artes visuais

OVNI pousa no Vila Flores, em Porto Alegre/RS

(descrição da imagem) Na foto colorida e horizontal, uma vista do pátio interno do complexo arquitetônico do Vila Flores em um dia claro. Dois prédios de alvenaria com três andares cada estão dispostos em forma de L, o mais visível da esquerda para o centro da foto e o outro ao fundo, na direita. O aspecto de ambos é rústico e alegre, com tijolos aparentes, alvenaria envelhecida, janelas envidraçadas basculantes ou de madeira, sacadas em tons vibrantes, algumas delas exibindo desenhos coloridos a tinta spray, conhecidos como grafites, e, em cada telhado, três pequenos sótãos de madeira, chamados de águas-furtadas. O pátio é de paralelepípedos e ao longo dele estão distribuídos grandes carretéis virados feito mesas, bancos de madeira e concreto, tonéis coloridos de metal, lixeiras para coleta seletiva e canteiros com folhagens. (fim da descrição) Foto: Juliana Prestes.

Nossa nave acaba de chegar ao Vila Flores, um dos polos de economia criativa mais revolucionários de Porto Alegre/RS, misturando cultura, educação, inovação social, empreendedorismo e gestão colaborativa. A OVNI Acessibilidade Universal agora compartilha um dos espaços do Vila com as artistas visuais Márcia Braga e Miriam Gomes. O endereço é Rua São Carlos, 753/53 – Bairro Floresta. Nossos canais de contato seguem os mesmos: Fones 51 98451 2115 (Mimi Aragón) e 51 99208 1176 (Kemi Oshiro), E-mail ovniacessibilidade@gmail.com, Facebook, Blog e Youtube.

(descrição da imagem) Na foto horizontal, parte em preto e branco, parte colorida, as duas sócias da OVNI Acessibilidade Universal, Kemi Oshiro e Mimi Aragón, fazem graça junto a uma parede escura com o desenho a giz em amarelo e azul, no centro da imagem, de um disco voador perto de um planeta chamado Vila Flores, onde duas criaturas extraterrestres cravam uma bandeirola com o nome OVNI. Kemi, na esquerda, e Mimi, na direita, aparecem da cintura para cima, de perfil, tocando uma no dedo indicador da outra, com expressão de espanto: olhos arregalados e boca aberta. Retratadas em preto e branco, somente suas mãos estão coloridas. Kemi é magra, tem a pele bronzeada, cabelos pretos, longos e lisos, e usa suéter claro de mangas longas. Mimi é gordinha, tem a pele muito branca, cabelos prateados, curtos e meio despenteados, e usa moletom escuro. (fim da descrição) Foto: Juliana Prestes.

Não é de hoje que sonhávamos em instalar a OVNI no Vila Flores, local que conhecemos em 2014 e onde já havíamos produzido acessibilidade para eventos como as exposições de artes visuais Este Corpo Já Foi Meu (Márcia Braga), A Escuridão Que Me Clareia (Carol W) e Hertz – do lugar que estamos (Peter Gossweiler), além do espetáculo de teatro Brasil Pequeno itinerante (Genifer Gerhardt). O namoro foi longo, mas o casamento finalmente saiu!

Levar uma empresa especializada em produzir Audiodescrição (AD), Legendas para Surdos e Ensurdecidos (LSEs) e Língua Brasileira de Sinais (LIBRAS) a um espaço vanguardista feito o Vila Flores indica que muitos agentes de transformação cultural e social já entendem a acessibilidade como requisito indispensável a todo e qualquer projeto voltado à garantia e ao avanço de direitos.

(descrição da imagem) Na foto colorida e vertical, Mimi, na esquerda, e Kemi, na direita, estão na sala da OVNI, apoiadas no parapeito de uma janela de madeira envelhecida, vistas de fora para dentro, sorrindo para nós. Ao fundo, a parede de quadro-negro com desenho a giz amarelo em um dos cantos tem o formato de nuvem na borda superior. (fim da descrição) Foto: Juliana Prestes.

Faz contato, vem tomar um cafezinho e aproveita para conhecer a nova base da OVNI Acessibilidade Universal. Daqui, os ideais de respeito às diferenças e inclusão plena parecem muito mais acessíveis.

​OVNI Acessibilidade Universal
Informação e cultura para todo mundo.
Vila Flores – Rua São Carlos, 753/53 – Bairro Floresta
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51 98451 2115 | 51 99208 1176
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Exposição A Escuridão Que Me Clareia, de Carol W., receberá visita guiada com audiodescrição

hybrido (descrição da imagem) A foto colorida e horizontal, tirada no ambiente escurecido da exposição A Escuridão que Me Clareia, destaca, ao centro, uma imensa cabeça de papel machê em tons de preto, branco, vermelho e amarelo. No topo estão dois chifres; os grandes olhos salientes são em forma de roda vazada; o nariz é longo e achatado e os lábios grossos e entreabertos permitem ver as pontinhas dos dentes da arcada superior. Ao fundo, na esquerda, em uma parede branca, pequenas figuras humanas e animais estão destacados por um foco redondo de luz. Na direita, a silhueta de uma pessoa de costas. (fim da descrição) Foto: Marcelo Monteiro/Estúdio Hybrido.

Obras inspiradas no temporal que atingiu a Capital gaúcha em janeiro passado poderão ser percebidas pelo toque e por palavras no dia 18 de novembro, no Centro Cultural Vila Flores, com entrada franca

A OVNI Acessibilidade Universal faz, no dia 18 de novembro, sexta-feira, às 19h, uma visita de exploração tátil com mediação audiodescrita à exposição A Escuridão Que Me Clareia, da artista visual Carol W., no Centro Cultural Vila Flores (Rua São Carlos, 765, na altura da Rua Hoffmann – Bairro Floresta), com entrada franca. Para quem desejar, um grupo se reunirá às 18h30 no portão central do Zaffari da Cristóvão Colombo (Avenida Cristóvão Colombo, 1271, esquina com a Rua Hoffmann), a uma quadra do local, com saída 18h45 para o Vila Flores. Confirme sua presença no grupo pelo e-mail ovniacessibilidade@gmail.com ou pelos fones (51) 8451 2115 ou (51) 9208 1176. A visita, embora planejada aos usuários da audiodescrição, é aberta ao público em geral, que poderá acompanhar a atividade de olhos vendados.

A exposição é constituída por 25 esculturas de papel machê combinadas a materiais recolhidos da devastação provocada pelo temporal, como galhos e troncos de árvores. São figuras humanas e animais multicoloridos que expressam as sensações e sentimentos suscitados na artista durante e depois do caos que se instalou na cidade. Ao Sul21, Carol W. afirmou: “É sobre a tempestade, a força da natureza, mas também sobre estar vulnerável e sozinho”. Assim, o vendaval, a chuva intensa, o medo da escuridão e a sensação de vulnerabilidade estão representados, mas também a beleza da natureza e as possibilidades poéticas, lúdicas e até divertidas de enfrentar os efeitos de um temporal.

kemioshiro2blog(descrição da imagem) Na foto colorida e vertical, um casal de bonecos de papel machê clarinho é visto através de um orifício, do peito para cima, sob uma luz clara. O homem e a mulher parecem despidos e estão abraçados, frente a frente, com os rostos colados e os olhos romanticamente fechados. Na esquerda, o homem, com o rosto alongado aparecendo de perfil, tem cabelos curtos cor de mirtilo, com um pequeno topete. Na direita, a mulher, com o rosto arredondado aparecendo de frente, tem os dois braços sobre os ombros do parceiro, cabelos longos e cor de beterraba e os lábios carnudos fechados em um leve sorriso. (fim da descrição) Foto: Kemi Oshiro.

Sobre Carol W.
Carol W. é artista visual e teve suas esculturas em papel maché expostas em Porto Alegre, São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro. Participou da Cow Parade Porto Alegre. Criou ilustrações para campanhas publicitárias de marcas como Schincariol, Univias, Tim e Grandene. Realizou seis exposições individuais – Vida Doméstica: A Cozinha Animada de Carol W. (2004), Amigos Imaginários (2007), Meu Reino por um Caramelo! (2009 e 2010), Bibelô (2011), Eu fico com a Pureza (2013) e A Escuridão Que Me Clareia (2016) – sendo que duas delas foram itinerantes. Ilustrou quatro livros infantis e ministra diversas oficinas de Papel Maché, inclusive em Portugal, nas cidades de Lisboa, Porto, Leça da Palmeira e Caldas da Rainha, entre os meses de abril e maio de 2008.

kemioshiro1blog(descrição da imagem) Na foto colorida e vertical, uma boneca de papel machê colorido, suavemente iluminada, está em pé, voltada para a esquerda, sobre uma pequena superfície de ripas de madeira rústica afixada a uma parede branca. Uma grande gota azul clara envolve sua cabeça inteira, deixando de fora apenas o rosto redondo e rosado, de olhos miúdos e verdes, bochechas coradas e boca arredondada. Segura junto ao peito, entre seus braços muito compridos e fininhos e mãos de dedos delicados, um peixe branco e iluminado, com a bocarra de dentes afiados aberta. Da testa do peixe sai uma haste longa e curva que tem na ponta uma lâmpada acesa em forma de bolota. A boneca tem a silhueta arredondada e usa um vestido de gola branca com o peito e as mangas vermelhos e a saia em formato de pétalas largas, uma roxa, outra azul e outra, ainda, amarela. Suas pernas também são fininhas e ela está de meias listradas em branco e preto e galochas verdes. (fim da descrição) Foto: Kemi Oshiro.

A Escuridão Que Me Clareia fica em cartaz no Vila Flores até 24 de novembro, de terça a sábado, das 14h às 19h. Dia 22 de novembro, terça-feira, haverá uma degustação às cegas preparada por Debora Herjean, do Café Mineraux, e, no dia seguinte, quarta, 23, Carol W. ministrará uma oficina de construção de bonecos em papel – para esta atividade a inscrição é a doação de 1kg de alimento não-perecível.

kemioshiro3blog(descrição da imagem) Na foto colorida e vertical, uma boneca de papel machê rosado, suavemente iluminada, está em pé, de frente, sobre um pequeno caixote de madeira rústica em cima de uma tora de árvore. Está despida e ramos em tons de verde, azul e cinza envolvem seu corpo do pescoço até os pés. Tem cabelos azuis, os olhos fechados, nariz reto e longo e seus lábios em forma de coração cor de uva também estão fechados, em uma expressão serena de quem dorme. (fim da descrição) Foto: Kemi Oshiro.

Visita de exploração tátil com mediação audiodescrita à exposição A Escuridão Que Me Clareia, de Carol W., com entrada franca.
Onde:
Centro Cultural Vila Flores (Rua São Carlos, 765, na altura da Rua Hoffmann – Bairro Floresta).
Quando: 18 de novembro, sexta-feira, às 19h.
Duração aproximada: 60 minutos.
Ponto de encontro: Zaffari da Cristóvão (Avenida Cristóvão Colombo, 1271, esquina com a Rua Hoffmann), a partir das 18h30. Partida para o Vila Flores às 18h45.
Inscrições para o ponto de encontro: e-mail ovniacessibilidade@gmail.com ou fones (51) 9845 12115 ou (51) 9920 81176.
Apoio: Brilia LED e EducAR Intercâmbios.
Parceiros: Luz Feito à Mão – Oficina de Iluminação, Claraluz Iluminação, Armazém Sonoro, Hackerspace Matehackers, Ksulo, Estúdio Hybrido, OVNI Acessibilidade Universal, Priscila Passos D’Avila – Psicóloga Clínica, Maciel Goelzer Fotografia, Gráfica RJR, Café Mineraux, Vila Flores.

Opções de transporte coletivo com parada na Avenida Cristóvão Colombo na altura da Rua Hoffmann:
Ônibus

T5 – Transversal 5
608 – IAPI
610 – Minuano
611 – Lindoia
617 – Iguatemi
620 – Iguatemi / V. Jardim
637 – Chácara das Pedras
TR61 – Cristóvão Colombo
671 – Carlos Gomes / Salso

Lotação
50.6 – Guerino / Lindoia
50.8 – Higienópolis – Benjanin Constant
50.81 – Higienópolis – Hospital Militar

E o Açorianos de Destaque em Cerâmica vai para… Marcia Braga, por “Este Corpo Já foi Meu”!

este corpo ja foi meu_neycaminha
(descrição da imagem) Na foto colorida e horizontal, as mãos de duas pessoas tocam uma escultura semi-esférica cuja superfície é composta por bolotas de lã marrom das quais brotam esferas de cerâmica bege de vários tamanhos. No rodapé, à direita, o crédito ao fotógrafo: @neycaminha. (fim da descrição)

Sexta-feira megafeliz aqui na OVNI: ontem, 26, à noite, nossa querida amiga e parceira Marcia Braga ganhou o Destaque em Cerâmica no 9º Prêmio Açorianos de Artes Plásticas, concedido pela Secretaria da Cultura de Porto Alegre, pela exposição Este Corpo Já Foi Meu.

As 20 esculturas produzidas por Marcia, combinando pequenas formas arredondadas, achatadas e pontiagudas de cerâmica a materiais como meias-calças, espuma, lã, esmalte de unhas e aviamentos, estiveram expostas no Vila Flores entre maio e junho passados e também foram apreciadas por cerca de 30 pessoas com deficiência visual em uma visita de exploração tátil com mediação audioescrita pela OVNI Acessibilidade Universal. No ano passado, Marcia também já tinha levado para casa o Açorianos de Destaque em Cerâmica pela exposição Tactilis, no Studio Clio.

Como a gente dizia lá na divulgação da visita com audiodescrição, Marcia produz “arte visual para tocar, sentir, escutar. Arte visual que te toca, desperta outros sentidos, que se desfruta também com as mãos, pelos ouvidos. Arte visual também para quem não enxerga e, feito todo mundo, é sensível à beleza. Arte visual acessível e inclusiva, como tudo no mundo deveria ser”.

Parabéns, parabéns, parabéns, Marcia! Estamos com o sorriso nas orelhas por mais esse reconhecimento ao teu trabalho tão raro e precioso. Vida longa a ti e à arte acessível que faz bem para todo mundo!

PS: E a audiodescrição, que desde 2012 traz sorte aos filmes do Festival de Cinema de Gramado, agora também atrai boas vibrações às artes visuais. Que venha muito mais reconhecimento aos artistas que entendem a importância de produzir cultura para todos!

Atenção: foi transferida para dia 3 de junho a visita de exploração tátil com mediação audiodescrita à exposição Este Corpo Já Foi Meu

A promessa dos rodoviários de paralisarem o sistema de transporte coletivo em Porto Alegre/RS no dia 29, sexta-feira, motivou a mudança na data da atividade

Em razão da provável paralisação dos ônibus em Porto Alegre/RS na próxima sexta-feira, 29, a artista Márcia Braga, a OVNI Acessibilidade Universal e a administração do Centro Cultural Vila Flores optaram por realizar a visita de exploração tátil com mediação audiodescrita à exposição Este Corpo Já Foi Meu no dia 3 de junho, quarta-feira, no mesmo horário, das 19h30 às 20h30. As vagas são limitadas e as inscrições seguem abertas pelo e-mail ovniacessibilidade@gmail.com ou pelos fones (51) 3414 0774, (51) 3414 4690, (51) 8451 2115 e (51) 9208 1176. Para quem desejar, o ponto de encontro está mantido no portão central do Zaffari da Cristóvão Colombo (Avenida Cristóvão Colombo, 1271, esquina com a Rua Hoffmann), às 19h. Às 19h15, o grupo reunido sairá rumo ao Vila Flores, a uma quadra do supermercado.

Visita de exploração tátil com mediação audiodescrita à exposição Este Corpo Já Foi Meu, de Márcia Braga, com entrada franca.
Onde: Centro Cultural Vila Flores (Rua São Carlos, 765, na altura da Rua Hoffmann – Bairro Floresta).
Quando: 3 de junho, quarta-feira, às 19h30.
Duração aproximada: 60 minutos.
Inscrições: e-mail ovniacessibilidade@gmail.com ou fones (51) 3414 0774, (51) 3414 4690, (51) 8451 2115 e (51) 9208 1176.
Ponto de encontro: Zaffari da Cristóvão (Avenida Cristóvão Colombo, 1271, esquina com a Rua Hoffmann), às 19h. Partida para o Vila Flores às 19h15.
Apoio: Estúdio Hybrido e Centro Cultural Vila Flores.

Opções de transporte coletivo com parada na Avenida Cristóvão Colombo na altura da Rua Hoffmann:
Ônibus

T5 – Transversal 5
608 – IAPI
610 – Minuano
611 – Lindoia
617 – Iguatemi
620 – Iguatemi / V. Jardim
637 – Chácara das Pedras
TR61 – Cristóvão Colombo
671 – Carlos Gomes / Salso

Lotação
50.6 – Guerino / Lindoia
50.8 – Higienópolis – Benjanin Constant
50.81 – Higienópolis – Hospital Militar

este corpo ja foi meu_neycaminha(descrição da imagem) Na foto colorida e horizontal, as mãos de duas pessoas tocam uma escultura semi-esférica cuja superfície é composta por bolotas de lã marrom das quais brotam esferas de cerâmica bege de vários tamanhos. No rodapé, à direita, o crédito ao fotógrafo: @neycaminha. (fim da descrição)

Exposição Este corpo já foi meu receberá visita de exploração tátil com mediação audiodescrita

este corpo ja foi meu_neycaminha(descrição da imagem) Na foto colorida e horizontal, as mãos de duas pessoas tocam uma escultura semi-esférica cuja superfície é composta por bolotas de lã marrom das quais brotam esferas de cerâmica bege de vários tamanhos. No rodapé, à direita, o crédito ao fotógrafo: @neycaminha. (fim da descrição)

Obras da artista Márcia Braga estarão acessíveis ao toque do público no dia 29 de maio, no Centro Cultural Vila Flores, em Porto Alegre/RS, com entrada franca

Arte visual para tocar, sentir, escutar. Arte visual que te toca, desperta outros sentidos, que se desfruta também com as mãos, pelos ouvidos. Arte visual para quem não enxerga e, feito todo mundo, é sensível à beleza. Arte visual acessível e inclusiva, como tudo no mundo deveria ser.

A OVNI Acessibilidade Universal e a artista visual e arquiteta Márcia Braga promovem no dia 29 de maio, sexta-feira, às 19h30, uma visita de exploração tátil com mediação audiodescrita à exposição Este corpo já foi meu, no Centro Cultural Vila Flores (Rua São Carlos, 765, na altura da Rua Hoffmann – Bairro Floresta), com entrada franca. Para quem desejar, um grupo sairá às 19h15 do portão central do Zaffari da Cristóvão Colombo (Avenida Cristóvão Colombo, 1271, esquina com a Rua Hoffmann), a uma quadra do local. As vagas são limitadas e as inscrições devem ser feitas pelo e-mail ovniacessibilidade@gmail.com ou pelos fones (51) 3414 0774, (51) 3414 4690, (51) 8451 2115 e (51) 9208 1176.

A exposição é constituída por 11 aguadas de nanquim sobre papel canson e 20 esculturas produzidas a partir de pequenas formas arredondadas, achatadas e pontiagudas modeladas em cerâmica e combinadas a materiais como meias-calças, espuma, lã, esmalte de unhas e aviamentos. O resultado são peças coloridas de superfície almofadada e flexível que contrasta com a textura rígida da argila queimada, algumas muito leves e outras, suspensas nas paredes ou no teto, mais pesadas. As figuras evocam seres marinhos como anêmonas, poríferos e mamíferos, compondo uma fauna onírica, fantástica e exótica.

As obras foram produzidas nos últimos dois anos por Márcia Braga (Santo Ângelo/RS, 1973), que teve sua primeira exposição individual, Tactilis, apresentada em 2013 no StudioClio e agraciada com o Destaque em Cerâmica do Prêmio Açorianos. Este corpo já foi meu também é a primeira exposição individual a ocupar o galpão do Centro Cultural Vila Flores, espaço inovador em Porto Alegre que abriga, em um terreno de 1,4 mil m2, núcleos de educação, cultura e negócios criativos instalados em um complexo arquitetônico projetado no início do século 20 pelo arquiteto José Franz Seraph Lutzenberger e formado por três edificações e um pátio. Márcia, que recebeu o Prêmio de Incentivo à Criatividade no 20º Salão de Artes Plásticas da Câmara de Vereadores de Porto Alegre, integra a Associação Cultural Vila Flores, o Bando do Barro e é idealizadora e ativadora do Projeto Vizinhança e do Café na Calçada.

Visita de exploração tátil com mediação audiodescrita à exposição Este Corpo Já Foi Meu, de Márcia Braga, com entrada franca.
Onde: Centro Cultural Vila Flores (Rua São Carlos, 765, na altura da Rua Hoffmann – Bairro Floresta).
Quando: 29 de maio, sexta-feira, às 19h30.
Duração aproximada: 60 minutos.
Inscrições: e-mail ovniacessibilidade@gmail.com ou fones (51) 3414 0774, (51) 3414 4690, (51) 8451 2115 e (51) 9208 1176.
Ponto de encontro: Zaffari da Cristóvão (Avenida Cristóvão Colombo, 1271, esquina com a Rua Hoffmann), às 19h. Partida para o Vila Flores às 19h15.
Apoio: Estúdio Hybrido

Opções de transporte coletivo com parada na Avenida Cristóvão Colombo na altura da Rua Hoffmann:
Ônibus

T5 – Transversal 5
608 – IAPI
610 – Minuano
611 – Lindoia
617 – Iguatemi
620 – Iguatemi / V. Jardim
637 – Chácara das Pedras
TR61 – Cristóvão Colombo
671 – Carlos Gomes / Salso

Lotação
50.6 – Guerino / Lindoia
50.8 – Higienópolis – Benjanin Constant
50.81 – Higienópolis – Hospital Militar