Celina Xavier Neta

Shows do PoaJazzFestival terão audiodescrição da OVNI

Os nove shows no BarraShoppingSul com atrações nacionais e internacionais contarão com audiodescrição simultânea. Ações de formação de plateia no StudioClio e em escolas de Porto Alegre/RS também terão tradução e interpretação em LIBRAS.

(texto) Ministério da Cultura e BarraShoppingSul 10 anos apresentam:
PoaJazzFestival 4ª edição.
9, 10 e 11 de novembro. Centro de Eventos BarraShoppingSul.
O jazz nosso de cada dia.
Ingressos: www.blueticket.com.br
Facebook: portoalegrejazzfestival
www.poajazz.com.br
Lei de Incentivo à Cultura.
Patrocínio master: BarraShoppingSul 10 anos.
Patrocínio: Agibank e Dufrio.
Planejamento cultural: MS Produções.
Apoio cultural: StudioClio, IA UFRGS Instituto de Artes e Veterana Cerveja Artesanal.
Realização: Branco Produções, FlyAudio, Experimentais CriaCultura, Ministério da Cultura Governo Federal.
(descrição da imagem) O cartaz vertical tem fundo cinza que lembra a textura de um muro de cimento cru e é ilustrado, ao centro, pelo desenho aquarelado e em tons de azul de um saxofonista alado. Retratado dos joelhos para cima e de perfil, voltado para a esquerda, ele sopra a boquilha do instrumento em forma de jota, que sustenta com ambas as mãos. O nome do evento, em letras brancas maiúsculas, está à direita, sobre as asas do saxofonista. As demais informações, em letras pretas maiúsculas e minúsculas, estão distribuídas em quatro blocos ao redor da ilustração. No rodapé do cartaz, os logotipos em tons de cinza, preto e branco da Lei de Incentivo, dos patrocinadores, planejamento cultural, apoiadores e realizadores. No canto superior direito, em letras brancas maiúsculas, a assinatura Samba. (fim da descrição)

Em sua 4ª edição, o PoaJazzFestival terá audiodescrição simultânea em todos os shows, ao longo de três noites, e tradução e interpretação em LIBRAS na programação de debates e palestras. A produção de acessibilidade é da OVNI Acessibilidade Universal, com equipamento fornecido pela própria organização do Festival.

Os shows, nos dias 9, 10 e 11 de novembro, a partir das 20h (chegue às 19h para retirar seu ingresso, o equipamento e escutar a abertura da audiodescrição), ocorrem no Centro de Eventos do BarraShoppingSul (Av. Diário de Notícias, 300 – Cristal). Um número limitadíssimo de equipamentos e cortesias está à disposição do público usuário da audiodescrição. As reservas devem ser feitas exclusivamente pelo email ovniacessibilidade@gmail.com ou fone/Whatsapp 51 98451 2115. Esgotadas as cortesias, válidas para usuários da audiodescrição e um acompanhante cada, os ingressos para cada noite, a R$ 90, com 50% de desconto para pessoas com deficiência, estudantes ou pessoas com mais de 60 anos podem ser adquiridos pelo site Blueticket, com taxa de serviço, ou sem taxa nas lojas Multisom do Centro e dos shoppings Praia de Belas, Bourbon Ipiranga, Barra e Iguatemi. No dia de cada show, haverá bilheteria no local.

Os debates estão marcados para os dias 11, 14 e 20 de novembro, no StudioClio (R. José do Patrocínio, 698 – Cidade Baixa) e as palestras têm data e locais ainda a definir.

Sobre os shows:
Sexta-feira, dia 9 de novembro.
Marmota Jazz e Pedro Verissimo (Porto Alegre).

A Marmota foi fundada em 2011. Além de dois álbuns autorais, realizou shows em Porto Alegre, diferentes Estados do Brasil e países da Europa. Seu primeiro disco, Prospecto, foi lançado em 2015 e recebeu cinco indicações ao Prêmio Açorianos. A Margem, seu mais recente álbum, foi lançado em 2017 e traz sete composições autorais. Em 2018 o álbum é finalista do Prêmio Profissionais da Música, na categoria Artista Instrumental, ao lado de nomes como Yamandu Costa, Gabriel Grossi e Quarteto Radamés Gnatalli. A Marmota é formada pelos músicos André Mendonça (baixo acústico), Bruno Braga (bateria), Leonardo Bittencourt (piano) e Pedro Moser (guitarra).

Bourbon Sweethearts (Argentina).
O trio feminino de formação acústica traz um repertório de temas clássicos e composições próprias que fazem referência a gêneros musicais populares da primeira metade do século 20, como swing, calipso, blues e jazz. A Bourbon Sweethears se destaca por suas harmonias vocais e sua orquestração particular, tendo como principais influências The Andrews Sisters, Billie Holiday, The Mills Brothers e Josephine Baker. As meninas iniciaram sua trajetória em 2015 e já se apresentaram em lugares míticos da cena portenha, como Konex, Usina del Arte, Bebop Club, Thelonious Jazz Club, Notorious, Café Vinilo, Teatro Margarita Xirgu, Santos 4040, CC Matienzo, entre outros. Também participaram de diversos eventos no interior do país, como Salón Magallanes do Hotel Arakur de Ushuaia e diversos festivais como Festival Internacional de Jazz de Buenos Aires, Oh la la Fest, Festival de Jazz y Blues de Junín, Open Folk, Festival Macerar de Mar del Plata y de eventos como Sofar Sound Buenos Aires. O grupo é formado por Mel Muñiz (Voz, Violão Tenor e Ukelele), Cecilia Bosso (Voz e Contrabaixo) e Agustina Ferro (Voz e trombone).

Rudresh Mahanthappa (India).
Aclamado pela Pitchfork como “um dos melhores saxofonistas da atualidade”, o músico, compositor e educador Rudresh Mahanthappa é amplamente conhecido como uma das principais expressões do jazz do século 21. Ele tem mais de uma dúzia de álbuns gravados, incluindo o aclamado Bird Calls, que liderou as listas de melhores críticas no ano de 2015 e foi saudado pela PopMatters como “complexo, ritmicamente vital, livre de espírito e ainda em equilíbrio com estruturas mutantes”. Rudresh foi considerado por vários anos consecutivos o melhor saxofonista pela Revista Downbeat, da International Critics, pela Associação de Jornalistas de Jazz, pela revista Critics’Poll 2016, do JazzTimes Magazine, e pelo Village. Ele também recebeu o Guggenheim Fellowship e o Doris Duke Performing Artist Award, entre outros prêmios.

Sábado, dia 10 de novembro.
Vitor Arantes Quarteto (São Paulo).

Formado em 2014, o Vitor Arantes Quarteto tem trabalhado em um repertorio autoral inspirado em Hermeto Pascoal e Avishai Cohen, Tom Jobim e Tigran Hamasyan, Trio Corrente e Ari Hoenig. Formado por integrantes da Orquestra Jovem Tom Jobim, o grupo se encontra sob a tutela dos maestros Nelson Ayres e Tiago Costa e já acompanhou nomes como Cassio Ferreira, Leila Pinheiro, Alexandre Ribeiro, Ivan Lins, Sidmar Vieira, Josue dos Santos, Jorginho Neto e Leitieres Leite.

Mariano Loiácono Quinteto (Argentina).
Mariano começou seus estudos de piano aos oito anos. Aos doze, inicia-se no trompete na Escuela de Música Silvio Agostini, de Cruz Alta, em Córdoba, na Argentina. Dois anos depois, viaja a Rosário e depois a Buenos Aires para seguir estudando com Fernando Ciancio, solista da Orquestra Filarmônica do Teatro Colón. De volta a Rosário, ingressa como primeiro trompete da Orquestra Sinfônica Juvenil da Universidade Nacional de Rosário. Também integra a Orquestra de la Ópera de Rosario, executando obras como “La Bohème”, “Nabuco”, “Aída” e “O Barbeiro de Sevilla”, entre outras. Em 2004, começa a estudar harmonia e improvisação com o trompetista de jazz Juan Cruz de Urquiza e na EMC (Escola de Música Contemporânea, Berklee International Network). Segue estudando também com George Garzone, Jeremy Pelt, Scott Wendholt, tm Haggan, Eddie Henderson, Jim McNelly e Alex Sipiagin. Dividiu concertos e festivais com Jeff “Tain” Watts, Rufus Reid, Cyrus Chestnuts, Antonio Hart, Ugonna Okegwo, Adam Cruz, Dave Holland, Dave Douglas, Billy Cobham e Donnald Harrison.

Edu Ribeiro Quinteto (São Paulo).
O baterista virtuose, um dos mais conceituados da atualidade, toca no Trio Corrente e vem lançar seu novo disco em Porto Alegre.

Domingo, dia 11 de novembro.
Instrumental Picumã (Rio Grande do Sul).

Cinco músicos do Rio Grande do Sul reúnem-se em uma proposta instrumental para compartilhar ideias e experiências musicais adquiridas acompanhando e produzindo cantores e grupos musicais em espetáculos, gravações e festivais nativistas. O Instrumental Picumã retrata a música regional gaúcha com influências e fusões de outras culturas vizinhas ao Estado. A ideia é valorizar a sonoridade típica da música regional gaúcha por meio do acordeom de Paulinho Goulart e do violão de Matheus Alves, agregando choro e bossa nova com a flauta de Texo Cabral, ritmos latinos, como candombe, salsa e chacarera com o contrabaixo do uruguaio Miguel Tejera e a sonoridade afro-brasileira com a percussão de Bruno Coelho. No repertório, composições próprias e parcerias com nomes como Leandro Rodrigues e Zelito e releituras de compositores que os influenciam, como Tom Jobim, Hermeto Pascoal, Astor Piazzolla, Lito Vitale e Chick Corea.

Maurício Einhorm, Nelson Faria e Guto Wirtti (Rio de Janeiro).
Maurício Einhorn, unanimidade como gaitista brasileiro, com 85 anos de idade e 80 de gaita, é um dos melhores do mundo, tendo tocado com Sarah Vaughan, Nina Simone e Herbie Mann, entre outros. Com presença marcante no movimento Bossa Nova, compôs “Batida Diferente”, além de “Tristeza de nós dois”, “Estamos ai” e “Alvorada”. Nascido em 23 de março de 1963, em Belo Horizonte,MG, Nelson Faria é um dos mais expressivos músicos brasileiros, contabilizando em seu currículo a edição de oito livros didáticos, sendo dois nos EUA, Japão e Itália, catorze CDs, um DVD, uma videoaula, um App, além da participação, como músico e arranjador, em mais de 200 CDs de diferentes artistas nacionais e internacionais. Também assina o modelo de guitarra Condor Nelson Faria Signature.

Gilson Peranzzetta Trio (Rio de Janeiro).
Gilson Peranzzetta faz uma releitura de standards da MPB e do jazz com nova concepção harmônica, usando a clássica formação de trio – piano, baixo acústico e bateria. Cinco vezes vencedor do Prêmio da Música Brasileira, Peranzzetta assina a direção musical e arranjos de espetáculos. Nos últimos 25 anos, o Trio é citado como um dos mais criativos e inovadores da atualidade. Dois músicos completam o grupo: Zeca Assumpção, no contrabaixo acústico, e João Cortez, na bateria. As apresentações de Gilson Peranzzetta Trio possuem uma conotação de liberdade interpretativa, com espaços para improvisos e troca entre seus integrantes.

Sobre a acessibilidade:
Produção:
OVNI Acessibilidade Universal.
Audiodescrição: Mimi Aragón.
Consultoria: Rafael Braz.
Tradução e interpretação em LIBRAS nos debates e palestras para formação de plateia: Celina Xavier Neta.

Shows do PoaJazzFestival com audiodescrição simultânea.
Quando: dias 9, 10 e 11 de novembro.
Onde: Centro de Eventos do BarraShoppingSul (Av. Diário de Notícias, 300 – Cristal, Porto Alegre/RS).
Horário: das 20h às 24h, com intervalos de, no máximo, 20 minutos entre cada um dos três shows por noite. Chegue às 19h para retirar seu ingresso, o equipamento e escutar a abertura da audiodescrição.
Dia 9 de novembro, sexta-feira: Marmota Jazz e o convidado Pedro Verissimo (Brasil); Bourbon Sweethearts (Argentina) e Rudresh Mahanthappa (India).
Dia 10 de novembro, sábado: Vitor Arantes Quarteto (Brasil); Mariano Loiácono Quinteto (Argentina) e Edu Ribeiro Quinteto (Brasil).
Dia 11 de novembro, domingo: Instrumental Picumã (Brasil); Mauricio Einhorn, Nelson Faria e Guto Wirtti (Brasil) e Gilson Peranzzetta Trio (Brasil).
Reserva de cortesias e equipamento: email ovniacessibilidade@gmail.com ou fone/Whatsapp 51 98451 2115.
Ingressos por noite: R$ 90, com 50% de desconto para pessoas com deficiência, estudantes ou pessoas com mais de 60 anos.
Passaporte para as três noites: R$ 210, com 50% de desconto para pessoas com deficiência, estudantes ou pessoas com mais de 60 anos.
Compra antecipada: Blueticket (com taxa de serviço) ou lojas Multisom do Centro e dos shoppings Praia de Belas, Bourbon Ipiranga, Barra e Iguatemi (sem taxa).
Compra na hora: bilheteria no local.
Comodidades: gastronomia e kombis da Cerveja Veterana.

Opções de transporte coletivo com parada próxima ao BarraShoppingSul:
Ônibus
T3
– TRANSVERSAL 3
T4 – TRANSVERSAL 4
1102 – RESTINGA NOVA VIA TRISTEZA/BARRA SHOPPING
111 – RESTINGA VELHA (TRISTEZA)
1111 – RESTINGA VELHA(TRISTEZA) / SHOPPING
1112 – HÍPICA / TRISTEZA
149 – ICARAÍ
165 – COHAB
168 – BELÉM NOVO(VIA TRISTEZA)
170 – JARDIM DAS PALMEIRAS / CEL MASSOT
171 – PONTA GROSSA
173 – CAMAQUÃ
179 – SERRARIA
184 – JUCA BATISTA
186 – LIBERAL
187 – PADRE REUS
188 – ASSUNÇÃO
264 – PRADO
286 – BELÉM VELHO/CRISTAL / UFRGS
R1 – RÁPIDA / JARDIM VILA NOVA
R3 – RÁPIDA / NÚCLEO ESPERANÇA
R5 – RÁPIDA PONTA GROSSA
R81 – RÁPIDA CAMPO NOVO
R84 – RÁPIDA JUCA BATISTA

Lotação:
10.1
– TRISTEZA / ASSUNÇÃO
10.3 – CRISTAL / OTTO NIEMEYER
10.4 – IPANEMA
10.5 – GUARUJÁ
20.4 – JARDIM VILA NOVA

Cassio Scapin convida para a peça Eu Não Dava Praquilo, com audiodescrição e LIBRAS, em Porto Alegre/RS

Cassio Scapin, co-autor e ator de Eu Não Dava Praquilo, manda um recado pra gente aqui em Porto Alegre. Ele, que é magro e com a musculatura definida, tem a pele muito branca, cabelos pretos, curtos e lisos, rosto anguloso, sobrancelhas espessas, olhos castanhos amendoados, nariz adunco e boca ampla, com o lábio inferior mais carnudo que o superior, aparece no vídeo da cintura para cima, de camiseta azul de mangas curtas, em uma sala com teto e paredes brancos. No canto inferior direito, uma janela destaca a tradutora e intérprete de LIBRAS, Celina Xavier Neta. Clique neste link para saber mais sobre o espetáculo e as apresentações acessíveis em Porto Alegre.


Espetáculo contemplado pela seleção pública do Programa Petrobras Distribuidora de Cultura 2015/2016.

“Eu Não Dava Praquilo” faz minitemporada em Porto Alegre/RS com audiodescrição e interpretação em LIBRAS

Com Cassio Scapin, monólogo que homenageia o ofício teatral enfocando a vida da atriz, diretora e professora Myriam Muniz estará em cartaz nos dias 4, 5 e 6 de março, no Centro Histórico-Cultural da Santa Casa. A produção de acessibilidade é da OVNI Acessibilidade Universal e os ingressos já estão à venda.

Chega a Porto Alegre/RS, nos dias 4, 5 e 6 de março, o monólogo Eu Não Dava Praquilo, uma homenagem à atriz, diretora e professora Myriam Muniz, com Cassio Scapin, direção de Elias Andreato e patrocínio da Petrobras. Todas as sessões terão audiodescrição e interpretação em LIBRAS, recursos produzidos pela OVNI Acessibilidade Universal. O espetáculo foi contemplado pela seleção pública do Programa Petrobras Distribuidora de Cultura 2015/2016.

As apresentações ocorrem no teatro do Centro Histórico-Cultural da Santa Casa (Av. Independência, 75 – Centro), com sessões às 20h, na sexta e no sábado, e às 19h, no domingo. Os ingressos custam R$ 25 e já estão à venda no café do teatro (Phyto Bistrô), até 3 de março, das 14h às 18h. Nos dias de espetáculo, a bilheteria abre três horas antes de cada sessão. Há desconto de 50% para pessoas com deficiência (mediante apresentação do cartão para recebimento do Benefício de Prestação Continuada), idosos, estudantes e titulares do Clube do Assinante ZH, com um acompanhante.

Sinopse
O monólogo cômico-dramático evoca fatos pessoais e profissionais da vida de Myriam Muniz, homenageando também o ofício teatral e sua importância como agente de transformação, tanto individual quanto social. Para o co-autor do texto e intérprete Cassio Scapin, seria impossível contar a história dos palcos brasileiros sem falar na artista paulistana, dona de personalidade ímpar e que tinha uma forma igualmente única de representar. O diretor Elias Andreato considera Myriam Muniz uma sacerdotisa do teatro, com ensinamentos que marcaram profunda e apaixonadamente muitos artistas.

5D III
(descrição da imagem) A foto colorida e horizontal, com fundo preto, mostra Cassio Scapin em ação na peça Eu Não Dava Praquilo, sob um foco de luz branca, sentado em uma cadeira sobre um tablado circular de madeira clara, com um cigarro apagado na mão direita erguida na altura da cabeça. Magro, de pele clara e cabelos pretos penteados para trás, ele usa camiseta, calça e, sobre os ombros, um xale, tudo na cor preta, e está descalço. Tem a cabeça ligeiramente inclinada para trás, os olhos semicerrados e a boca entreaberta, como se falasse no momento da foto. Seu cotovelo esquerdo está apoiado no braço da cadeira. No tablado, à esquerda, uma caixa grande de fósforos, e, à direita, algumas folhas de papel. (fim da descrição) Foto: João Caldas Filho.

Cassio Scapin
Formado pela Escola de Arte Dramática da USP, Cassio Scapin é um dos grandes atores brasileiros. Participou de diversas telenovelas, filmes, minisséries e peças de teatro. Trabalha como ator profissional desde 1984 e, nos últimos anos, esteve nas peças “O Mistério de Irma Vap”, com direção de Marília Pêra, e “O Libertino”, com direção de Jô Soares. Na televisão, é muito reconhecido pela participação no Castelo Rá-Tim-Bum. Na TV Record, atuou na novela “Ribeirão do Tempo” e integra o elenco de “Escrava Mãe”, novela ainda inédita. No Multishow, esteve no ar no seriado “Trair e Coçar, é só Começar”. Recebeu os prêmios Mambembe, Governador do Estado, Associação Paulista dos Críticos de Arte – APCA e Apetesp, entre muitos outros. Por sua atuação em Eu Não Dava Praquilo, foi indicado aos Prêmios Shell, Quem e APCA, este conquistado em 2013. No currículo, reúne participações em mais de 30 projetos no teatro, 12 na televisão, além de concertos, longas e curtas-metragens.

Myriam Muniz
muniz-678x1024(descrição da imagem) A foto colorida e vertical, com fundo marrom desfocado, mostra Myriam Muniz do peito para cima; ela nos observa, séria, com a cabeça ligeiramente inclinada para a esquerda e uma das sobrancelhas arqueadas. É uma mulher idosa, branca, de cabelos grisalhos e longos, presos em uma trança, rosto oval, sobrancelhas escuras, olhos amendoados sob os óculos de grau retangulares e pretos, nariz grande e boca pequena, de lábios carnudos e rosados. Usa blusa escura sob um xale floreado e colar de pérolas. (fim da descrição) Foto: Divulgação.

 

 

Atriz, diretora e professora, Myriam Muniz (1931-2004) perpetuou seu nome na história do teatro brasileiro do século 20. Egressa da Escola de Arte Dramática, a paulistana descendente de portugueses e italianos passou pelo Teatro Oficina, Teatro Brasileiro de Comédia, Teatro de Arena e pelas companhias de Dulcina de Moraes e Nydia Licia, além de fundar o Centro de Estudos Macunaíma, hoje conhecido como Teatro Escola Macunaíma, uma das mais respeitadas instituições para formação de atores do País. Por lá passaram Paulo Betti, Eliane Giardini, Lília Cabral, Domingos Montagner e Cristina Pereira, entre outros. Atuou em dezenas de peças, filmes e algumas produções para a TV. Em 1975, Myriam dirigiu o mítico show “Falso Brilhante”, o mais bem-sucedido da carreira de Elis Regina, com quem se desentendeu durante os ensaios. Seu último trabalho foi no filme “Nina”, de Heitor Dália, lançado em 2004, no qual interpreta a avarenta e cruel dona Eulália. Sua trajetória artística está documentada nos livros “Giramundo: O Percurso de Uma Atriz – Myriam Muniz”, organizado por Maria Thereza Vargas, e “Myriam Muniz – uma pedagoga do teatro”, de Marcelo Braga. Em 2006, a Funarte criou o “Prêmio de Teatro Myriam Muniz”, para estimular e fomentar a produção e pesquisa de artes cênicas.

O que diz a crítica sobre Eu Não Dava Praquilo
“Ontem fui ao teatro assistir a peça Eu Não Dava Praquilo, que conta a história da vida da Myriam Muniz. Foi uma experiência única! O ator Cassio Scapin interpreta, sozinho, aquela mulher de forma tão espetacular e tão perfeita que tive a sensação de estar numa sessão espírita…”
Fábio Bibancos, Folha de S. Paulo.

“De fato, vemos Myriam. A Myriam de Cassio. E não somente porque Cassio consegue reproduzir inflexões de voz, cacoetes e modos de dizer da Myriam ‘de verdade’. Mas, sobretudo, porque a essência de Myriam empresta o corpo, os trejeitos, a voz e o olhar de Cassio para se fazer presente. (…) Eu Não Dava Praquilo é um espetáculo que nos lembra da sensação frequente de que não damos para essa tarefa hercúlea que é viver – e viver com consciência e plenitude. Mas justamente por reconhecermos que não nascemos prontos, que lapidar é preciso, que ainda tropeçaremos 40 mil vezes… é que aprendemos a estar vivos, a ser autônomos, a trabalhar nossos talentos e a lidar com nossas imperfeições. E, sim, sim, podemos alcançar fagulhas de felicidade. Isso nos disse a Myriam. Isso nos disse o Cassio.”
Maria Fernanda Vomero, Revista Época São Paulo.

“A montagem abre-se ao bom humor e às verdades cortantes. É feliz e inteligente ao dispensar a verossimilhança ou a caracterização para conversar diretamente com a maioria dos espectadores que desconhece a homenageada e não tem familiaridade com a cultura de teatro – e, no entanto, mostram-se embarcados. (…) Scapin harmoniza diferentes registros sem dificuldades. É narrador, Muniz e ele mesmo, ator.”
Valmir Santos, Teatrojornal – Leituras de Cena.

“O resultado é um belo monólogo, marcado por sutilezas e repleto de subtextos.”
Dirceu Alves Jr., Revista Veja São Paulo.

Ficha técnica do espetáculo
Roteiro: Cássio Junqueira e Cassio Scapin.
Elenco: Cassio Scapin.
Direção: Elias Andreato.
Figurino e Cenário: Fabio Namatame.
Iluminação: Wagner Freire.
Trilha Sonora: Jonatan Harold.
Assistente de Direção: André Acioli.
Produção Executiva: Angela Dória.
Fotos: João Caldas.
Programação Visual: Denise Bacellar.
Direção de Produção: Fernanda Signorini.
Realização: Signorini Produções e Dub Serviços Artísticos.
Produção local: Primeira Fila Produções.
Assessoria de Imprensa local: Bruna Paulin – Assessoria de Flor em Flor.
Este espetáculo foi contemplado pela seleção pública do Programa Petrobras Distribuidora de Cultura 2015/2016.

Ficha técnica dos recursos de acessibilidade
Produção de acessibilidade: OVNI Acessibilidade Universal.
Tradução e interpretação em LIBRAS: Celina Xavier Neta.
Roteiro de audiodescrição: Mimi Aragón.
Revisão: Rafael Braz.
Narração: Kemi Oshiro.
Equipamento: Grupo Evento (antiga A2 Sistemas Audiovisuais).
Equipe de apoio: Débora Maier, Eva Mothci e Tanira Lessa Flores Soares.

Sessões da peça Eu Não Dava Praquilo, em Porto Alegre/RS, com audiodescrição e interpretação em LIBRAS.
Quando | De 4 a 6 de março de 2016, sexta, sábado e domingo.
Onde | Teatro do Centro Histórico-Cultural da Santa Casa (Av. Independência, 75 – Centro).
Hora | Sexta (4) e sábado (5), às 20h, domingo (6), às 19h.
Ingressos | R$ 25, com 50% de desconto para pessoas com deficiência (mediante apresentação do cartão para recebimento do Benefício de Prestação Continuada), idosos, estudantes e titulares do Clube do Assinante ZH, com um acompanhante. Até 3 de março, no Phyto Café (Av. Independência, 75 – Centro), das 14h às 18h. No teatro, a bilheteria abre três horas antes de cada sessão.

Opções de transporte coletivo com parada nas proximidades do Centro Histórico-Cultural Santa Casa:
Ônibus

T9 – Transversal 9
510 – Auxiliadora
608 – IAPI
637 – Chácara das Pedras

Lotação
05.1 e 05.11 – Rio Branco
30.3 – Santana
50.1 e 50.11 – Auxiliadora
50.2 – IAPI
50.3 e 50.31 – Montserrat
50.61 – Guerino/ Lindoia/ Auxiliadora