Douglas Dias

Audiodescrição da OVNI é premiada no 5º VerOuvindo, em Recife/PE


(descrição da imagem) Na foto colorida e quadrada, a equipe da OVNI Acessibilidade Universal que assina a audiodescrição do curta-metragem A Pedra posa, muito risonha, com o troféu pela Menção Honrosa no 5º Festival VerOuvindo. Atrás, em pé, da esquerda para a direita, estão Rafael Braz e Douglas Dias, que ergue o troféu. Ao centro, sentada, Mimi Aragón. À frente, agachados, Bruno Klein e Diana Manenti, que faz pose com as mãos emoldurando o rosto. Com jaquetas ou camisetas escuras e calças jeans, os cinco estão no estúdio Porta da Toca diante de um biombo branco que oculta a quina entre uma parede de pedra cinza, à esquerda, e outra revestida por um painel de madeira clara, à direita. Ao centro, um pouco acima da cabeça de Mimi, o troféu na mão direita de Douglas é composto por uma base retangular cor de laranja com uma plaquinha metálica ao centro, que traz no topo uma placa preta de acrílico com o logotipo e o nome VerOuvindo vazados. O logo e o nome do Festival aparecem brancos por estarem diante do biombo. No canto inferior direito, parte do tambor de uma bateria. (fim da descrição)

Chegou o troféu pela Menção Honrosa no 5º Festival VerOuvindo, que premiou a audiodescrição da OVNI para A Pedra, de Iuli Gerbase, curta-metragem produzido pela Prana Filmes.
Fomos pro estúdio Porta da Toca gravar mais uma audiodescrição e aproveitamos pra fazer uma foto que saiu assim: toda risonha. Porque é desse jeito que a gente vai resistindo ao mal: fazendo o que amamos, com quem a gente ama, pra que a arte toque a vida das pessoas.
Parabéns aos demais vencedores e indicados e muito obrigada à comissão julgadora, ao público e à equipe do Festival, na figura da Liliana Tavares.
Cinema acessível faz bem pra todo mundo!

Menção Honrosa no 5º VerOuvindo: Audiodescrição de A Pedra, Iuli Gerbase, ficção, 19 minutos, livre.
Roteiro: Mimi Aragón.
Consultoria: Rafael Braz.
Voice over: Douglas Dias.
Narração: Diana Manenti.
Técnico de som: Bruno Klein – Porta da Toca Estúdio.

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OVNI Acessibilidade Universal produz audiodescrição no 44º Festival de Cinema de Gramado

Sessão acessível a pessoas cegas ou com baixa visão será dia 31 de agosto, quarta-feira, às 21h30. Além do longa-metragem já tradicionalmente exibido com audiodescrição ao vivo, o curta brasileiro que abre a noite contará com o recurso

Os filmes Memória da Pedra e El Mate serão exibidos com audiodescrição ao vivo no 44º Festival de Cinema de Gramado, respectivamente, nas Mostras Competitivas de Curtas e de Longas-Metragens Bqrasileiros, dia 31 de agosto, quarta-feira, às 21h30, no Palácio dos Festivais, na Serra Gaúcha. Será a primeira vez que o curta-metragem que abre a noite estará acessível ao público cego ou com baixa visão. A produção de acessibilidade é da OVNI Acessibilidade Universal, com apoio da Faders – Fundação de Articulação e Desenvolvimento de Políticas Públicas para Pessoas com Deficiência e com Altas Habilidades no Rio Grande do Sul e da Agade – Associação Gaúcha de Audiodescritores.

Um número limitado de ingressos gratuitos destinados exclusivamente aos usuários da audiodescrição será distribuído por ordem de reserva até dia 29 de agosto, segunda-feira, pelo e-mail ovniacessibilidade@gmail.com ou pelos fones (51) 3414 4690, (51) 8451 2115 ou (51) 9208 1176. Ingressos adicionais podem ser adquiridos pelo http://bit.ly/2boc0ct (selecionar bilhetes para a sessão das 19h) ou, a partir do dia 23 de agosto, em Gramado (consulte em http://bit.ly/2bInARf a lista de pontos de venda).

Um ônibus cedido pela Faders fará o transporte Porto Alegre-Gramado-Porto Alegre no dia da exibição. A partida está marcada para as 16h, em frente à sede da Fundação (Rua Duque de Caxias, 418, Centro Histórico), com retorno a Porto Alegre depois da sessão, por volta das 23h. Há 25 vagas preferenciais para o público usuário da audiodescrição que devem ser reservadas também até o dia 29 de agosto pelo e-mail e telefones da OVNI Acessibilidade Universal.

OS FILMES
O documentário baiano Memória da Pedra, de Luciana Lemos, com aproximadamente 13 minutos, abre a sessão oficial da Mostra Competitiva de Curtas-Metragens Brasileiros. O filme foi rodado nas cidades de Milagres e Monte Santo, mesmas locações de O Dragão da Maldade Contra o Santo Guerreiro e Deus e o Diabo na Terra do Sol, títulos do Cinema Novo dirigidos por Glauber Rocha há 50 anos. O curta propõe uma reflexão sobre o tempo, tanto na memória desses clássicos do cinema nacional, como nos espaços e na vida dos habitantes das duas cidades baianas.

OVNI_memorias_da_predra_gramado(descrição da imagem) Ao centro da foto colorida e horizontal, um caboclo idoso está sentado nos degraus de uma longa escadaria de pedra em meio à vegetação ligeiramente ressecada. Com expressão séria, ele usa chapéu amarelado, camisa bege de mangas longas, calças cor de creme, meias e sapatos marrons. Seus antebraços estão apoiados nas coxas, com as mãos entrelaçadas. À esquerda, a intervalos regulares sobre os degraus, três postes de luz. Ao fundo, no alto da escadaria, uma casinha branca com uma janela verde na fachada. O céu azul está parcialmente encoberto por nuvens. (fim da descrição) Foto: Divulgação/Festival De Cinema de Gramado.

O filme que encerra a noite e concorre na Mostra Competitiva de Longas-Metragens Brasileiros é o paulista El Mate, de Bruno Kott. Durante 70 minutos, mostra uma noite na vida de Armando, um assassino de aluguel portenho que vive sozinho em uma estranha casa no centro de São Paulo. É ali que Armando mantém sua encomenda, Russo, que é espancado e aguarda amarrado a chegada dos mandantes do sequestro. Tudo vai mal para Russo e bem para Armando, até que Fabio, um jovem evangélico toca a campainha para trazer a palavra de Deus e um estranho conflito. Um disparo muda o rumo da madrugada e une duas pessoas de mundos extremamente diferentes.

OVNI_elmate_gramado(descrição da imagem) Na foto colorida e horizontal, quatro atores caracterizados como personagens do filme “El Mate” estão sentados descontraidamente no pequeno sofá de uma sala com as luzes acesas. Um homem está em cada ponta e duas mulheres estão entre eles. Parecem participar de uma festa. O homem da esquerda, de cabelos castanhos, camisa bordô e calça bege com listras, bebe de um copo, observado pela mulher a seu lado, de cabelos presos, que sorri levemente e também segura um copo. Ao lado dela, uma mulher negra de cabelos volumosos, colar e tomara-que-caia, abraça, sorridente, o outro homem, quase calvo, de barba grisalha, camisa marrom e calça escura, que segura um copo. Diante dos quatro, uma mesinha de centro coberta por uma toalha e, por cima, uma bandeja com uma jarra, um rolo de papel-toalha, um pratinho e outros objetos. Na esquerda, outra mesinha com um abajur aceso. Ao fundo, uma janela gradeada e com os vidros fechados. (fim da descrição) Foto: Divulgação/LM Brasil/Festival De Cinema de Gramado.

AUDIODESCRIÇÃO
A audiodescrição amplia o entendimento de pessoas cegas ou com baixa visão, entre outras, em um infinidade de produtos e eventos, como filmes e peças de teatro, proporcionando acesso a informações sobre personagens, cenários, figurinos e ações relevantes para a compreensão da obra.

FICHA TÉCNICA DA AUDIODESCRIÇÃO
Produção de acessibilidade: OVNI Acessibilidade Universal.
Roteiro de AD do curta Memória da Pedra: Mimi Aragón.
Roteiro de AD do longa El Mate: Letícia Schwartz.
Consultoria: Rafael Braz.
Narração: Kemi Oshiro.
Voice over: Douglas Dias.
Suporte: Débora Maier, Juliana Prestes e Mimi Aragón.
Equipamento: Grupo Evento.
Apoio: Faders – Fundação de Articulação e Desenvolvimento de Políticas Públicas para Pessoas com Deficiência e com Altas Habilidades no Rio Grande do Sul e Agade – Associação Gaúcha de Audiodescritores.

AUDIODESCRIÇÃO NO FESTIVAL DE CINEMA DE GRAMADO
Este será o quinto ano consecutivo em que as profissionais da OVNI Acessibilidade Universal levarão acessibilidade aos filmes da mostra competitiva brasileira em Gramado. Em 2012, Colegas, o grande vencedor do 40º Festival, com os Kikitos de Melhor Filme, Direção de Arte e o Prêmio Especial do Júri, foi exibido com audiodescrição. Em 2013, em parceria com a Accorde Filmes, as audiodescritoras da OVNI produziram a sessão acessível de A Oeste do Fim do Mundo, que levou os Kikitos de Melhor Longa Estrangeiro pelo Júri Popular, Ator e Menção Honrosa. Em 2014, a audiodescrição de A Despedida, longa que conquistou os Kikitos de Direção, Ator, Atriz e Fotografia, atraiu público recorde. Em 2015, com roteiro de audiodescrição de Letícia Schwartz, Ausência foi o grande vencedor do 43º Festival, levando os Kikitos de Trilha Sonora, Roteiro, Direção e Filme.

SERVIÇO
O quê: Curta-metragem Memória da Pedra, de Luciana Lemos, e longa El Mate, de Bruno Kott, com audiodescrição ao vivo no 44º Festival de Cinema de Gramado.
Quando: 31 de agosto, quarta-feira, às 21h30.
Onde: Palácio dos Festivais (Av. Borges de Medeiros, 2697 – Centro – Gramado/RS).
Reserva limitada de ingressos gratuitos exclusivos para pessoas com deficiência visual e transporte Porto Alegre-Gramado-Porto Alegre: Até dia 29 de agosto, sexta-feira, pelos fones (51) 3414 4690, (51) 8451 2115 ou (51) 9208 1176 ou pelo e-mail ovniacessibilidade@gmail.com
Compra de ingressos adicionais: R$ 30 (inteira) e R$ 15 (meia) pelo http://bit.ly/2boc0ct (selecionar bilhetes para a sessão das 19h) ou, a partir do dia 23 de agosto, em Gramado (consulte em http://bit.ly/2bInARf a lista de pontos de venda).
Realização: 44º Festival de Cinema de Gramado.
Produção de acessibilidade: OVNI Acessibilidade Universal.
Apoio: Faders – Fundação de Articulação e Desenvolvimento de Políticas Públicas para Pessoas com Deficiência e com Altas Habilidades no Rio Grande do Sul e Agade – Associação Gaúcha de Audiodescritores.

Felicidade e amor definem: É Proibido Miar conquista três prêmios Tibicuera de teatro para crianças!

miar3 (descrição da imagem) Na foto colorida e horizontal, os quatro atores da peça É Proibido Miar estão de frente, lado a lado, da cintura para cima, sorrindo, de macacões coloridos com capuzes com orelhinhas, e as pontinhas dos narizes levemente pintadas de preto, lembrando focinhos. Cada um faz o sinal em LIBRAS correspondente a uma letra da palavra Miar. Na esquerda, Juliana Kersting, a mais alta, branca e com olhos verdes, de macacão preto, cinza e branco, faz o M, com os dedos seu vizinho, pai de todos e fura-bolo apontados para baixo. Joana Amaral, negra, com grandes olhos castanhos – e o esquerdo levemente pintado de branco -, de macacão marrom, bege e branco, faz o I, com o mindinho apontado para cima. Dani Dutra, branca, com olhinhos bem pequenos e castanhos, de macacão laranja, pêssego e vermelho, faz o A, com todos os dedos fechados na palma da mão. Douglas Dias, branco, com olhos castanhos arregalados, barba e boca aberta, de macacão vermelho, laranja e marrom, faz o R, com o fura-bolo e o pai de todos cruzados e apontados para cima. Ao fundo, cortinas escuras. (fim da descrição) Foto: Thaís Fernandes.

Trabalho movido a amor e garra tem potência para transformar o mundo. Nem que seja o mundinho à nossa volta.

E ontem, 11, à noite, a gente confirmou mais uma vez o efeito dessa buena onda: o espetáculo É Proibido Miar, da MA Companhia – Teatro, Dança e Assemelhados, que recebeu dez indicações à distinção concedida pela Secretaria da Cultura de Porto Alegre/RS, levou três prêmios Tibicuera de teatro para crianças: Iluminação, para Casemiro Azevedo; Ator Coadjuvante, para Douglas Dias; e Atriz Coadjuvante, para Juliana Kersting.

E o que isso significa, além do merecidíssimo reconhecimento ao talento desses artistas? Que a cultura da acessibilidade ganha cada dia mais espaço. E que, devagarinho e todos juntos, vamos provando que teatro acessível faz bem para todo mundo.

Parabéns, Case, Doug, Ju e toda a trupe do É Proibido Miar! 2016 vem aí e vamos miar muito para todo mundo perceber junto a força do teatro acessível e produzido com amor!

PS renovado: E a audiodescrição, que desde 2012 traz sorte aos filmes do Festival de Cinema de Gramado e em 2015 atraiu boas vibrações às artes visuais, também plantou um trevinho de quatro folhas no terreno das artes cênicas. Então, vamos reforçar o desejo: que venha muito mais reconhecimento aos artistas que entendem a importância de produzir cultura para todos!

É Proibido Miar volta ao palco em curtíssima temporada em Porto Alegre/RS

Grande sucesso na temporada de inverno, espetáculo de teatro para crianças (de qualquer idade) com audiodescrição e língua de sinais feitas pelos próprios atores retorna ao Centro Histórico-Cultural Santa Casa nos dias 3 e 4 de outubro.

miar3(descrição da imagem) Na foto colorida e horizontal, os quatro atores da peça É Proibido Miar estão de frente, lado a lado, da cintura para cima, sorrindo, de macacões coloridos com capuzes com orelhinhas, e as pontinhas dos narizes levemente pintadas de preto, lembrando focinhos. Cada um faz o sinal em Libras correspondente a uma letra da palavra Miar. Na esquerda, Ju, a mais alta, branca e com olhos verdes, de macacão preto, cinza e branco, faz o M, com os dedos seu vizinho, pai de todos e fura-bolo apontados para baixo. Joana, negra, com grandes olhos castanhos – e o esquerdo levemente pintado de branco -, de macacão marrom, bege e branco, faz o I, com o mindinho apontado para cima. Dani, branca, com olhinhos bem pequenos e castanhos, de macacão laranja, pêssego e vermelho, faz o A, com todos os dedos fechados na palma da mão. Douglas, branco, com olhos castanhos arregalados, barba e boca aberta, de macacão vermelho, laranja e marrom, faz o R, com o fura-bolo e o pai de todos cruzados e apontados para cima. Ao fundo, cortinas escuras. (fim da descrição) Foto: Thais Fernandes.

O Bingo está de volta! Depois do grande sucesso da temporada em julho e agosto na Sala Álvaro Moreyra e no Teatro do Centro Histórico-Cultural Santa Casa, em Porto Alegre/RS, o espetáculo de teatro para crianças (de 1 a 100 anos!) É Proibido Miar, da MA Companhia – teatro, dança e assemelhados, retorna ao teatro da Santa Casa (Av. Independência, 75) para somente duas apresentações, nos dias 3 e 4 de outubro, sábado e domingo, às 16h (chegue 15 minutos antes para conferir o tour tátil pelo cenário conduzido pelo elenco).

Os ingressos a preços promocionais para venda antecipada já estão disponíveis na Livraria Bamboletras (Shopping Nova Olaria – R. General Lima e Silva, 776) a R$ 20, com 50% de desconto para idosos, estudantes, classe artística, pessoas com deficiência e funcionários da Irmandade da Santa Casa de Misericórdia de Porto Alegre. No teatro, podem ser adquiridos uma hora antes de cada apresentação a R$ 30, com a mesma política de descontos.

Sinopse:
Baseado no livro infantil homônimo de Pedro Bandeira, o espetáculo É Proibido Miar conta a história de Bingo, um filhote de cachorro que não via nenhum problema em miar, mas sua família e sua dona não pensavam como ele. E é aí que as coisas acontecem…

Acessibilidade:
É Proibido Miar traz uma proposta inédita em termos de acessibilidade no teatro: os próprios atores fazem a audiodescrição e a tradução para língua de sinais. A ideia é investigar o potencial criativo da audiodescrição como narrativa e da Libras como gestual, inserindo-as na concepção dramatúrgica e propondo uma linguagem teatral experimental. O programa da peça foi impresso em fonte ampliada e também em braille e no início do espetáculo o público é convidado a um tour tátil pelo cenário, conduzido pelo atores.

Ficha técnica:
Direção: Denis Gosch
Assistência de Direção: Ricardo Zigomático
Dramaturgia adaptada: Daniel Colin
Elenco: Dani Dutra, Douglas Dias, Joana Amaral e Juliana Kersting
Assessoria em LIBRAS: Joana Amaral
Assessoria em audiodescrição: Mimi Aragón (OVNI Acessibilidade Universal)
Coordenação pedagógica: Patrícia Colin
Trilha sonora original: Moysés Lopes e Alexandre Fritzen
Preparação vocal: Beto Chedid
Figurinos e adereços: Fabrízio Rodrigues
Cenário: Denis Gosch e Fabrízio Rodrigues
Iluminação: Casemiro Azevedo
Bilheteria: Simone Dornelles
Produção: Fio Produtora Cultural
Produção executiva: Débora Maier
Direção de produção: Juliana Kersting

miar2(descrição da imagem) Na foto colorida e horizontal, Joana está à esquerda e Ju à direita, ambas na penumbra, ligeiramente iluminadas por uma luz prateada, de macacões coloridos com capuzes com orelhinhas. Joana, negra, com grandes olhos castanhos – e o esquerdo levemente pintado de branco -, de macacão marrom, bege e branco, está de perfil, da cintura para cima, e nos olha de lado, com a testa franzida e a boca entreaberta, parecendo curiosa. À direita, Ju, branca, alta e de macacão preto, cinza e branco, aparece dos joelhos para cima e meio desfocada atrás de uma cortina escura que a luz deixa quase transparente. Ju tem a boca mais ou menos aberta e estende o braço direito na direção de Joana, parecendo chamá-la. (fim da descrição) Foto: Thais Fernandes.

O que afirma quem já assistiu:
“Foi tão criativa e me senti criança outra vez, pude acompanhar a cada instante como se eu estivesse fazendo parte da história.”
Patricia Rodrigues Witt, terapeuta ocupacional, surda (texto completo em http://surdezsilencioemvoodeborboleta.com/blog/2015/07/12/me-senti-tao-integrada-nessa-peca-libras-e-audio-descricao/).

“Agradeço de coração toda a atenção dispensada a mim e à Beatriz. Com certeza este momento ficará em nossa memória, como a primeira vez em que a levei ao teatro e também a primeira vez em que assistimos a um espetáculo onde fomos verdadeiramente incluídos.”
Emanuel Noimann, funcionário público, cego.

“”Realmente fora de série! Assisti com meu irmão Claudio Roberto, que é cego e com o André Luiz, seu filho de 4 anos. Meu irmão parecia uma criança, como o seu filho. Me emocionei por vê-lo tão feliz! Quando saímos, ele falou: ‘me senti dentro do palco’.”
Cecília Quaresma, aposentada.

“Divertido demais! (…) Na fila de entrada já fiquei contente ao abrir o programa/cartaz e ver fonte ampliada… (…) Imagina as pessoas com baixa visão, que coisa bem boa poder ler um programa de espetáculo, pq ali tem uma fonte que lhes permite isso! Inclusão! Ótimo acolhimento à diversidade! Fantástico observar as crianças da plateia tentando imitar os sinais de Libras, que os atores faziam e esticando a cabecinha pra cima, acompanhando o que a audiodescrição lhes apontava, lhes chamava a atenção. (…) Se pras crianças cegas isso é fundamental pra conhecerem o ambiente, pras crianças/pais que enxergam é (…) um despertar pros outros elementos que fazem uma cena, além do que está na sua frente. Tão legal explicar no início o que é Libras e o que é Audiodescrição e pra que serve! Libras já é mais conhecida, mas AD… puxa, quantas pessoas hoje foram pra casa entendendo este recurso!”.
Márcia Ilha Marques, funcionária pública.

“Fazia tempo que eu não surpreendia tanto com um espetáculo e fiquei realmente estarrecida quando vi “É Proibido Miar”, um espetáculo que eleva a palavra “inclusivo” para outro patamar. Eu já tinha ouvido falar que tinha audiodescrição (para cegos), que tinha libras (para surdos) mas achava que essas “traduções” eram externas à obra. Tomei um susto quando vi que estava tudo dentro, com os atores agindo enquanto se descrevem e falam em libras enquanto falam com a voz. (…) É um “espetáculo infantil” só porque acontece de tarde e a história que deu base à dramaturgia é infantil, mas os adultos se deliciaram. (…) É a minha recomendação pra quem quer ver algo diferente de tudo que já se viu.”
Dedé Ribeiro, produtora cultural (texto completo em https://dederibeiro.wordpress.com/2015/07/28/todos-iguais-todos-diferentes-todos-assistindo-teatro-bom/).

“Sucesso de público em todas as sessões. Muito bom receber uma peça que incorpora em sua dramaturgia recursos de acessibilidade, a fim de democratizar o acesso à cultura.”
Simone Pedrozo da Silveira, Centro Histórico-Cultural Santa Casa.

“A riqueza e fluidez da Libras e da Audiodescrição incorporadas à dinâmica e sensibilidade teatral uniram a todos na plateia em uma apreciação integrada. (…) Um trabalho que vai marcar a trajetória do teatro infantil! (…) Não deixem de assistir!”
Lisiane Medeiros, atriz.

“É um trabalho emocionante… Vai pegando o público e cativando até o emocionante e filosófico final.”
Carlos Azevedo, iluminador.

miar1(descrição da imagem) Na foto colorida e horizontal, Dani, Joana e Douglas estão de frente, da cintura para cima, de macacões coloridos com capuzes com orelhinhas. No meio e à frente está Joana, negra, com grandes olhos castanhos – e o esquerdo levemente pintado de branco -, de macacão marrom, bege e branco, sorrindo, com o braço esquerdo esticado para cima. Atrás dela, à esquerda, Dani, branca, de macacão laranja, pêssego e vermelho, desvia o rosto, os olhos fechados com força, as bochechas cheias e o dedo fura-bolo na frente da boca, fazendo cara de nojinho. Também atrás de Joana, à direita, Douglas, branco, de barba castanha, macacão vermelho, laranja e marrom, tapa o nariz e abre a boca, como se exclamasse: “Argh!”. Ao fundo, cortinas escuras. (fim da descrição) Foto: Thais Fernandes.

É Proibido Miar, espetáculo de teatro para crianças com audiodescrição e língua de sinais feitas pelos próprios atores.
Datas: 3 e 4 de outubro, sábado e domingo.
Hora: 16h (chegue 15 minutos antes para conferir o tour tátil pelo cenário conduzido pelo elenco).
Local: Teatro do Centro Histórico-Cultural Santa Casa (Av. Independência, 75). Estacionamento pago no local. Ambiente adaptado para receber também o público com deficiência física ou mobilidade reduzida.
Ingressos antecipados: R$ 20 (Livraria Bamboletras (Shopping Nova Olaria – R. General Lima e Silva, 776).
Ingressos no local (bilheteria aberta uma hora antes da apresentação): R$ 30.
Desconto: 50% para idosos, estudantes, classe artística, pessoas com deficiência e funcionários da Irmandade da Santa Casa de Misericórdia de Porto Alegre.
Informações: fones 51 9958 0519 (Débora Maier), 51 9217 1585 (Juliana Kersting) ou e-mail producao@eproibidomiar.com.br.

Opções de transporte coletivo com parada nas proximidades do Centro Histórico-Cultural Santa Casa:
Ônibus

T9 – Transversal 9
C3 – Circular 3
510 – Auxiliadora
608 – IAPI
637 – Chácara das Pedras

Lotação
05.1 e 05.11 – Rio Branco
30.3 – Santana
50.1 e 50.11 – Auxiliadora
50.2 – IAPI
50.3 e 50.31 – Montserrat
50.61 – Guerino/ Lindoia/ Auxiliadora