Débora Maier

OVNI faz audiodescrição do espetáculo de teatro DANKE no Porto Verão Alegre

Espetáculo sobre a vida na prisão da ativista alemã Ulrike Meinhof, baseado em texto original de Dario Fo e Franca Rame, terá audiodescrição no dia 7 de fevereiro, na Sala Álvaro Moreyra, em Porto Alegre/RS

ovni_danke_pb (descrição da imagem) A foto em preto e branco, horizontal, mostra a atriz Juliana Kersting em uma cena de DANKE, caracterizada como Ulrike Meinhof. Branca, magra, com cabelos escuros e lisos, na altura do pescoço, despenteados, ela aparece do peito para cima, de perfil, voltada para a esquerda, olhando para a frente e para baixo, com expressão atormentada – a testa contraída, os lábios carnudos entreabertos e a mão direita espalmada contra o peito. Usa blusa branca de tecido leve com mangas compridas e decote em V. Ao fundo, uma luz forte invade o ambiente, clareando parte dos cabelos da atriz e destacando os contornos de seu rosto tenso. (fim da descrição)

O espetáculo DANKE, com Juliana Kersting e Dani Dutra, que também integram o elenco de É Proibido Miar, está na programação do festival Porto Verão Alegre e terá audiodescrição da OVNI Acessibilidade Universal no dia 7 de fevereiro, a partir das 20h30, na Sala Álvaro Moreyra (Centro Municipal de Cultura, Arte e Lazer Lupicínio Rodrigues – Avenida Erico Verissimo, 307, Bairro Menino Deus, Porto Alegre/RS).
Os ingressos, com desconto de 50% para pessoas com deficiência, conforme a Lei da Meia Entrada, já estão à venda pela internet e em outros quatro locais, em Porto Alegre.
Mais informações sobre a audiodescrição pelo e-mail ovniacessibilidade@gmail.com ou pelos fones (51) 3508 6709, (51) 984 512 115 ou (51) 992 081 176.

SOBRE DANKE
O espetáculo de teatro adulto é baseado no texto “Eu, Ulrike? Grito…” de Dario Fo e Franca Rame, que traz o testemunho da jornalista e ativista alemã Ulrike Meinhof sobre os quatro anos em que esteve na prisão, onde morreu em circunstâncias jamais esclarecidas. Isolada em uma cela branca que a priva de parte dos sentidos, Ulrike volta-se para si e depara-se com seu duplo, a carcereira, que transita entre o real e o imaginário. A ativista social e política lutou pelos direitos humanos na década de 60, tornando-se um dos ícones femininos do século 20, assim como Rosa Luxemburgo e Olga Benário.

FICHA TÉCNICA DO ESPETÁCULO
Texto: Dario Fo e Franca Rame.
Idealização e concepção: Juliana Kersting.
Atuação: Dani Dutra e Juliana Kersting.
Orientação e preparação das atrizes: Denis Gosch.
Coreógrafa e colaboradora: Juliana Prestes.
Iluminação: Leandro Gass.
Operação de som: Casemiro Azevedo.
Audiodescrição: OVNI Acessibilidade Universal.
Produção e realização: M.A. Cia – Teatro, Dança e Assemelhados.

ovni_danke_cor(descrição da imagem) A foto colorida e horizontal mostra a atriz Juliana Kersting em uma cena de DANKE, caracterizada como Ulrike Meinhof. Branca, magra, com cabelos escuros e lisos, na altura do pescoço, despenteados e algo úmidos, ela aparece dos joelhos para cima, quase de frente, ajoelhada, com o tronco inclinado, rente ao chão, olhando para baixo, onde aninha entre os braços um grande tecido branco amarrotado, com expressão atenta e cuidadosa – os olhos semicerrados e os lábios carnudos fechados. Usa blusa branca de tecido leve com mangas compridas e decote em V e calças brancas. Da esquerda, chega uma luz forte que ilumina parcialmente os cabelos e o rosto concentrado da atriz. (fim da descrição)

FICHA TÉCNICA DA AUDIODESCRIÇÃO
Roteiro: Mimi Aragón.
Consultoria: Rafael Braz.
Narração: Kemi Oshiro.
Equipamento: Grupo Evento.
Suporte: Debora Maier e Juliana Prestes.
Produção: OVNI Acessibilidade Universal.

Crítica:
Antonio Hohlfeldt, 27 de maio de 2005, Jornal do Comércio: “Num espetáculo seco, de cerca de 50 minutos de duração, a cena, aberta desde a entrada do público, apresenta duas figuras: a prisioneira e sua guardiã, vivida por Paola Oppitz (…) Não se fala, não se tosse, não se pisca. Juliana Kersting eletriza a todos. Cumpre a sina da prisioneira. O escuro se faz sobre a mulher em posição fetal.”

Antonio Hohlfeldt, 11 de maio de 2012, Jornal do Comércio: “A interpretação de Juliana Kersting é dura e sensível, ao mesmo tempo. Desde a sequência inicial sente-se a luta da personagem no sentido de não perder sua humanidade e sua identidade. Os elementos cênicos introduzidos pela direção, bem como a trilha sonora, idealizada pela atriz e cuidadosamente desenvolvida, criam um ambiente opressor, que invade até mesmo o espaço da plateia. A proximidade da sala, evidentemente, colabora com isso, mas se a direção não soubesse usar esta proximidade, ela seria apenas um detalhe não incluído na estrutura dramática da encenação.”

INGRESSOS
VALORES
Antecipado:

R$30,00 – Inteira.
R$24,00 – Clube ZH e Banricompras.
R$20,00 – Pessoas com deficiência, idosos, estudantes e outras categorias previstas na Lei da Meia Entrada.

Na bilheteria da Sala Álvaro Moreyra, uma hora antes do início do espetáculo:
R$40,00 – Inteira.
R$32,00 – Clube ZH e Banricompras.
R$20,00 – Pessoas com deficiência, idosos, estudantes e outras categorias previstas na Lei da Meia Entrada.

COMPRA ONLINE
My Ticket Porto Verão Alegre.

OUTROS PONTOS DE VENDA
Praia de Belas Shopping (terceiro andar): Segunda a sábado, das 10h às 22h. Domingo, das 13h às 19h.
DC Shopping – Casarão Verde – Loja 133: Segunda a sexta, das 10h às 19h.
Multisom do Iguatemi (térreo): Segunda a sábado, das 10h às 22h. Domingo e feriado, das 14h às 20h.
Multisom da Andradas: Segunda a sexta, das 9h às 18h. Sábado, das 9h às 14h.

Observações:
A compra antecipada é em dinheiro ou no Banricompras – débito. Na bilheteria do teatro, somente em dinheiro.
Clube do Assinante ZH e Banricompras: desconto válido para titular e acompanhante.
Troca de Ingressos: Segundo o Artigo 49 do Código do Consumidor, o Porto Verão Alegre informa que a troca de ingresso pode ser feita da seguinte forma: a troca será efetuada o somente no ponto de venda onde foi realizada a compra, em no máximo sete dias e com antecedência mínima de 24 horas do espetáculo.
Dúvidas sobre ingressos: (51) 3557 1061 e (51) 3573 1061.

DANKE com audiodescrição da OVNI Acessibilidade Universal.
Quando: 7 de fevereiro, terça-feira, às 21h. A audiodescrição começa às 20h30. Chegue às 20h para retirar seu equipamento, trazendo um documento válido.
Onde:Sala Álvaro Moreyra (Centro Municipal de Cultura, Arte e Lazer Lupicínio Rodrigues – Avenida Erico Verissimo, 307, Bairro Menino Deus, Porto Alegre/RS).
Duração aproximada: 50 minutos.
Ingressos online: My Ticket Porto Verão Alegre.
Dúvidas sobre ingressos: (51) 3557 1061 e (51) 3573 1061.
Informações sobre a audiodescrição: e-mail ovniacessibilidade@gmail.com ou pelos fones (51) 3508 6709, (51) 984 512 115 ou (51) 992 081 176.

Opções de linhas de ônibus com parada em frente ao Centro Municipal de Cultura, Arte e Lazer Lupicínio Rodrigues:
149 – Icaraí (bairro-centro)
149.1 – Icaraí Alto Taquari (bairro-centro)
195 – TV
253 – Renascença (centro-bairro)
254 – Embratel Cascatinha (bairro-centro)
254.1 – Embratel Canudos Cascatinha (bairro-centro)
257 – Paulino Azurenha
260.1 – Belém Velho Cascatinha (bairro-centro)
260.2 – Belém Velho João Pessoa (centro-bairro)
262 – Jardim Vila Nova
262.1 – Jardim Vila Nova Cascatinha (bairro-centro)
263 – Orfanotrofio (centro-bairro)
270 – Grutinha (bairro-centro)
270.1 – Grutinha via Amapá (bairro-centro)
271 – Amapá (bairro-centro)
274 – Gloria Azenha Cascatinha (centro-bairro)
274.1 – Gloria Cascatinha Azenha (bairro-centro)
281 – Campo Novo (bairro-centro)
281.1 – Campo Novo Morro Agudo (bairro-centro)
281.2 – Campo Novo Gedeon Leite (bairro-centro)
283 – Ipanema Cavalhada (bairro-centro)
283.2 – Ipanema Cavalhada Cirino Prunes (bairro-centro)
284 – Belém Velho São Francisco Rincão Betão – (centro/bairro)
288 – Ipanema Morro Alto – (centro/bairro)
289 – Rincão via Oscar Pereira- (centro/bairro)

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OVNI Acessibilidade Universal produz audiodescrição no 44º Festival de Cinema de Gramado

Sessão acessível a pessoas cegas ou com baixa visão será dia 31 de agosto, quarta-feira, às 21h30. Além do longa-metragem já tradicionalmente exibido com audiodescrição ao vivo, o curta brasileiro que abre a noite contará com o recurso

Os filmes Memória da Pedra e El Mate serão exibidos com audiodescrição ao vivo no 44º Festival de Cinema de Gramado, respectivamente, nas Mostras Competitivas de Curtas e de Longas-Metragens Bqrasileiros, dia 31 de agosto, quarta-feira, às 21h30, no Palácio dos Festivais, na Serra Gaúcha. Será a primeira vez que o curta-metragem que abre a noite estará acessível ao público cego ou com baixa visão. A produção de acessibilidade é da OVNI Acessibilidade Universal, com apoio da Faders – Fundação de Articulação e Desenvolvimento de Políticas Públicas para Pessoas com Deficiência e com Altas Habilidades no Rio Grande do Sul e da Agade – Associação Gaúcha de Audiodescritores.

Um número limitado de ingressos gratuitos destinados exclusivamente aos usuários da audiodescrição será distribuído por ordem de reserva até dia 29 de agosto, segunda-feira, pelo e-mail ovniacessibilidade@gmail.com ou pelos fones (51) 3414 4690, (51) 8451 2115 ou (51) 9208 1176. Ingressos adicionais podem ser adquiridos pelo http://bit.ly/2boc0ct (selecionar bilhetes para a sessão das 19h) ou, a partir do dia 23 de agosto, em Gramado (consulte em http://bit.ly/2bInARf a lista de pontos de venda).

Um ônibus cedido pela Faders fará o transporte Porto Alegre-Gramado-Porto Alegre no dia da exibição. A partida está marcada para as 16h, em frente à sede da Fundação (Rua Duque de Caxias, 418, Centro Histórico), com retorno a Porto Alegre depois da sessão, por volta das 23h. Há 25 vagas preferenciais para o público usuário da audiodescrição que devem ser reservadas também até o dia 29 de agosto pelo e-mail e telefones da OVNI Acessibilidade Universal.

OS FILMES
O documentário baiano Memória da Pedra, de Luciana Lemos, com aproximadamente 13 minutos, abre a sessão oficial da Mostra Competitiva de Curtas-Metragens Brasileiros. O filme foi rodado nas cidades de Milagres e Monte Santo, mesmas locações de O Dragão da Maldade Contra o Santo Guerreiro e Deus e o Diabo na Terra do Sol, títulos do Cinema Novo dirigidos por Glauber Rocha há 50 anos. O curta propõe uma reflexão sobre o tempo, tanto na memória desses clássicos do cinema nacional, como nos espaços e na vida dos habitantes das duas cidades baianas.

OVNI_memorias_da_predra_gramado(descrição da imagem) Ao centro da foto colorida e horizontal, um caboclo idoso está sentado nos degraus de uma longa escadaria de pedra em meio à vegetação ligeiramente ressecada. Com expressão séria, ele usa chapéu amarelado, camisa bege de mangas longas, calças cor de creme, meias e sapatos marrons. Seus antebraços estão apoiados nas coxas, com as mãos entrelaçadas. À esquerda, a intervalos regulares sobre os degraus, três postes de luz. Ao fundo, no alto da escadaria, uma casinha branca com uma janela verde na fachada. O céu azul está parcialmente encoberto por nuvens. (fim da descrição) Foto: Divulgação/Festival De Cinema de Gramado.

O filme que encerra a noite e concorre na Mostra Competitiva de Longas-Metragens Brasileiros é o paulista El Mate, de Bruno Kott. Durante 70 minutos, mostra uma noite na vida de Armando, um assassino de aluguel portenho que vive sozinho em uma estranha casa no centro de São Paulo. É ali que Armando mantém sua encomenda, Russo, que é espancado e aguarda amarrado a chegada dos mandantes do sequestro. Tudo vai mal para Russo e bem para Armando, até que Fabio, um jovem evangélico toca a campainha para trazer a palavra de Deus e um estranho conflito. Um disparo muda o rumo da madrugada e une duas pessoas de mundos extremamente diferentes.

OVNI_elmate_gramado(descrição da imagem) Na foto colorida e horizontal, quatro atores caracterizados como personagens do filme “El Mate” estão sentados descontraidamente no pequeno sofá de uma sala com as luzes acesas. Um homem está em cada ponta e duas mulheres estão entre eles. Parecem participar de uma festa. O homem da esquerda, de cabelos castanhos, camisa bordô e calça bege com listras, bebe de um copo, observado pela mulher a seu lado, de cabelos presos, que sorri levemente e também segura um copo. Ao lado dela, uma mulher negra de cabelos volumosos, colar e tomara-que-caia, abraça, sorridente, o outro homem, quase calvo, de barba grisalha, camisa marrom e calça escura, que segura um copo. Diante dos quatro, uma mesinha de centro coberta por uma toalha e, por cima, uma bandeja com uma jarra, um rolo de papel-toalha, um pratinho e outros objetos. Na esquerda, outra mesinha com um abajur aceso. Ao fundo, uma janela gradeada e com os vidros fechados. (fim da descrição) Foto: Divulgação/LM Brasil/Festival De Cinema de Gramado.

AUDIODESCRIÇÃO
A audiodescrição amplia o entendimento de pessoas cegas ou com baixa visão, entre outras, em um infinidade de produtos e eventos, como filmes e peças de teatro, proporcionando acesso a informações sobre personagens, cenários, figurinos e ações relevantes para a compreensão da obra.

FICHA TÉCNICA DA AUDIODESCRIÇÃO
Produção de acessibilidade: OVNI Acessibilidade Universal.
Roteiro de AD do curta Memória da Pedra: Mimi Aragón.
Roteiro de AD do longa El Mate: Letícia Schwartz.
Consultoria: Rafael Braz.
Narração: Kemi Oshiro.
Voice over: Douglas Dias.
Suporte: Débora Maier, Juliana Prestes e Mimi Aragón.
Equipamento: Grupo Evento.
Apoio: Faders – Fundação de Articulação e Desenvolvimento de Políticas Públicas para Pessoas com Deficiência e com Altas Habilidades no Rio Grande do Sul e Agade – Associação Gaúcha de Audiodescritores.

AUDIODESCRIÇÃO NO FESTIVAL DE CINEMA DE GRAMADO
Este será o quinto ano consecutivo em que as profissionais da OVNI Acessibilidade Universal levarão acessibilidade aos filmes da mostra competitiva brasileira em Gramado. Em 2012, Colegas, o grande vencedor do 40º Festival, com os Kikitos de Melhor Filme, Direção de Arte e o Prêmio Especial do Júri, foi exibido com audiodescrição. Em 2013, em parceria com a Accorde Filmes, as audiodescritoras da OVNI produziram a sessão acessível de A Oeste do Fim do Mundo, que levou os Kikitos de Melhor Longa Estrangeiro pelo Júri Popular, Ator e Menção Honrosa. Em 2014, a audiodescrição de A Despedida, longa que conquistou os Kikitos de Direção, Ator, Atriz e Fotografia, atraiu público recorde. Em 2015, com roteiro de audiodescrição de Letícia Schwartz, Ausência foi o grande vencedor do 43º Festival, levando os Kikitos de Trilha Sonora, Roteiro, Direção e Filme.

SERVIÇO
O quê: Curta-metragem Memória da Pedra, de Luciana Lemos, e longa El Mate, de Bruno Kott, com audiodescrição ao vivo no 44º Festival de Cinema de Gramado.
Quando: 31 de agosto, quarta-feira, às 21h30.
Onde: Palácio dos Festivais (Av. Borges de Medeiros, 2697 – Centro – Gramado/RS).
Reserva limitada de ingressos gratuitos exclusivos para pessoas com deficiência visual e transporte Porto Alegre-Gramado-Porto Alegre: Até dia 29 de agosto, sexta-feira, pelos fones (51) 3414 4690, (51) 8451 2115 ou (51) 9208 1176 ou pelo e-mail ovniacessibilidade@gmail.com
Compra de ingressos adicionais: R$ 30 (inteira) e R$ 15 (meia) pelo http://bit.ly/2boc0ct (selecionar bilhetes para a sessão das 19h) ou, a partir do dia 23 de agosto, em Gramado (consulte em http://bit.ly/2bInARf a lista de pontos de venda).
Realização: 44º Festival de Cinema de Gramado.
Produção de acessibilidade: OVNI Acessibilidade Universal.
Apoio: Faders – Fundação de Articulação e Desenvolvimento de Políticas Públicas para Pessoas com Deficiência e com Altas Habilidades no Rio Grande do Sul e Agade – Associação Gaúcha de Audiodescritores.

“Eu Não Dava Praquilo” faz minitemporada em Porto Alegre/RS com audiodescrição e interpretação em LIBRAS

Com Cassio Scapin, monólogo que homenageia o ofício teatral enfocando a vida da atriz, diretora e professora Myriam Muniz estará em cartaz nos dias 4, 5 e 6 de março, no Centro Histórico-Cultural da Santa Casa. A produção de acessibilidade é da OVNI Acessibilidade Universal e os ingressos já estão à venda.

Chega a Porto Alegre/RS, nos dias 4, 5 e 6 de março, o monólogo Eu Não Dava Praquilo, uma homenagem à atriz, diretora e professora Myriam Muniz, com Cassio Scapin, direção de Elias Andreato e patrocínio da Petrobras. Todas as sessões terão audiodescrição e interpretação em LIBRAS, recursos produzidos pela OVNI Acessibilidade Universal. O espetáculo foi contemplado pela seleção pública do Programa Petrobras Distribuidora de Cultura 2015/2016.

As apresentações ocorrem no teatro do Centro Histórico-Cultural da Santa Casa (Av. Independência, 75 – Centro), com sessões às 20h, na sexta e no sábado, e às 19h, no domingo. Os ingressos custam R$ 25 e já estão à venda no café do teatro (Phyto Bistrô), até 3 de março, das 14h às 18h. Nos dias de espetáculo, a bilheteria abre três horas antes de cada sessão. Há desconto de 50% para pessoas com deficiência (mediante apresentação do cartão para recebimento do Benefício de Prestação Continuada), idosos, estudantes e titulares do Clube do Assinante ZH, com um acompanhante.

Sinopse
O monólogo cômico-dramático evoca fatos pessoais e profissionais da vida de Myriam Muniz, homenageando também o ofício teatral e sua importância como agente de transformação, tanto individual quanto social. Para o co-autor do texto e intérprete Cassio Scapin, seria impossível contar a história dos palcos brasileiros sem falar na artista paulistana, dona de personalidade ímpar e que tinha uma forma igualmente única de representar. O diretor Elias Andreato considera Myriam Muniz uma sacerdotisa do teatro, com ensinamentos que marcaram profunda e apaixonadamente muitos artistas.

5D III
(descrição da imagem) A foto colorida e horizontal, com fundo preto, mostra Cassio Scapin em ação na peça Eu Não Dava Praquilo, sob um foco de luz branca, sentado em uma cadeira sobre um tablado circular de madeira clara, com um cigarro apagado na mão direita erguida na altura da cabeça. Magro, de pele clara e cabelos pretos penteados para trás, ele usa camiseta, calça e, sobre os ombros, um xale, tudo na cor preta, e está descalço. Tem a cabeça ligeiramente inclinada para trás, os olhos semicerrados e a boca entreaberta, como se falasse no momento da foto. Seu cotovelo esquerdo está apoiado no braço da cadeira. No tablado, à esquerda, uma caixa grande de fósforos, e, à direita, algumas folhas de papel. (fim da descrição) Foto: João Caldas Filho.

Cassio Scapin
Formado pela Escola de Arte Dramática da USP, Cassio Scapin é um dos grandes atores brasileiros. Participou de diversas telenovelas, filmes, minisséries e peças de teatro. Trabalha como ator profissional desde 1984 e, nos últimos anos, esteve nas peças “O Mistério de Irma Vap”, com direção de Marília Pêra, e “O Libertino”, com direção de Jô Soares. Na televisão, é muito reconhecido pela participação no Castelo Rá-Tim-Bum. Na TV Record, atuou na novela “Ribeirão do Tempo” e integra o elenco de “Escrava Mãe”, novela ainda inédita. No Multishow, esteve no ar no seriado “Trair e Coçar, é só Começar”. Recebeu os prêmios Mambembe, Governador do Estado, Associação Paulista dos Críticos de Arte – APCA e Apetesp, entre muitos outros. Por sua atuação em Eu Não Dava Praquilo, foi indicado aos Prêmios Shell, Quem e APCA, este conquistado em 2013. No currículo, reúne participações em mais de 30 projetos no teatro, 12 na televisão, além de concertos, longas e curtas-metragens.

Myriam Muniz
muniz-678x1024(descrição da imagem) A foto colorida e vertical, com fundo marrom desfocado, mostra Myriam Muniz do peito para cima; ela nos observa, séria, com a cabeça ligeiramente inclinada para a esquerda e uma das sobrancelhas arqueadas. É uma mulher idosa, branca, de cabelos grisalhos e longos, presos em uma trança, rosto oval, sobrancelhas escuras, olhos amendoados sob os óculos de grau retangulares e pretos, nariz grande e boca pequena, de lábios carnudos e rosados. Usa blusa escura sob um xale floreado e colar de pérolas. (fim da descrição) Foto: Divulgação.

 

 

Atriz, diretora e professora, Myriam Muniz (1931-2004) perpetuou seu nome na história do teatro brasileiro do século 20. Egressa da Escola de Arte Dramática, a paulistana descendente de portugueses e italianos passou pelo Teatro Oficina, Teatro Brasileiro de Comédia, Teatro de Arena e pelas companhias de Dulcina de Moraes e Nydia Licia, além de fundar o Centro de Estudos Macunaíma, hoje conhecido como Teatro Escola Macunaíma, uma das mais respeitadas instituições para formação de atores do País. Por lá passaram Paulo Betti, Eliane Giardini, Lília Cabral, Domingos Montagner e Cristina Pereira, entre outros. Atuou em dezenas de peças, filmes e algumas produções para a TV. Em 1975, Myriam dirigiu o mítico show “Falso Brilhante”, o mais bem-sucedido da carreira de Elis Regina, com quem se desentendeu durante os ensaios. Seu último trabalho foi no filme “Nina”, de Heitor Dália, lançado em 2004, no qual interpreta a avarenta e cruel dona Eulália. Sua trajetória artística está documentada nos livros “Giramundo: O Percurso de Uma Atriz – Myriam Muniz”, organizado por Maria Thereza Vargas, e “Myriam Muniz – uma pedagoga do teatro”, de Marcelo Braga. Em 2006, a Funarte criou o “Prêmio de Teatro Myriam Muniz”, para estimular e fomentar a produção e pesquisa de artes cênicas.

O que diz a crítica sobre Eu Não Dava Praquilo
“Ontem fui ao teatro assistir a peça Eu Não Dava Praquilo, que conta a história da vida da Myriam Muniz. Foi uma experiência única! O ator Cassio Scapin interpreta, sozinho, aquela mulher de forma tão espetacular e tão perfeita que tive a sensação de estar numa sessão espírita…”
Fábio Bibancos, Folha de S. Paulo.

“De fato, vemos Myriam. A Myriam de Cassio. E não somente porque Cassio consegue reproduzir inflexões de voz, cacoetes e modos de dizer da Myriam ‘de verdade’. Mas, sobretudo, porque a essência de Myriam empresta o corpo, os trejeitos, a voz e o olhar de Cassio para se fazer presente. (…) Eu Não Dava Praquilo é um espetáculo que nos lembra da sensação frequente de que não damos para essa tarefa hercúlea que é viver – e viver com consciência e plenitude. Mas justamente por reconhecermos que não nascemos prontos, que lapidar é preciso, que ainda tropeçaremos 40 mil vezes… é que aprendemos a estar vivos, a ser autônomos, a trabalhar nossos talentos e a lidar com nossas imperfeições. E, sim, sim, podemos alcançar fagulhas de felicidade. Isso nos disse a Myriam. Isso nos disse o Cassio.”
Maria Fernanda Vomero, Revista Época São Paulo.

“A montagem abre-se ao bom humor e às verdades cortantes. É feliz e inteligente ao dispensar a verossimilhança ou a caracterização para conversar diretamente com a maioria dos espectadores que desconhece a homenageada e não tem familiaridade com a cultura de teatro – e, no entanto, mostram-se embarcados. (…) Scapin harmoniza diferentes registros sem dificuldades. É narrador, Muniz e ele mesmo, ator.”
Valmir Santos, Teatrojornal – Leituras de Cena.

“O resultado é um belo monólogo, marcado por sutilezas e repleto de subtextos.”
Dirceu Alves Jr., Revista Veja São Paulo.

Ficha técnica do espetáculo
Roteiro: Cássio Junqueira e Cassio Scapin.
Elenco: Cassio Scapin.
Direção: Elias Andreato.
Figurino e Cenário: Fabio Namatame.
Iluminação: Wagner Freire.
Trilha Sonora: Jonatan Harold.
Assistente de Direção: André Acioli.
Produção Executiva: Angela Dória.
Fotos: João Caldas.
Programação Visual: Denise Bacellar.
Direção de Produção: Fernanda Signorini.
Realização: Signorini Produções e Dub Serviços Artísticos.
Produção local: Primeira Fila Produções.
Assessoria de Imprensa local: Bruna Paulin – Assessoria de Flor em Flor.
Este espetáculo foi contemplado pela seleção pública do Programa Petrobras Distribuidora de Cultura 2015/2016.

Ficha técnica dos recursos de acessibilidade
Produção de acessibilidade: OVNI Acessibilidade Universal.
Tradução e interpretação em LIBRAS: Celina Xavier Neta.
Roteiro de audiodescrição: Mimi Aragón.
Revisão: Rafael Braz.
Narração: Kemi Oshiro.
Equipamento: Grupo Evento (antiga A2 Sistemas Audiovisuais).
Equipe de apoio: Débora Maier, Eva Mothci e Tanira Lessa Flores Soares.

Sessões da peça Eu Não Dava Praquilo, em Porto Alegre/RS, com audiodescrição e interpretação em LIBRAS.
Quando | De 4 a 6 de março de 2016, sexta, sábado e domingo.
Onde | Teatro do Centro Histórico-Cultural da Santa Casa (Av. Independência, 75 – Centro).
Hora | Sexta (4) e sábado (5), às 20h, domingo (6), às 19h.
Ingressos | R$ 25, com 50% de desconto para pessoas com deficiência (mediante apresentação do cartão para recebimento do Benefício de Prestação Continuada), idosos, estudantes e titulares do Clube do Assinante ZH, com um acompanhante. Até 3 de março, no Phyto Café (Av. Independência, 75 – Centro), das 14h às 18h. No teatro, a bilheteria abre três horas antes de cada sessão.

Opções de transporte coletivo com parada nas proximidades do Centro Histórico-Cultural Santa Casa:
Ônibus

T9 – Transversal 9
510 – Auxiliadora
608 – IAPI
637 – Chácara das Pedras

Lotação
05.1 e 05.11 – Rio Branco
30.3 – Santana
50.1 e 50.11 – Auxiliadora
50.2 – IAPI
50.3 e 50.31 – Montserrat
50.61 – Guerino/ Lindoia/ Auxiliadora

Felicidade e amor definem: É Proibido Miar conquista três prêmios Tibicuera de teatro para crianças!

miar3 (descrição da imagem) Na foto colorida e horizontal, os quatro atores da peça É Proibido Miar estão de frente, lado a lado, da cintura para cima, sorrindo, de macacões coloridos com capuzes com orelhinhas, e as pontinhas dos narizes levemente pintadas de preto, lembrando focinhos. Cada um faz o sinal em LIBRAS correspondente a uma letra da palavra Miar. Na esquerda, Juliana Kersting, a mais alta, branca e com olhos verdes, de macacão preto, cinza e branco, faz o M, com os dedos seu vizinho, pai de todos e fura-bolo apontados para baixo. Joana Amaral, negra, com grandes olhos castanhos – e o esquerdo levemente pintado de branco -, de macacão marrom, bege e branco, faz o I, com o mindinho apontado para cima. Dani Dutra, branca, com olhinhos bem pequenos e castanhos, de macacão laranja, pêssego e vermelho, faz o A, com todos os dedos fechados na palma da mão. Douglas Dias, branco, com olhos castanhos arregalados, barba e boca aberta, de macacão vermelho, laranja e marrom, faz o R, com o fura-bolo e o pai de todos cruzados e apontados para cima. Ao fundo, cortinas escuras. (fim da descrição) Foto: Thaís Fernandes.

Trabalho movido a amor e garra tem potência para transformar o mundo. Nem que seja o mundinho à nossa volta.

E ontem, 11, à noite, a gente confirmou mais uma vez o efeito dessa buena onda: o espetáculo É Proibido Miar, da MA Companhia – Teatro, Dança e Assemelhados, que recebeu dez indicações à distinção concedida pela Secretaria da Cultura de Porto Alegre/RS, levou três prêmios Tibicuera de teatro para crianças: Iluminação, para Casemiro Azevedo; Ator Coadjuvante, para Douglas Dias; e Atriz Coadjuvante, para Juliana Kersting.

E o que isso significa, além do merecidíssimo reconhecimento ao talento desses artistas? Que a cultura da acessibilidade ganha cada dia mais espaço. E que, devagarinho e todos juntos, vamos provando que teatro acessível faz bem para todo mundo.

Parabéns, Case, Doug, Ju e toda a trupe do É Proibido Miar! 2016 vem aí e vamos miar muito para todo mundo perceber junto a força do teatro acessível e produzido com amor!

PS renovado: E a audiodescrição, que desde 2012 traz sorte aos filmes do Festival de Cinema de Gramado e em 2015 atraiu boas vibrações às artes visuais, também plantou um trevinho de quatro folhas no terreno das artes cênicas. Então, vamos reforçar o desejo: que venha muito mais reconhecimento aos artistas que entendem a importância de produzir cultura para todos!

É Proibido Miar volta ao palco em curtíssima temporada em Porto Alegre/RS

Grande sucesso na temporada de inverno, espetáculo de teatro para crianças (de qualquer idade) com audiodescrição e língua de sinais feitas pelos próprios atores retorna ao Centro Histórico-Cultural Santa Casa nos dias 3 e 4 de outubro.

miar3(descrição da imagem) Na foto colorida e horizontal, os quatro atores da peça É Proibido Miar estão de frente, lado a lado, da cintura para cima, sorrindo, de macacões coloridos com capuzes com orelhinhas, e as pontinhas dos narizes levemente pintadas de preto, lembrando focinhos. Cada um faz o sinal em Libras correspondente a uma letra da palavra Miar. Na esquerda, Ju, a mais alta, branca e com olhos verdes, de macacão preto, cinza e branco, faz o M, com os dedos seu vizinho, pai de todos e fura-bolo apontados para baixo. Joana, negra, com grandes olhos castanhos – e o esquerdo levemente pintado de branco -, de macacão marrom, bege e branco, faz o I, com o mindinho apontado para cima. Dani, branca, com olhinhos bem pequenos e castanhos, de macacão laranja, pêssego e vermelho, faz o A, com todos os dedos fechados na palma da mão. Douglas, branco, com olhos castanhos arregalados, barba e boca aberta, de macacão vermelho, laranja e marrom, faz o R, com o fura-bolo e o pai de todos cruzados e apontados para cima. Ao fundo, cortinas escuras. (fim da descrição) Foto: Thais Fernandes.

O Bingo está de volta! Depois do grande sucesso da temporada em julho e agosto na Sala Álvaro Moreyra e no Teatro do Centro Histórico-Cultural Santa Casa, em Porto Alegre/RS, o espetáculo de teatro para crianças (de 1 a 100 anos!) É Proibido Miar, da MA Companhia – teatro, dança e assemelhados, retorna ao teatro da Santa Casa (Av. Independência, 75) para somente duas apresentações, nos dias 3 e 4 de outubro, sábado e domingo, às 16h (chegue 15 minutos antes para conferir o tour tátil pelo cenário conduzido pelo elenco).

Os ingressos a preços promocionais para venda antecipada já estão disponíveis na Livraria Bamboletras (Shopping Nova Olaria – R. General Lima e Silva, 776) a R$ 20, com 50% de desconto para idosos, estudantes, classe artística, pessoas com deficiência e funcionários da Irmandade da Santa Casa de Misericórdia de Porto Alegre. No teatro, podem ser adquiridos uma hora antes de cada apresentação a R$ 30, com a mesma política de descontos.

Sinopse:
Baseado no livro infantil homônimo de Pedro Bandeira, o espetáculo É Proibido Miar conta a história de Bingo, um filhote de cachorro que não via nenhum problema em miar, mas sua família e sua dona não pensavam como ele. E é aí que as coisas acontecem…

Acessibilidade:
É Proibido Miar traz uma proposta inédita em termos de acessibilidade no teatro: os próprios atores fazem a audiodescrição e a tradução para língua de sinais. A ideia é investigar o potencial criativo da audiodescrição como narrativa e da Libras como gestual, inserindo-as na concepção dramatúrgica e propondo uma linguagem teatral experimental. O programa da peça foi impresso em fonte ampliada e também em braille e no início do espetáculo o público é convidado a um tour tátil pelo cenário, conduzido pelo atores.

Ficha técnica:
Direção: Denis Gosch
Assistência de Direção: Ricardo Zigomático
Dramaturgia adaptada: Daniel Colin
Elenco: Dani Dutra, Douglas Dias, Joana Amaral e Juliana Kersting
Assessoria em LIBRAS: Joana Amaral
Assessoria em audiodescrição: Mimi Aragón (OVNI Acessibilidade Universal)
Coordenação pedagógica: Patrícia Colin
Trilha sonora original: Moysés Lopes e Alexandre Fritzen
Preparação vocal: Beto Chedid
Figurinos e adereços: Fabrízio Rodrigues
Cenário: Denis Gosch e Fabrízio Rodrigues
Iluminação: Casemiro Azevedo
Bilheteria: Simone Dornelles
Produção: Fio Produtora Cultural
Produção executiva: Débora Maier
Direção de produção: Juliana Kersting

miar2(descrição da imagem) Na foto colorida e horizontal, Joana está à esquerda e Ju à direita, ambas na penumbra, ligeiramente iluminadas por uma luz prateada, de macacões coloridos com capuzes com orelhinhas. Joana, negra, com grandes olhos castanhos – e o esquerdo levemente pintado de branco -, de macacão marrom, bege e branco, está de perfil, da cintura para cima, e nos olha de lado, com a testa franzida e a boca entreaberta, parecendo curiosa. À direita, Ju, branca, alta e de macacão preto, cinza e branco, aparece dos joelhos para cima e meio desfocada atrás de uma cortina escura que a luz deixa quase transparente. Ju tem a boca mais ou menos aberta e estende o braço direito na direção de Joana, parecendo chamá-la. (fim da descrição) Foto: Thais Fernandes.

O que afirma quem já assistiu:
“Foi tão criativa e me senti criança outra vez, pude acompanhar a cada instante como se eu estivesse fazendo parte da história.”
Patricia Rodrigues Witt, terapeuta ocupacional, surda (texto completo em http://surdezsilencioemvoodeborboleta.com/blog/2015/07/12/me-senti-tao-integrada-nessa-peca-libras-e-audio-descricao/).

“Agradeço de coração toda a atenção dispensada a mim e à Beatriz. Com certeza este momento ficará em nossa memória, como a primeira vez em que a levei ao teatro e também a primeira vez em que assistimos a um espetáculo onde fomos verdadeiramente incluídos.”
Emanuel Noimann, funcionário público, cego.

“”Realmente fora de série! Assisti com meu irmão Claudio Roberto, que é cego e com o André Luiz, seu filho de 4 anos. Meu irmão parecia uma criança, como o seu filho. Me emocionei por vê-lo tão feliz! Quando saímos, ele falou: ‘me senti dentro do palco’.”
Cecília Quaresma, aposentada.

“Divertido demais! (…) Na fila de entrada já fiquei contente ao abrir o programa/cartaz e ver fonte ampliada… (…) Imagina as pessoas com baixa visão, que coisa bem boa poder ler um programa de espetáculo, pq ali tem uma fonte que lhes permite isso! Inclusão! Ótimo acolhimento à diversidade! Fantástico observar as crianças da plateia tentando imitar os sinais de Libras, que os atores faziam e esticando a cabecinha pra cima, acompanhando o que a audiodescrição lhes apontava, lhes chamava a atenção. (…) Se pras crianças cegas isso é fundamental pra conhecerem o ambiente, pras crianças/pais que enxergam é (…) um despertar pros outros elementos que fazem uma cena, além do que está na sua frente. Tão legal explicar no início o que é Libras e o que é Audiodescrição e pra que serve! Libras já é mais conhecida, mas AD… puxa, quantas pessoas hoje foram pra casa entendendo este recurso!”.
Márcia Ilha Marques, funcionária pública.

“Fazia tempo que eu não surpreendia tanto com um espetáculo e fiquei realmente estarrecida quando vi “É Proibido Miar”, um espetáculo que eleva a palavra “inclusivo” para outro patamar. Eu já tinha ouvido falar que tinha audiodescrição (para cegos), que tinha libras (para surdos) mas achava que essas “traduções” eram externas à obra. Tomei um susto quando vi que estava tudo dentro, com os atores agindo enquanto se descrevem e falam em libras enquanto falam com a voz. (…) É um “espetáculo infantil” só porque acontece de tarde e a história que deu base à dramaturgia é infantil, mas os adultos se deliciaram. (…) É a minha recomendação pra quem quer ver algo diferente de tudo que já se viu.”
Dedé Ribeiro, produtora cultural (texto completo em https://dederibeiro.wordpress.com/2015/07/28/todos-iguais-todos-diferentes-todos-assistindo-teatro-bom/).

“Sucesso de público em todas as sessões. Muito bom receber uma peça que incorpora em sua dramaturgia recursos de acessibilidade, a fim de democratizar o acesso à cultura.”
Simone Pedrozo da Silveira, Centro Histórico-Cultural Santa Casa.

“A riqueza e fluidez da Libras e da Audiodescrição incorporadas à dinâmica e sensibilidade teatral uniram a todos na plateia em uma apreciação integrada. (…) Um trabalho que vai marcar a trajetória do teatro infantil! (…) Não deixem de assistir!”
Lisiane Medeiros, atriz.

“É um trabalho emocionante… Vai pegando o público e cativando até o emocionante e filosófico final.”
Carlos Azevedo, iluminador.

miar1(descrição da imagem) Na foto colorida e horizontal, Dani, Joana e Douglas estão de frente, da cintura para cima, de macacões coloridos com capuzes com orelhinhas. No meio e à frente está Joana, negra, com grandes olhos castanhos – e o esquerdo levemente pintado de branco -, de macacão marrom, bege e branco, sorrindo, com o braço esquerdo esticado para cima. Atrás dela, à esquerda, Dani, branca, de macacão laranja, pêssego e vermelho, desvia o rosto, os olhos fechados com força, as bochechas cheias e o dedo fura-bolo na frente da boca, fazendo cara de nojinho. Também atrás de Joana, à direita, Douglas, branco, de barba castanha, macacão vermelho, laranja e marrom, tapa o nariz e abre a boca, como se exclamasse: “Argh!”. Ao fundo, cortinas escuras. (fim da descrição) Foto: Thais Fernandes.

É Proibido Miar, espetáculo de teatro para crianças com audiodescrição e língua de sinais feitas pelos próprios atores.
Datas: 3 e 4 de outubro, sábado e domingo.
Hora: 16h (chegue 15 minutos antes para conferir o tour tátil pelo cenário conduzido pelo elenco).
Local: Teatro do Centro Histórico-Cultural Santa Casa (Av. Independência, 75). Estacionamento pago no local. Ambiente adaptado para receber também o público com deficiência física ou mobilidade reduzida.
Ingressos antecipados: R$ 20 (Livraria Bamboletras (Shopping Nova Olaria – R. General Lima e Silva, 776).
Ingressos no local (bilheteria aberta uma hora antes da apresentação): R$ 30.
Desconto: 50% para idosos, estudantes, classe artística, pessoas com deficiência e funcionários da Irmandade da Santa Casa de Misericórdia de Porto Alegre.
Informações: fones 51 9958 0519 (Débora Maier), 51 9217 1585 (Juliana Kersting) ou e-mail producao@eproibidomiar.com.br.

Opções de transporte coletivo com parada nas proximidades do Centro Histórico-Cultural Santa Casa:
Ônibus

T9 – Transversal 9
C3 – Circular 3
510 – Auxiliadora
608 – IAPI
637 – Chácara das Pedras

Lotação
05.1 e 05.11 – Rio Branco
30.3 – Santana
50.1 e 50.11 – Auxiliadora
50.2 – IAPI
50.3 e 50.31 – Montserrat
50.61 – Guerino/ Lindoia/ Auxiliadora