos escuros e curtos em um pátio com folhagens diz: “com as diferenças que o público naturalmente tem”. Na esquerda, em um cartaz na parede preta feito lousa, a frase “Experimente descrever estes postais #paratodosverem” acima de dois cartões-postais. Ao fundo, a luz do dia entra pela janela aberta. (fim da descrição) Foto: Mimi Aragón.


(descrição da imagem) Na foto colorida e horizontal, tirada no Atelier de Cerâmica do Vila Flores, a artista Miriam Gomes orienta a oficina de cerâmica sensorial com três participantes vendadas. Miriam, de meia idade e cabelos curtos e avermelhados, usa camiseta regata vermelha, um longo avental creme respingado de tinta, sandálias e está na esquerda, em pé, de perfil, voltada para a direita, atenta à atividade de três mulheres sentadas em volta de uma mesa com potes de argila e moldes metálicos. Cada participante tem as mãos sobre uma placa de argila, parecendo moldá-la. Ao fundo, junto à parede de azulejos brancos, um aparador e uma prateleira repletos de copos, vasos, tigelas, moringas e pratos de cerâmica. Entre o aparador e a mesa, no chão de lajotas vermelhas, um torno elétrico para cerâmica e, bem na direita, em um cômodo ao lado, um forno de cerâmica com painel digital. (fim da descrição) Foto: Kemi Oshiro.

ovni_simultaneidade_ceramica sensorial2
(descrição da imagem) A foto colorida e vertical retrata uma das participantes da oficina de cerâmica sensorial com a venda no alto da testa, olhando para baixo, sorrindo admirada para as três peças que produziu: um incensário, um prato e um vaso. Sentada à mesa de trabalho, ela tem os braços abertos e as palmas das mãos lambuzadas de argila voltadas para cima, expressando surpresa. Ela é negra, tem os cabelos pretos, curtos, crespos e volumosos, o peito tatuado e usa camiseta regata branca, colete jeans e calças pretas. Atrás dela, junto à parede de azulejos brancos, o torno elétrico e o aparador com peças de cerâmica. (fim da descrição) Foto: Miriam Gomes.
 

Olé! Flamenco Imaginário terá audiodescrição no dia 10 de setembro, em Porto Alegre/RS

Mais de 40 contribuições pelo site Vakinha permitiram reunir fundos para, pela primeira vez, tornar acessível aos usuários da AD um espetáculo de flamenco para crianças

DanieJuKEmanuelDenaui

(descrição da imagem) A foto colorida e quadrada, com fundo branco, mostra as bailarinas Juliana Kersting, na esquerda, e Daniele Zill, na direita, caracterizadas como personagens do espetáculo Flamenco Imaginário, usando roupas  e maquiagem bem coloridas. Elas são brancas, têm cabelos castanhos, estão em pé e aparecem dos joelhos para cima. Sorrindo, Dani ajeita um chapeuzinho verde na cabeça de Ju, que revira os olhos, um pouquinho estrábica, e está de frente, com as mãos sobre os joelhos um ligeiramente dobrados, como se estivesse quase agachada. Por cima de um tipo de macacão verde com bolinhas brancas e pernas azuis bem folgadas, Ju usa um casaquinho azul de gola amarela, rendinhas verdes e babados nas mangas longas. Tem os olhos pintados com sombra azul, pontinhos escuros nas bochechas e está de batom cor de rosa. Dani está quase de frente, um pouquinho inclinada sobre Ju. Ela usa vestido curto, azul com bolinhas brancas, rendinhas amarelas, babados nas mangas curtinhas e, nas pernas, malha branca com pontinho pretos. Tem os olhos pintados de rosa, usa batom laranja e seus cabelos, enfeitados com florzinhas, estão presos por uma renda em tons de amarelo e laranja em um coque atrás da orelha. (fim da descrição) Foto: Emanuel Denaui.

Conseguimos! Nossa campanha de financiamento coletivo foi um sucesso e, graças às contribuições de mais de 40 pessoas (e aqui vai o agradecimento especial da OVNI, também em nome da Del Puerto, a cada doador e cada compartilhamento do link da campanha), o espetáculo Flamenco Imaginário, da Del Puerto, terá uma sessão com audiodescrição (AD) da OVNI Acessibilidade Universal no dia 10 de setembro, domingo, às 16h, no Teatro Renascença (Centro Municipal de Cultura, Arte e Lazer Lupicínio Rodrigues – Avenida Erico Verissimo, 307, Bairro Menino Deus), em Porto Alegre/RS.

Os ingressos antecipados podem ser adquiridos por meio do site Entreatos ou na sede da Del Puerto, na Avenida Cristóvão Colombo, 752, Bairro Floresta, em Porto Alegre/RS. Aos preços de R$ 30 (inteira) e R$ 15 (pessoas com deficiência, crianças de colo, estudantes, idosos e classe artística), também serão vendidos no dia da sessão, na bilheteria do Teatro, a partir das 15h. Mais informações pelos fones 51 3028 4488 e 51 98451 2115.

Sobre o Flamenco Imaginário.
Flamenco Imaginário é a primeira montagem para crianças da Cia Del Puerto e foi livremente inspirada no clássico “O corcunda de Notre-Dame”, de Victor Hugo. Em uma grande festa do pijama, o elenco traz à cena uma narrativa encantadora, que provoca a imaginação e os sentidos da plateia. Com trilha sonora e coreografia inéditas, Flamenco Imaginário foi indicado aos prêmios Tibicuera de Teatro Infanto-Juvenil e Açorianos de Dança, em 2016, e premiado nas categorias Produção, Figurino e Iluminação.

A partir das histórias de infância de cada bailarino-ator, a proposta é expressar por meio da cultura flamenca e do sapateado americano vivências sobre bulling, preconceito, diferenças, primeiro amor. A narrativa não é linear, mas uma sequência de cenas que instiga os adultos a olharem para sua criança interior e convida os pequenos a experimentarem ser diferentes. E, como nas brincadeiras infantis, uma situação se liga à outra e se modifica conforme a vontade.

Os figurinos inspirados na cultura flamenca propõem novas cores e texturas que atraem a criançada e transformam cada ator-bailarino em um figura única: a flamenquita, a princesa, a cordobesa e o toureiro. O cenário combina referências aos vitrais da Catedral de Notre-Dame e a um quarto infantil em um dia de festa do pijama, com balões coloridos, baús, abajures e flores. A trilha sonora traz ritmos flamencos temperados com as músicas latino-americana e galega, além de sons de desenhos animados e uma referência à doce melodia de “Só você não vê”, dos gaúchos Nico Nicolaiewski e Fernando Pezão. Por fim, a luz que dá clima e tons às histórias também “dança” conforme a trilha sonora original e a coreografia com referência no baile flamenco.

AdrianaMarchioriHORADOCHÁ

(descrição da imagem) Na foto colorida e horizontal, três bailarinos do espetáculo Flamenco Imaginário estão em cena, no Teatro de Arena, em Porto Alegre, iluminados por uma luz clara, parecendo beber de xicrinhas brancas de cafezinho, ajoelhados em volta de uma mesa feita de malas forradas de papel azul claro com bolinhas marrons. Todos estão de maquiagem colorida nos olhos e usam pijamas brancos com bolinhas pretas e sapatos felpudos que lembram pantufas. Na esquerda, em uma das pontas da mesa, Leonardo Dias está de touca vermelha com bolotas penduradas nos lados da cabeça e, por cima do pijama, usa calças curtas com listras em bege, marrom, vermelho e preto, com franjas e bolotas. Apertando a boca como se estivesse quase estalando os lábios, ele olha pro público com jeito sério, com o traseiro apoiado em um bauzinho forrado igual às malas. Ao centro, atrás da mesa, Juliana Kersting está com a cabeça um pouco inclinada pra trás, de olhos fechados, virando sua xícara na boca aberta. Na direita, na outra ponta da mesa, Daniele Zill também está com a cabeça inclinada pra trás, com a xícara encostada na boca. Ela tem os cabelos castanhhos presos e enfeitados com uma redinha e flores em tons de laranja e amarelo. Abaixo dela, no chão, uma maletinha redonda também forrada. Ao fundo, o cenário que parece um biombo formado por círculos coloridos de vários tamanhos e, mais atrás, um tipo de cortina de bolinhas de isopor. (fim da descrição) Foto: Adriana Marchiori.

Sobre a Del Puerto.
A Escola e Companhia de Flamenco Del Puerto foi fundada em 1999 e desde então realiza um intenso trabalho de pesquisa técnica, expressiva e histórico-cultural da arte flamenca. A companhia já circulou por todo o Brasil com suas montagens e recebeu prêmios e indicações, entre eles os troféus Açorianos de Dança em 2008, 2012, 2014 e 2016; o troféu Tibicuera, em 2016; o Prêmio Funarte Klauss Vianna, em 2013 e o Prêmio de Pesquisa em Artes Cênicas do Teatro de Arena, em 2015. Além da produção de espetáculos, a Del Puerto mantém um calendário de aulas regulares de flamenco em sua sede própria, em Porto Alegre. O ensino da arte flamenca inclui baile e música para todos os níveis, inclusive turmas infantis. Os alunos da escola compõem um grupo amador que exercita o conteúdo das aulas em shows e apresentações especiais. Os professores também ministram aulas particulares e cursos, além de atuarem na criação de coreografias e na composição musical.

Ficha técnica do Flamenco Imaginário.
​Idealização:
Daniele Zill.
Direção: Denis Gosch.
Coreografia: Juliana Prestes.
Trilha sonora original: Giovani Capeletti.
Elenco: Daniele Zill, Graziela Silveira, Juliana Kersting e Leonardo Dias.
Percussão e efeitos: Gustavo Rosa.
Design e operação de luz: Leandro Gass.
Figurinos e cenário: Antonio Rabadan.
Audiodescrição: OVNI Acessibilidade Universal.
Produção executiva e artística: Daniele Zill e Juliana Kersting.
Assessoria de imprensa: Bruna Paulin.
Realização: Del Puerto Produções.

Ficha técnica da audiodescrição.
Roteiro e narração:
Mimi Aragón.
Consultoria: Rafael Braz.
Equipamento: Grupo Evento.
Suporte: Kemi Oshiro e Juliana Prestes.
Produção: OVNI Acessibilidade Universal.

Flamenco Imaginário com audiodescrição da OVNI Acessibilidade Universal.
Quando:
10 de setembro, domingo, às 16h. A audiodescrição começa às 15h45. Chegue até as 15h30 para retirar seu equipamento, trazendo um documento válido.
Onde: Teatro Renascença (Centro Municipal de Cultura, Arte e Lazer Lupicínio Rodrigues – Avenida Erico Verissimo, 307, Bairro Menino Deus, Porto Alegre/RS).
Duração aproximada: 50 minutos.
Ingressos antecipados: Online, pelo site Entreatos, ou na sede da Del Puerto, na Avenida Cristóvão Colombo, 752, Bairro Floresta, Porto Alegre/RS.
Ingressos no dia: Na bilheteria do Teatro, a partir das 15h.
Valores: R$ 30 (inteira) e R$ 15 (pessoas com deficiência, crianças de colo, estudantes, idosos e classe artística).
Informações sobre a audiodescrição: fones 51 98451 2115 e 51 99208 1176 ou email ovniacessibilidade@gmail.com.

Opções de linhas de ônibus com parada em frente ao Teatro Renascença (Centro Municipal de Cultura, Arte e Lazer Lupicínio Rodrigues – Avenida Erico Verissimo, 307, Bairro Menino Deus):
149 – Icaraí (bairro-centro)
149.1 – Icaraí Alto Taquari (bairro-centro)
195 – TV
253 – Renascença (centro-bairro)
254 – Embratel Cascatinha (bairro-centro)
254.1 – Embratel Canudos Cascatinha (bairro-centro)
257 – Paulino Azurenha
260.1 – Belém Velho Cascatinha (bairro-centro)
260.2 – Belém Velho João Pessoa (centro-bairro)
262 – Jardim Vila Nova
262.1 – Jardim Vila Nova Cascatinha (bairro-centro)
263 – Orfanotrofio (centro-bairro)
270 – Grutinha (bairro-centro)
270.1 – Grutinha via Amapá (bairro-centro)
271 – Amapá (bairro-centro)
274 – Gloria Azenha Cascatinha (centro-bairro)
274.1 – Gloria Cascatinha Azenha (bairro-centro)
281 – Campo Novo (bairro-centro)
281.1 – Campo Novo Morro Agudo (bairro-centro)
281.2 – Campo Novo Gedeon Leite (bairro-centro)
283 – Ipanema Cavalhada (bairro-centro)
283.2 – Ipanema Cavalhada Cirino Prunes (bairro-centro)
284 – Belém Velho São Francisco Rincão Betão – (centro/bairro)
288 – Ipanema Morro Alto – (centro/bairro)
289 – Rincão via Oscar Pereira- (centro/bairro)

Flamenco Imaginário tem campanha de financiamento coletivo para uma sessão com audiodescrição no dia 10 de setembro, em Porto Alegre/RS

Iniciativa da Del Puerto e da OVNI, ação busca reunir fundos para, pela primeira vez, tornar acessível aos usuários da AD um espetáculo de flamenco para crianças

(descrição da imagem) Na foto colorida e horizontal, três bailarinos do espetáculo Flamenco Imaginário estão em cena, no Teatro de Arena, em Porto Alegre, iluminados por uma luz clara, parecendo beber de xicrinhas brancas de cafezinho, ajoelhados em volta de uma mesa feita de malas forradas de papel azul claro com bolinhas marrons. Todos estão de maquiagem colorida nos olhos e usam pijamas brancos com bolinhas pretas e sapatos felpudos que lembram pantufas. Na esquerda, em uma das pontas da mesa, Leonardo Dias está de touca vermelha com bolotas penduradas nos lados da cabeça e, por cima do pijama, usa calças curtas com listras em bege, marrom, vermelho e preto, com franjas e bolotas. Apertando a boca como se estivesse quase estalando os lábios, ele olha pro público com jeito sério, com o traseiro apoiado em um bauzinho forrado igual às malas. Ao centro, atrás da mesa, Juliana Kersting está com a cabeça um pouco inclinada pra trás, de olhos fechados, virando sua xícara na boca aberta. Na direita, na outra ponta da mesa, Daniele Zill também está com a cabeça inclinada pra trás, com a xícara encostada na boca. Ela tem os cabelos castanhhos presos e enfeitados com uma redinha e flores em tons de laranja e amarelo. Abaixo dela, no chão, uma maletinha redonda também forrada. Ao fundo, o cenário que parece um biombo formado por círculos coloridos de vários tamanhos e, mais atrás, um tipo de cortina de bolinhas de isopor. (fim da descrição) Foto: Adriana Marchiori.

Segue no ar a campanha de financiamento coletivo para uma sessão com audiodescrição (AD) do premiado espetáculo Flamenco Imaginário, da Del Puerto, no dia 10 de setembro, no Teatro Renascença, em Porto Alegre/RS. As contribuições com qualquer valor, via cartão de crédito ou boleto, podem ser feitas no site Vakinha, a partir do link http://www.vakinha.com.br/vaquinha/audiodescricao-para-espetaculo-infantil-flamenco-imaginario. Até agora, a produção independente da Del Puerto e da OVNI Acessibilidade Universal arrecadou mais da metade do valor destinado à produção da AD, mas a integralização ainda depende de mais doações. Quem não puder contribuir, ajuda bastante compartilhando a campanha. Se tudo der certo, será a primeira vez que um espetáculo de flamenco para crianças terá audiodescrição. Ingressos antecipados podem ser adquiridos por meio do site Entreatos ou na Del Puerto (Avenida Cristóvão Colombo, 752 – Floresta – Porto Alegre/RS – fone 51 3028 4488).

Sobre o Flamenco Imaginário.
Flamenco Imaginário é uma grande festa do pijama. Livremente inspirado na dramaturgia de O Corcunda de Notre Dame, de Victor Hugo, o espetáculo da Del Puerto é voltado ao universo dos pequenos, mas atrai toda a família: os adultos se emocionam e as crianças se divertem muito. Flamenco Imaginário tem trilha sonora composta especialmente por Giovani Capeletti e cenário e figurinos de Antonio Rabadan. Idealizado por Daniele Zill, é dirigido por Denis Gosch e tem coreografias de Juliana Prestes. No elenco, além de Daniele, Graziela Silveira, Juliana Kersting e Leonardo Dias.

Sobre a Del Puerto.
A Escola e Companhia de Flamenco Del Puerto foi fundada em 1999 e desde então realiza um intenso trabalho de pesquisa técnica, expressiva e histórico-cultural da arte flamenca. A companhia já circulou por todo o país com suas montagens, recebeu prêmios e indicações, entre eles os troféus Açorianos de Dança em 2008, 2012 e 2014; o Prêmio Funarte Klauss Vianna 2013 e o Prêmio de Pesquisa em Artes Cênicas do Teatro de Arena em 2015. Atualmente, a Companhia circula com o premiado espetáculo para crianças Flamenco Imaginário, indicado aos prêmios Tibicuera de Teatro Infanto-Juvenil e Açorianos de Dança em 2016, e premiado nas categorias Produção, Figurino e Iluminação.

Ficha técnica.
​Idealização:
Daniele Zill.
Direção: Denis Gosch.
Coreografia: Juliana Prestes.
Trilha sonora original: Giovani Capeletti.
Elenco: Daniele Zill, Graziela Silveira, Juliana Kersting e Leonardo Dias.
Percussão e efeitos: Gustavo Rosa.
Design e operação de luz: Leandro Gass.
Figurinos e cenário: Antonio Rabadan.
Audiodescrição: OVNI Acessibilidade Universal.
Produção executiva e artística: Daniele Zill e Juliana Kersting.
Assessoria de imprensa: Bruna Paulin.
Realização: Del Puerto Produções.

OVNI pousa no Vila Flores, em Porto Alegre/RS

(descrição da imagem) Na foto colorida e horizontal, uma vista do pátio interno do complexo arquitetônico do Vila Flores em um dia claro. Dois prédios de alvenaria com três andares cada estão dispostos em forma de L, o mais visível da esquerda para o centro da foto e o outro ao fundo, na direita. O aspecto de ambos é rústico e alegre, com tijolos aparentes, alvenaria envelhecida, janelas envidraçadas basculantes ou de madeira, sacadas em tons vibrantes, algumas delas exibindo desenhos coloridos a tinta spray, conhecidos como grafites, e, em cada telhado, três pequenos sótãos de madeira, chamados de águas-furtadas. O pátio é de paralelepípedos e ao longo dele estão distribuídos grandes carretéis virados feito mesas, bancos de madeira e concreto, tonéis coloridos de metal, lixeiras para coleta seletiva e canteiros com folhagens. (fim da descrição) Foto: Juliana Prestes.

Nossa nave acaba de chegar ao Vila Flores, um dos polos de economia criativa mais revolucionários de Porto Alegre/RS, misturando cultura, educação, inovação social, empreendedorismo e gestão colaborativa. A OVNI Acessibilidade Universal agora compartilha um dos espaços do Vila com as artistas visuais Márcia Braga e Miriam Gomes. O endereço é Rua São Carlos, 753/53 – Bairro Floresta. Nossos canais de contato seguem os mesmos: Fones 51 98451 2115 (Mimi Aragón) e 51 99208 1176 (Kemi Oshiro), E-mail ovniacessibilidade@gmail.com, Facebook, Blog e Youtube.

(descrição da imagem) Na foto horizontal, parte em preto e branco, parte colorida, as duas sócias da OVNI Acessibilidade Universal, Kemi Oshiro e Mimi Aragón, fazem graça junto a uma parede escura com o desenho a giz em amarelo e azul, no centro da imagem, de um disco voador perto de um planeta chamado Vila Flores, onde duas criaturas extraterrestres cravam uma bandeirola com o nome OVNI. Kemi, na esquerda, e Mimi, na direita, aparecem da cintura para cima, de perfil, tocando uma no dedo indicador da outra, com expressão de espanto: olhos arregalados e boca aberta. Retratadas em preto e branco, somente suas mãos estão coloridas. Kemi é magra, tem a pele bronzeada, cabelos pretos, longos e lisos, e usa suéter claro de mangas longas. Mimi é gordinha, tem a pele muito branca, cabelos prateados, curtos e meio despenteados, e usa moletom escuro. (fim da descrição) Foto: Juliana Prestes.

Não é de hoje que sonhávamos em instalar a OVNI no Vila Flores, local que conhecemos em 2014 e onde já havíamos produzido acessibilidade para eventos como as exposições de artes visuais Este Corpo Já Foi Meu (Márcia Braga), A Escuridão Que Me Clareia (Carol W) e Hertz – do lugar que estamos (Peter Gossweiler), além do espetáculo de teatro Brasil Pequeno itinerante (Genifer Gerhardt). O namoro foi longo, mas o casamento finalmente saiu!

Levar uma empresa especializada em produzir Audiodescrição (AD), Legendas para Surdos e Ensurdecidos (LSEs) e Língua Brasileira de Sinais (LIBRAS) a um espaço vanguardista feito o Vila Flores indica que muitos agentes de transformação cultural e social já entendem a acessibilidade como requisito indispensável a todo e qualquer projeto voltado à garantia e ao avanço de direitos.

(descrição da imagem) Na foto colorida e vertical, Mimi, na esquerda, e Kemi, na direita, estão na sala da OVNI, apoiadas no parapeito de uma janela de madeira envelhecida, vistas de fora para dentro, sorrindo para nós. Ao fundo, a parede de quadro-negro com desenho a giz amarelo em um dos cantos tem o formato de nuvem na borda superior. (fim da descrição) Foto: Juliana Prestes.

Faz contato, vem tomar um cafezinho e aproveita para conhecer a nova base da OVNI Acessibilidade Universal. Daqui, os ideais de respeito às diferenças e inclusão plena parecem muito mais acessíveis.

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