acessibilidade

OVNI pousa no Vila Flores, em Porto Alegre/RS

(descrição da imagem) Na foto colorida e horizontal, uma vista do pátio interno do complexo arquitetônico do Vila Flores em um dia claro. Dois prédios de alvenaria com três andares cada estão dispostos em forma de L, o mais visível da esquerda para o centro da foto e o outro ao fundo, na direita. O aspecto de ambos é rústico e alegre, com tijolos aparentes, alvenaria envelhecida, janelas envidraçadas basculantes ou de madeira, sacadas em tons vibrantes, algumas delas exibindo desenhos coloridos a tinta spray, conhecidos como grafites, e, em cada telhado, três pequenos sótãos de madeira, chamados de águas-furtadas. O pátio é de paralelepípedos e ao longo dele estão distribuídos grandes carretéis virados feito mesas, bancos de madeira e concreto, tonéis coloridos de metal, lixeiras para coleta seletiva e canteiros com folhagens. (fim da descrição) Foto: Juliana Prestes.

Nossa nave acaba de chegar ao Vila Flores, um dos polos de economia criativa mais revolucionários de Porto Alegre/RS, misturando cultura, educação, inovação social, empreendedorismo e gestão colaborativa. A OVNI Acessibilidade Universal agora compartilha um dos espaços do Vila com as artistas visuais Márcia Braga e Miriam Gomes. O endereço é Rua São Carlos, 753/53 – Bairro Floresta. Nossos canais de contato seguem os mesmos: Fones 51 98451 2115 (Mimi Aragón) e 51 99208 1176 (Kemi Oshiro), E-mail ovniacessibilidade@gmail.com, Facebook, Blog e Youtube.

(descrição da imagem) Na foto horizontal, parte em preto e branco, parte colorida, as duas sócias da OVNI Acessibilidade Universal, Kemi Oshiro e Mimi Aragón, fazem graça junto a uma parede escura com o desenho a giz em amarelo e azul, no centro da imagem, de um disco voador perto de um planeta chamado Vila Flores, onde duas criaturas extraterrestres cravam uma bandeirola com o nome OVNI. Kemi, na esquerda, e Mimi, na direita, aparecem da cintura para cima, de perfil, tocando uma no dedo indicador da outra, com expressão de espanto: olhos arregalados e boca aberta. Retratadas em preto e branco, somente suas mãos estão coloridas. Kemi é magra, tem a pele bronzeada, cabelos pretos, longos e lisos, e usa suéter claro de mangas longas. Mimi é gordinha, tem a pele muito branca, cabelos prateados, curtos e meio despenteados, e usa moletom escuro. (fim da descrição) Foto: Juliana Prestes.

Não é de hoje que sonhávamos em instalar a OVNI no Vila Flores, local que conhecemos em 2014 e onde já havíamos produzido acessibilidade para eventos como as exposições de artes visuais Este Corpo Já Foi Meu (Márcia Braga), A Escuridão Que Me Clareia (Carol W) e Hertz – do lugar que estamos (Peter Gossweiler), além do espetáculo de teatro Brasil Pequeno itinerante (Genifer Gerhardt). O namoro foi longo, mas o casamento finalmente saiu!

Levar uma empresa especializada em produzir Audiodescrição (AD), Legendas para Surdos e Ensurdecidos (LSEs) e Língua Brasileira de Sinais (LIBRAS) a um espaço vanguardista feito o Vila Flores indica que muitos agentes de transformação cultural e social já entendem a acessibilidade como requisito indispensável a todo e qualquer projeto voltado à garantia e ao avanço de direitos.

(descrição da imagem) Na foto colorida e vertical, Mimi, na esquerda, e Kemi, na direita, estão na sala da OVNI, apoiadas no parapeito de uma janela de madeira envelhecida, vistas de fora para dentro, sorrindo para nós. Ao fundo, a parede de quadro-negro com desenho a giz amarelo em um dos cantos tem o formato de nuvem na borda superior. (fim da descrição) Foto: Juliana Prestes.

Faz contato, vem tomar um cafezinho e aproveita para conhecer a nova base da OVNI Acessibilidade Universal. Daqui, os ideais de respeito às diferenças e inclusão plena parecem muito mais acessíveis.

​OVNI Acessibilidade Universal
Informação e cultura para todo mundo.
Vila Flores – Rua São Carlos, 753/53 – Bairro Floresta
Porto Alegre/RS – CEP 90220-121
51 98451 2115 | 51 99208 1176
ovniacessibilidade@gmail.com
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OVNI Acessibilidade Universal promove atividade na programação oficial da 2ª Virada Sustentável Porto Alegre

Roda de conversa sobre acessibilidade comunicacional será no Parque da Redenção, dia 1º de abril, sábado, às 16h30h, com entrada franca.

A 2ª edição da Virada Sustentável Porto Alegre contará, em sua programação oficial, com uma roda de conversa sobre audiodescrição e outros recursos de acessibilidade comunicacional, uma realização da OVNI Acessibilidade Universal. O objetivo é compartilhar vivências na produção de audiodescrição, legendas para surdos e ensurdecidos e LIBRAS, apresentando exemplos práticos para interessados no tema e na disseminação de informação e de cultura acessíveis ao maior número possível de pessoas. A atividade será no EcoPonto do Parque da Redenção – palco sustentável (estande), dia 1º de abril, sábado, das 16h30 às 17h30, com entrada franca.


(descrição da imagem) Na foto colorida e vertical, tirada durante a apresentação do espetáculo de teatro DANKE, com audiodescrição da OVNI, na Sala Álvaro Moreyra, em Porto Alegre/RS, em fevereiro passado, dona Cledi Dutra está à esquerda, na primeira fila da plateia, de perfil, voltada para a direita, com fones de ouvido, acariciando a cabeça do cão-guia Darwin. Ela tem cabelos loiros e lisos, na altura do queixo, usa óculos de grau, blusa preta e azul, e olha carinhosamente para o cão, um flat-coated retriever de pelo castanho, olhos castanhos e miúdos, focinho longo e topetinho arrepiado, que está em pé, de frente para dona Cledi, e tem a cabeça voltada para nós. Ao fundo, na direita, desfocada, a atriz Dani Dutra, branca, magra e com os cabelos escuros presos em um coque, está caracterizada como a Carcereira, de blazer, blusa e calças pretos, em pé, voltada para a direita, com as mãos apoiadas no espaldar de uma cadeira preta. (fim da descrição) Foto: Adriana Marchiori.

A atividade faz parte da 2ª edição da Virada Sustentável Porto Alegre – um movimento de pessoas, coletivos e instituições que tem o objetivo comum de melhorar a sociedade e sua relação com o ambiente. Com os temas Empreendedorismo & Inovação Sustentável, Educação para a Sustentabilidade, e Ecogastronomia & Alimentação Saudável, o festival acontece de 30 de março a 2 de abril e reúne cerca de 200 atividades que serão realizadas simultaneamente em diferentes locais da Capital gaúcha, especialmente na Casa de Cultura Mario Quintana, na Associação Cultural Vila Flores, no Parque da Redenção e no SESC Campestre. Todas atividades são gratuitas e abertas ao público. A programação completa pode ser consultada no site: https://www.viradasustentavel.org.br/poa/virada-sustentavel-porto-alegre-2017/programacao.html. Participe da construção de uma sociedade mais justa e equilibrada. Venha conosco virar Porto Alegre! #Euviropoa #VireSuaCidade


(descrição da imagem) A inscrição Virada Sustentável Porto Alegre 2017 está em três linhas de caracteres roxos, alinhadas à esquerda, dentro de um quadrado cor de laranja. No canto superior direito, um círculo formado por duas meias-luas roxas, sobrepostas, está contornado por duas setas na mesma cor, orientadas no sentido anti-horário. (fim da descrição)

Roda de conversa sobre audiodescrição e outros recursos de acessibilidade comunicacional na 2ª Virada Sustentável Porto Alegre.
Quando | 1º de abril, sábado.
Onde | EcoPonto do Parque da Redenção – Palco sustentável (estande).
Hora | Das 16h30 às 17h30.
Ingressos | Entrada franca.

Opções de transporte coletivo com parada nas proximidades do Parque da Redenção:
Ônibus (Av. Osvaldo Aranha)

353 – Ipiranga/PUC
473 – Jardim Carvalho/Jardim do Salso
C2 – Circular Praça XV
C3 – Circular Urca
D43 – Universitária Direta
T5 – Transversal 5
T7 – Transversal 7
280 – Otto/HPS
349 – São Caetano
429 – Protásio/Iguatemi
430 – Bela Vista/Anita
431 – Carlos Gomes
433 – Vila Jardim
436 – Jardim Ipê
438 – Santana
439 – São Manoel
441 – Antonio de Carvalho
470 – Bom Jesus
476 – Petrópolis/PUC
490 – Morro Santana
491 – Passo Dorneles/Vila Safira
492 – Petrópolis/SESC
493 – Jardim Ypu
494 – Rubem Berta/Protásio
495 – Manoel Elias
496 – Jardim Protásio Alves
525 – Rio Branco/Anita
R41 – Rápida Protásio

Ônibus (Av. João Pessoa)
343 – Campus/Ipiranga
149 – Icaraí (Centro/Bairro)
177 – Menino Deus (Centro/Bairro)
209 – Restinga
210 – Restinga Nova
211 – Restinga Velha
250 – 1° de Maio
251 – Alpes
253 – Renascença (Bairro/Centro)
254 – Embratel
256 – Intendente Azevedo
257 – Paulino Azurenha
260 – Belém Velho
262 – Jardim Vila Nova
263 – Orfanatrófio
264 – Prado (Bairro/Centro)
265 – Jardim Medianeira (Bairro/Centro)
266 – Vila Nova
269 – Lami (Bairro/Centro)
270 – Grutinha (Centro/Bairro)
271 – Amapá (Centro/Bairro)
272 – Moradas da Hípica (Bairro/Centro)
273 – Moradas da Hípica (Bairro/Centro)
274 – Glória/Azenha/Cascatinha
280 – Campo Novo (Centro/Bairro)
282 – Cruzeiro do Sul (Bairro/Centro)
283 – Ipanema/Cavalhada (Centro/Bairro)
284 – Belém Velho (São Francisco) (Bairro/Centro)
285 – Nonoai (Bairro/Centro)
288 – Ipanema/Morro Alto (Bairro/Centro)
289 – Rincão via Oscar Pereira (Bairro/Centro)
255 – Caldre Fião (Bairro/Centro)
297 – Cemitério
340 – Jardim Botânico (Bairro/Centro)
344 – Santa Maria
345 – Santa Catarina
346 – São José
347 – Alameda
348 – Jardim Bento Gonçalves
360 – Ipê
361 – Cefer
375 – Agronomia
376 – Herdeiros
394 – Mapa
395 – Quinta do Portal
397 – Bonsucesso (Bairro/Centro)
398 – Pinheiro

Lotação (Av. Osvaldo Aranha)
03.11 – Ipiranga/PUC (Osvaldo Aranha)
30.3 – Santana
40.2 – João Abott
40.4 – Petrópolis SESC
40.41 – Petrópolis FAPA
40.5 – Chácara das Pedras

Lotação (Av. João Pessoa)
03.3 – Jardim Botânico
20.1 – Medianeira
20.2 – Otto/Teresópolis
20.6 – Glória
30.1 – Canal 10
30.2 – Partenon

OVNI Acessibilidade Universal produz audiodescrição no 44º Festival de Cinema de Gramado

Sessão acessível a pessoas cegas ou com baixa visão será dia 31 de agosto, quarta-feira, às 21h30. Além do longa-metragem já tradicionalmente exibido com audiodescrição ao vivo, o curta brasileiro que abre a noite contará com o recurso

Os filmes Memória da Pedra e El Mate serão exibidos com audiodescrição ao vivo no 44º Festival de Cinema de Gramado, respectivamente, nas Mostras Competitivas de Curtas e de Longas-Metragens Bqrasileiros, dia 31 de agosto, quarta-feira, às 21h30, no Palácio dos Festivais, na Serra Gaúcha. Será a primeira vez que o curta-metragem que abre a noite estará acessível ao público cego ou com baixa visão. A produção de acessibilidade é da OVNI Acessibilidade Universal, com apoio da Faders – Fundação de Articulação e Desenvolvimento de Políticas Públicas para Pessoas com Deficiência e com Altas Habilidades no Rio Grande do Sul e da Agade – Associação Gaúcha de Audiodescritores.

Um número limitado de ingressos gratuitos destinados exclusivamente aos usuários da audiodescrição será distribuído por ordem de reserva até dia 29 de agosto, segunda-feira, pelo e-mail ovniacessibilidade@gmail.com ou pelos fones (51) 3414 4690, (51) 8451 2115 ou (51) 9208 1176. Ingressos adicionais podem ser adquiridos pelo http://bit.ly/2boc0ct (selecionar bilhetes para a sessão das 19h) ou, a partir do dia 23 de agosto, em Gramado (consulte em http://bit.ly/2bInARf a lista de pontos de venda).

Um ônibus cedido pela Faders fará o transporte Porto Alegre-Gramado-Porto Alegre no dia da exibição. A partida está marcada para as 16h, em frente à sede da Fundação (Rua Duque de Caxias, 418, Centro Histórico), com retorno a Porto Alegre depois da sessão, por volta das 23h. Há 25 vagas preferenciais para o público usuário da audiodescrição que devem ser reservadas também até o dia 29 de agosto pelo e-mail e telefones da OVNI Acessibilidade Universal.

OS FILMES
O documentário baiano Memória da Pedra, de Luciana Lemos, com aproximadamente 13 minutos, abre a sessão oficial da Mostra Competitiva de Curtas-Metragens Brasileiros. O filme foi rodado nas cidades de Milagres e Monte Santo, mesmas locações de O Dragão da Maldade Contra o Santo Guerreiro e Deus e o Diabo na Terra do Sol, títulos do Cinema Novo dirigidos por Glauber Rocha há 50 anos. O curta propõe uma reflexão sobre o tempo, tanto na memória desses clássicos do cinema nacional, como nos espaços e na vida dos habitantes das duas cidades baianas.

OVNI_memorias_da_predra_gramado(descrição da imagem) Ao centro da foto colorida e horizontal, um caboclo idoso está sentado nos degraus de uma longa escadaria de pedra em meio à vegetação ligeiramente ressecada. Com expressão séria, ele usa chapéu amarelado, camisa bege de mangas longas, calças cor de creme, meias e sapatos marrons. Seus antebraços estão apoiados nas coxas, com as mãos entrelaçadas. À esquerda, a intervalos regulares sobre os degraus, três postes de luz. Ao fundo, no alto da escadaria, uma casinha branca com uma janela verde na fachada. O céu azul está parcialmente encoberto por nuvens. (fim da descrição) Foto: Divulgação/Festival De Cinema de Gramado.

O filme que encerra a noite e concorre na Mostra Competitiva de Longas-Metragens Brasileiros é o paulista El Mate, de Bruno Kott. Durante 70 minutos, mostra uma noite na vida de Armando, um assassino de aluguel portenho que vive sozinho em uma estranha casa no centro de São Paulo. É ali que Armando mantém sua encomenda, Russo, que é espancado e aguarda amarrado a chegada dos mandantes do sequestro. Tudo vai mal para Russo e bem para Armando, até que Fabio, um jovem evangélico toca a campainha para trazer a palavra de Deus e um estranho conflito. Um disparo muda o rumo da madrugada e une duas pessoas de mundos extremamente diferentes.

OVNI_elmate_gramado(descrição da imagem) Na foto colorida e horizontal, quatro atores caracterizados como personagens do filme “El Mate” estão sentados descontraidamente no pequeno sofá de uma sala com as luzes acesas. Um homem está em cada ponta e duas mulheres estão entre eles. Parecem participar de uma festa. O homem da esquerda, de cabelos castanhos, camisa bordô e calça bege com listras, bebe de um copo, observado pela mulher a seu lado, de cabelos presos, que sorri levemente e também segura um copo. Ao lado dela, uma mulher negra de cabelos volumosos, colar e tomara-que-caia, abraça, sorridente, o outro homem, quase calvo, de barba grisalha, camisa marrom e calça escura, que segura um copo. Diante dos quatro, uma mesinha de centro coberta por uma toalha e, por cima, uma bandeja com uma jarra, um rolo de papel-toalha, um pratinho e outros objetos. Na esquerda, outra mesinha com um abajur aceso. Ao fundo, uma janela gradeada e com os vidros fechados. (fim da descrição) Foto: Divulgação/LM Brasil/Festival De Cinema de Gramado.

AUDIODESCRIÇÃO
A audiodescrição amplia o entendimento de pessoas cegas ou com baixa visão, entre outras, em um infinidade de produtos e eventos, como filmes e peças de teatro, proporcionando acesso a informações sobre personagens, cenários, figurinos e ações relevantes para a compreensão da obra.

FICHA TÉCNICA DA AUDIODESCRIÇÃO
Produção de acessibilidade: OVNI Acessibilidade Universal.
Roteiro de AD do curta Memória da Pedra: Mimi Aragón.
Roteiro de AD do longa El Mate: Letícia Schwartz.
Consultoria: Rafael Braz.
Narração: Kemi Oshiro.
Voice over: Douglas Dias.
Suporte: Débora Maier, Juliana Prestes e Mimi Aragón.
Equipamento: Grupo Evento.
Apoio: Faders – Fundação de Articulação e Desenvolvimento de Políticas Públicas para Pessoas com Deficiência e com Altas Habilidades no Rio Grande do Sul e Agade – Associação Gaúcha de Audiodescritores.

AUDIODESCRIÇÃO NO FESTIVAL DE CINEMA DE GRAMADO
Este será o quinto ano consecutivo em que as profissionais da OVNI Acessibilidade Universal levarão acessibilidade aos filmes da mostra competitiva brasileira em Gramado. Em 2012, Colegas, o grande vencedor do 40º Festival, com os Kikitos de Melhor Filme, Direção de Arte e o Prêmio Especial do Júri, foi exibido com audiodescrição. Em 2013, em parceria com a Accorde Filmes, as audiodescritoras da OVNI produziram a sessão acessível de A Oeste do Fim do Mundo, que levou os Kikitos de Melhor Longa Estrangeiro pelo Júri Popular, Ator e Menção Honrosa. Em 2014, a audiodescrição de A Despedida, longa que conquistou os Kikitos de Direção, Ator, Atriz e Fotografia, atraiu público recorde. Em 2015, com roteiro de audiodescrição de Letícia Schwartz, Ausência foi o grande vencedor do 43º Festival, levando os Kikitos de Trilha Sonora, Roteiro, Direção e Filme.

SERVIÇO
O quê: Curta-metragem Memória da Pedra, de Luciana Lemos, e longa El Mate, de Bruno Kott, com audiodescrição ao vivo no 44º Festival de Cinema de Gramado.
Quando: 31 de agosto, quarta-feira, às 21h30.
Onde: Palácio dos Festivais (Av. Borges de Medeiros, 2697 – Centro – Gramado/RS).
Reserva limitada de ingressos gratuitos exclusivos para pessoas com deficiência visual e transporte Porto Alegre-Gramado-Porto Alegre: Até dia 29 de agosto, sexta-feira, pelos fones (51) 3414 4690, (51) 8451 2115 ou (51) 9208 1176 ou pelo e-mail ovniacessibilidade@gmail.com
Compra de ingressos adicionais: R$ 30 (inteira) e R$ 15 (meia) pelo http://bit.ly/2boc0ct (selecionar bilhetes para a sessão das 19h) ou, a partir do dia 23 de agosto, em Gramado (consulte em http://bit.ly/2bInARf a lista de pontos de venda).
Realização: 44º Festival de Cinema de Gramado.
Produção de acessibilidade: OVNI Acessibilidade Universal.
Apoio: Faders – Fundação de Articulação e Desenvolvimento de Políticas Públicas para Pessoas com Deficiência e com Altas Habilidades no Rio Grande do Sul e Agade – Associação Gaúcha de Audiodescritores.

Começa hoje “Eu Não Dava Praquilo”, primeira peça de teatro com audiodescrição em Joinville/SC

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(descrição da imagem)
Ministério da Cultura e Petrobras apresentam:
Eu Não Dava Praquilo.
Com Cassio Scapin. Direção: Elias Andreato. Roteiro: Cássio Junqueira e Cassio Scapin.
17, 18 e 19 de maio de 2016, às 20h.
Dia 18 de maio, duas sessões: uma às 18h e outra às 20h.
Galpão de Teatro AJOTE (Rua XV de Novembro, 1383).
Ingressos: R$ 25.
Vendas antecipadas: http://www.enjoyevents.com.br e Capitão Space Batataria e Pizzaria (Av. Marquês de Olinda, 3340 – Glória, Joinville/SC, 89216-100. Fone: 47 3422.5544. Horário de funcionamento: de segunda a domingo, das 18h30 às 0h).
Todas as sessões com acessibilidade: intérprete de LIBRAS e audiodescrição.
Duração: 60 minutos.
Classificação indicativa: 16 anos.
Patrocínio: Lei de Incentivo à Cultura e BR Petrobras.
Realização: Ministério da Cultura e Governo Federal Brasil Pátria Educadora.

O e-flyer vertical com fundo branco é ilustrado na metade superior com uma foto em preto e branco de Cassio Scapin, dos ombros para cima e de frente, cobrindo o olho direito com a mão direita. Ele nos encara sem sorrir, com os lábios ligeiramente entreabertos. Tem a pele clara, cabelos pretos, olhos escuros e amendoados, nariz adunco e boca ampla, com o lábio inferior mais carnudo que o superior. Usa camisa clara e paletó escuro. Sobre sua bochecha esquerda, o título Eu Não Dava Praquilo está em duas linhas, em letras maiúsculas vermelhas e centralizadas dentro de um retângulo de cantos arredondados e contornado por uma linha falhada, lembrando a impressão de um carimbo. As informações sobre o espetáculo e as sessões em Joinville estão em caracteres vermelhos e pretos centralizados, e também nas laterais do e-flyer. No rodapé, as logomarcas em verde e amarelo dos patrocinadores e realizadores. (fim da descrição)

O pessoal da AJIDEVI, que nos apoia na mobilização do público na minitemporada catarinense, foi quem informou: Eu Não Dava Praquilo é a primeira peça de teatro a ser apresentada com audiodescrição em Joinville/SC.

E a estreia dessa minitemporada para lá de especial para todos nós é hoje! O público está animadíssimo e nós aqui na OVNI, muito felizes por mais esse passo na difusão da acessibilidade cultural. O espetáculo também terá tradução em LIBRAS. Teatro acessível faz bem para todo mundo!

“Eu Não Dava Praquilo” chega a Joinville/SC com audiodescrição da OVNI Acessibilidade Universal

Com Cassio Scapin, monólogo que homenageia o ofício teatral enfocando a vida da atriz, diretora e professora Myriam Muniz estará em cartaz com acessibilidade nos dias 17, 18 e 19 de maio, no Galpão de Teatro da AJOTE. O patrocínio é da Petrobras Distribuidora.
EU NÃO DAVA PRAQUILO 2 - DNG (descrição da imagem) A foto colorida e horizontal, com fundo preto, mostra Cassio Scapin em ação na peça Eu Não Dava Praquilo, sob um foco de luz branca, sentado em uma cadeira sobre um tablado circular de madeira clara, com um cigarro apagado na mão direita erguida na altura da cabeça. Magro, de pele clara e cabelos pretos penteados para trás, ele usa camiseta, calças e, nos ombros, um xale, tudo na cor preta, e está descalço. Tem a cabeça ligeiramente inclinada para trás, os olhos semicerrados e os lábios abertos, como se falasse no momento da foto. Seu cotovelo esquerdo está apoiado no braço da cadeira. No tablado, à esquerda, uma caixa grande de fósforos, e, à direita, algumas folhas de papel. (fim da descrição) Foto: João Caldas Filho.

Depois do sucesso da minitemporada em Porto Alegre/RS, em março passado, chega a Joinville/SC, nos dias 17, 18 e 19 de maio, o monólogo Eu Não Dava Praquilo, uma homenagem à atriz, diretora e professora Myriam Muniz, com Cassio Scapin e direção de Elias Andreato. Todas sessões terão audiodescrição da OVNI Acessibilidade Universal, com apoio da AJIDEVI na mobilização do público. O espetáculo, que também contará com tradução e interpretação em LIBRAS, foi contemplado pela seleção pública do Programa Petrobras Distribuidora de Cultura 2015/2016.

As apresentações ocorrem no Galpão de Teatro da AJOTE (R. XV de Novembro, 1383), sempre às 20h. No dia 18, haverá uma sessão extra às 18h. Os ingressos custam R$ 25 e já podem ser adquiridos no site Enjoy Events ou na Capitão Space Batataria e Pizzaria (Av. Marquês de Olinda, 3340 – Glória. Fone: 47 3422.5544. De segunda a domingo, das 18h30 às 0h). Há desconto de 50% para pessoas com deficiência (mediante apresentação do cartão do Benefício de Prestação Continuada), idosos e estudantes.

Sinopse
O monólogo cômico-dramático Eu Não Dava Praquilo evoca fatos pessoais e profissionais da vida de Myriam Muniz, homenageando também o ofício teatral e sua importância como agente de transformação individual e social. Para o co-autor do texto e intérprete, Cassio Scapin, seria impossível contar a história dos palcos brasileiros sem falar na artista paulistana, dona de personalidade ímpar e que tinha uma forma igualmente única de representar. O diretor Elias Andreato considera Myriam Muniz uma sacerdotisa do teatro, com ensinamentos que marcaram profunda e apaixonadamente muitos artistas.

5D III (descrição da imagem) A foto colorida e horizontal mostra Cassio Scapin em ação na peça Eu Não Dava Praquilo, sentado em uma cadeira de madeira voltada para o fundo do palco, onde há um enorme painel de tecido bordado com flores e folhas em tons de dourado, marrom e roxo. O ator, com seus cabelos pretos, lisos e curtos penteados para trás e presos no alto da testa por uma tiara escura, usa um xale preto nos ombros, calças na mesma cor e está de pernas cruzadas e descalço, nos observando por cima do ombro direito, quase sorrindo, com as sobrancelhas arqueadas, olhos bem abertos, lábios fechados e o braço direito apoiado no espaldar da cadeira, segurando um cigarro entre os dedos da mão erguida na altura do rosto. (fim da descrição) Foto: João Caldas Filho.

Cassio Scapin
Formado pela Escola de Arte Dramática da USP, Cassio Scapin é um dos grandes atores brasileiros. Participou de diversas telenovelas, filmes, minisséries e peças de teatro. Trabalha como ator profissional desde 1984 e, nos últimos anos, esteve nas peças “O Mistério de Irma Vap”, com direção de Marília Pêra, e “O Libertino”, com direção de Jô Soares. Na televisão, é muito reconhecido pela participação no Castelo Rá-Tim-Bum. Na TV Record, atuou na novela “Ribeirão do Tempo” e integra o elenco de “Escrava Mãe”, que estreia dia 16 de maio. No Multishow, esteve no ar no seriado “Trair e Coçar, é só Começar”. Recebeu os prêmios Mambembe, Governador do Estado, Associação Paulista dos Críticos de Arte – APCA e Apetesp, entre muitos outros. Por sua atuação em Eu Não Dava Praquilo, foi indicado aos Prêmios Shell, Quem e APCA, este conquistado em 2013. No currículo, reúne participações em mais de 30 projetos no teatro, 12 na televisão, além de concertos, longas e curtas-metragens.

muniz-678x1024 (descrição da imagem) A foto colorida e vertical, com fundo marrom desfocado, mostra Myriam Muniz do peito para cima, nos observando, séria, com a cabeça ligeiramente inclinada para a esquerda e uma das sobrancelhas arqueadas. É uma mulher idosa, branca, de cabelos grisalhos e longos, presos em uma trança, rosto oval, sobrancelhas escuras, olhos amendoados sob os óculos de grau retangulares e pretos, nariz grande e boca pequena, de lábios carnudos e rosados. Usa blusa escura sob um xale floreado e colar de pérolas. (fim da descrição) Foto: Divulgação.

 

 

Myriam Muniz
Atriz, diretora e professora, Myriam Muniz (1931-2004) perpetuou seu nome na história do teatro brasileiro do século 20. Egressa da Escola de Arte Dramática, a paulistana descendente de portugueses e italianos passou pelo Teatro Oficina, Teatro Brasileiro de Comédia, Teatro de Arena e pelas companhias de Dulcina de Moraes e Nydia Licia, além de fundar o Centro de Estudos Macunaíma, hoje conhecido como Teatro Escola Macunaíma, uma das mais respeitadas instituições para formação de atores do País. Por lá passaram Paulo Betti, Eliane Giardini, Lília Cabral, Domingos Montagner e Cristina Pereira, entre outros. Atuou em dezenas de peças, filmes e algumas produções para a TV. Em 1975, Myriam dirigiu o mítico show “Falso Brilhante”, o mais bem-sucedido da carreira de Elis Regina, com quem se desentendeu durante os ensaios. Seu último trabalho foi no filme “Nina”, de Heitor Dália, lançado em 2004, no qual interpreta a avarenta e cruel dona Eulália. Sua trajetória artística está documentada nos livros “Giramundo: O Percurso de Uma Atriz – Myriam Muniz”, organizado por Maria Thereza Vargas, e “Myriam Muniz – uma pedagoga do teatro”, de Marcelo Braga. Em 2006, a Funarte criou o “Prêmio de Teatro Myriam Muniz”, para estimular e fomentar a produção e pesquisa de artes cênicas.

Reportagem no canal Octo sobre a estreia da minitemporada em Porto Alegre.
Clique aqui para conferir.
(Vídeo sem recursos de acessibilidade. O repórter está no corredor entre o palco e a primeira fila de poltronas da plateia, perto do ator Cassio Scapin, que recebe os cumprimentos do público. Ao fundo, a tradutora e intérpete de LIBRAS em Porto Alegre, Celina Nair Xavier Neta. No palco, os usuários da audiodescrição fazem um tour tátil pelo cenário.)

O que diz a crítica sobre Eu Não Dava Praquilo.
“Ontem fui ao teatro assistir à peça Eu Não Dava Praquilo, que conta a história da vida da Myriam Muniz. Foi uma experiência única! O ator Cassio Scapin interpreta, sozinho, aquela mulher de forma tão espetacular e tão perfeita que tive a sensação de estar numa sessão espírita…”
Fábio Bibancos, Folha de S. Paulo.

“De fato, vemos Myriam. A Myriam de Cassio. E não somente porque Cassio consegue reproduzir inflexões de voz, cacoetes e modos de dizer da Myriam ‘de verdade’. Mas, sobretudo, porque a essência de Myriam empresta o corpo, os trejeitos, a voz e o olhar de Cassio para se fazer presente. (…) Eu Não Dava Praquilo é um espetáculo que nos lembra da sensação frequente de que não damos para essa tarefa hercúlea que é viver – e viver com consciência e plenitude. Mas justamente por reconhecermos que não nascemos prontos, que lapidar é preciso, que ainda tropeçaremos 40 mil vezes… é que aprendemos a estar vivos, a ser autônomos, a trabalhar nossos talentos e a lidar com nossas imperfeições. E, sim, sim, podemos alcançar fagulhas de felicidade. Isso nos disse a Myriam. Isso nos disse o Cassio.”
Maria Fernanda Vomero, Revista Época São Paulo.

“A montagem abre-se ao bom humor e às verdades cortantes. É feliz e inteligente ao dispensar a verossimilhança ou a caracterização para conversar diretamente com a maioria dos espectadores que desconhece a homenageada e não tem familiaridade com a cultura de teatro – e, no entanto, mostram-se embarcados. (…) Scapin harmoniza diferentes registros sem dificuldades. É narrador, Muniz e ele mesmo, ator.”
Valmir Santos, Teatrojornal – Leituras de Cena.

“O resultado é um belo monólogo, marcado por sutilezas e repleto de subtextos.”
Dirceu Alves Jr., Revista Veja São Paulo.

Ficha técnica do espetáculo.
Roteiro: Cássio Junqueira e Cassio Scapin.
Elenco: Cassio Scapin.
Direção: Elias Andreato.
Figurino e Cenário: Fabio Namatame.
Iluminação: Wagner Freire.
Trilha Sonora: Jonatan Harold.
Assistente de Direção: André Acioli.
Produção Executiva: Angela Dória.
Fotos: João Caldas Filho.
Programação Visual: Denise Bacellar.
Direção de Produção: Fernanda Signorini.
Realização: Signorini Produções e Dub Serviços Artísticos.
Produção local: Studio Produções.
Assessoria de Imprensa local: Santa Cultura.
Espetáculo contemplado pela seleção pública do Programa Petrobras Distribuidora de Cultura 2015/2016.

Ficha técnica da audiodescrição.
Roteiro:
Mimi Aragón.
Revisão: Rafael Braz.
Narração: Kemi Oshiro.
Equipamento: Easy Translation Services.
Apoio: AJIDEVI

Sessões do espetáculo Eu Não Dava Praquilo, em Joinville/SC, com audiodescrição e interpretação em LIBRAS.
Quando |
De 17 a 19 de maio de 2016 (terça, quarta e quinta).
Onde | Galpão de Teatro da AJOTE (R. XV de Novembro, 1383).
Hora | Terça (17), quarta (18) e quinta (19), às 20h. Sessão extra na quarta (18), às 18h.
Duração | 60 minutos.
Ingressos | R$ 25, com 50% de desconto para pessoas com deficiência (mediante apresentação do cartão do Benefício de Prestação Continuada), idosos e estudantes. Vendas antecipadas no site Enjoy Events ou na Capitão Space Batataria e Pizzaria (Av. Marquês de Olinda, 3340 – Glória. Fone: 47 3422.5544. De segunda a domingo, das 18h30 às 0h).

Vem pra turma de yoga pra pessoas com deficiência visual na Devi Yoga!

FB_OVNI_devi yoga(descrição da imagem) Na foto colorida e horizontal, cinco mulheres estão em uma sala iluminada pela luz do dia, sentadas em tapetinhos sobre o piso laminado claro, usando roupas confortáveis, de olhos fechados e as palmas das mão unidas diante do peito. Dispostas em U, da esquerda para a direita estão a aluna Giselle Hubbe, a professora Marcela Ribas Campanhã, as proprietárias da escola, Rukmini Sabrina Pereira e Janaína De Paula Farias, e a aluna Josiane França, em primeiro plano. Ao fundo da sala de paredes claras, uma cristaleira de madeira rústica, três janelões e uma porta de vidro que dão para uma área aberta com piso e muros também claros. (fim da descrição) Foto: Kemi Oshiro.

Foi linda e plena de energia tranquila a aula aberta de hatha yoga para pessoas com deficiência visual, lá na Devi Yoga, sábado passado. E para tudo ficar ainda melhor, a turma segue em formação. Quem quiser experimentar uma aula sem custo e sem compromisso, pode ligar para (51) 9188 5219 e (51) 9184 0290. As aulas acontecem aos sábados, às 12h15, na Devi Yoga, que fica em Porto Alegre/RS, na Rua Quintino Bocaiúva, 694/307 (primeiro prédio à esquerda, passando a 24 de Outubro).

Programação oficial da Virada Sustentável em Porto Alegre/RS terá atividade realizada pela OVNI Acessibilidade Universal

OVNI_virada sustentável_20160402 (descrição da imagem) A foto colorida e horizontal mostra cinco pessoas de perfil, vendadas, sentadas em cadeiras dispostas em duas fileiras sob um telhado sem forro, com as tesouras aparentes, em um ambiente ligeiramente escurecido. Voltadas para a direita, elas parecem estar concentradas em algo à sua frente que não aparece na foto. (fim da descrição) Foto: Kemi Oshiro.

Dinâmica para sensibilização e apresentação do recurso da audiodescrição será no Parque da Redenção, dia 2 de abril, às 14h, com entrada franca.

Evento realizado pela primeira vez na Capital gaúcha, a Virada Sustentável contará, em sua programação oficial, com a dinâmica Audiodescrição: para ver com os ouvidos, uma realização da OVNI Acessibilidade Universal. A ideia é exibir um curta-metragem ao público vendado para sensibilizar e apresentar o recurso da audiodescrição, que permite a pelo menos 36 milhões de brasileiros ir ao cinema, ao teatro, a exposições, estudar, trabalhar, viajar e fazer tudo o que dê o acesso a uma vida plena. A atividade será no EcoPonto do Parque da Redenção, dia 2 de abril, sábado, das 14h às 15h, com entrada franca.

OVNI-viradaPOA logo

 

 

 

 

 

 

(descrição da imagem) A inscrição Virada Sustentável Porto Alegre 2016 está em três linhas de caracteres pretos sobre um fundo amarelo com formato irregular. Acima do fundo amarelo, à direita, duas meias-luas em tons de cinza, sobrepostas, formando um círculo, estão contornadas por duas setas pretas em sentido anti-horário. (fim da descrição)

Virada Sustentável
A Virada Sustentável acontece desde 2011 em São Paulo e articula pessoas, grupos e instituições para conscientizar e mobilizar a sociedade em favor de um modelo sustentável para o Planeta. Em Porto Alegre, o evento será entre 1º e 3 de abril e terá atividades culturais, esportivas, ambientais, educativas e iniciativas que buscam valorizar e dar visibilidade a ideias e projetos que promovam a sustentabilidade. A programação está focada em iniciativas que nos levem a um mundo mais consciente da necessidade de preservação. A Virada também pretende criar uma rede de mobilização permanente para o debate de questões fundamentais ao futuro da cidade, como mobilidade urbana, mudanças climáticas, águas, ética no consumo e tudo que possa levar a comportamentos sustentáveis, buscando construir novas alternativas para a vida em comunidade. A concepção do evento é baseada nos 17 Objetivos do Desenvolvimento Sustentável, definidos pela ONU, que são também os princípios que regem os projetos realizados pelo grupo: erradicação da pobreza; fome zero; boa saúde e bem-estar; educação de qualidade; igualdade de gênero; água limpa e saneamento; energia acessível e limpa; emprego digno e crescimento econômico; indústria, inovação e infraestrutura; redução das desigualdades; cidades e comunidades sustentáveis; consumo e produção responsáveis; combate às alterações climáticas; vida debaixo d’água; vida sobre a terra; paz, justiça e instituições fortes; parcerias em prol das metas.

Dinâmica Audiodescrição: para ver com os ouvidos, na Virada Sustentável de Porto Alegre.
Quando | 2 de abril, sábado.
Onde | EcoPonto do Parque da Redenção.
Hora | Das 14h às 15h.
Ingressos | Entrada franca.

Opções de transporte coletivo com parada nas proximidades do Parque da Redenção:
Ônibus (Av. Osvaldo Aranha)

353 – Ipiranga/PUC
473 – Jardim Carvalho/Jardim do Salso
C2 – Circular Praça XV
C3 – Circular Urca
D43 – Universitária Direta
T5 – Transversal 5
T7 – Transversal 7
280 – Otto/HPS
349 – São Caetano
429 – Protásio/Iguatemi
430 – Bela Vista/Anita
431 – Carlos Gomes
433 – Vila Jardim
436 – Jardim Ipê
438 – Santana
439 – São Manoel
441 – Antonio de Carvalho
470 – Bom Jesus
476 – Petrópolis/PUC
490 – Morro Santana
491 – Passo Dorneles/Vila Safira
492 – Petrópolis/SESC
493 – Jardim Ypu
494 – Rubem Berta/Protásio
495 – Manoel Elias
496 – Jardim Protásio Alves
525 – Rio Branco/Anita
R41 – Rápida Protásio

Ônibus (Av. João Pessoa)
343 – Campus/Ipiranga
149 – Icaraí (Centro/Bairro)
177 – Menino Deus (Centro/Bairro)
209 – Restinga
210 – Restinga Nova
211 – Restinga Velha
250 – 1° de Maio
251 – Alpes
253 – Renascença (Bairro/Centro)
254 – Embratel
256 – Intendente Azevedo
257 – Paulino Azurenha
260 – Belém Velho
262 – Jardim Vila Nova
263 – Orfanatrófio
264 – Prado (Bairro/Centro)
265 – Jardim Medianeira (Bairro/Centro)
266 – Vila Nova
269 – Lami (Bairro/Centro)
270 – Grutinha (Centro/Bairro)
271 – Amapá (Centro/Bairro)
272 – Moradas da Hípica (Bairro/Centro)
273 – Moradas da Hípica (Bairro/Centro)
274 – Glória/Azenha/Cascatinha
280 – Campo Novo (Centro/Bairro)
282 – Cruzeiro do Sul (Bairro/Centro)
283 – Ipanema/Cavalhada (Centro/Bairro)
284 – Belém Velho (São Francisco) (Bairro/Centro)
285 – Nonoai (Bairro/Centro)
288 – Ipanema/Morro Alto (Bairro/Centro)
289 – Rincão via Oscar Pereira (Bairro/Centro)
255 – Caldre Fião (Bairro/Centro)
297 – Cemitério
340 – Jardim Botânico (Bairro/Centro)
344 – Santa Maria
345 – Santa Catarina
346 – São José
347 – Alameda
348 – Jardim Bento Gonçalves
360 – Ipê
361 – Cefer
375 – Agronomia
376 – Herdeiros
394 – Mapa
395 – Quinta do Portal
397 – Bonsucesso (Bairro/Centro)
398 – Pinheiro

Lotação (Av. Osvaldo Aranha)
03.11 – Ipiranga/PUC (Osvaldo Aranha)
30.3 – Santana
40.2 – João Abott
40.4 – Petrópolis SESC
40.41 – Petrópolis FAPA
40.5 – Chácara das Pedras

Lotação (Av. João Pessoa)
03.3 – Jardim Botânico
20.1 – Medianeira
20.2 – Otto/Teresópolis
20.6 – Glória
30.1 – Canal 10
30.2 – Partenon

Cassio Scapin convida para a peça Eu Não Dava Praquilo, com audiodescrição e LIBRAS, em Porto Alegre/RS

Cassio Scapin, co-autor e ator de Eu Não Dava Praquilo, manda um recado pra gente aqui em Porto Alegre. Ele, que é magro e com a musculatura definida, tem a pele muito branca, cabelos pretos, curtos e lisos, rosto anguloso, sobrancelhas espessas, olhos castanhos amendoados, nariz adunco e boca ampla, com o lábio inferior mais carnudo que o superior, aparece no vídeo da cintura para cima, de camiseta azul de mangas curtas, em uma sala com teto e paredes brancos. No canto inferior direito, uma janela destaca a tradutora e intérprete de LIBRAS, Celina Xavier Neta. Clique neste link para saber mais sobre o espetáculo e as apresentações acessíveis em Porto Alegre.


Espetáculo contemplado pela seleção pública do Programa Petrobras Distribuidora de Cultura 2015/2016.

“Eu Não Dava Praquilo” faz minitemporada em Porto Alegre/RS com audiodescrição e interpretação em LIBRAS

Com Cassio Scapin, monólogo que homenageia o ofício teatral enfocando a vida da atriz, diretora e professora Myriam Muniz estará em cartaz nos dias 4, 5 e 6 de março, no Centro Histórico-Cultural da Santa Casa. A produção de acessibilidade é da OVNI Acessibilidade Universal e os ingressos já estão à venda.

Chega a Porto Alegre/RS, nos dias 4, 5 e 6 de março, o monólogo Eu Não Dava Praquilo, uma homenagem à atriz, diretora e professora Myriam Muniz, com Cassio Scapin, direção de Elias Andreato e patrocínio da Petrobras. Todas as sessões terão audiodescrição e interpretação em LIBRAS, recursos produzidos pela OVNI Acessibilidade Universal. O espetáculo foi contemplado pela seleção pública do Programa Petrobras Distribuidora de Cultura 2015/2016.

As apresentações ocorrem no teatro do Centro Histórico-Cultural da Santa Casa (Av. Independência, 75 – Centro), com sessões às 20h, na sexta e no sábado, e às 19h, no domingo. Os ingressos custam R$ 25 e já estão à venda no café do teatro (Phyto Bistrô), até 3 de março, das 14h às 18h. Nos dias de espetáculo, a bilheteria abre três horas antes de cada sessão. Há desconto de 50% para pessoas com deficiência (mediante apresentação do cartão para recebimento do Benefício de Prestação Continuada), idosos, estudantes e titulares do Clube do Assinante ZH, com um acompanhante.

Sinopse
O monólogo cômico-dramático evoca fatos pessoais e profissionais da vida de Myriam Muniz, homenageando também o ofício teatral e sua importância como agente de transformação, tanto individual quanto social. Para o co-autor do texto e intérprete Cassio Scapin, seria impossível contar a história dos palcos brasileiros sem falar na artista paulistana, dona de personalidade ímpar e que tinha uma forma igualmente única de representar. O diretor Elias Andreato considera Myriam Muniz uma sacerdotisa do teatro, com ensinamentos que marcaram profunda e apaixonadamente muitos artistas.

5D III
(descrição da imagem) A foto colorida e horizontal, com fundo preto, mostra Cassio Scapin em ação na peça Eu Não Dava Praquilo, sob um foco de luz branca, sentado em uma cadeira sobre um tablado circular de madeira clara, com um cigarro apagado na mão direita erguida na altura da cabeça. Magro, de pele clara e cabelos pretos penteados para trás, ele usa camiseta, calça e, sobre os ombros, um xale, tudo na cor preta, e está descalço. Tem a cabeça ligeiramente inclinada para trás, os olhos semicerrados e a boca entreaberta, como se falasse no momento da foto. Seu cotovelo esquerdo está apoiado no braço da cadeira. No tablado, à esquerda, uma caixa grande de fósforos, e, à direita, algumas folhas de papel. (fim da descrição) Foto: João Caldas Filho.

Cassio Scapin
Formado pela Escola de Arte Dramática da USP, Cassio Scapin é um dos grandes atores brasileiros. Participou de diversas telenovelas, filmes, minisséries e peças de teatro. Trabalha como ator profissional desde 1984 e, nos últimos anos, esteve nas peças “O Mistério de Irma Vap”, com direção de Marília Pêra, e “O Libertino”, com direção de Jô Soares. Na televisão, é muito reconhecido pela participação no Castelo Rá-Tim-Bum. Na TV Record, atuou na novela “Ribeirão do Tempo” e integra o elenco de “Escrava Mãe”, novela ainda inédita. No Multishow, esteve no ar no seriado “Trair e Coçar, é só Começar”. Recebeu os prêmios Mambembe, Governador do Estado, Associação Paulista dos Críticos de Arte – APCA e Apetesp, entre muitos outros. Por sua atuação em Eu Não Dava Praquilo, foi indicado aos Prêmios Shell, Quem e APCA, este conquistado em 2013. No currículo, reúne participações em mais de 30 projetos no teatro, 12 na televisão, além de concertos, longas e curtas-metragens.

Myriam Muniz
muniz-678x1024(descrição da imagem) A foto colorida e vertical, com fundo marrom desfocado, mostra Myriam Muniz do peito para cima; ela nos observa, séria, com a cabeça ligeiramente inclinada para a esquerda e uma das sobrancelhas arqueadas. É uma mulher idosa, branca, de cabelos grisalhos e longos, presos em uma trança, rosto oval, sobrancelhas escuras, olhos amendoados sob os óculos de grau retangulares e pretos, nariz grande e boca pequena, de lábios carnudos e rosados. Usa blusa escura sob um xale floreado e colar de pérolas. (fim da descrição) Foto: Divulgação.

 

 

Atriz, diretora e professora, Myriam Muniz (1931-2004) perpetuou seu nome na história do teatro brasileiro do século 20. Egressa da Escola de Arte Dramática, a paulistana descendente de portugueses e italianos passou pelo Teatro Oficina, Teatro Brasileiro de Comédia, Teatro de Arena e pelas companhias de Dulcina de Moraes e Nydia Licia, além de fundar o Centro de Estudos Macunaíma, hoje conhecido como Teatro Escola Macunaíma, uma das mais respeitadas instituições para formação de atores do País. Por lá passaram Paulo Betti, Eliane Giardini, Lília Cabral, Domingos Montagner e Cristina Pereira, entre outros. Atuou em dezenas de peças, filmes e algumas produções para a TV. Em 1975, Myriam dirigiu o mítico show “Falso Brilhante”, o mais bem-sucedido da carreira de Elis Regina, com quem se desentendeu durante os ensaios. Seu último trabalho foi no filme “Nina”, de Heitor Dália, lançado em 2004, no qual interpreta a avarenta e cruel dona Eulália. Sua trajetória artística está documentada nos livros “Giramundo: O Percurso de Uma Atriz – Myriam Muniz”, organizado por Maria Thereza Vargas, e “Myriam Muniz – uma pedagoga do teatro”, de Marcelo Braga. Em 2006, a Funarte criou o “Prêmio de Teatro Myriam Muniz”, para estimular e fomentar a produção e pesquisa de artes cênicas.

O que diz a crítica sobre Eu Não Dava Praquilo
“Ontem fui ao teatro assistir a peça Eu Não Dava Praquilo, que conta a história da vida da Myriam Muniz. Foi uma experiência única! O ator Cassio Scapin interpreta, sozinho, aquela mulher de forma tão espetacular e tão perfeita que tive a sensação de estar numa sessão espírita…”
Fábio Bibancos, Folha de S. Paulo.

“De fato, vemos Myriam. A Myriam de Cassio. E não somente porque Cassio consegue reproduzir inflexões de voz, cacoetes e modos de dizer da Myriam ‘de verdade’. Mas, sobretudo, porque a essência de Myriam empresta o corpo, os trejeitos, a voz e o olhar de Cassio para se fazer presente. (…) Eu Não Dava Praquilo é um espetáculo que nos lembra da sensação frequente de que não damos para essa tarefa hercúlea que é viver – e viver com consciência e plenitude. Mas justamente por reconhecermos que não nascemos prontos, que lapidar é preciso, que ainda tropeçaremos 40 mil vezes… é que aprendemos a estar vivos, a ser autônomos, a trabalhar nossos talentos e a lidar com nossas imperfeições. E, sim, sim, podemos alcançar fagulhas de felicidade. Isso nos disse a Myriam. Isso nos disse o Cassio.”
Maria Fernanda Vomero, Revista Época São Paulo.

“A montagem abre-se ao bom humor e às verdades cortantes. É feliz e inteligente ao dispensar a verossimilhança ou a caracterização para conversar diretamente com a maioria dos espectadores que desconhece a homenageada e não tem familiaridade com a cultura de teatro – e, no entanto, mostram-se embarcados. (…) Scapin harmoniza diferentes registros sem dificuldades. É narrador, Muniz e ele mesmo, ator.”
Valmir Santos, Teatrojornal – Leituras de Cena.

“O resultado é um belo monólogo, marcado por sutilezas e repleto de subtextos.”
Dirceu Alves Jr., Revista Veja São Paulo.

Ficha técnica do espetáculo
Roteiro: Cássio Junqueira e Cassio Scapin.
Elenco: Cassio Scapin.
Direção: Elias Andreato.
Figurino e Cenário: Fabio Namatame.
Iluminação: Wagner Freire.
Trilha Sonora: Jonatan Harold.
Assistente de Direção: André Acioli.
Produção Executiva: Angela Dória.
Fotos: João Caldas.
Programação Visual: Denise Bacellar.
Direção de Produção: Fernanda Signorini.
Realização: Signorini Produções e Dub Serviços Artísticos.
Produção local: Primeira Fila Produções.
Assessoria de Imprensa local: Bruna Paulin – Assessoria de Flor em Flor.
Este espetáculo foi contemplado pela seleção pública do Programa Petrobras Distribuidora de Cultura 2015/2016.

Ficha técnica dos recursos de acessibilidade
Produção de acessibilidade: OVNI Acessibilidade Universal.
Tradução e interpretação em LIBRAS: Celina Xavier Neta.
Roteiro de audiodescrição: Mimi Aragón.
Revisão: Rafael Braz.
Narração: Kemi Oshiro.
Equipamento: Grupo Evento (antiga A2 Sistemas Audiovisuais).
Equipe de apoio: Débora Maier, Eva Mothci e Tanira Lessa Flores Soares.

Sessões da peça Eu Não Dava Praquilo, em Porto Alegre/RS, com audiodescrição e interpretação em LIBRAS.
Quando | De 4 a 6 de março de 2016, sexta, sábado e domingo.
Onde | Teatro do Centro Histórico-Cultural da Santa Casa (Av. Independência, 75 – Centro).
Hora | Sexta (4) e sábado (5), às 20h, domingo (6), às 19h.
Ingressos | R$ 25, com 50% de desconto para pessoas com deficiência (mediante apresentação do cartão para recebimento do Benefício de Prestação Continuada), idosos, estudantes e titulares do Clube do Assinante ZH, com um acompanhante. Até 3 de março, no Phyto Café (Av. Independência, 75 – Centro), das 14h às 18h. No teatro, a bilheteria abre três horas antes de cada sessão.

Opções de transporte coletivo com parada nas proximidades do Centro Histórico-Cultural Santa Casa:
Ônibus

T9 – Transversal 9
510 – Auxiliadora
608 – IAPI
637 – Chácara das Pedras

Lotação
05.1 e 05.11 – Rio Branco
30.3 – Santana
50.1 e 50.11 – Auxiliadora
50.2 – IAPI
50.3 e 50.31 – Montserrat
50.61 – Guerino/ Lindoia/ Auxiliadora

Cinema para ver com os ouvidos na 9ª edição do Projeto Vizinhança, em Porto Alegre/RS

flyer ovni vizinhança
Projeto Vizinhança convida: 9ª edição, 7 e 8 de novembro.
Sábado das 10h às 20h. Domingo das 10h às 18h.
Av. Guaíba, 4126. Bairro Vila Assunção – POA.
Atividade: dia 7 de novembro (sábado), das 12h às 20h.
Cinema para ver com os ouvidos: exibição de curtas-metragens com audiodescrição.
OVNI Acessibilidade Universal.

Projeto Vizinhança.
www.projetovizinhanca.art.br
www.facebook.com/ProjetoVizinhanca
projetovizinhanca@gmail.com

(descrição da imagem) O flyer eletrônico da 9ª edição do Projeto Vizinhança, com formato retangular, orientação horizontal e fundo branco, é ilustrado ao centro com uma foto colorida que retrata um grupo com cerca de 50 pessoas posando sorridentes no tapete vermelho do 43º Festival de Cinema de Gramado, instalado na Rua Coberta. Diante de uma reprodução com aproximadamente 3 metros do Kikito, o troféu dourado e risonho com cabeça em forma de Sol, a maioria está em pé, atrás de seis pessoas agachadas. Alguns do grupo usam bengalas brancas e óculos escuros. No alto da foto, ramos de árvores pendem da cobertura côncava da Rua, criando um efeito decorativo. Ao longe, no centro, também pende da cobertura um banner vertical do 43º Festival de Gramado com a imagem do Kikito sobre fundo branco. No rodapé, à direita, em letras brancas, o crédito ao fotógrafo: Cleiton Thiele/Agência PressPhoto. A parte de baixo da foto está recortada e contornada por uma linha azul e larga, lembrando um telhado de cabeça para baixo. O texto está em caracteres pretos ou azuis. No canto inferior direito, ao lado dos contatos do Projeto Vizinhança, uma logomarca mostra a palavra Projeto em letras brancas, inscrita em um pentágono preto de lados irregulares, sugerindo uma casa e remetendo ao recorte da foto, e a palavra Vizinhança em letras pretas, logo abaixo do pentágono e ocupando toda a sua largura. (fim da descrição)

Cinema para ver com os ouvidos
Dá para assistir a um filme sem o sentido da visão? Será possível enxergar com os ouvidos? A OVNI Acessibilidade Universal estará na 9ª Edição do Projeto Vizinhança exibindo curtas-metragens com audiodescrição. E quem não é usuário do recurso, mas quiser experimentar um jeito diferente de apreciar a sétima arte, poderá usar vendas. Porque cinema acessível faz bem para todo mundo!

As sessões com audiodescrição, entre várias outras atividades superbacanas, acontecem no próximo dia 7, sábado, das 12h às 20h, ininterruptamente, em um casarão desocupado na Av. Guaíba, 4126, no bairro Vila Assunção, em Porto Alegre/RS. E a 9ª edição do Projeto Vizinhança continua no dia seguinte, 8, domingo, das 10h às 18h. Toda a programação tem entrada franca.

Confere abaixo tudo o que acontece nos dois dias, traz a tua vontade de confraternizar e vivenciar novas experiências e vem com a gente!

Sábado 07/11/15
10h – Café da manhã de boas vindas.
11h – Apresentação musical de Dona Ivone Pacheco e Maurício Oliveira, com participação da poetisa Conça Dornelles.
11h – Oficina de customização de caixotes de feira com Vanessa Kaminski.
12h – Churrasco coletivo e colaborativo.
12h – OVNI Acessibilidade Universal apresenta: Cinema para ver com os ouvidos – curtas-metragens com audiodescrição (até as 20h).
14h – Oficina de construção de cabanas para crianças com Fernanda Renner Ely.
15h – Bate-papo sobre ativismo com o pessoal da Rede Minha Porto Alegre.
15h – Oficina de origami com Barbara Benz.
16h – Contação de Histórias com Patricia Vieira.
16h – Oficina de leite vegetal com Loraine Luz.
16h – Bolhas de sabão gigantes com Marilia Bianchini.
17h – Apresentação musical da banda Mendigos.
17h – Prática de Yoga com Loraine Luz.
19h – Apresentação musical da banda Ex-Orbitantes.

Domingo 08/11/15
10h – Café da manhã de boas vindas.
11h – Apresentação musical do grupo vocal Da Boca pra Fora.
11h – Oficina de Bonecas Africanas com T de Tati.
12h – Almoço coletivo e colaborativo com Fabi Sassi.
14h – Topos, lugares da memória – Performance intervenção de Tatiana Barbiero Frantz.
15h – Oficina de iniciação à técnica Quilling com Karen Cerutti.
15h – Contação de Histórias com Patricia Vieira.
16h – Oficina para crianças de Cenários de Areia com Fernanda Renner Ely.
16h – Apresentação musical da banda As Aventuras.
17h – Mostra de fragmentos do Espetáculo de dança “Um olhar através de” da Transforma Cia de Dança.
18h – Apresentação musical da banda Lítera.

Participação de artistas visuais:
Barbara Benz – intervenção.
Eleonora Graebin – ocupação poética.
Heloísa da Costa Medeiros – exposição fotográfica “impermanência e memórias frágeis de mim mesma”.
Miriam Gomes – exposição de esculturas “Mundos”.
Ney Caminha – instalação.
Pana Constantinou – intervenção.
Selir Straliotto e Silvia Livi – instalação.
Tatiana Barbiero Frantz – performance intervenção “Topos, lugares da memória”.
Thabita Abrahim – exposição “redor”.

Sobre o Projeto Vizinhança
O Projeto Vizinhança nasceu em 2012 a partir de reflexões advindas do cotidiano de pessoas que se interessam por sua cidade e pelas relações que nela se constroem de vizinhança e identidade. Muitas coisas em comum uniram Márcia Braga e Aline Bueno nesta iniciativa que busca ativar espaços ociosos da cidade transformando-os, através da participação coletiva, em lugares, palco de novas experiências, estimulando a convivência entre vizinhos, a troca e a aprendizagem em um ambiente lúdico, criativo e informal.

As oito primeiras edições aconteceram entre agosto de 2012 e novembro de 2014 e foram experiências inéditas e maravilhosas, que mobilizaram conjuntamente mais de 1000 pessoas em uma série de atividades artístico-culturais.

1ª Edição – Arte de Perto – Agosto 2012
Uma casa que estava para alugar no bairro Boa Vista se transformou em uma galeria de arte através de uma parceria com a Galeria Virtual VendoArte.

2ª Edição – Quintais – Outubro 2012
Um jardim abandonado no bairro Petrópolis recebeu atividades variadas como: oficinas, pocket show, refeições coletivas e momentos de encontro entre amigos e vizinhos.

3ª Edição – Muros – Março 2013
Um grande terreno desocupado no bairro Santa Tereza ganhou vida com a intervenção de diversos artistas.

4ª Edição – Jazz – Junho 2013
A casa da Dona Ivone Pacheco, diva do jazz porto-alegrense, foi palco de muita música, arte nos muros, dança, teatro, poesia e contação de história.

5ª Edição – Casas da Memória – Novembro 2013
Três casas abandonadas foram transformadas para receber amigos e vizinhos durante um final-de-semana com uma programação intensa de atividades.

6ª Edição – Um Centro Cultural por Bairro – Março 2014
O Centro Cultural Zona Sul, no bairro Tristeza, recebeu por dois dias o Projeto Vizinhança que ativou o local com oficinas, exposições, dança, música e muitos encontros.

7ª Edição – Terreno de Ideias – Maio 2014
Um terreno no bairro Santa Tereza acolheu vizinhos e amigos em um sábado cheio de momentos de compartilhamento.

8ª Edição – Lugar de Brincadeira – Novembro 2014
No bairro Santana, transformamos um terreno num lugar de brincadeiras, de encontros e de arte!

9ª Edição do Projeto Vizinhança.
Quando:
Dias 7 e 8 de Novembro de 2015.
Horários: Dia 7, das 10h às 20h, e dia 8, das 10h às 18h.
Dia 7, sábado, das 12h às 20h: OVNI Acessibilidade Universal apresenta: Cinema para ver com os ouvidos – curtas-metragens com audiodescrição.
Onde: Av. Guaíba, 4126 – Vila Assunção.
Quanto: Gratuito.
Mais informações sobre o Projeto Vizinhança: site, Facebook e projetovizinhanca@gmail.com

Opções de ônibus com parada nas proximidades do casarão na Av. Guaíba, 4126:
188 – Assunção
C80 – Circular Zona Sul