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CasaCor RS 2018 tem mediação audiodescrita da OVNI em duas atividades neste domingo, 16

As vagas são limitadas para uma visita guiada e a oficina Modelagem em argila: a expressão do sentimento na ponta dos dedos, em Porto Alegre/RS, com entrada franca.


(descrição da imagem) A foto colorida e horizontal mostra o ambiente do Ateliê de Arte da CasaCor RS. À frente e ao centro, uma mesa retangular com dois cavaletes e tampo de vidro tem de cada lado um banco longo feito de barras pretas. Ao fundo, junto a uma janela, um cavalete de pintura ao lado de um balcão preto. Sobre o balcão, um pequeno manequim articulado de madeira e um busto humano em argila ocre. À esquerda, em uma parede preta, um painel composto por nove fotos coloridas e emolduradas de galhos de árvores, dispostas em três linhas e três colunas. Diante do painel, no piso bege, três bancos cilíndricos em tons de ferrugem. À direita, um painel composto por chapas retangulares em bege e preto. O ateliê está iluminado por três spots pretos no teto escuro. (fim da descrição) Foto: Divulgação CasaCor.

Pela primeira vez em 27 edições da mostra de arquitetura, design de interiores e paisagismo CasaCor RS, haverá uma ação de acessibilidade na programação. Uma visita guiada e uma oficina de modelagem de argila receberão mediação audiodescrita da OVNI Acessibilidade Universal no próximo domingo, 16 de setembro, das 14h às 16h. As atividades ocorrem na Casa Aberta, uma das seis residências que integram o circuito da mostra, no Bairro Três Figueiras, em Porto Alegre/RS. O endereço é Rua Carlos Huber, 147 (Casa 6).

Novidade desta edição, a Casa Aberta tem entrada gratuita e apresenta uma exposição de obras de artistas consagrados, como Iberê Camargo, Siron Franco, Ubiratan Braga, Xico Stockinger e Bianca Santini, além de um espaço artístico comandado pelo Stúdio Prestes que trouxe uma agenda repleta de cursos e oficinas ao longo da Mostra.

A proposta da visita e da oficina com mediação audiodescrita partiu da artista Mariana Prestes, que acompanhará as atividades, e do artista plástico e professor Ramon Alejandro Ruíz Velazco, que ministrará a oficina Modelagem em argila: a expressão do sentimento na ponta dos dedos. Em função das dimensões do ateliê, haverá apenas cinco vagas. As inscrições devem ser feitas pelo e-mail ovniacessibilidade@gmail.com, informando nome, RG e telefone.


(descrição da imagem) A foto colorida e vertical mostra uma poltrona de couro marrom junto a uma parede preta decorada com oito desenhos emoldurados de pássaros coloridos. Pendendo sobre a poltrona, uma luminária branca com a luz acesa. Ao lado, uma mesinha de apoio com tampo oval e escuro. O piso apresenta padronagem de ziguezague em tons de bege. (fim da descrição) Foto: Divulgação CasaCor.

Sobre a CasaCor
Criada em 1992, neste ano a mostra ocorre em seis residências da Rua Carlos Huber, ao lado do Colégio Farroupilha. Uma delas, a Casa Aberta, além da programação de arte e oficinas, recebe as atividades de gastronomia, como o Chef’s Table. Além de Porto Alegre, Gramado também sediou e fez parte desta história. No entanto, as maiores ações da versão gaúcha da mostra aconteceram na capital. A Confeitaria Rocco, o Prédio Força e Luz (CEEE) e a Fiateci já tiveram seus edifícios revitalizados por profissionais da CasaCor. Outra marca da franquia é a realização do evento simultaneamente em vários endereços. Já participaram Moinhos Shopping, Barra Shopping Sul e Hotel Laghetto.

Sobre Mariana Prestes

(descrição da imagem) A fotografia colorida e vertical mostra a artista Mariana Prestes sorrindo e segurando um tecido aberto, estampado com desenhos de pássaros. À esquerda, ela aparece dos joelhos para cima, de frente. Tem cerca de 30 anos, é branca, magra, de cabelos compridos, lisos e castanhos com uma franja reta que cobre sua testa, olhos castanhos, nariz reto e lábios finos. Está levemente maquiada e usa um vestido sem mangas com estampa em branco, amarelo e cinza. O tecido tem fundo escuro e os pássaros em tons de amarelo, branco, cinza e verde estão pousados aos pares em galhos brancos. Ao fundo, uma arara de roupas com alguns cabides com blusas confeccionadas no mesmo tecido e uma estante de madeira com as prateleiras ocupadas por livros e garrafinhas. (fim da descrição) Foto: arquivo pessoal

Publicitária formada pela PUCRS e artista plástica de coração, Mariana Prestes quando pequena queria ser “desenhista” e hoje retoma as artes, após anos em cargos executivos. Com dois anos de ênfase em Desenho no Instituto de Artes da UFRGS e muitas referências e vivências na infância, iniciou-se também na aquarela, a fim de desenvolver ilustrações e estampar superfícies. Hoje, trabalha como designer de superfície, criando para clientes como Hospital Moinhos de Vento, La Basque, Casa Café no Aeroporto Salgado Filho e Florense de Volta Redonda-RJ. É também ilustradora e professora de aquarela. Seus projetos autorais têm como tema espécimes da flora e da fauna gaúchas ameaçadas de extinção.

Sobre Ramon Alejandro Ruíz Velazco
Na Argentina, formou-se Bacharel em Escultura no Instituto de Artes, em 2010 e, em seguida, iniciou a Licenciatura. Trabalha com Educação Popular desde 1987, e após a chegada ao Brasil, em 1992, desenvolve projetos de Educação Popular no campo, junto ao MST. De 2010 até hoje, atua como professor Eestadual contratado, no regime de 40 horas/aula semanais. Atualmente, cursa o Pós-Graduação “Arte no Campo”, parceria entre a UDESC e a UFSC, em Florianópolis e Abelardo Luz (SC). É presidente da associação de artistas plásticos Ateliê 1. Trabalha com pintura, pintura mural, escultura e alto relevo. Possui experiência em fotografia (analógica e laboratório), serigrafia (alternativa – papel colado, goma laca, tintas artesanais), desenho, ilustração e cerâmica.

Visita guiada e oficina Modelagem em argila: a expressão do sentimento na ponta dos dedos, na CasaCor RS, com mediação audiodescrita.
Quando: Domingo, 16 de setembro de 2018.
Horário: das 14h às 16h.
Onde: Rua Carlos Huber, 147 (Casa 6) – Bairro Três Figueiras – Porto Alegre/RS.
Ingressos: grátis. Vagas limitadas. Reservas pelo email ovniacessibilidade@gmail.com, informando informando nome, RG e telefone.
Mediação cultural: João Petrillo e Mariana Prestes.
Ministrante da oficina: Ramon Alejandro Ruíz Velazco.
Mediação audiodescrita: OVNI Acessibilidade Universal.

Opções de transporte coletivo com parada próxima da Avenida Protásio Alves (Terminal Carlos Gomes – Protásio e Comercial Zaffari):
Ônibus

T2
T8
M52 Assis Brasil/Protásio
433 Vila Jardim
490 Morro Santana
491 Passo Dorneles
494 Rubem Berta/Protásio
L490 Jari via Protásio Alves

Lotação
40.5 Chácara das Pedras

OVNI produz Cinema Para Ver Com Os Ouvidos na 11ª edição do Projeto Vizinhança, em Porto Alegre/RS

OVNI_vizinhança_blogProjeto Vizinhança convida:
11ª edição.
3 e 4 de junho. Sábado e domingo, das 10h às 18h.
Rua Maestro Mendanha, 71 – Bairro Santana  – Porto Alegre.
Atividade: sábado, das 12h às 17h.
Cinema para ver com os ouvidos: exibição de curtas-metragens com audiodescrição da OVNI Acessibilidade Universal.
Projeto Vizinhança.
www.projetovizinhanca.art.br
www.facebook.com/ProjetoVizinhanca
projetovizinhanca@gmail.com
(descrição da imagem) O e-flyer da 11ª edição do Projeto Vizinhança, com fundo branco, é retangular e horizontal. Ao centro, em uma faixa que atravessa toda a largura do material, uma fotografia colorida mostra cinco pessoas de perfil, vendadas, sentadas em cadeiras dispostas em duas fileiras sob um telhado sem forro, com as tesouras aparentes, em um ambiente ligeiramente escurecido. Voltadas para a direita, elas parecem concentradas em algo à sua frente, que não aparece na foto. A parte de baixo da foto está recortada e contornada por uma linha lilás, lembrando um telhado de cabeça para baixo. As informações sobre o evento estão acima e abaixo da foto, em letras pretas ou lilases. No canto inferior direito, a logomarca do Projeto Vizinhança, com a palavra Projeto em letras brancas, inscrita em um pentágono preto de lados irregulares, sugerindo uma casa e remetendo ao recorte da foto, e a palavra Vizinhança em letras pretas, logo abaixo do pentágono e ocupando toda a sua largura. (fim da descrição) Foto: Kemi Oshiro.

Cinema para ver com os ouvidos
Dá para assistir a um filme sem o sentido da visão? Será possível enxergar com os ouvidos? A OVNI Acessibilidade Universal estará na 11ª Edição do Projeto Vizinhança exibindo curtas-metragens com audiodescrição. E quem não é usuário do recurso, mas quiser experimentar um jeito diferente de apreciar a sétima arte, poderá usar vendas. Porque cinema acessível faz bem para todo mundo!

O que vai rolar
Nos dias 3 e 4 de junho (sábado e domingo), das 10h às 18h, acontece a 11ª edição do Projeto Vizinhança, na Rua Maestro Mendanha, 71, bairro Santana, em Porto Alegre. Nesta edição, a programação conta com oficinas, exposição de artes visuais, cinema, música, dança e diversas atividades gratuitas para todas as idades. Além de café da manhã e almoço colaborativos em que cada um leva algo para compartilhar.

Sobre o Projeto Vizinhança
O Projeto Vizinhança nasceu em 2012 a partir de reflexões advindas do cotidiano de pessoas que se interessam por sua cidade e pelas relações que nela se constroem de vizinhança e identidade. Muitas coisas em comum uniram Márcia Braga e Aline Bueno nesta iniciativa que busca ativar espaços ociosos da cidade transformando-os, através da participação coletiva, em lugares, palco de novas experiências, estimulando a convivência entre vizinhos, a troca e a aprendizagem em um ambiente lúdico, criativo e informal.

11ª Edição do Projeto Vizinhança.
Quando:
Dias 3 e 4 de junho de 2017.
Horário: das 10h às 18h.
Dia 3, sábado, das 12h às 17h: OVNI Acessibilidade Universal apresenta: Cinema para ver com os ouvidos – exibição de curtas-metragens com audiodescrição.
Onde: Onde: Rua Maestro Mendanha, 71 (entre as Ruas Santana e Gomes Jardim) – Bairro Santana  – Porto Alegre/RS.
Quanto: Gratuito.
Mais informações sobre o Projeto Vizinhança: site, Facebook e projetovizinhanca@gmail.com

Opções de transporte coletivo com parada nas proximidades Rua Maestro mendanha:
Ônibus

T3 – TRANSVERSAL 3
340 – JARDIM BOTANICO
438 – SANTANA
497 – MARIO QUINTANA
4971 – MARIO QUINTANA/SAFIRA

Lotação
30.3 – SANTANA

OVNI Acessibilidade Universal produz audiodescrição no 44º Festival de Cinema de Gramado

Sessão acessível a pessoas cegas ou com baixa visão será dia 31 de agosto, quarta-feira, às 21h30. Além do longa-metragem já tradicionalmente exibido com audiodescrição ao vivo, o curta brasileiro que abre a noite contará com o recurso

Os filmes Memória da Pedra e El Mate serão exibidos com audiodescrição ao vivo no 44º Festival de Cinema de Gramado, respectivamente, nas Mostras Competitivas de Curtas e de Longas-Metragens Bqrasileiros, dia 31 de agosto, quarta-feira, às 21h30, no Palácio dos Festivais, na Serra Gaúcha. Será a primeira vez que o curta-metragem que abre a noite estará acessível ao público cego ou com baixa visão. A produção de acessibilidade é da OVNI Acessibilidade Universal, com apoio da Faders – Fundação de Articulação e Desenvolvimento de Políticas Públicas para Pessoas com Deficiência e com Altas Habilidades no Rio Grande do Sul e da Agade – Associação Gaúcha de Audiodescritores.

Um número limitado de ingressos gratuitos destinados exclusivamente aos usuários da audiodescrição será distribuído por ordem de reserva até dia 29 de agosto, segunda-feira, pelo e-mail ovniacessibilidade@gmail.com ou pelos fones (51) 3414 4690, (51) 8451 2115 ou (51) 9208 1176. Ingressos adicionais podem ser adquiridos pelo http://bit.ly/2boc0ct (selecionar bilhetes para a sessão das 19h) ou, a partir do dia 23 de agosto, em Gramado (consulte em http://bit.ly/2bInARf a lista de pontos de venda).

Um ônibus cedido pela Faders fará o transporte Porto Alegre-Gramado-Porto Alegre no dia da exibição. A partida está marcada para as 16h, em frente à sede da Fundação (Rua Duque de Caxias, 418, Centro Histórico), com retorno a Porto Alegre depois da sessão, por volta das 23h. Há 25 vagas preferenciais para o público usuário da audiodescrição que devem ser reservadas também até o dia 29 de agosto pelo e-mail e telefones da OVNI Acessibilidade Universal.

OS FILMES
O documentário baiano Memória da Pedra, de Luciana Lemos, com aproximadamente 13 minutos, abre a sessão oficial da Mostra Competitiva de Curtas-Metragens Brasileiros. O filme foi rodado nas cidades de Milagres e Monte Santo, mesmas locações de O Dragão da Maldade Contra o Santo Guerreiro e Deus e o Diabo na Terra do Sol, títulos do Cinema Novo dirigidos por Glauber Rocha há 50 anos. O curta propõe uma reflexão sobre o tempo, tanto na memória desses clássicos do cinema nacional, como nos espaços e na vida dos habitantes das duas cidades baianas.

OVNI_memorias_da_predra_gramado(descrição da imagem) Ao centro da foto colorida e horizontal, um caboclo idoso está sentado nos degraus de uma longa escadaria de pedra em meio à vegetação ligeiramente ressecada. Com expressão séria, ele usa chapéu amarelado, camisa bege de mangas longas, calças cor de creme, meias e sapatos marrons. Seus antebraços estão apoiados nas coxas, com as mãos entrelaçadas. À esquerda, a intervalos regulares sobre os degraus, três postes de luz. Ao fundo, no alto da escadaria, uma casinha branca com uma janela verde na fachada. O céu azul está parcialmente encoberto por nuvens. (fim da descrição) Foto: Divulgação/Festival De Cinema de Gramado.

O filme que encerra a noite e concorre na Mostra Competitiva de Longas-Metragens Brasileiros é o paulista El Mate, de Bruno Kott. Durante 70 minutos, mostra uma noite na vida de Armando, um assassino de aluguel portenho que vive sozinho em uma estranha casa no centro de São Paulo. É ali que Armando mantém sua encomenda, Russo, que é espancado e aguarda amarrado a chegada dos mandantes do sequestro. Tudo vai mal para Russo e bem para Armando, até que Fabio, um jovem evangélico toca a campainha para trazer a palavra de Deus e um estranho conflito. Um disparo muda o rumo da madrugada e une duas pessoas de mundos extremamente diferentes.

OVNI_elmate_gramado(descrição da imagem) Na foto colorida e horizontal, quatro atores caracterizados como personagens do filme “El Mate” estão sentados descontraidamente no pequeno sofá de uma sala com as luzes acesas. Um homem está em cada ponta e duas mulheres estão entre eles. Parecem participar de uma festa. O homem da esquerda, de cabelos castanhos, camisa bordô e calça bege com listras, bebe de um copo, observado pela mulher a seu lado, de cabelos presos, que sorri levemente e também segura um copo. Ao lado dela, uma mulher negra de cabelos volumosos, colar e tomara-que-caia, abraça, sorridente, o outro homem, quase calvo, de barba grisalha, camisa marrom e calça escura, que segura um copo. Diante dos quatro, uma mesinha de centro coberta por uma toalha e, por cima, uma bandeja com uma jarra, um rolo de papel-toalha, um pratinho e outros objetos. Na esquerda, outra mesinha com um abajur aceso. Ao fundo, uma janela gradeada e com os vidros fechados. (fim da descrição) Foto: Divulgação/LM Brasil/Festival De Cinema de Gramado.

AUDIODESCRIÇÃO
A audiodescrição amplia o entendimento de pessoas cegas ou com baixa visão, entre outras, em um infinidade de produtos e eventos, como filmes e peças de teatro, proporcionando acesso a informações sobre personagens, cenários, figurinos e ações relevantes para a compreensão da obra.

FICHA TÉCNICA DA AUDIODESCRIÇÃO
Produção de acessibilidade: OVNI Acessibilidade Universal.
Roteiro de AD do curta Memória da Pedra: Mimi Aragón.
Roteiro de AD do longa El Mate: Letícia Schwartz.
Consultoria: Rafael Braz.
Narração: Kemi Oshiro.
Voice over: Douglas Dias.
Suporte: Débora Maier, Juliana Prestes e Mimi Aragón.
Equipamento: Grupo Evento.
Apoio: Faders – Fundação de Articulação e Desenvolvimento de Políticas Públicas para Pessoas com Deficiência e com Altas Habilidades no Rio Grande do Sul e Agade – Associação Gaúcha de Audiodescritores.

AUDIODESCRIÇÃO NO FESTIVAL DE CINEMA DE GRAMADO
Este será o quinto ano consecutivo em que as profissionais da OVNI Acessibilidade Universal levarão acessibilidade aos filmes da mostra competitiva brasileira em Gramado. Em 2012, Colegas, o grande vencedor do 40º Festival, com os Kikitos de Melhor Filme, Direção de Arte e o Prêmio Especial do Júri, foi exibido com audiodescrição. Em 2013, em parceria com a Accorde Filmes, as audiodescritoras da OVNI produziram a sessão acessível de A Oeste do Fim do Mundo, que levou os Kikitos de Melhor Longa Estrangeiro pelo Júri Popular, Ator e Menção Honrosa. Em 2014, a audiodescrição de A Despedida, longa que conquistou os Kikitos de Direção, Ator, Atriz e Fotografia, atraiu público recorde. Em 2015, com roteiro de audiodescrição de Letícia Schwartz, Ausência foi o grande vencedor do 43º Festival, levando os Kikitos de Trilha Sonora, Roteiro, Direção e Filme.

SERVIÇO
O quê: Curta-metragem Memória da Pedra, de Luciana Lemos, e longa El Mate, de Bruno Kott, com audiodescrição ao vivo no 44º Festival de Cinema de Gramado.
Quando: 31 de agosto, quarta-feira, às 21h30.
Onde: Palácio dos Festivais (Av. Borges de Medeiros, 2697 – Centro – Gramado/RS).
Reserva limitada de ingressos gratuitos exclusivos para pessoas com deficiência visual e transporte Porto Alegre-Gramado-Porto Alegre: Até dia 29 de agosto, sexta-feira, pelos fones (51) 3414 4690, (51) 8451 2115 ou (51) 9208 1176 ou pelo e-mail ovniacessibilidade@gmail.com
Compra de ingressos adicionais: R$ 30 (inteira) e R$ 15 (meia) pelo http://bit.ly/2boc0ct (selecionar bilhetes para a sessão das 19h) ou, a partir do dia 23 de agosto, em Gramado (consulte em http://bit.ly/2bInARf a lista de pontos de venda).
Realização: 44º Festival de Cinema de Gramado.
Produção de acessibilidade: OVNI Acessibilidade Universal.
Apoio: Faders – Fundação de Articulação e Desenvolvimento de Políticas Públicas para Pessoas com Deficiência e com Altas Habilidades no Rio Grande do Sul e Agade – Associação Gaúcha de Audiodescritores.

Cinema acessível faz bem para todo mundo: audiodescrição traz sorte a mais um filme no Festival de Cinema de Gramado

O longa-metragem brasileiro Ausência, de Chico Teixeira, conquistou os Kikitos de Melhor Filme, Diretor, Roteiro e Trilha Musical na 43ª edição do Festival de Cinema de Gramado

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(descrição da imagem) A foto colorida e horizontal retrata um grupo com cerca de 50 pessoas posando sorridentes no tapete vermelho do 43º Festival de Cinema de Gramado. Diante de uma reprodução com aproximadamente 3 metros do Kikito, o troféu dourado e risonho com cabeça em forma de Sol, a maioria está em pé, atrás de seis pessoas agachadas. Algumas usam bengalas brancas e óculos escuros. Da esquerda para a direita é possível identificar Natália Konrad, Leandro Pacheco, Jerônimo dos Santos, Camila Pacheco, Eva Coimbra, Suzana Maciel, Luciano Ninov, Volnei Benfica, Viviani Xavier, Paulo Fernando Pinto, Josiane França, Karla Samanta, Eraldo Fortini, Celso Ramos, a audiodescritora da OVNI Acessibilidade Universal Mimi Aragón, Adair e Marcia Bamberg, Thaís Gonçalves, Liliane Birnfeld, Luís de Medeiros, Matheus Baldin, Isa Baldin, Francimar Maia, André Campelo, Daniel Gause, a servidora da FADERS Clarissa Meira, Emanuel Noimann, Teresinha Ponciano, a professora Ivani Gheno, do CMAEE Parobé, e seu respectivo grupo de alunos, professoras e pais. No alto da foto, ramos de árvores pendem da cobertura côncava da rua, criando um efeito decorativo. Ao longe, no centro, um banner vertical do 43º Festival de Gramado, com a imagem do Kikito sobre fundo branco, também pende da cobertura. (fim da descrição) Foto: Cleiton Thiele/Agência PressPhoto.

Já virou tradição: desde que a audiodescrição foi inserida nas exibições oficiais de longas-metragens em competição no Festival de Cinema de Gramado, os filmes apresentados com o recurso conquistam cobiçados Kikitos. Em 2012, Colegas, de Marcelo Galvão, levou os troféus de Melhor Filme, Direção de Arte e o Prêmio Especial do Júri para o trio de protagonistas Ariel Goldenberg, Breno Viola e Rita Pokk. Em 2013, A Oeste do Fim do Mundo, de Paulo Nascimento, ganhou os prêmios de Melhor Longa Estrangeiro pelo Júri Popular, Ator (para Cesar Troncoso) e Menção Honrosa. Em 2014, A Despedida, de Marcelo Galvão arrebatou os Kikitos de Melhor Diretor, Atriz (para Juliana Paes), Ator (para Nelson Xavier) e Fotografia. Na 43ª edição do Festival de Cinema de Gramado foi a vez de Ausência, de Chico Teixeira, exibido com audiodescrição no dia 11, terça-feira, levar os Kikitos de Melhor Filme, Diretor, Roteiro e Trilha Musical.

A sessão acessível no Palácio dos Festivais, produzida pela OVNI Acessibilidade Universal com apoio da Faders – Fundação de Articulação e Desenvolvimento de Políticas Públicas para PcD e PcAH no RS, Acergs – Associação de Cegos do Rio Grande do Sul e Grupo Evento (antiga A2 Sistemas Audiovisuais), contou com a presença de aproximadamente 50 usuários da audiodescrição vindos de Porto Alegre, Taquara e Parobé. E a emoção não ficou restrita à sala de exibições do Palácio dos Festivais: ao atravessar o tapete vermelho na chegada e também na saída da sessão de Ausência, o público da audiodescrição foi aplaudido pelas pessoas reunidas em volta do tapete vermelho, na Rua Coberta. Sinal de que, tanto quanto as estrelas do cinema brasileiro e latino, os espectadores com suas bengalas brancas e óculos escuros são superaguardados a cada edição do Festival de Cinema de Gramado.


(descrição da imagem) A foto colorida e horizontal retrata cerca de 50 pessoas atravessando em fila o tapete vermelho do 43º Festival de Gramado, na Rua Coberta. Algumas usam bengalas brancas e óculos escuros. Da frente para o fundo da foto é possível identificar Mimi Aragón, Adair e Marcia Bamberg, Francimar Maia, Thaís Gonçalves, Matheus e Isa Baldin, Daniel Gause, André Campelo, Teresinha Ponciano, Luciano Ninov, Paulo Fernando Pinto, Josiane França, Marilena Assis, Volnei Benfica e Leandro Pacheco, professor responsável por trazer o grupo de Taquara. À direita, em direção ao fundo, as pessoas acomodadas nas mesas externas dos restaurantes da Rua Coberta observam a passagem do público usuário da audiodescrição. (fim da descrição) Foto: Cleiton Thiele/Agência PressPhoto.

No painel Acessibilidade no Cinema – Recursos e Tecnologia, promovido pelo Iecine – Instituto Estadual de Cinema na sexta-feira, 14, no Hotel Serra Azul, dentro da programação paralela (que também incluiu dois filmes do Festival de Cinema Acessível, produzido recentemente pelo Estúdio O Som da Luz), Mimi Aragón, sócia da OVNI Acessibilidade Universal, falou sobre os avanços da audiodescrição em Gramado desde 2012. “O Festival consolida-se como referência na exibição de filmes com audiodescrição. Além de Gramado, somente o Festival de Brasília oferece recursos de acessibilidade em suas mostras competitivas”. Assim, os espectadores com deficiência podem assistir a filmes representativos de cada nova safra da produção audiovisual brasileira e que ainda não entraram em cartaz no circuito comercial. “O próximo desafio do Festival de Gramado é incluir na mostra competitiva também as pessoas surdas e ensurdecidas”, projeta Mimi. A julgar pela sorte que a audiodescrição tem trazido aos filmes na Serra Gaúcha, quanto mais acessibilidade houver, mais obras audiovisuais conquistarão Kikitos.

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(descrição da imagem) A foto colorida e horizontal retrata cerca de 25 pessoas sentadas nas poltronas vermelhas da sala de exibição no Palácio dos Festivais. A maioria usa fones de ouvido e algumas estão de óculos escuros. Ao fundo, na direita, uma cabine cinza com duas janelas frontais é ocupada pelas audiodescritoras Letícia Schwartz e Kemi Oshiro. Ao lado cabine, em pé, está o técnico Israel Elias, também com fones de ouvido. Entre o público, é possível identificar Natália Konrad, Jerônimo dos Santos, Daniel Gause, André Campelo, Luís de Medeiros, Marilena Assis, Dorival Behrend, Márcia Bamberg, Adair Bamberg, Celso Ramos, Luciano Ninov, Volnei Benfica, Viviani Xavier, Josiane França, Karla Samanta, Teresinha Ponciano, Emanuel Noimann, Helenita Näher e Iara Aragão. (fim da descrição) Foto: Cleiton Thiele/Agência PressPhoto.

Audiodescrição do filme Ausência no 43º Festival de Cinema de Gramado.
Produção: OVNI Acessibilidade Universal.
Roteiro e narração da AD do filme: Letícia Schwartz.
Consultoria da AD do filme: Marilena Assis e André Campelo.
Audiodescrição ao vivo: Kemi Oshiro e Letícia Schwartz.
Suportes: Liliane Birnfeld, Helenita Näher e Iara Aragão.
Técnicos: Antonio Mondin e Israel Elias.
Apoio: FADERS, ACERGS e Grupo Evento.
Realização: 43º Festival de Cinema de Gramado.
Kikitos para Ausência: Melhor Filme Brasileiro, Diretor, Roteiro e Trilha Musical.

OVNI Acessibilidade Universal produz sessão com audiodescrição do filme Ausência no 43º Festival de Cinema de Gramado

Sessão acessível a pessoas cegas ou com baixa visão será no dia 11 de agosto, terça-feira, às 21h, na mostra competitiva de longas-metragens brasileiros

O longa-metragem Ausência, de Chico Teixeira, será exibido com audiodescrição ao vivo no 43º Festival de Cinema de Gramado, na mostra competitiva de longas-metragens brasileiros, dia 11 de agosto, terça-feira, às 21h, no Palácio dos Festivais, na Serra Gaúcha. A produção é da OVNI Acessibilidade Universal.

Ausência, que dura 87 minutos, é um drama familiar e afetivo. Centrada na figura de Serginho, a trama se estrutura sobre diversos aspectos da vida desse “não-mais menino, ainda-não homem”. Seguimos seu dia-a-dia: o recém-adquirido papel de homem da casa cuidando de sua mãe e seu irmão mais novo; o trabalho na feira; sua amizade com Mudinho e Silvinha; e sua relação afetivamente confusa com o Professor Ney. O filme é um tecido de momentos da vida de um menino em transição.

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(descrição da imagem) Na foto colorida e horizontal, dois jovens atores caracterizados como personagens do filme “Ausência” estão sentados lado a lado no cordão de uma calçada sob o Sol. À esquerda, Matheus Fagundes, que interpreta Serginho, é branco, magro, de cabelos curtos e castanho-escuros, usa avental verde sem mangas, bermuda preta, tênis escuros e está com os braços cruzados e apoiados nos joelhos. Tem a testa franzida e olha para um ponto à direita da foto. À direita, Thiago de Matos, que interpreta Mudinho, é negro, magro, de cabelos curtos e pretos, usa camiseta regata azul-marinho, corrente de prata no pescoço, bermuda creme e tênis marrons. Tem no pulso direito uma munhequeira vermelha, amarela e verde e segura um pastel. Usa relógio no pulso esquerdo. Também tem a testa franzida e o olhar ligeiramente voltado para a esquerda da foto. Ao fundo, um alambrado delimita um terreno com vegetação baixa e um pouco de lixo espalhado. (fim da descrição) Foto: Divulgação/Bossa Nova Films
/Festival De Cinema de Gramado

A audiodescrição de Ausência tem roteiro e narração de Letícia Schwartz e consultoria de Marilena Assis e André Campelo. A exibição acessível no Palácio dos Festivais contará com 50 aparelhos de tradução simultânea preferenciais para o público com deficiência visual fornecidos pela A2 Sistemas Audiovisuais. A audiodescrição amplia o entendimento de pessoas cegas ou com baixa visão em um infinidade de produtos e eventos, como filmes e peças de teatro, proporcionando acesso a informações sobre personagens, cenários, figurinos e ações relevantes para a compreensão da obra.

Um número limitado de ingressos gratuitos destinados exclusivamente aos usuários da audiodescrição será distribuído por ordem de reserva até dia 7 de agosto, sexta-feira, pelo e-mail ovniacessibilidade@gmail.com ou pelos fones (51) 3414 4690, (51) 8451 2115 ou (51) 9208 1176. Ingressos adicionais podem ser adquiridos pelo site Ingresso Rápido (selecionar bilhetes para a sessão das 19h) ou, a partir do dia 5 de agosto, em Gramado, no Palácio dos Festivais (Av. Borges de Medeiros, 2697). Um ônibus cedido pela Faders fará o transporte Porto Alegre-Gramado-Porto Alegre no dia da exibição. A partida está marcada para as 16h, em frente à sede da Fundação (Rua Duque de Caxias, 418, Centro Histórico), com retorno a Porto Alegre às 23h. Há 25 vagas preferenciais para o público usuário da audiodescrição que devem ser reservadas também até o dia 7 de agosto pelo e-mail e telefones da OVNI Acessibilidade Universal.

Este será o quarto ano consecutivo em que as profissionais da OVNI Acessibilidade Universal levarão acessibilidade aos filmes da mostra competitiva brasileira em Gramado. Em 2012, Colegas, o grande vencedor do 40º Festival, foi exibido com audiodescrição. Em 2013, em parceria com a Accorde Filmes, produziram, ainda na extinta Tagarellas Audiodescrição, a sessão acessível de A Oeste do Fim do Mundo. Em 2014, a audiodescrição de A Despedida, longa que conquistou os Kikitos de Direção, Ator, Atriz e Fotografia, atraiu público recorde. A exemplo do ano passado, a sessão de cinema acessível no Festival de Gramado tem apoio da Faders e da Acergs.

SERVIÇO
O quê: Filme Ausência, de Chico Teixeira, com audiodescrição ao vivo no 43º Festival de Cinema de Gramado.
Quando: 11 de agosto, terça-feira, às 21h.
Onde: Palácio dos Festivais (Av. Borges de Medeiros, 2697 – Centro – Gramado/RS).
Reserva limitada de ingressos gratuitos exclusivos para pessoas com deficiência visual e transporte Porto Alegre-Gramado-Porto Alegre: Até dia 7 de agosto, sexta-feira, pelos fones (51) 3414 4690, (51) 8451 2115 ou (51) 9208 1176 ou pelo e-mail ovniacessibilidade@gmail.com
Compra de ingressos adicionais: R$ 30 (inteira) e R$ 15 (meia) pelo site Ingresso Rápido (selecionar bilhetes para a sessão das 19h).
Produção: OVNI Acessibilidade Universal.
Apoio: Faders e Acergs.
Realização: 43º Festival de Cinema de Gramado.

A espaçonave pousou

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(descrição da imagem) A foto colorida e quadrada mostra uma casa branca de alvenaria com dois pisos, vista quase de viés. As aberturas, quatro na frente e três na lateral, à direita, apresentam grades cinzas. No piso superior, logo acima da porta principal, há uma sacada com guarda-corpo de metal vazado; a porta que dá acesso a ela está aberta. No térreo, à direita, em um canteiro ao lado da porta principal, há uma instalação artística formada por uma pequena caixa retangular grafitada em degradê do amarelo ao roxo sobre uma base com quatro pés altos. Um caminho de pedras escuras em meio a uma área de brita leva à porta principal, que está fechada. (fim da descrição) Foto: Duplan 146/Acervo

A OVNI Acessibilidade Universal pousou em Porto Alegre/RS e agora habita a casa Duplan 146, um lugar para pessoas que pensam e ativam economia criativa e inovação social. E estamos em excelente companhia, dividindo espaço com a Tecttum, empresa parceira desde os tempos da Tagarellas Audiodescrição, que desenvolve produtos e serviços de design socialmente orientados sob as premissas da inclusão, por meio de pesquisa aplicada e projetos com enfoque em tecnologia assistiva.
A estrutura de uso coletivo dispõe de salas multiuso e de estar, cozinha e um grande pátio ao ar livre. Um espaço que se adapta às inúmeras atividades desenvolvidas pelas cinco empresas que ocupam a casa, além do TransLAB, o laboratório de inovação social da Duplan 146, um organismo em constante funcionamento que facilita a conexão de pessoas, projetos e instituições, estimulando o cruzamento entre arte, ciência e tecnologia a partir de oficinas, vivências, percursos e encontros com diferentes temáticas.
E assim a OVNI Acessibilidade Universal está se sentindo completamente em casa, instalada em um ambiente oxigenado e propício à criação, ao intercâmbio, à cooperação, à formação de redes e cercada de parceiros alinhados com o modo como a gente pensa, produz e partilha a acessibilidade.
Todo mundo é bem-vindo pra um cafezinho aqui na Duplan 146, pra conhecer o nosso novo espaço de convivência e trabalho e também sonhar e realizar junto com a gente. A casa fica na Rua Professor Duplan, 146, no bairro Rio Branco. Os telefones da OVNI Acessibilidade Universal são o 51 3414 0774 e o 51 3414 4690.

Sobre a Duplan 146
A Duplan 146 é uma casa versátil, pulsante e aberta. Grande parte das instalações é de uso coletivo, o que faz da Duplan 146 um lugar engajado e comprometido com o desenvolvimento da cidade como comunidade. O espaço é aberto para que qualquer pessoa possa propor ações. O ambiente é vivo e a casa recebe atividades que ativem a economia criativa, arte, multicultura, inclusão social – a cidade como espaço de invenção e descoberta de novas relações. Além da OVNI, a Duplan 146 é habitada pela Tecttum, o Estúdio Nômade, a Querosene e a PAX Art.

Sobre a Tecttum
A Tecttum é uma empresa de design que trabalha por meio de um processo de desenvolvimento conjunto e integrado, com foco no usuário. A essência do modelo estabelece novas formas de comunicação entre especialistas de diversas áreas, usuários, comunidade e designers. A aproximação de todos esses atores possibilita a formação de equipes que trabalham a partir de uma visão comum na construção de um processo inclusivo que visa favorecer tanto a identificação das reais demandas do usuário quanto a relação do novo produto com seu meio.