audiodescrição aberta

Mãos ao barro com audiodescrição da OVNI!

(texto) A Secretaria de Estado da Cultura apresenta:
Vila Flores Uma Experiência Aberta Dois.
Oficina de Cerâmica Sensorial com Miriam Gomes e OVNI Acessibilidade Universal.
25 de abril, das 8h às 12h. Atividade gratuita.
Realização: Vila Flores.
Financiamento: Pró-cultura RS e Governo do Estado do Rio Grande do Sul – Secretaria da Cultura.
(descrição da imagem) O card quadrado com moldura em azul claro tem como fundo duas fotos idênticas de um dos prédios do Vila Flores, uma com filtro vermelho e a outra com filtro ciano, uma misturas das cores azul e verde. As fotos estão sobrepostas e ligeiramente deslocadas na horizontal, criando um efeito de imagem borrada, como as que são vistas com óculos 3D. O prédio tem três andares, com portas e janelas no térreo e também sacadas nos demais andares. No topo, é possível identificar as características águas-furtadas, que são como sótãos que se erguem do telhado de telhas de barro. O texto, em letras maiúsculas brancas, com alguns trechos sobre faixas em azul claro, está distribuído por todo o card. No rodapé, os logotipos do Vila Flores, do Pró-cultura e do Governo estadual. (fim da descrição)

Tá chegando mais uma oficina de cerâmica sensorial com as artistas incríveis que dividem conosco o espaço no Vila Flores. Desta vez, como parte da segunda edição do projeto Vila Flores – Uma experiência aberta, financiado pelo Pró-cultura RS. É na manhã do dia 25 de abril, no Vila (Rua São Carlos, 753 – Floresta – Porto Alegre/RS). A maioria das vagas foi preenchida por alunos da rede pública do entorno, mas restam algumas para o público externo. As inscrições são pelo email educativo@vilaflores.org.

Opções de transporte coletivo com parada na Avenida Cristóvão Colombo, na altura da Rua São Carlos:
Ônibus

T5 – Transversal 5
608 – IAPI
610 – Minuano
611 – Lindoia
617 – Iguatemi
620 – Iguatemi / Vila Jardim
637 – Chácara das Pedras
TR61 – Cristóvão Colombo
671 – Carlos Gomes / Salso

Lotação
50.6 – Guerino / Lindoia
50.8 – Higienópolis – Benjanin Constant
50.81 – Higienópolis – Hospital Militar

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OVNI faz audiodescrição aberta do espetáculo Brasil Pequeno Itinerante no evento Tardes Brincantes, do projeto Vila Flores – Uma Experiência Aberta

Com bonecos em miniatura, peça de teatro narra poeticamente histórias sobre brasileiros simples. É no próximo sábado, 24, no Vila Flores, com entrada franca.

O espetáculo Brasil Pequeno Itinerante, de e com Genifer Gerhardt, está na programação do evento Tardes Brincantes, que integra o projeto Vila Flores – Uma Experiência Aberta, e terá audiodescrição aberta da OVNI Acessibilidade Universal no próximo sábado, às 17h, no Vila Flores (acesso pela Rua São Carlos, 753, na altura da Rua Hoffmann, Bairro Floresta), com entrada franca.

Para quem desejar, um grupo se reunirá às 16h no portão central do Zaffari da Cristóvão Colombo (Avenida Cristóvão Colombo, 1271, esquina com a Rua Hoffmann), a uma quadra do local, com saída 16h20 para o Vila Flores. Confirme sua presença no grupo pelo e-mail ovniacessibilidade@gmail.com ou pelos fones (51) 3414 4690, (51) 8451 2115 ou (51) 9208 1176.

Brasil Pequeno Itinerante traz bonecos de biscuit em miniatura para relembrar pessoas e histórias que Genifer Gerhardt conheceu em suas andanças pelo Brasil. O figurino que também é cenário, a música ao vivo, a linguagem singela e a interação com o público estabelecem um encontro pleno de poesia, emoção e encantamento.

tardes-brincantesA Secretaria de Estado da Cultura apresenta:
Vila Flores – Uma Experiência Aberta.
Tardes Brincantes.
Ato Espelhado Companhia Teatral e convidados:
Oficina de Brinquedos com Eliane Bruél e Teatro Lambe-Lambe com Alex Anderson (Trupi di Trapu).
Apresentação do espetáculo Brasil Pequeno Itinerante*.
Dia 24/09, sábado, das 15h às 18h.
Local: Vila Flores – Rua Hoffmann, 459.
*Espetáculo com audiodescrição da OVNI Acessibilidade Universal.
Evento gratuito.
Mais informações em: www.vilaflores.net/experiencia-aberta
Realização:
Vila Flores Associação Cultural.
Financiamento:
Pró-Cultura RS, Secretaria da Cultura e Governo do Estado do Rio Grande do Sul – Todos Pelo Rio Grande.
(descrição da imagem) O e-flyer tem fundo cor de tijolo todo preenchido por tracinhos desenhados em tom ligeiramente mais claro. Na metade direita, uma foto quadrada de fundo azul claro mostra o bonequinho de um homem idoso e magro, de pele muito branca, calvo, com a camisa branca aberta e calças pretas, em pé, de braços abertos manipulados por duas mãos, logo atrás de dois bonequinhos de bois brancos e magrinhos, os três sobre um caminho feito por quatro mãos unidas. O texto, em letras que parecem escritas a mão, amarelas, azuis, pretas e brancas, está na metade esquerda do e-flyer, com dois blocos sobre faixas brancas pinceladas. Abaixo da foto, as logomarcas do realizador e dos financiadores. (fim da descrição)

SOBRE GENIFER GERHARDT E BRASIL PEQUENO ITINERANTE
Genifer Gerhardt é palhaça e bonequeira. Tendo viajado em 2009 por povoados do Brasil, percebeu que havia feito ali uma colheita valiosa: tomara conhecimento de histórias lindas e diversas provindas de pessoas distantes. Porém a distância não trazia afastamento – pelo contrário, as histórias revelavam o humano idêntico que há em cada um de nós, sentimentos e emoções comuns.

Do andar e sua repercussão, a artista ganhou dois prêmios nacionais: PRÊMIO AGENTE JOVEM DA CULTURA: DIÁLOGOS E AÇÕES INTERCULTURAIS, que visou identificar, reconhecer, valorizar e divulgar iniciativas culturais já realizadas e com comprovado impacto cultural – e PRÊMIO FUNARTE DE TEATRO MYRIAM MUNIZ/2012, que viabilizou a montagem do espetáculo “Brasil Pequeno”. Nascia ali um espetáculo minimalista que passou a disseminar as histórias ouvidas nos povoados. Das pessoas, Genifer criou bonecos em miniatura; das histórias fez canção e contação miúda.

Porém, em uma temporada de 12 apresentações em residências de Porto Alegre/RS, as histórias se multiplicaram: passava a contar, mas também passava a ouvir. Novas histórias ouvidas e surgiu a vontade de contar estas também, além de dialogar com públicos distintos. Surgia o Brasil Pequeno Itinerante, um espetáculo pensado para rua, com histórias distintas das apresentadas no Brasil Pequeno, mas mantendo a mesma proposta e conceito: falar da pequenez com a miudeza de bonecos, objetos, cantigas e detalhes em um figurino que é também cenário. Olho no olho, a proximidade na imensidão.

O espetáculo andante teve sua estréia em abril de 2014, com oito apresentações no 6º Festival de Teatro de Rua de Porto Alegre – encenações em bairros periféricos, centrais e penitenciária. Os locais interferiam diretamente na encenação na medida em que buscava aproximar-se do público, distinto e único como é o público de rua. A maneira interativa de contar as histórias ao lidar com a participação do público leva à peça um frescor e presença singulares onde é apresentada. São características marcantes de uma proposta que quer e busca diálogo permanente com a rua, seus passantes e suas histórias: sempre distintas, mas sempre semelhantes.

Brasil Pequeno Itinerante assim carrega em si a ideia de que qualquer história, se bem contada, pode levar à poesia e ao encontro. Ao contrário do Brasil Pequeno, que tem um início, meio e fim definidos, no Itinerante as histórias podem mudar, as personagens reais também, mas permanecem a delicadeza e o cuidado em cada conto.

Espetáculo de teatro Brasil Pequeno Itinerante com audiodescrição aberta e entrada franca.
Onde: Centro Cultural Vila Flores (Rua São Carlos, 753, na altura da Rua Hoffmann, Bairro Floresta).
Quando: 24 de setembro, sábado, às 17h.
Duração aproximada: 45 minutos.
Ponto de encontro: Zaffari da Cristóvão (Avenida Cristóvão Colombo, 1271, esquina com a Rua Hoffmann), a partir das 16h. Partida para o Vila Flores às 16h20.
Inscrições para o ponto de encontro: e-mail ovniacessibilidade@gmail.com ou fones (51) 3414 4690, (51) 8451 2115 ou (51) 9208 1176.

Opções de transporte coletivo com parada na Avenida Cristóvão Colombo na altura da Rua Hoffmann:
Ônibus

T5 – Transversal 5
608 – IAPI
610 – Minuano
611 – Lindoia
617 – Iguatemi
620 – Iguatemi / V. Jardim
637 – Chácara das Pedras
TR61 – Cristóvão Colombo
671 – Carlos Gomes / Salso

Lotação
50.6
– Guerino / Lindoia
50.8 – Higienópolis – Benjanin Constant
50.81 – Higienópolis – Hospital Militar

A Menina do Cabelo Vermelho circula pelo RS e PR com audiodescrição da OVNI e tradução para LIBRAS

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Ministério da Cultura e Petrobras apresentam:
A Menina do Cabelo Vermelho, um espetáculo da Las Brujas cia de teatro & artes integradas.
Viamão/RS: 7 de julho, 10h e 15h, Colégio Stella Maris (Rua Coronel Mário Antunes da Veiga, 453, Centro).
São José dos Pinhais/PR: 21 de setembro, 10h e 15h, Teatro do SESI (Rua XV de Novembro, 1800, Centro).
Santo Antônio da Patrulha/RS: 27 de setembro, 10h e 15h, Qorpo Santo Centro de Convenções (Rua Bolívia, 75 – 151).
Entrada gratuita.
Todas as apresentações terão audiodescrição aberta e tradução em LIBRAS.
Apoios:
Lei de Incentivo à Cultura.
OVNI Acessibilidade Universal – Informação e cultura para todo mundo.
Poneshi Centro de Yoga e Meditação – Continuação do Cosmelli Yoga Center.
CSM.
Fecomércio RS.
Sesc.
SESI.
Projeto:
Las Brujas cia de teatro & artes integradas.
Diana Manenti produção e arte.
Patrocínio:
BR Petrobras.
Realização:
Ministério da Cultura.
Brasil Governo Federal.
(descrição da imagem) O e-flyer colorido e horizontal, com fundo que lembra um céu azul cheio de nuvens branquinhas, é ilustrado na esquerda com uma foto da personagem Filó, a Menina do Cabelo Vermelho. Ela aparece da cintura para cima, de frente, com o rosto voltado para a direita e iluminado por uma luz dourada, sorrindo de olhos fechados, com os braços abertos e erguidos acima da cabeça. Filó tem longos cabelos vermelhos de lã enfeitados por uma faixa branca com lacinho e usa vestido branco de mangas curtas, decorado com espirais de vento azuis e brancas. Parece voar, levada por uma pipa vermelha e amarela com quatro lacinhos coloridos na rabiola. Ao centro, o título da peça está em grandes letras vermelhas que imitam a escrita à mão. Na direita, as informações sobre as apresentações estão em letras azuis escuras. No rodapé, as logomarcas dos apoiadores, das responsáveis pelo projeto, dos patrocinadores e dos realizadores. (fim da descrição)

Audiodescrição.
Roteiro: Kemi Oshiro, Lolita Goldschmidt e Mimi Aragón
Consultoria: Mariana Baierle.
Narração: Kemi Oshiro.

LIBRAS – Língua Brasileira de Sinais.
Tradutora e intérprete: Celina Nair Xavier Neta.

É Proibido Miar volta ao palco em curtíssima temporada em Porto Alegre/RS

Grande sucesso na temporada de inverno, espetáculo de teatro para crianças (de qualquer idade) com audiodescrição e língua de sinais feitas pelos próprios atores retorna ao Centro Histórico-Cultural Santa Casa nos dias 3 e 4 de outubro.

miar3(descrição da imagem) Na foto colorida e horizontal, os quatro atores da peça É Proibido Miar estão de frente, lado a lado, da cintura para cima, sorrindo, de macacões coloridos com capuzes com orelhinhas, e as pontinhas dos narizes levemente pintadas de preto, lembrando focinhos. Cada um faz o sinal em Libras correspondente a uma letra da palavra Miar. Na esquerda, Ju, a mais alta, branca e com olhos verdes, de macacão preto, cinza e branco, faz o M, com os dedos seu vizinho, pai de todos e fura-bolo apontados para baixo. Joana, negra, com grandes olhos castanhos – e o esquerdo levemente pintado de branco -, de macacão marrom, bege e branco, faz o I, com o mindinho apontado para cima. Dani, branca, com olhinhos bem pequenos e castanhos, de macacão laranja, pêssego e vermelho, faz o A, com todos os dedos fechados na palma da mão. Douglas, branco, com olhos castanhos arregalados, barba e boca aberta, de macacão vermelho, laranja e marrom, faz o R, com o fura-bolo e o pai de todos cruzados e apontados para cima. Ao fundo, cortinas escuras. (fim da descrição) Foto: Thais Fernandes.

O Bingo está de volta! Depois do grande sucesso da temporada em julho e agosto na Sala Álvaro Moreyra e no Teatro do Centro Histórico-Cultural Santa Casa, em Porto Alegre/RS, o espetáculo de teatro para crianças (de 1 a 100 anos!) É Proibido Miar, da MA Companhia – teatro, dança e assemelhados, retorna ao teatro da Santa Casa (Av. Independência, 75) para somente duas apresentações, nos dias 3 e 4 de outubro, sábado e domingo, às 16h (chegue 15 minutos antes para conferir o tour tátil pelo cenário conduzido pelo elenco).

Os ingressos a preços promocionais para venda antecipada já estão disponíveis na Livraria Bamboletras (Shopping Nova Olaria – R. General Lima e Silva, 776) a R$ 20, com 50% de desconto para idosos, estudantes, classe artística, pessoas com deficiência e funcionários da Irmandade da Santa Casa de Misericórdia de Porto Alegre. No teatro, podem ser adquiridos uma hora antes de cada apresentação a R$ 30, com a mesma política de descontos.

Sinopse:
Baseado no livro infantil homônimo de Pedro Bandeira, o espetáculo É Proibido Miar conta a história de Bingo, um filhote de cachorro que não via nenhum problema em miar, mas sua família e sua dona não pensavam como ele. E é aí que as coisas acontecem…

Acessibilidade:
É Proibido Miar traz uma proposta inédita em termos de acessibilidade no teatro: os próprios atores fazem a audiodescrição e a tradução para língua de sinais. A ideia é investigar o potencial criativo da audiodescrição como narrativa e da Libras como gestual, inserindo-as na concepção dramatúrgica e propondo uma linguagem teatral experimental. O programa da peça foi impresso em fonte ampliada e também em braille e no início do espetáculo o público é convidado a um tour tátil pelo cenário, conduzido pelo atores.

Ficha técnica:
Direção: Denis Gosch
Assistência de Direção: Ricardo Zigomático
Dramaturgia adaptada: Daniel Colin
Elenco: Dani Dutra, Douglas Dias, Joana Amaral e Juliana Kersting
Assessoria em LIBRAS: Joana Amaral
Assessoria em audiodescrição: Mimi Aragón (OVNI Acessibilidade Universal)
Coordenação pedagógica: Patrícia Colin
Trilha sonora original: Moysés Lopes e Alexandre Fritzen
Preparação vocal: Beto Chedid
Figurinos e adereços: Fabrízio Rodrigues
Cenário: Denis Gosch e Fabrízio Rodrigues
Iluminação: Casemiro Azevedo
Bilheteria: Simone Dornelles
Produção: Fio Produtora Cultural
Produção executiva: Débora Maier
Direção de produção: Juliana Kersting

miar2(descrição da imagem) Na foto colorida e horizontal, Joana está à esquerda e Ju à direita, ambas na penumbra, ligeiramente iluminadas por uma luz prateada, de macacões coloridos com capuzes com orelhinhas. Joana, negra, com grandes olhos castanhos – e o esquerdo levemente pintado de branco -, de macacão marrom, bege e branco, está de perfil, da cintura para cima, e nos olha de lado, com a testa franzida e a boca entreaberta, parecendo curiosa. À direita, Ju, branca, alta e de macacão preto, cinza e branco, aparece dos joelhos para cima e meio desfocada atrás de uma cortina escura que a luz deixa quase transparente. Ju tem a boca mais ou menos aberta e estende o braço direito na direção de Joana, parecendo chamá-la. (fim da descrição) Foto: Thais Fernandes.

O que afirma quem já assistiu:
“Foi tão criativa e me senti criança outra vez, pude acompanhar a cada instante como se eu estivesse fazendo parte da história.”
Patricia Rodrigues Witt, terapeuta ocupacional, surda (texto completo em http://surdezsilencioemvoodeborboleta.com/blog/2015/07/12/me-senti-tao-integrada-nessa-peca-libras-e-audio-descricao/).

“Agradeço de coração toda a atenção dispensada a mim e à Beatriz. Com certeza este momento ficará em nossa memória, como a primeira vez em que a levei ao teatro e também a primeira vez em que assistimos a um espetáculo onde fomos verdadeiramente incluídos.”
Emanuel Noimann, funcionário público, cego.

“”Realmente fora de série! Assisti com meu irmão Claudio Roberto, que é cego e com o André Luiz, seu filho de 4 anos. Meu irmão parecia uma criança, como o seu filho. Me emocionei por vê-lo tão feliz! Quando saímos, ele falou: ‘me senti dentro do palco’.”
Cecília Quaresma, aposentada.

“Divertido demais! (…) Na fila de entrada já fiquei contente ao abrir o programa/cartaz e ver fonte ampliada… (…) Imagina as pessoas com baixa visão, que coisa bem boa poder ler um programa de espetáculo, pq ali tem uma fonte que lhes permite isso! Inclusão! Ótimo acolhimento à diversidade! Fantástico observar as crianças da plateia tentando imitar os sinais de Libras, que os atores faziam e esticando a cabecinha pra cima, acompanhando o que a audiodescrição lhes apontava, lhes chamava a atenção. (…) Se pras crianças cegas isso é fundamental pra conhecerem o ambiente, pras crianças/pais que enxergam é (…) um despertar pros outros elementos que fazem uma cena, além do que está na sua frente. Tão legal explicar no início o que é Libras e o que é Audiodescrição e pra que serve! Libras já é mais conhecida, mas AD… puxa, quantas pessoas hoje foram pra casa entendendo este recurso!”.
Márcia Ilha Marques, funcionária pública.

“Fazia tempo que eu não surpreendia tanto com um espetáculo e fiquei realmente estarrecida quando vi “É Proibido Miar”, um espetáculo que eleva a palavra “inclusivo” para outro patamar. Eu já tinha ouvido falar que tinha audiodescrição (para cegos), que tinha libras (para surdos) mas achava que essas “traduções” eram externas à obra. Tomei um susto quando vi que estava tudo dentro, com os atores agindo enquanto se descrevem e falam em libras enquanto falam com a voz. (…) É um “espetáculo infantil” só porque acontece de tarde e a história que deu base à dramaturgia é infantil, mas os adultos se deliciaram. (…) É a minha recomendação pra quem quer ver algo diferente de tudo que já se viu.”
Dedé Ribeiro, produtora cultural (texto completo em https://dederibeiro.wordpress.com/2015/07/28/todos-iguais-todos-diferentes-todos-assistindo-teatro-bom/).

“Sucesso de público em todas as sessões. Muito bom receber uma peça que incorpora em sua dramaturgia recursos de acessibilidade, a fim de democratizar o acesso à cultura.”
Simone Pedrozo da Silveira, Centro Histórico-Cultural Santa Casa.

“A riqueza e fluidez da Libras e da Audiodescrição incorporadas à dinâmica e sensibilidade teatral uniram a todos na plateia em uma apreciação integrada. (…) Um trabalho que vai marcar a trajetória do teatro infantil! (…) Não deixem de assistir!”
Lisiane Medeiros, atriz.

“É um trabalho emocionante… Vai pegando o público e cativando até o emocionante e filosófico final.”
Carlos Azevedo, iluminador.

miar1(descrição da imagem) Na foto colorida e horizontal, Dani, Joana e Douglas estão de frente, da cintura para cima, de macacões coloridos com capuzes com orelhinhas. No meio e à frente está Joana, negra, com grandes olhos castanhos – e o esquerdo levemente pintado de branco -, de macacão marrom, bege e branco, sorrindo, com o braço esquerdo esticado para cima. Atrás dela, à esquerda, Dani, branca, de macacão laranja, pêssego e vermelho, desvia o rosto, os olhos fechados com força, as bochechas cheias e o dedo fura-bolo na frente da boca, fazendo cara de nojinho. Também atrás de Joana, à direita, Douglas, branco, de barba castanha, macacão vermelho, laranja e marrom, tapa o nariz e abre a boca, como se exclamasse: “Argh!”. Ao fundo, cortinas escuras. (fim da descrição) Foto: Thais Fernandes.

É Proibido Miar, espetáculo de teatro para crianças com audiodescrição e língua de sinais feitas pelos próprios atores.
Datas: 3 e 4 de outubro, sábado e domingo.
Hora: 16h (chegue 15 minutos antes para conferir o tour tátil pelo cenário conduzido pelo elenco).
Local: Teatro do Centro Histórico-Cultural Santa Casa (Av. Independência, 75). Estacionamento pago no local. Ambiente adaptado para receber também o público com deficiência física ou mobilidade reduzida.
Ingressos antecipados: R$ 20 (Livraria Bamboletras (Shopping Nova Olaria – R. General Lima e Silva, 776).
Ingressos no local (bilheteria aberta uma hora antes da apresentação): R$ 30.
Desconto: 50% para idosos, estudantes, classe artística, pessoas com deficiência e funcionários da Irmandade da Santa Casa de Misericórdia de Porto Alegre.
Informações: fones 51 9958 0519 (Débora Maier), 51 9217 1585 (Juliana Kersting) ou e-mail producao@eproibidomiar.com.br.

Opções de transporte coletivo com parada nas proximidades do Centro Histórico-Cultural Santa Casa:
Ônibus

T9 – Transversal 9
C3 – Circular 3
510 – Auxiliadora
608 – IAPI
637 – Chácara das Pedras

Lotação
05.1 e 05.11 – Rio Branco
30.3 – Santana
50.1 e 50.11 – Auxiliadora
50.2 – IAPI
50.3 e 50.31 – Montserrat
50.61 – Guerino/ Lindoia/ Auxiliadora

Las Brujas Cia de Teatro e feitiços e OVNI Acessibilidade Universal convidam para o workshop Produção Cultural – A Acessibilidade em Projetos de Teatro

A atividade, dia 29/09, às 15h, no Centro Cultural CEEE Erico Verissimo, com entrada franca, terá como ponto de partida o projeto A Menina do Cabelo Vermelho, contemplado pelo Programa Petrobras Distribuidora de Cultura 2015/2016.

A Las Brujas Cia de Teatro e feitiços e a OVNI Acessibilidade Universal realizam um workshop sobre acessibilidade em projetos de teatro no dia 29 de setembro, terça-feira, das 15h às 17h, na Sala Noé de Mello Freitas do Centro Cultural CEEE Erico Verissimo (R. dos Andradas, 1223 – Centro Histórico, Porto Alegre), com entrada franca. O workshop Produção Cultural – A Acessibilidade em Projetos de Teatro propõe como ponto de partida o projeto A Menina do Cabelo Vermelho, que teve a montagem do espetáculo homônimo financiada pelo Prêmio Funarte de Teatro Myriam Muniz 2012.

A Las Brujas Cia de Teatro abordará questões relativas à inclusão de recursos acessíveis (como a audiodescrição e a Libras – Língua Brasileira de Sinais) em projetos de teatro. Os resultados desse projeto serão exibidos em vídeo e áudio. A Cia recentemente foi contemplada para a circulação desse mesmo espetáculo pelo Programa Petrobras Distribuidora de Cultura 2015/2016, que prevê ações estendidas de recursos acessíveis, como oficinas e intercâmbio com grupos. E para tratar especificamente sobre a produção de acessibilidade, estará presente no workshop a OVNI Acessibilidade Universal, empresa com vasta experiência no mercado e que é parceira da Las Brujas em todas as ações que envolvem esse tema.

A parceria entre a Las Brujas Cia de Teatro e feitiços e as profissionais da OVNI Acessibilidade Universal iniciou-se em 2013, com a montagem do espetáculo de teatro infantil A Menina do Cabelo Vermelho, e consolidou-se com a iniciativa de realizar a primeira temporada de teatro infantil na Região Sul com o recurso de audiodescrição aberta em todas as sessões. A iniciativa pioneira resultou no convite para integrarem a programação da II IncludIt – Conferência Internacional para a Inclusão, em Leiria, Portugal, em julho de 2014. Além da participação em palestras e debates, foi apresentado na Praça Rodrigues Lobo o espetáculo Filó de Bolso – A Menina do Cabelo Vermelho com audiodescrição aberta.

Workshop Produção Cultural – A Acessibilidade em Projetos de Teatro
Realização: Las Brujas Cia de Teatro e feitiços e OVNI Acessibilidade Universal.
Promoção: Centro Cultural CEEE Erico Verissimo, Grupo CEEE e Governo do Estado do RS.
Data: 29 de Setembro de 2015, das 15h as 17h, Sala Noé de Mello Freitas, Centro Cultural CEEE Erico Verissimo (R. dos Andradas, 1223 – Centro Histórico, Porto Alegre).
Valor: entrada franca.
Informações: Las Brujas Cia de Teatro e feitiços
OVNI Acessibilidade Universal
lasbrujasciadeteatro@gmail.com
ovniacessibilidade@gmail.com
Público-alvo: Artistas, produtores e demais interessados no tema da acessibilidade.
Ministrantes: Diana Manenti e Lolita Goldschmidt (Las Brujas Cia de Teatro e feitiços), Mimi Aragón (OVNI Acessibilidade Universal).

Atividades do Grupo de Pesquisa de Linguagem Cênica Acessível recomeçam com Workshop de Audiodescrição para Teatro

A atividade marca a abertura do 2° ano do Grupo de Pesquisa de Linguagem Cênica Acessível, que investiga as possibilidades artísticas da audiodescrição no Teatro, e acontecerá no dia 30/04, às 14h, no Centro Cultural CEEE Erico Verissimo, com entrada franca.

O Grupo de Pesquisa de Linguagem Cênica Acessível, constituído em setembro de 2014 pela Las Brujas Cia de Teatro e feitiços e pelas audiodescritoras da OVNI Acessibilidade Universal, irá realizar um Workshop de Audiodescrição para Teatro no dia 30 de Abril, das 14h às 17h, na Sala Noé de Mello Freitas do Centro Cultural CEEE Erico Verissimo, com entrada franca. O evento marca o início do segundo ano da pesquisa do Grupo.

O Workshop irá abordar conceito e tipos de audiodescrição, seu público-alvo, técnicas de roteirização e narração, entre outros aspectos da aplicação do recurso nas artes cênicas. A proposta é também partilhar o conhecimento e as experiências produzidas ao longo do percurso de pesquisa e prática do Grupo, que no primeiro ano teve seu trabalho voltado para a audiodescrição aberta, buscando investigar as diferentes formas de utilizar o recurso no teatro, compreendendo improviso de cenas, criação de roteiro de audiodescrição e narração.

A parceria entre a Las Brujas Cia de Teatro e feitiços e as audiodescritoras da OVNI Acessibilidade Universal iniciou-se em 2013, com a montagem do espetáculo de teatro infantil A Menina do Cabelo Vermelho, e consolidou-se com a iniciativa de realizar a primeira temporada de teatro infantil na Região Sul com o recurso de audiodescrição aberta em todas as sessões. A iniciativa pioneira resultou no convite para integrarem a programação da II IncludIt – Conferência Internacional para a Inclusão, em Leiria, Portugal, em julho de 2014. Além da participação em palestras e debates, foi apresentado na Praça Rodrigues Lobo o espetáculo Filó de Bolso – A Menina do Cabelo Vermelho com audiodescrição aberta.

Workshop de Audiodescrição para Teatro – Grupo de Pesquisa de Linguagem Cênica Acessível.
Realização: Las Brujas Cia de Teatro e feitiços e OVNI Acessibilidade Universal
Promoção: Centro Cultural CEEE Erico Verissimo, Grupo CEEE e Governo do Estado do RS.
Data, horário e local: 30 de Abril de 2015, das 14h as 17h, Sala Noé de Mello Freitas, Centro Cultural CEEE Érico Veríssimo. (R. dos Andradas, 1223 – Centro Histórico, Porto Alegre).
Entrada franca.
Informações: Las Brujas Cia de Teatro e feitiços
OVNI Acessibilidade Universal
lasbrujasciadeteatro@gmail.com
ovniacessibilidade@gmail.com

Público-alvo: Artistas, produtores e demais interessados no tema da acessibilidade.
Ministrantes: Mimi Aragón e Kemi Oshiro, Lolita Goldschmidt, Diana Manenti e Dani Dutra.

Audiodescrição no teatro faz bem pra todo mundo!

Foto Oficina_santander_ovni(descrição da imagem) A foto colorida e horizontal mostra 18 pessoas posando sorridentes em uma sala que tem ao fundo uma parede bege, um telão e, à direita, um janelão e um banner com a logomarca do Santander Cultural. O grupo está distribuído em duas fileiras: atrás, 11 pessoas em pé e, na frente, sete pessoas agachadas. No rodapé, à direita, a data 27.02.2015. O piso da sala é de parquê. (fim da descrição)

A espaçonave da OVNI Acessibilidade Universal pousou no Santander Cultural, em Porto Alegre/RS, na semana passada, para uma oficina para lá de especial sobre a audiodescrição no teatro. Foram quatro dias de troca de experiências e vivências sobre o recurso aplicado às artes cênicas.

Além de conferirem o espetáculo Filó de Bolso (versão pocket de A Menina do Cabelo Vermelho, da Las Brujas Cia de Teatro e feitiços), exibido pela primeira vez no Brasil com audiodescrição, os participantes puderam conversar com Lívia Motta, audiodescritora da Ver Com Palavras com reconhecida atuação nacional na área da acessibilidade cultural, e com a atriz e produtora Lolita Goldschmidt, que partilhou sua experiência como audiodescritora roteirista, entusiasta e militante pela audiodescrição aberta em sua obra e pesquisa cênica.

Agradecemos a todos que participaram, viveram e acreditaram nessa troca e desejamos vida longa à acessibilidade e à construção coletiva de um mundo melhor para todos.

Filó de Bolso com audiodescrição aberta no Santander Cultural

filodebolso(descrição da imagem) A foto colorida e horizontal mostra, à esquerda, a atriz Diana Manenti, que aparece do peito para cima, de perfil, por trás de uma barra horizontal toda coberta por vários tecidos: preto com bolinhas brancas; listrado de preto e branco; vermelho; verde; amarelo. Diana usa uma máscara de miçangas em tons de marrom, branco, vermelho e amarelo que lhe cobre quase toda a cabeça, deixando à mostra só um olho arregalado e a boca contraída em um biquinho, como se assoprasse algo. Longos fios de sisal aplicados no topo da máscara imitam cabelos que descem em cascata pelo peito da atriz. Ela usa túnica roxa e tem um microfone tipo headset na altura do queixo. À direita, está pendurada sobre o tecido verde uma máscara feita com a fotografia do rosto da atriz Lolita Goldschmidt caracterizada como Filó, com um laçarote branco nos cabelos vermelhos de lã, olhos arregalados e boca escancarada. Ao fundo, desfocados, ramos de árvores contra a luz do dia. (fim da descrição) Foto: Renata Ibis

Ela conheceu terras distantes voando em sua pipa e agora chega a Porto Alegre para contar para todo mundo tudo o que descobriu em suas aventuras mundo afora. É a peça Filó de Bolso, versão pocket do espetáculo infantil A Menina do Cabelo Vermelho, da Las Brujas Cia de Teatro e feitiços, que estreou com audiodescrição aberta no ano passado, durante a II IncludIt – Conferência Internacional para a Inclusão, em Leiria, Portugal, e será apresentada pela primeira vez em formato acessível a pessoas com deficiência visual e surdas na Capital gaúcha. A atração, dia 26 de fevereiro, quinta-feira, às 18h, no Grande Hall do Santander Cultural, tem entrada franca.
A audiodescrição é da OVNI Acessibilidade Universal, com narração de Mimi Aragón. Simone Dornelles fará a mediação em Libras. A audiodescritora Lívia Motta, da Ver Com Palavras, estará na plateia conferindo a acessibilidade do espetáculo. Mais cedo, participa da oficina sobre audiodescrição no teatro ministrada pela OVNI no Santander Cultural. A atividade ocorre entre 24 e 27 de fevereiro e também contará com a presença da atriz e produtora Lolita Goldschmidt, que atua na peça Filó de Bolso ao lado de Diana Manenti. As vagas para a oficina estão esgotadas.

Espetáculo Filó de Bolso – A Menina do Cabelo Vermelho, com audiodescrição aberta e mediação em Libras.
Duração: 35 minutos.
Local: Santander Cultural – Grande Hall (Rua Sete de Setembro, 1028 – Praça da Alfândega – Porto Alegre/RS).
Quando: 26 de fevereiro.
Horário: 18h.
Vagas: por ordem de chegada, sujeito à lotação.
Faixa etária: livre.

Fevereiro vem aí com oficina de audiodescrição e espetáculo de teatro com AD aberta no Santander Cultural, em Porto Alegre/RS

A audiodescritora Lívia Motta, da Ver Com Palavras, estará na Capital gaúcha para acompanhar as atividades, que têm entrada franca

Uma oficina de sensibilização e introdução à audiodescrição e uma apresentação com AD aberta do espetáculo teatral Filó de Bolso, versão pocket de A Menina do Cabelo Vermelho, da Las Brujas Cia de Teatro e feitiços, no Santander Cultural, em Porto Alegre/RS, movimentam a OVNI Acessibilidade Universal em fevereiro. A programação contará com a presença da audiodescritora Lívia Motta, em um intercâmbio cultural entre a OVNI, a Las Brujas e a Ver Com Palavras, empresa de Lívia em São Paulo/SP com reconhecida atuação nacional na área da acessibilidade cultural. A oficina ocorre de 24 a 27 de fevereiro, das 14h às 16h30, e a sessão de teatro acessível é dia 26, às 18h. Todas atividades são gratuitas.

Oficina de audiodescrição
Objetivo: Sensibilizar o público sobre a importância de tornar espetáculos teatrais acessíveis a todo tipo de espectador e fazer a arte chegar ao maior número possível de pessoas.
Ministrantes: Mimi Aragón e Kemi Oshiro, audiodescritoras da OVNI Acessibilidade Universal, e Lolita Goldschmidt, atriz e produtora da Las Brujas Cia de Teatro e feitiços.
Local: Santander Cultural – Sala Multiuso.
Quando: de 24 a 27 de fevereiro, de terça a sexta-feira.
Horário: das 14h às 16h30.
Público-alvo: educadores e demais interessados.
Inscrições: diretamente com o Santander Cultural pelo e-mail ecult03@santander.com.br

Espetáculo Filó de Bolso – A Menina do Cabelo Vermelho, com audiodescrição aberta
Sinopse: Com linguagem dinâmica e duração de 35 minutos, o espetáculo conta as aventuras de Filó, uma menina de longos cabelos vermelhos que sonha em conhecer o mundo.
Local: Santander Cultural – Grande Hall.
Quando: 26 de fevereiro.
Horário: 18h.
Vagas: por ordem de chegada, sujeito à lotação.
Faixa etária: livre.

Santander Cultural
Rua Sete de Setembro, 1028 (Praça da Alfândega)
Centro Histórico | Porto Alegre/RS |Brasil
Telefone: 51 3287 5500
E-mail: scultura@santander.com.br
Site: www.santandercultural.com.br