inclusão

Olé! Flamenco Imaginário terá audiodescrição no dia 10 de setembro, em Porto Alegre/RS

Mais de 40 contribuições pelo site Vakinha permitiram reunir fundos para, pela primeira vez, tornar acessível aos usuários da AD um espetáculo de flamenco para crianças

DanieJuKEmanuelDenaui

(descrição da imagem) A foto colorida e quadrada, com fundo branco, mostra as bailarinas Juliana Kersting, na esquerda, e Daniele Zill, na direita, caracterizadas como personagens do espetáculo Flamenco Imaginário, usando roupas  e maquiagem bem coloridas. Elas são brancas, têm cabelos castanhos, estão em pé e aparecem dos joelhos para cima. Sorrindo, Dani ajeita um chapeuzinho verde na cabeça de Ju, que revira os olhos, um pouquinho estrábica, e está de frente, com as mãos sobre os joelhos um ligeiramente dobrados, como se estivesse quase agachada. Por cima de um tipo de macacão verde com bolinhas brancas e pernas azuis bem folgadas, Ju usa um casaquinho azul de gola amarela, rendinhas verdes e babados nas mangas longas. Tem os olhos pintados com sombra azul, pontinhos escuros nas bochechas e está de batom cor de rosa. Dani está quase de frente, um pouquinho inclinada sobre Ju. Ela usa vestido curto, azul com bolinhas brancas, rendinhas amarelas, babados nas mangas curtinhas e, nas pernas, malha branca com pontinho pretos. Tem os olhos pintados de rosa, usa batom laranja e seus cabelos, enfeitados com florzinhas, estão presos por uma renda em tons de amarelo e laranja em um coque atrás da orelha. (fim da descrição) Foto: Emanuel Denaui.

Conseguimos! Nossa campanha de financiamento coletivo foi um sucesso e, graças às contribuições de mais de 40 pessoas (e aqui vai o agradecimento especial da OVNI, também em nome da Del Puerto, a cada doador e cada compartilhamento do link da campanha), o espetáculo Flamenco Imaginário, da Del Puerto, terá uma sessão com audiodescrição (AD) da OVNI Acessibilidade Universal no dia 10 de setembro, domingo, às 16h, no Teatro Renascença (Centro Municipal de Cultura, Arte e Lazer Lupicínio Rodrigues – Avenida Erico Verissimo, 307, Bairro Menino Deus), em Porto Alegre/RS.

Os ingressos antecipados podem ser adquiridos por meio do site Entreatos ou na sede da Del Puerto, na Avenida Cristóvão Colombo, 752, Bairro Floresta, em Porto Alegre/RS. Aos preços de R$ 30 (inteira) e R$ 15 (pessoas com deficiência, crianças de colo, estudantes, idosos e classe artística), também serão vendidos no dia da sessão, na bilheteria do Teatro, a partir das 15h. Mais informações pelos fones 51 3028 4488 e 51 98451 2115.

Sobre o Flamenco Imaginário.
Flamenco Imaginário é a primeira montagem para crianças da Cia Del Puerto e foi livremente inspirada no clássico “O corcunda de Notre-Dame”, de Victor Hugo. Em uma grande festa do pijama, o elenco traz à cena uma narrativa encantadora, que provoca a imaginação e os sentidos da plateia. Com trilha sonora e coreografia inéditas, Flamenco Imaginário foi indicado aos prêmios Tibicuera de Teatro Infanto-Juvenil e Açorianos de Dança, em 2016, e premiado nas categorias Produção, Figurino e Iluminação.

A partir das histórias de infância de cada bailarino-ator, a proposta é expressar por meio da cultura flamenca e do sapateado americano vivências sobre bulling, preconceito, diferenças, primeiro amor. A narrativa não é linear, mas uma sequência de cenas que instiga os adultos a olharem para sua criança interior e convida os pequenos a experimentarem ser diferentes. E, como nas brincadeiras infantis, uma situação se liga à outra e se modifica conforme a vontade.

Os figurinos inspirados na cultura flamenca propõem novas cores e texturas que atraem a criançada e transformam cada ator-bailarino em um figura única: a flamenquita, a princesa, a cordobesa e o toureiro. O cenário combina referências aos vitrais da Catedral de Notre-Dame e a um quarto infantil em um dia de festa do pijama, com balões coloridos, baús, abajures e flores. A trilha sonora traz ritmos flamencos temperados com as músicas latino-americana e galega, além de sons de desenhos animados e uma referência à doce melodia de “Só você não vê”, dos gaúchos Nico Nicolaiewski e Fernando Pezão. Por fim, a luz que dá clima e tons às histórias também “dança” conforme a trilha sonora original e a coreografia com referência no baile flamenco.

AdrianaMarchioriHORADOCHÁ

(descrição da imagem) Na foto colorida e horizontal, três bailarinos do espetáculo Flamenco Imaginário estão em cena, no Teatro de Arena, em Porto Alegre, iluminados por uma luz clara, parecendo beber de xicrinhas brancas de cafezinho, ajoelhados em volta de uma mesa feita de malas forradas de papel azul claro com bolinhas marrons. Todos estão de maquiagem colorida nos olhos e usam pijamas brancos com bolinhas pretas e sapatos felpudos que lembram pantufas. Na esquerda, em uma das pontas da mesa, Leonardo Dias está de touca vermelha com bolotas penduradas nos lados da cabeça e, por cima do pijama, usa calças curtas com listras em bege, marrom, vermelho e preto, com franjas e bolotas. Apertando a boca como se estivesse quase estalando os lábios, ele olha pro público com jeito sério, com o traseiro apoiado em um bauzinho forrado igual às malas. Ao centro, atrás da mesa, Juliana Kersting está com a cabeça um pouco inclinada pra trás, de olhos fechados, virando sua xícara na boca aberta. Na direita, na outra ponta da mesa, Daniele Zill também está com a cabeça inclinada pra trás, com a xícara encostada na boca. Ela tem os cabelos castanhhos presos e enfeitados com uma redinha e flores em tons de laranja e amarelo. Abaixo dela, no chão, uma maletinha redonda também forrada. Ao fundo, o cenário que parece um biombo formado por círculos coloridos de vários tamanhos e, mais atrás, um tipo de cortina de bolinhas de isopor. (fim da descrição) Foto: Adriana Marchiori.

Sobre a Del Puerto.
A Escola e Companhia de Flamenco Del Puerto foi fundada em 1999 e desde então realiza um intenso trabalho de pesquisa técnica, expressiva e histórico-cultural da arte flamenca. A companhia já circulou por todo o Brasil com suas montagens e recebeu prêmios e indicações, entre eles os troféus Açorianos de Dança em 2008, 2012, 2014 e 2016; o troféu Tibicuera, em 2016; o Prêmio Funarte Klauss Vianna, em 2013 e o Prêmio de Pesquisa em Artes Cênicas do Teatro de Arena, em 2015. Além da produção de espetáculos, a Del Puerto mantém um calendário de aulas regulares de flamenco em sua sede própria, em Porto Alegre. O ensino da arte flamenca inclui baile e música para todos os níveis, inclusive turmas infantis. Os alunos da escola compõem um grupo amador que exercita o conteúdo das aulas em shows e apresentações especiais. Os professores também ministram aulas particulares e cursos, além de atuarem na criação de coreografias e na composição musical.

Ficha técnica do Flamenco Imaginário.
​Idealização:
Daniele Zill.
Direção: Denis Gosch.
Coreografia: Juliana Prestes.
Trilha sonora original: Giovani Capeletti.
Elenco: Daniele Zill, Graziela Silveira, Juliana Kersting e Leonardo Dias.
Percussão e efeitos: Gustavo Rosa.
Design e operação de luz: Leandro Gass.
Figurinos e cenário: Antonio Rabadan.
Audiodescrição: OVNI Acessibilidade Universal.
Produção executiva e artística: Daniele Zill e Juliana Kersting.
Assessoria de imprensa: Bruna Paulin.
Realização: Del Puerto Produções.

Ficha técnica da audiodescrição.
Roteiro e narração:
Mimi Aragón.
Consultoria: Rafael Braz.
Equipamento: Grupo Evento.
Suporte: Kemi Oshiro e Juliana Prestes.
Produção: OVNI Acessibilidade Universal.

Flamenco Imaginário com audiodescrição da OVNI Acessibilidade Universal.
Quando:
10 de setembro, domingo, às 16h. A audiodescrição começa às 15h45. Chegue até as 15h30 para retirar seu equipamento, trazendo um documento válido.
Onde: Teatro Renascença (Centro Municipal de Cultura, Arte e Lazer Lupicínio Rodrigues – Avenida Erico Verissimo, 307, Bairro Menino Deus, Porto Alegre/RS).
Duração aproximada: 50 minutos.
Ingressos antecipados: Online, pelo site Entreatos, ou na sede da Del Puerto, na Avenida Cristóvão Colombo, 752, Bairro Floresta, Porto Alegre/RS.
Ingressos no dia: Na bilheteria do Teatro, a partir das 15h.
Valores: R$ 30 (inteira) e R$ 15 (pessoas com deficiência, crianças de colo, estudantes, idosos e classe artística).
Informações sobre a audiodescrição: fones 51 98451 2115 e 51 99208 1176 ou email ovniacessibilidade@gmail.com.

Opções de linhas de ônibus com parada em frente ao Teatro Renascença (Centro Municipal de Cultura, Arte e Lazer Lupicínio Rodrigues – Avenida Erico Verissimo, 307, Bairro Menino Deus):
149 – Icaraí (bairro-centro)
149.1 – Icaraí Alto Taquari (bairro-centro)
195 – TV
253 – Renascença (centro-bairro)
254 – Embratel Cascatinha (bairro-centro)
254.1 – Embratel Canudos Cascatinha (bairro-centro)
257 – Paulino Azurenha
260.1 – Belém Velho Cascatinha (bairro-centro)
260.2 – Belém Velho João Pessoa (centro-bairro)
262 – Jardim Vila Nova
262.1 – Jardim Vila Nova Cascatinha (bairro-centro)
263 – Orfanotrofio (centro-bairro)
270 – Grutinha (bairro-centro)
270.1 – Grutinha via Amapá (bairro-centro)
271 – Amapá (bairro-centro)
274 – Gloria Azenha Cascatinha (centro-bairro)
274.1 – Gloria Cascatinha Azenha (bairro-centro)
281 – Campo Novo (bairro-centro)
281.1 – Campo Novo Morro Agudo (bairro-centro)
281.2 – Campo Novo Gedeon Leite (bairro-centro)
283 – Ipanema Cavalhada (bairro-centro)
283.2 – Ipanema Cavalhada Cirino Prunes (bairro-centro)
284 – Belém Velho São Francisco Rincão Betão – (centro/bairro)
288 – Ipanema Morro Alto – (centro/bairro)
289 – Rincão via Oscar Pereira- (centro/bairro)

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Flamenco Imaginário tem campanha de financiamento coletivo para uma sessão com audiodescrição no dia 10 de setembro, em Porto Alegre/RS

Iniciativa da Del Puerto e da OVNI, ação busca reunir fundos para, pela primeira vez, tornar acessível aos usuários da AD um espetáculo de flamenco para crianças

(descrição da imagem) Na foto colorida e horizontal, três bailarinos do espetáculo Flamenco Imaginário estão em cena, no Teatro de Arena, em Porto Alegre, iluminados por uma luz clara, parecendo beber de xicrinhas brancas de cafezinho, ajoelhados em volta de uma mesa feita de malas forradas de papel azul claro com bolinhas marrons. Todos estão de maquiagem colorida nos olhos e usam pijamas brancos com bolinhas pretas e sapatos felpudos que lembram pantufas. Na esquerda, em uma das pontas da mesa, Leonardo Dias está de touca vermelha com bolotas penduradas nos lados da cabeça e, por cima do pijama, usa calças curtas com listras em bege, marrom, vermelho e preto, com franjas e bolotas. Apertando a boca como se estivesse quase estalando os lábios, ele olha pro público com jeito sério, com o traseiro apoiado em um bauzinho forrado igual às malas. Ao centro, atrás da mesa, Juliana Kersting está com a cabeça um pouco inclinada pra trás, de olhos fechados, virando sua xícara na boca aberta. Na direita, na outra ponta da mesa, Daniele Zill também está com a cabeça inclinada pra trás, com a xícara encostada na boca. Ela tem os cabelos castanhhos presos e enfeitados com uma redinha e flores em tons de laranja e amarelo. Abaixo dela, no chão, uma maletinha redonda também forrada. Ao fundo, o cenário que parece um biombo formado por círculos coloridos de vários tamanhos e, mais atrás, um tipo de cortina de bolinhas de isopor. (fim da descrição) Foto: Adriana Marchiori.

Segue no ar a campanha de financiamento coletivo para uma sessão com audiodescrição (AD) do premiado espetáculo Flamenco Imaginário, da Del Puerto, no dia 10 de setembro, no Teatro Renascença, em Porto Alegre/RS. As contribuições com qualquer valor, via cartão de crédito ou boleto, podem ser feitas no site Vakinha, a partir do link http://www.vakinha.com.br/vaquinha/audiodescricao-para-espetaculo-infantil-flamenco-imaginario. Até agora, a produção independente da Del Puerto e da OVNI Acessibilidade Universal arrecadou mais da metade do valor destinado à produção da AD, mas a integralização ainda depende de mais doações. Quem não puder contribuir, ajuda bastante compartilhando a campanha. Se tudo der certo, será a primeira vez que um espetáculo de flamenco para crianças terá audiodescrição. Ingressos antecipados podem ser adquiridos por meio do site Entreatos ou na Del Puerto (Avenida Cristóvão Colombo, 752 – Floresta – Porto Alegre/RS – fone 51 3028 4488).

Sobre o Flamenco Imaginário.
Flamenco Imaginário é uma grande festa do pijama. Livremente inspirado na dramaturgia de O Corcunda de Notre Dame, de Victor Hugo, o espetáculo da Del Puerto é voltado ao universo dos pequenos, mas atrai toda a família: os adultos se emocionam e as crianças se divertem muito. Flamenco Imaginário tem trilha sonora composta especialmente por Giovani Capeletti e cenário e figurinos de Antonio Rabadan. Idealizado por Daniele Zill, é dirigido por Denis Gosch e tem coreografias de Juliana Prestes. No elenco, além de Daniele, Graziela Silveira, Juliana Kersting e Leonardo Dias.

Sobre a Del Puerto.
A Escola e Companhia de Flamenco Del Puerto foi fundada em 1999 e desde então realiza um intenso trabalho de pesquisa técnica, expressiva e histórico-cultural da arte flamenca. A companhia já circulou por todo o país com suas montagens, recebeu prêmios e indicações, entre eles os troféus Açorianos de Dança em 2008, 2012 e 2014; o Prêmio Funarte Klauss Vianna 2013 e o Prêmio de Pesquisa em Artes Cênicas do Teatro de Arena em 2015. Atualmente, a Companhia circula com o premiado espetáculo para crianças Flamenco Imaginário, indicado aos prêmios Tibicuera de Teatro Infanto-Juvenil e Açorianos de Dança em 2016, e premiado nas categorias Produção, Figurino e Iluminação.

Ficha técnica.
​Idealização:
Daniele Zill.
Direção: Denis Gosch.
Coreografia: Juliana Prestes.
Trilha sonora original: Giovani Capeletti.
Elenco: Daniele Zill, Graziela Silveira, Juliana Kersting e Leonardo Dias.
Percussão e efeitos: Gustavo Rosa.
Design e operação de luz: Leandro Gass.
Figurinos e cenário: Antonio Rabadan.
Audiodescrição: OVNI Acessibilidade Universal.
Produção executiva e artística: Daniele Zill e Juliana Kersting.
Assessoria de imprensa: Bruna Paulin.
Realização: Del Puerto Produções.

Felicidade e amor definem: É Proibido Miar conquista três prêmios Tibicuera de teatro para crianças!

miar3 (descrição da imagem) Na foto colorida e horizontal, os quatro atores da peça É Proibido Miar estão de frente, lado a lado, da cintura para cima, sorrindo, de macacões coloridos com capuzes com orelhinhas, e as pontinhas dos narizes levemente pintadas de preto, lembrando focinhos. Cada um faz o sinal em LIBRAS correspondente a uma letra da palavra Miar. Na esquerda, Juliana Kersting, a mais alta, branca e com olhos verdes, de macacão preto, cinza e branco, faz o M, com os dedos seu vizinho, pai de todos e fura-bolo apontados para baixo. Joana Amaral, negra, com grandes olhos castanhos – e o esquerdo levemente pintado de branco -, de macacão marrom, bege e branco, faz o I, com o mindinho apontado para cima. Dani Dutra, branca, com olhinhos bem pequenos e castanhos, de macacão laranja, pêssego e vermelho, faz o A, com todos os dedos fechados na palma da mão. Douglas Dias, branco, com olhos castanhos arregalados, barba e boca aberta, de macacão vermelho, laranja e marrom, faz o R, com o fura-bolo e o pai de todos cruzados e apontados para cima. Ao fundo, cortinas escuras. (fim da descrição) Foto: Thaís Fernandes.

Trabalho movido a amor e garra tem potência para transformar o mundo. Nem que seja o mundinho à nossa volta.

E ontem, 11, à noite, a gente confirmou mais uma vez o efeito dessa buena onda: o espetáculo É Proibido Miar, da MA Companhia – Teatro, Dança e Assemelhados, que recebeu dez indicações à distinção concedida pela Secretaria da Cultura de Porto Alegre/RS, levou três prêmios Tibicuera de teatro para crianças: Iluminação, para Casemiro Azevedo; Ator Coadjuvante, para Douglas Dias; e Atriz Coadjuvante, para Juliana Kersting.

E o que isso significa, além do merecidíssimo reconhecimento ao talento desses artistas? Que a cultura da acessibilidade ganha cada dia mais espaço. E que, devagarinho e todos juntos, vamos provando que teatro acessível faz bem para todo mundo.

Parabéns, Case, Doug, Ju e toda a trupe do É Proibido Miar! 2016 vem aí e vamos miar muito para todo mundo perceber junto a força do teatro acessível e produzido com amor!

PS renovado: E a audiodescrição, que desde 2012 traz sorte aos filmes do Festival de Cinema de Gramado e em 2015 atraiu boas vibrações às artes visuais, também plantou um trevinho de quatro folhas no terreno das artes cênicas. Então, vamos reforçar o desejo: que venha muito mais reconhecimento aos artistas que entendem a importância de produzir cultura para todos!

É Proibido Miar volta ao palco em curtíssima temporada em Porto Alegre/RS

Grande sucesso na temporada de inverno, espetáculo de teatro para crianças (de qualquer idade) com audiodescrição e língua de sinais feitas pelos próprios atores retorna ao Centro Histórico-Cultural Santa Casa nos dias 3 e 4 de outubro.

miar3(descrição da imagem) Na foto colorida e horizontal, os quatro atores da peça É Proibido Miar estão de frente, lado a lado, da cintura para cima, sorrindo, de macacões coloridos com capuzes com orelhinhas, e as pontinhas dos narizes levemente pintadas de preto, lembrando focinhos. Cada um faz o sinal em Libras correspondente a uma letra da palavra Miar. Na esquerda, Ju, a mais alta, branca e com olhos verdes, de macacão preto, cinza e branco, faz o M, com os dedos seu vizinho, pai de todos e fura-bolo apontados para baixo. Joana, negra, com grandes olhos castanhos – e o esquerdo levemente pintado de branco -, de macacão marrom, bege e branco, faz o I, com o mindinho apontado para cima. Dani, branca, com olhinhos bem pequenos e castanhos, de macacão laranja, pêssego e vermelho, faz o A, com todos os dedos fechados na palma da mão. Douglas, branco, com olhos castanhos arregalados, barba e boca aberta, de macacão vermelho, laranja e marrom, faz o R, com o fura-bolo e o pai de todos cruzados e apontados para cima. Ao fundo, cortinas escuras. (fim da descrição) Foto: Thais Fernandes.

O Bingo está de volta! Depois do grande sucesso da temporada em julho e agosto na Sala Álvaro Moreyra e no Teatro do Centro Histórico-Cultural Santa Casa, em Porto Alegre/RS, o espetáculo de teatro para crianças (de 1 a 100 anos!) É Proibido Miar, da MA Companhia – teatro, dança e assemelhados, retorna ao teatro da Santa Casa (Av. Independência, 75) para somente duas apresentações, nos dias 3 e 4 de outubro, sábado e domingo, às 16h (chegue 15 minutos antes para conferir o tour tátil pelo cenário conduzido pelo elenco).

Os ingressos a preços promocionais para venda antecipada já estão disponíveis na Livraria Bamboletras (Shopping Nova Olaria – R. General Lima e Silva, 776) a R$ 20, com 50% de desconto para idosos, estudantes, classe artística, pessoas com deficiência e funcionários da Irmandade da Santa Casa de Misericórdia de Porto Alegre. No teatro, podem ser adquiridos uma hora antes de cada apresentação a R$ 30, com a mesma política de descontos.

Sinopse:
Baseado no livro infantil homônimo de Pedro Bandeira, o espetáculo É Proibido Miar conta a história de Bingo, um filhote de cachorro que não via nenhum problema em miar, mas sua família e sua dona não pensavam como ele. E é aí que as coisas acontecem…

Acessibilidade:
É Proibido Miar traz uma proposta inédita em termos de acessibilidade no teatro: os próprios atores fazem a audiodescrição e a tradução para língua de sinais. A ideia é investigar o potencial criativo da audiodescrição como narrativa e da Libras como gestual, inserindo-as na concepção dramatúrgica e propondo uma linguagem teatral experimental. O programa da peça foi impresso em fonte ampliada e também em braille e no início do espetáculo o público é convidado a um tour tátil pelo cenário, conduzido pelo atores.

Ficha técnica:
Direção: Denis Gosch
Assistência de Direção: Ricardo Zigomático
Dramaturgia adaptada: Daniel Colin
Elenco: Dani Dutra, Douglas Dias, Joana Amaral e Juliana Kersting
Assessoria em LIBRAS: Joana Amaral
Assessoria em audiodescrição: Mimi Aragón (OVNI Acessibilidade Universal)
Coordenação pedagógica: Patrícia Colin
Trilha sonora original: Moysés Lopes e Alexandre Fritzen
Preparação vocal: Beto Chedid
Figurinos e adereços: Fabrízio Rodrigues
Cenário: Denis Gosch e Fabrízio Rodrigues
Iluminação: Casemiro Azevedo
Bilheteria: Simone Dornelles
Produção: Fio Produtora Cultural
Produção executiva: Débora Maier
Direção de produção: Juliana Kersting

miar2(descrição da imagem) Na foto colorida e horizontal, Joana está à esquerda e Ju à direita, ambas na penumbra, ligeiramente iluminadas por uma luz prateada, de macacões coloridos com capuzes com orelhinhas. Joana, negra, com grandes olhos castanhos – e o esquerdo levemente pintado de branco -, de macacão marrom, bege e branco, está de perfil, da cintura para cima, e nos olha de lado, com a testa franzida e a boca entreaberta, parecendo curiosa. À direita, Ju, branca, alta e de macacão preto, cinza e branco, aparece dos joelhos para cima e meio desfocada atrás de uma cortina escura que a luz deixa quase transparente. Ju tem a boca mais ou menos aberta e estende o braço direito na direção de Joana, parecendo chamá-la. (fim da descrição) Foto: Thais Fernandes.

O que afirma quem já assistiu:
“Foi tão criativa e me senti criança outra vez, pude acompanhar a cada instante como se eu estivesse fazendo parte da história.”
Patricia Rodrigues Witt, terapeuta ocupacional, surda (texto completo em http://surdezsilencioemvoodeborboleta.com/blog/2015/07/12/me-senti-tao-integrada-nessa-peca-libras-e-audio-descricao/).

“Agradeço de coração toda a atenção dispensada a mim e à Beatriz. Com certeza este momento ficará em nossa memória, como a primeira vez em que a levei ao teatro e também a primeira vez em que assistimos a um espetáculo onde fomos verdadeiramente incluídos.”
Emanuel Noimann, funcionário público, cego.

“”Realmente fora de série! Assisti com meu irmão Claudio Roberto, que é cego e com o André Luiz, seu filho de 4 anos. Meu irmão parecia uma criança, como o seu filho. Me emocionei por vê-lo tão feliz! Quando saímos, ele falou: ‘me senti dentro do palco’.”
Cecília Quaresma, aposentada.

“Divertido demais! (…) Na fila de entrada já fiquei contente ao abrir o programa/cartaz e ver fonte ampliada… (…) Imagina as pessoas com baixa visão, que coisa bem boa poder ler um programa de espetáculo, pq ali tem uma fonte que lhes permite isso! Inclusão! Ótimo acolhimento à diversidade! Fantástico observar as crianças da plateia tentando imitar os sinais de Libras, que os atores faziam e esticando a cabecinha pra cima, acompanhando o que a audiodescrição lhes apontava, lhes chamava a atenção. (…) Se pras crianças cegas isso é fundamental pra conhecerem o ambiente, pras crianças/pais que enxergam é (…) um despertar pros outros elementos que fazem uma cena, além do que está na sua frente. Tão legal explicar no início o que é Libras e o que é Audiodescrição e pra que serve! Libras já é mais conhecida, mas AD… puxa, quantas pessoas hoje foram pra casa entendendo este recurso!”.
Márcia Ilha Marques, funcionária pública.

“Fazia tempo que eu não surpreendia tanto com um espetáculo e fiquei realmente estarrecida quando vi “É Proibido Miar”, um espetáculo que eleva a palavra “inclusivo” para outro patamar. Eu já tinha ouvido falar que tinha audiodescrição (para cegos), que tinha libras (para surdos) mas achava que essas “traduções” eram externas à obra. Tomei um susto quando vi que estava tudo dentro, com os atores agindo enquanto se descrevem e falam em libras enquanto falam com a voz. (…) É um “espetáculo infantil” só porque acontece de tarde e a história que deu base à dramaturgia é infantil, mas os adultos se deliciaram. (…) É a minha recomendação pra quem quer ver algo diferente de tudo que já se viu.”
Dedé Ribeiro, produtora cultural (texto completo em https://dederibeiro.wordpress.com/2015/07/28/todos-iguais-todos-diferentes-todos-assistindo-teatro-bom/).

“Sucesso de público em todas as sessões. Muito bom receber uma peça que incorpora em sua dramaturgia recursos de acessibilidade, a fim de democratizar o acesso à cultura.”
Simone Pedrozo da Silveira, Centro Histórico-Cultural Santa Casa.

“A riqueza e fluidez da Libras e da Audiodescrição incorporadas à dinâmica e sensibilidade teatral uniram a todos na plateia em uma apreciação integrada. (…) Um trabalho que vai marcar a trajetória do teatro infantil! (…) Não deixem de assistir!”
Lisiane Medeiros, atriz.

“É um trabalho emocionante… Vai pegando o público e cativando até o emocionante e filosófico final.”
Carlos Azevedo, iluminador.

miar1(descrição da imagem) Na foto colorida e horizontal, Dani, Joana e Douglas estão de frente, da cintura para cima, de macacões coloridos com capuzes com orelhinhas. No meio e à frente está Joana, negra, com grandes olhos castanhos – e o esquerdo levemente pintado de branco -, de macacão marrom, bege e branco, sorrindo, com o braço esquerdo esticado para cima. Atrás dela, à esquerda, Dani, branca, de macacão laranja, pêssego e vermelho, desvia o rosto, os olhos fechados com força, as bochechas cheias e o dedo fura-bolo na frente da boca, fazendo cara de nojinho. Também atrás de Joana, à direita, Douglas, branco, de barba castanha, macacão vermelho, laranja e marrom, tapa o nariz e abre a boca, como se exclamasse: “Argh!”. Ao fundo, cortinas escuras. (fim da descrição) Foto: Thais Fernandes.

É Proibido Miar, espetáculo de teatro para crianças com audiodescrição e língua de sinais feitas pelos próprios atores.
Datas: 3 e 4 de outubro, sábado e domingo.
Hora: 16h (chegue 15 minutos antes para conferir o tour tátil pelo cenário conduzido pelo elenco).
Local: Teatro do Centro Histórico-Cultural Santa Casa (Av. Independência, 75). Estacionamento pago no local. Ambiente adaptado para receber também o público com deficiência física ou mobilidade reduzida.
Ingressos antecipados: R$ 20 (Livraria Bamboletras (Shopping Nova Olaria – R. General Lima e Silva, 776).
Ingressos no local (bilheteria aberta uma hora antes da apresentação): R$ 30.
Desconto: 50% para idosos, estudantes, classe artística, pessoas com deficiência e funcionários da Irmandade da Santa Casa de Misericórdia de Porto Alegre.
Informações: fones 51 9958 0519 (Débora Maier), 51 9217 1585 (Juliana Kersting) ou e-mail producao@eproibidomiar.com.br.

Opções de transporte coletivo com parada nas proximidades do Centro Histórico-Cultural Santa Casa:
Ônibus

T9 – Transversal 9
C3 – Circular 3
510 – Auxiliadora
608 – IAPI
637 – Chácara das Pedras

Lotação
05.1 e 05.11 – Rio Branco
30.3 – Santana
50.1 e 50.11 – Auxiliadora
50.2 – IAPI
50.3 e 50.31 – Montserrat
50.61 – Guerino/ Lindoia/ Auxiliadora

OVNI palestra com Banrisul na 13ª Semana de Museus

A convite do Banrisul, a OVNI Acessibilidade Universal participa, no próximo dia 20, quarta-feira, da palestra Acessibilidade e Inclusão: Caminhos para a Sustentabilidade. Mimi Aragón e Kemi Oshiro apresentarão as possibilidades da audiodescrição no ambiente dos museus, às 14h30, no Espaço Memória Banrisul (Museu Banrisul – Agência Central, Rua Capitão Montanha, 177, Centro Histórico, Porto Alegre/RS).
A atividade integra a programação oficial da 13ª Semana de Museus, sob o tema Museus Para Uma Sociedade Sustentável, promovida de hoje, 18, até dia 24, domingo, pelo Instituto Brasileiro de Museus – Ibram em 609 municípios das 27 unidades da Federação. Quase 1,4 mil museus e centros culturais sediam os eventos, que incluem, além de palestras, exposições, visitas guiadas, exibição de filmes e espetáculos teatrais, oficinas, seminários e mesas-redondas.
Informações pelo e-mail museu_banrisul@banrisul.com.br ou fones (51) 3215-1834 e (51) 3215-1515.

XV JardinAção: OVNIs pousam no Jardim Botânico de Porto Alegre

A convite do Banrisul, a OVNI Acessibilidade Universal participa, no próximo dia 22, domingo, do XV JardinAção, no Jardim Botânico, em Porto Alegre/RS. Mimi Aragón e Kemi Oshiro falam sobre acessibilidade cultural, audiodescrição e inclusão, às 14h, no Auditório.

O JardinAção, que ocorre desde 2006, é realizado duas vezes ao ano, em março e setembro, no Jardim Botânico de Porto Alegre. O objetivo do evento é fortalecer a rede de parcerias e proporcionar maior visibilidade das ações e dos projetos realizados pelo Jardim Botânico, por meio de atividades vivenciais, ações educativas, culturais, ambientais, sociais, palestras, exposições, oficinas e demonstração de trabalhos com o intuito de melhorar a qualidade de vida da população e promover reflexões para a conscientização ecológica e ambiental.

O Banrisul é um dos coordenadores da ação e oferece oficinas de educação ambiental, uso seguro da bicicleta e horta em pequenos espaços, além de distribuir sementes agroecológicas e promover a Feira do Desapego. Diversas entidades participam do JardinAção, como a Fundação Zoobotânica do Rio Grande do Sul, Museu de Ciências Naturais, Associação Bosque de Canela; Brahma Kumaris; CEEE; Ecosouvenir Coletivo Solidário; Federação Espírita do RS; Igreja Messiânica Johrei; Instituto de Pesquisas Transdisciplinares e ONG Cataventus. Entre as demais atividades previstas estão vivências, apresentações musicais, palestras, trilhas, contação de histórias e atendimentos na área da saúde. O ingresso é 1Kg de alimento não perecível e as doações serão revertidas para o Projeto Vó Chica.

Mais informações pelo fone 51 3320 2027, e-mail jbea@fzb.rs.gov.br ou pelo site da Fundação Zoobotânica do Rio Grande do Sul.

A espaçonave pousou

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(descrição da imagem) A foto colorida e quadrada mostra uma casa branca de alvenaria com dois pisos, vista quase de viés. As aberturas, quatro na frente e três na lateral, à direita, apresentam grades cinzas. No piso superior, logo acima da porta principal, há uma sacada com guarda-corpo de metal vazado; a porta que dá acesso a ela está aberta. No térreo, à direita, em um canteiro ao lado da porta principal, há uma instalação artística formada por uma pequena caixa retangular grafitada em degradê do amarelo ao roxo sobre uma base com quatro pés altos. Um caminho de pedras escuras em meio a uma área de brita leva à porta principal, que está fechada. (fim da descrição) Foto: Duplan 146/Acervo

A OVNI Acessibilidade Universal pousou em Porto Alegre/RS e agora habita a casa Duplan 146, um lugar para pessoas que pensam e ativam economia criativa e inovação social. E estamos em excelente companhia, dividindo espaço com a Tecttum, empresa parceira desde os tempos da Tagarellas Audiodescrição, que desenvolve produtos e serviços de design socialmente orientados sob as premissas da inclusão, por meio de pesquisa aplicada e projetos com enfoque em tecnologia assistiva.
A estrutura de uso coletivo dispõe de salas multiuso e de estar, cozinha e um grande pátio ao ar livre. Um espaço que se adapta às inúmeras atividades desenvolvidas pelas cinco empresas que ocupam a casa, além do TransLAB, o laboratório de inovação social da Duplan 146, um organismo em constante funcionamento que facilita a conexão de pessoas, projetos e instituições, estimulando o cruzamento entre arte, ciência e tecnologia a partir de oficinas, vivências, percursos e encontros com diferentes temáticas.
E assim a OVNI Acessibilidade Universal está se sentindo completamente em casa, instalada em um ambiente oxigenado e propício à criação, ao intercâmbio, à cooperação, à formação de redes e cercada de parceiros alinhados com o modo como a gente pensa, produz e partilha a acessibilidade.
Todo mundo é bem-vindo pra um cafezinho aqui na Duplan 146, pra conhecer o nosso novo espaço de convivência e trabalho e também sonhar e realizar junto com a gente. A casa fica na Rua Professor Duplan, 146, no bairro Rio Branco. Os telefones da OVNI Acessibilidade Universal são o 51 3414 0774 e o 51 3414 4690.

Sobre a Duplan 146
A Duplan 146 é uma casa versátil, pulsante e aberta. Grande parte das instalações é de uso coletivo, o que faz da Duplan 146 um lugar engajado e comprometido com o desenvolvimento da cidade como comunidade. O espaço é aberto para que qualquer pessoa possa propor ações. O ambiente é vivo e a casa recebe atividades que ativem a economia criativa, arte, multicultura, inclusão social – a cidade como espaço de invenção e descoberta de novas relações. Além da OVNI, a Duplan 146 é habitada pela Tecttum, o Estúdio Nômade, a Querosene e a PAX Art.

Sobre a Tecttum
A Tecttum é uma empresa de design que trabalha por meio de um processo de desenvolvimento conjunto e integrado, com foco no usuário. A essência do modelo estabelece novas formas de comunicação entre especialistas de diversas áreas, usuários, comunidade e designers. A aproximação de todos esses atores possibilita a formação de equipes que trabalham a partir de uma visão comum na construção de um processo inclusivo que visa favorecer tanto a identificação das reais demandas do usuário quanto a relação do novo produto com seu meio.