Daniel Colin

Dois espetáculos da Mostra Pirlimpimpim de Teatro terão audiodescrição da OVNI Acessibilidade Universal

O Theatro São Pedro, em Porto Alegre/RS, recebe apresentações de Flamenco Imaginário e A Menina do Cabelo Vermelho nos dias 9 e 11 de outubro. Os ingressos a preços populares já estão à venda.


Ministério da Cultura e Pompeia apresentam:
Mostra Pirlimpimpim de Teatro.
De 9 a 14/10/2018, no Theatro São Pedro, em Porto Alegre/RS.
Lei de Incentivo à Cultura.
Patrocínio: Pompéia – É fácil ser fashion.
Agente cultural: Associação Amigos do Theatro São Pedro.
Apoio cultural: Gráfica Relâmpago e Secretaria da Educação – Governo do Estado do Rio Grande do Sul.
Realização: Theatro São Pedro – Porto Alegre/RS, Secretaria da Cultura, Turismo, Esporte e Lazer – Governo do Estado do Rio Grande do Sul, Ministério da Cultura – Governo Federal.
(descrição da imagem) O card colorido e horizontal tem fundo estampado com uma composição gráfica de estrelas, círculos e elipses em tons de rosa, azul, roxo, verde e laranja e é ilustrado com seis fotos circulares organizadas em duas linhas e três colunas, cada uma retratando uma cena dos espetáculos em cartaz na Mostra e contornada por uma das cores que compõem o fundo. Da esquerda para a direita, na linha de cima, Flamenco Imaginário; Nina, o Monstro e o Coração Perdido e A Menina do Cabelo Vermelho; na linha de baixo, João e Maria; Chapeuzinho Vermelho e O Maravilhoso Mágico de Oz. As informações sobre a Mostra, em letras bordôs, e os logotipos coloridos da Lei de Incentivo, do patrocinador, agente cultural, apoiadores e realizadores estão em dois círculos com fundo branco posicionados à esquerda, no início de cada linha de fotos. (fim da descrição)

Dois espetáculos de dança e teatro com audiodescrição produzida pela OVNI voltam a cartaz em Porto Alegre/RS, integrando a Mostra Pirlimpimpim de Teatro, no Theatro São Pedro. Flamenco Imaginário, da Cia Del Puerto, será apresentado na estreia da programação, dia 9, terça-feira, às 15h, com audiodescrição fechada, captada por rádios individuais com fones. No dia 11, quinta-feira, na mesma hora, é a vez de A Menina do Cabelo Vermelho, da Las Brujas Cia de Teatro e Artes Integradas, que terá audiodescrição aberta, acompanhada por todo o público da sessão.
Os dois espetáculos, assim como os outros quatro que participam da Mostra, também terão sessões matinais com tradução e interpretação em LIBRAS, sempre às 10h. Os ingressos a preços populares e com desconto já podem ser adquiridos na bilheteria do Theatro São Pedro ou pelo site vendas.teatrosaopedro.com.br. Mais informações pelos fones 51 3227.5300 e 51 3227.5100.

Sobre Flamenco Imaginário
Flamenco Imaginário é a primeira montagem para crianças da Cia Del Puerto e foi livremente inspirada no clássico “O corcunda de Notre-Dame”, de Victor Hugo. Em uma grande festa do pijama, o elenco traz à cena uma narrativa encantadora, que motiva a imaginação e os sentidos da plateia. Com trilha sonora e coreografia originais, Flamenco Imaginário foi indicado aos prêmios Tibicuera de Teatro Infanto-Juvenil e Açorianos de Dança, em 2016, e premiado nas categorias Produção, Figurino e Iluminação.
A partir das histórias de infância de cada bailarina, a proposta é expressar por meio da cultura flamenca e do sapateado americano vivências sobre bulling, preconceito e diferenças. A narrativa não é linear, mas uma sequência de cenas que instiga os adultos a olharem para sua criança interior e convida os pequenos a experimentarem ser diferentes. E, como nas brincadeiras infantis, uma situação se liga à outra e se modifica conforme a vontade.
Os figurinos inspirados na cultura flamenca propõem novas cores e texturas que atraem a criançada e transformam cada bailarina em um figura única: a flamenquita, a princesa e a cordobesa. O cenário combina referências aos vitrais da Catedral de Notre-Dame e a um quarto infantil em um dia de festa do pijama, com balões coloridos, baús, abajures e flores. A trilha sonora traz ritmos flamencos temperados com as músicas latino-americana e galega, além de sons de desenhos animados e uma referência à doce melodia de “Só você não vê”, dos gaúchos Nico Nicolaiewski e Fernando Pezão. Por fim, a luz que dá clima e tons às histórias também “dança” conforme a trilha sonora original e a coreografia com referência no baile flamenco.


(descrição da imagem) Na foto colorida e vertical, em fundo branco, a bailarina do Flamenco Imaginário, Grazi Silveira, segura um bauzinho aberto e vazio, forrado de azul claro com bolinhas pretas. Ela está à direita, em pé e de frente, nos encarando com expressão de surpresa, de olhos arregalados e boca escancarada. Grazi é bem branquinha e magrela, com cabelos pretos, compridos e encaracolados e olhos castanhos. Usa sombra azul, blush e batom cor-de-rosa. Seus cabelos estão enfeitados com uma tiarinha de crochê azul que lembra uma peineta, um enfeite típico das bailaoras flamencas. Ela usa blusinha rosa com babados e franjas azuis nas mangas roxas, curtas e bufantes; bermuda de cintura bem alta, cinza com bolinhas azuis, roxas, rosas e brancas, por cima de uma malha branca com bolinhas pretas; e sapatos de flamenco, de amarrar, com saltinho e forrados de pelúcia roxa bem felpuda. No chão, à esquerda, um caixote de feira e uma mala grande também forrados de azul claro com bolinhas pretas. Sobre a mala, uma xícara branca de cafezinho sobre um pires cor de laranja. (fim da descrição) Foto: Carlos Sillero.

Ficha técnica
Elenco: Daniele Zill, Graziela Silveira e Juliana Meirelles.
Coreografia: Juliana Prestes.
Direção: Denis Gosch.
Trilha sonora original: Giovani Capeletti.
Operação de som: José Derly.
Criação de luz: Leandro Gass.
Operação de luz: Daniel Fetter.
Produção: Ari Lopes.
Produção de audiodescrição: OVNI Acessibilidade Universal
Roteiro e narração: Mimi Aragón.
Consultoria: Rafael Braz.
Equipamento: Grupo Evento.

Sobre A Menina do Cabelo Vermelho
Buscando transmitir às crianças valores como curiosidade e respeito às diferenças de características físicas, culturais, sociais e raciais entre as pessoas, A Menina do Cabelo Vermelho está centrada em Filó, uma menina de cabelos vermelhos que gosta de imaginar muitas histórias. Por ser diferente e sem amigos, ela se sente sozinha em um universo sem cor. Levitando na imaginação, seu mundo gira em torno de objetos da casa, com os quais ela fala “pelos cotovelos” em seus devaneios. Até que um dia, brincando com sua pipa, Filó engata nos pensamentos, o vento sopra forte e ela voa mundo afora, passando por vários países, onde se depara com pessoas, roupas e hábitos distintos. Na trajetória, vivencia situações de medo, coragem, amizade, amor e, principalmente, graça e humor. Descobre no trabalho em conjunto, no respeito às diferenças e no companheirismo, a superação de suas dificuldades e a alegria de viver. Quando retorna para casa, passa a conquistar amigos no lugar onde mora e vira referência entre as crianças, a quem encanta com suas histórias cheias de diversidades sócio-culturais. Para abordar a temática da discriminação e do preconceito, a peça respeita a inteligência dos pequenos e une diferentes linguagens, entre elas teatro de atores, vídeo, teatro de objetos e sombras.


(descrição da imagem) A foto colorida e horizontal retrata os atores Denis Gosch e Lolita Goldschmidt sob uma iluminação em tons de amarelo e vermelho, caracterizados como personagens, em uma cena de A Menina do Cabelo Vermelho. Os dois aparecem de frente, lado a lado, da cintura para cima, um pouquinho curvados pra frente, com expressão apavorada, de testa franzida, olhos arregalados e boca escancarada, e braços abertos na altura da cintura, as mãos espalmadas. À esquerda, Denis usa boina vermelha, suéter amarelo com estampa xadrez e bermuda vermelha. À direita, Lolita usa peruca de fios vermelhos e longos, laçarote branco em volta da cabeça e vestido branco de mangas curtas e bufantes, enfeitado com espirais escuras. O fundo da foto é escuro. (fim da descrição) Foto: Juliano Ambrosini.

Ficha técnica
Direção: Daniel Colin.
Elenco: Denis Gosch, Diana Manenti, Lauro Fagundes e Lolita Goldschmidt.
Luz: Leandro Gass.
Trilha: Moyses Lopes.
Operação de trilha: Damon Meyer.
Figurinos: Cláudio Benevenga.
Acessórios: Margarida Rache.
Cenário: o grupo.
Produção: Las Brujas.
Produção de audiodescrição: OVNI Acessibilidade Universal.
Roteiro: Kemi Oshiro, Lolita Goldschmidt e Mimi Aragón.
Consultoria: Mariana Baierle.
Narração: Kemi Oshiro.


(descrição da imagem) O card colorido e quadrado tem fundo estampado com uma composição gráfica de estrelas e elipses em tons de rosa, azul, roxo, verde e laranja e traz, ao centro, um grande círculo branco que contém as informações sobre a Mostra, em bordô. O nome do evento está enfeitado com uma composição de estrelinhas e pontinhos. (fim da descrição)

Sobre a Mostra Pirlimpimpim de Teatro
A Mostra Pirlimpimpim de Teatro será de 9 a 14 de outubro, terça a domingo, no Theatro São Pedro. Estão programados seis espetáculos: Flamenco Imaginário; Nina, o Monstro e o Coração Perdido; A Menina do Cabelo Vermelho; João e Maria; Chapeuzinho Vermelho e O Maravilhoso Mágico de Oz. Cada um terá duas sessões diárias, às 10h e às 15h, com ingressos a preços populares, descontos especiais e gratuidade para alunos e professores da rede pública por meio de agendamento. Todos contarão com tradução e interpretação em LIBRAS.
Os ingressos para todas as sessões estão à venda na bilheteria do Theatro São Pedro ou pelo site vendas.teatrosaopedro.com.br com os seguintes valores:
R$ 40 (plateia e cadeira extra).
R$ 30 (camarote central).
R$ 20 (camarote lateral).
R$ 10 (galerias).
Os descontos de 50% valem para quem doar um brinquedo novo, associados da Associação Amigos do Theatro São Pedro (ingressos limitados), idosos (mediante comprovante, conforme Lei Federal 10.741/2003 – Estatuto do Idoso), estudantes, pessoas com deficiência, jovens de baixa renda (nos termos da Lei Federal 12.933), doadores de sangue (mediante apresentação da carteira de doador emitida pelo Hemocentro ou Bancos de Sangue do Estado do RS, nos termos da Lei Estadual 13.891), servidores estaduais e municipais, classe artística e professores de escolas públicas. Mais informações pelos fones 51 3227.5300 e 51 3227.5100.

Opções de transporte coletivo com parada próxima ao Theatro São Pedro:
Ônibus

C1 – Circular Centro
C3 – Circular Urca

Lotação
05.1
– Rio Branco

Anúncios

Felicidade e amor definem: É Proibido Miar conquista três prêmios Tibicuera de teatro para crianças!

miar3 (descrição da imagem) Na foto colorida e horizontal, os quatro atores da peça É Proibido Miar estão de frente, lado a lado, da cintura para cima, sorrindo, de macacões coloridos com capuzes com orelhinhas, e as pontinhas dos narizes levemente pintadas de preto, lembrando focinhos. Cada um faz o sinal em LIBRAS correspondente a uma letra da palavra Miar. Na esquerda, Juliana Kersting, a mais alta, branca e com olhos verdes, de macacão preto, cinza e branco, faz o M, com os dedos seu vizinho, pai de todos e fura-bolo apontados para baixo. Joana Amaral, negra, com grandes olhos castanhos – e o esquerdo levemente pintado de branco -, de macacão marrom, bege e branco, faz o I, com o mindinho apontado para cima. Dani Dutra, branca, com olhinhos bem pequenos e castanhos, de macacão laranja, pêssego e vermelho, faz o A, com todos os dedos fechados na palma da mão. Douglas Dias, branco, com olhos castanhos arregalados, barba e boca aberta, de macacão vermelho, laranja e marrom, faz o R, com o fura-bolo e o pai de todos cruzados e apontados para cima. Ao fundo, cortinas escuras. (fim da descrição) Foto: Thaís Fernandes.

Trabalho movido a amor e garra tem potência para transformar o mundo. Nem que seja o mundinho à nossa volta.

E ontem, 11, à noite, a gente confirmou mais uma vez o efeito dessa buena onda: o espetáculo É Proibido Miar, da MA Companhia – Teatro, Dança e Assemelhados, que recebeu dez indicações à distinção concedida pela Secretaria da Cultura de Porto Alegre/RS, levou três prêmios Tibicuera de teatro para crianças: Iluminação, para Casemiro Azevedo; Ator Coadjuvante, para Douglas Dias; e Atriz Coadjuvante, para Juliana Kersting.

E o que isso significa, além do merecidíssimo reconhecimento ao talento desses artistas? Que a cultura da acessibilidade ganha cada dia mais espaço. E que, devagarinho e todos juntos, vamos provando que teatro acessível faz bem para todo mundo.

Parabéns, Case, Doug, Ju e toda a trupe do É Proibido Miar! 2016 vem aí e vamos miar muito para todo mundo perceber junto a força do teatro acessível e produzido com amor!

PS renovado: E a audiodescrição, que desde 2012 traz sorte aos filmes do Festival de Cinema de Gramado e em 2015 atraiu boas vibrações às artes visuais, também plantou um trevinho de quatro folhas no terreno das artes cênicas. Então, vamos reforçar o desejo: que venha muito mais reconhecimento aos artistas que entendem a importância de produzir cultura para todos!

É Proibido Miar volta ao palco em curtíssima temporada em Porto Alegre/RS

Grande sucesso na temporada de inverno, espetáculo de teatro para crianças (de qualquer idade) com audiodescrição e língua de sinais feitas pelos próprios atores retorna ao Centro Histórico-Cultural Santa Casa nos dias 3 e 4 de outubro.

miar3(descrição da imagem) Na foto colorida e horizontal, os quatro atores da peça É Proibido Miar estão de frente, lado a lado, da cintura para cima, sorrindo, de macacões coloridos com capuzes com orelhinhas, e as pontinhas dos narizes levemente pintadas de preto, lembrando focinhos. Cada um faz o sinal em Libras correspondente a uma letra da palavra Miar. Na esquerda, Ju, a mais alta, branca e com olhos verdes, de macacão preto, cinza e branco, faz o M, com os dedos seu vizinho, pai de todos e fura-bolo apontados para baixo. Joana, negra, com grandes olhos castanhos – e o esquerdo levemente pintado de branco -, de macacão marrom, bege e branco, faz o I, com o mindinho apontado para cima. Dani, branca, com olhinhos bem pequenos e castanhos, de macacão laranja, pêssego e vermelho, faz o A, com todos os dedos fechados na palma da mão. Douglas, branco, com olhos castanhos arregalados, barba e boca aberta, de macacão vermelho, laranja e marrom, faz o R, com o fura-bolo e o pai de todos cruzados e apontados para cima. Ao fundo, cortinas escuras. (fim da descrição) Foto: Thais Fernandes.

O Bingo está de volta! Depois do grande sucesso da temporada em julho e agosto na Sala Álvaro Moreyra e no Teatro do Centro Histórico-Cultural Santa Casa, em Porto Alegre/RS, o espetáculo de teatro para crianças (de 1 a 100 anos!) É Proibido Miar, da MA Companhia – teatro, dança e assemelhados, retorna ao teatro da Santa Casa (Av. Independência, 75) para somente duas apresentações, nos dias 3 e 4 de outubro, sábado e domingo, às 16h (chegue 15 minutos antes para conferir o tour tátil pelo cenário conduzido pelo elenco).

Os ingressos a preços promocionais para venda antecipada já estão disponíveis na Livraria Bamboletras (Shopping Nova Olaria – R. General Lima e Silva, 776) a R$ 20, com 50% de desconto para idosos, estudantes, classe artística, pessoas com deficiência e funcionários da Irmandade da Santa Casa de Misericórdia de Porto Alegre. No teatro, podem ser adquiridos uma hora antes de cada apresentação a R$ 30, com a mesma política de descontos.

Sinopse:
Baseado no livro infantil homônimo de Pedro Bandeira, o espetáculo É Proibido Miar conta a história de Bingo, um filhote de cachorro que não via nenhum problema em miar, mas sua família e sua dona não pensavam como ele. E é aí que as coisas acontecem…

Acessibilidade:
É Proibido Miar traz uma proposta inédita em termos de acessibilidade no teatro: os próprios atores fazem a audiodescrição e a tradução para língua de sinais. A ideia é investigar o potencial criativo da audiodescrição como narrativa e da Libras como gestual, inserindo-as na concepção dramatúrgica e propondo uma linguagem teatral experimental. O programa da peça foi impresso em fonte ampliada e também em braille e no início do espetáculo o público é convidado a um tour tátil pelo cenário, conduzido pelo atores.

Ficha técnica:
Direção: Denis Gosch
Assistência de Direção: Ricardo Zigomático
Dramaturgia adaptada: Daniel Colin
Elenco: Dani Dutra, Douglas Dias, Joana Amaral e Juliana Kersting
Assessoria em LIBRAS: Joana Amaral
Assessoria em audiodescrição: Mimi Aragón (OVNI Acessibilidade Universal)
Coordenação pedagógica: Patrícia Colin
Trilha sonora original: Moysés Lopes e Alexandre Fritzen
Preparação vocal: Beto Chedid
Figurinos e adereços: Fabrízio Rodrigues
Cenário: Denis Gosch e Fabrízio Rodrigues
Iluminação: Casemiro Azevedo
Bilheteria: Simone Dornelles
Produção: Fio Produtora Cultural
Produção executiva: Débora Maier
Direção de produção: Juliana Kersting

miar2(descrição da imagem) Na foto colorida e horizontal, Joana está à esquerda e Ju à direita, ambas na penumbra, ligeiramente iluminadas por uma luz prateada, de macacões coloridos com capuzes com orelhinhas. Joana, negra, com grandes olhos castanhos – e o esquerdo levemente pintado de branco -, de macacão marrom, bege e branco, está de perfil, da cintura para cima, e nos olha de lado, com a testa franzida e a boca entreaberta, parecendo curiosa. À direita, Ju, branca, alta e de macacão preto, cinza e branco, aparece dos joelhos para cima e meio desfocada atrás de uma cortina escura que a luz deixa quase transparente. Ju tem a boca mais ou menos aberta e estende o braço direito na direção de Joana, parecendo chamá-la. (fim da descrição) Foto: Thais Fernandes.

O que afirma quem já assistiu:
“Foi tão criativa e me senti criança outra vez, pude acompanhar a cada instante como se eu estivesse fazendo parte da história.”
Patricia Rodrigues Witt, terapeuta ocupacional, surda (texto completo em http://surdezsilencioemvoodeborboleta.com/blog/2015/07/12/me-senti-tao-integrada-nessa-peca-libras-e-audio-descricao/).

“Agradeço de coração toda a atenção dispensada a mim e à Beatriz. Com certeza este momento ficará em nossa memória, como a primeira vez em que a levei ao teatro e também a primeira vez em que assistimos a um espetáculo onde fomos verdadeiramente incluídos.”
Emanuel Noimann, funcionário público, cego.

“”Realmente fora de série! Assisti com meu irmão Claudio Roberto, que é cego e com o André Luiz, seu filho de 4 anos. Meu irmão parecia uma criança, como o seu filho. Me emocionei por vê-lo tão feliz! Quando saímos, ele falou: ‘me senti dentro do palco’.”
Cecília Quaresma, aposentada.

“Divertido demais! (…) Na fila de entrada já fiquei contente ao abrir o programa/cartaz e ver fonte ampliada… (…) Imagina as pessoas com baixa visão, que coisa bem boa poder ler um programa de espetáculo, pq ali tem uma fonte que lhes permite isso! Inclusão! Ótimo acolhimento à diversidade! Fantástico observar as crianças da plateia tentando imitar os sinais de Libras, que os atores faziam e esticando a cabecinha pra cima, acompanhando o que a audiodescrição lhes apontava, lhes chamava a atenção. (…) Se pras crianças cegas isso é fundamental pra conhecerem o ambiente, pras crianças/pais que enxergam é (…) um despertar pros outros elementos que fazem uma cena, além do que está na sua frente. Tão legal explicar no início o que é Libras e o que é Audiodescrição e pra que serve! Libras já é mais conhecida, mas AD… puxa, quantas pessoas hoje foram pra casa entendendo este recurso!”.
Márcia Ilha Marques, funcionária pública.

“Fazia tempo que eu não surpreendia tanto com um espetáculo e fiquei realmente estarrecida quando vi “É Proibido Miar”, um espetáculo que eleva a palavra “inclusivo” para outro patamar. Eu já tinha ouvido falar que tinha audiodescrição (para cegos), que tinha libras (para surdos) mas achava que essas “traduções” eram externas à obra. Tomei um susto quando vi que estava tudo dentro, com os atores agindo enquanto se descrevem e falam em libras enquanto falam com a voz. (…) É um “espetáculo infantil” só porque acontece de tarde e a história que deu base à dramaturgia é infantil, mas os adultos se deliciaram. (…) É a minha recomendação pra quem quer ver algo diferente de tudo que já se viu.”
Dedé Ribeiro, produtora cultural (texto completo em https://dederibeiro.wordpress.com/2015/07/28/todos-iguais-todos-diferentes-todos-assistindo-teatro-bom/).

“Sucesso de público em todas as sessões. Muito bom receber uma peça que incorpora em sua dramaturgia recursos de acessibilidade, a fim de democratizar o acesso à cultura.”
Simone Pedrozo da Silveira, Centro Histórico-Cultural Santa Casa.

“A riqueza e fluidez da Libras e da Audiodescrição incorporadas à dinâmica e sensibilidade teatral uniram a todos na plateia em uma apreciação integrada. (…) Um trabalho que vai marcar a trajetória do teatro infantil! (…) Não deixem de assistir!”
Lisiane Medeiros, atriz.

“É um trabalho emocionante… Vai pegando o público e cativando até o emocionante e filosófico final.”
Carlos Azevedo, iluminador.

miar1(descrição da imagem) Na foto colorida e horizontal, Dani, Joana e Douglas estão de frente, da cintura para cima, de macacões coloridos com capuzes com orelhinhas. No meio e à frente está Joana, negra, com grandes olhos castanhos – e o esquerdo levemente pintado de branco -, de macacão marrom, bege e branco, sorrindo, com o braço esquerdo esticado para cima. Atrás dela, à esquerda, Dani, branca, de macacão laranja, pêssego e vermelho, desvia o rosto, os olhos fechados com força, as bochechas cheias e o dedo fura-bolo na frente da boca, fazendo cara de nojinho. Também atrás de Joana, à direita, Douglas, branco, de barba castanha, macacão vermelho, laranja e marrom, tapa o nariz e abre a boca, como se exclamasse: “Argh!”. Ao fundo, cortinas escuras. (fim da descrição) Foto: Thais Fernandes.

É Proibido Miar, espetáculo de teatro para crianças com audiodescrição e língua de sinais feitas pelos próprios atores.
Datas: 3 e 4 de outubro, sábado e domingo.
Hora: 16h (chegue 15 minutos antes para conferir o tour tátil pelo cenário conduzido pelo elenco).
Local: Teatro do Centro Histórico-Cultural Santa Casa (Av. Independência, 75). Estacionamento pago no local. Ambiente adaptado para receber também o público com deficiência física ou mobilidade reduzida.
Ingressos antecipados: R$ 20 (Livraria Bamboletras (Shopping Nova Olaria – R. General Lima e Silva, 776).
Ingressos no local (bilheteria aberta uma hora antes da apresentação): R$ 30.
Desconto: 50% para idosos, estudantes, classe artística, pessoas com deficiência e funcionários da Irmandade da Santa Casa de Misericórdia de Porto Alegre.
Informações: fones 51 9958 0519 (Débora Maier), 51 9217 1585 (Juliana Kersting) ou e-mail producao@eproibidomiar.com.br.

Opções de transporte coletivo com parada nas proximidades do Centro Histórico-Cultural Santa Casa:
Ônibus

T9 – Transversal 9
C3 – Circular 3
510 – Auxiliadora
608 – IAPI
637 – Chácara das Pedras

Lotação
05.1 e 05.11 – Rio Branco
30.3 – Santana
50.1 e 50.11 – Auxiliadora
50.2 – IAPI
50.3 e 50.31 – Montserrat
50.61 – Guerino/ Lindoia/ Auxiliadora