oficina

Mãos ao barro com audiodescrição da OVNI!

(texto) A Secretaria de Estado da Cultura apresenta:
Vila Flores Uma Experiência Aberta Dois.
Oficina de Cerâmica Sensorial com Miriam Gomes e OVNI Acessibilidade Universal.
25 de abril, das 8h às 12h. Atividade gratuita.
Realização: Vila Flores.
Financiamento: Pró-cultura RS e Governo do Estado do Rio Grande do Sul – Secretaria da Cultura.
(descrição da imagem) O card quadrado com moldura em azul claro tem como fundo duas fotos idênticas de um dos prédios do Vila Flores, uma com filtro vermelho e a outra com filtro ciano, uma misturas das cores azul e verde. As fotos estão sobrepostas e ligeiramente deslocadas na horizontal, criando um efeito de imagem borrada, como as que são vistas com óculos 3D. O prédio tem três andares, com portas e janelas no térreo e também sacadas nos demais andares. No topo, é possível identificar as características águas-furtadas, que são como sótãos que se erguem do telhado de telhas de barro. O texto, em letras maiúsculas brancas, com alguns trechos sobre faixas em azul claro, está distribuído por todo o card. No rodapé, os logotipos do Vila Flores, do Pró-cultura e do Governo estadual. (fim da descrição)

Tá chegando mais uma oficina de cerâmica sensorial com as artistas incríveis que dividem conosco o espaço no Vila Flores. Desta vez, como parte da segunda edição do projeto Vila Flores – Uma experiência aberta, financiado pelo Pró-cultura RS. É na manhã do dia 25 de abril, no Vila (Rua São Carlos, 753 – Floresta – Porto Alegre/RS). A maioria das vagas foi preenchida por alunos da rede pública do entorno, mas restam algumas para o público externo. As inscrições são pelo email educativo@vilaflores.org.

Opções de transporte coletivo com parada na Avenida Cristóvão Colombo, na altura da Rua São Carlos:
Ônibus

T5 – Transversal 5
608 – IAPI
610 – Minuano
611 – Lindoia
617 – Iguatemi
620 – Iguatemi / Vila Jardim
637 – Chácara das Pedras
TR61 – Cristóvão Colombo
671 – Carlos Gomes / Salso

Lotação
50.6 – Guerino / Lindoia
50.8 – Higienópolis – Benjanin Constant
50.81 – Higienópolis – Hospital Militar

CasaCor RS 2018 tem mediação audiodescrita da OVNI em duas atividades neste domingo, 16

As vagas são limitadas para uma visita guiada e a oficina Modelagem em argila: a expressão do sentimento na ponta dos dedos, em Porto Alegre/RS, com entrada franca.


(descrição da imagem) A foto colorida e horizontal mostra o ambiente do Ateliê de Arte da CasaCor RS. À frente e ao centro, uma mesa retangular com dois cavaletes e tampo de vidro tem de cada lado um banco longo feito de barras pretas. Ao fundo, junto a uma janela, um cavalete de pintura ao lado de um balcão preto. Sobre o balcão, um pequeno manequim articulado de madeira e um busto humano em argila ocre. À esquerda, em uma parede preta, um painel composto por nove fotos coloridas e emolduradas de galhos de árvores, dispostas em três linhas e três colunas. Diante do painel, no piso bege, três bancos cilíndricos em tons de ferrugem. À direita, um painel composto por chapas retangulares em bege e preto. O ateliê está iluminado por três spots pretos no teto escuro. (fim da descrição) Foto: Divulgação CasaCor.

Pela primeira vez em 27 edições da mostra de arquitetura, design de interiores e paisagismo CasaCor RS, haverá uma ação de acessibilidade na programação. Uma visita guiada e uma oficina de modelagem de argila receberão mediação audiodescrita da OVNI Acessibilidade Universal no próximo domingo, 16 de setembro, das 14h às 16h. As atividades ocorrem na Casa Aberta, uma das seis residências que integram o circuito da mostra, no Bairro Três Figueiras, em Porto Alegre/RS. O endereço é Rua Carlos Huber, 147 (Casa 6).

Novidade desta edição, a Casa Aberta tem entrada gratuita e apresenta uma exposição de obras de artistas consagrados, como Iberê Camargo, Siron Franco, Ubiratan Braga, Xico Stockinger e Bianca Santini, além de um espaço artístico comandado pelo Stúdio Prestes que trouxe uma agenda repleta de cursos e oficinas ao longo da Mostra.

A proposta da visita e da oficina com mediação audiodescrita partiu da artista Mariana Prestes, que acompanhará as atividades, e do artista plástico e professor Ramon Alejandro Ruíz Velazco, que ministrará a oficina Modelagem em argila: a expressão do sentimento na ponta dos dedos. Em função das dimensões do ateliê, haverá apenas cinco vagas. As inscrições devem ser feitas pelo e-mail ovniacessibilidade@gmail.com, informando nome, RG e telefone.


(descrição da imagem) A foto colorida e vertical mostra uma poltrona de couro marrom junto a uma parede preta decorada com oito desenhos emoldurados de pássaros coloridos. Pendendo sobre a poltrona, uma luminária branca com a luz acesa. Ao lado, uma mesinha de apoio com tampo oval e escuro. O piso apresenta padronagem de ziguezague em tons de bege. (fim da descrição) Foto: Divulgação CasaCor.

Sobre a CasaCor
Criada em 1992, neste ano a mostra ocorre em seis residências da Rua Carlos Huber, ao lado do Colégio Farroupilha. Uma delas, a Casa Aberta, além da programação de arte e oficinas, recebe as atividades de gastronomia, como o Chef’s Table. Além de Porto Alegre, Gramado também sediou e fez parte desta história. No entanto, as maiores ações da versão gaúcha da mostra aconteceram na capital. A Confeitaria Rocco, o Prédio Força e Luz (CEEE) e a Fiateci já tiveram seus edifícios revitalizados por profissionais da CasaCor. Outra marca da franquia é a realização do evento simultaneamente em vários endereços. Já participaram Moinhos Shopping, Barra Shopping Sul e Hotel Laghetto.

Sobre Mariana Prestes

(descrição da imagem) A fotografia colorida e vertical mostra a artista Mariana Prestes sorrindo e segurando um tecido aberto, estampado com desenhos de pássaros. À esquerda, ela aparece dos joelhos para cima, de frente. Tem cerca de 30 anos, é branca, magra, de cabelos compridos, lisos e castanhos com uma franja reta que cobre sua testa, olhos castanhos, nariz reto e lábios finos. Está levemente maquiada e usa um vestido sem mangas com estampa em branco, amarelo e cinza. O tecido tem fundo escuro e os pássaros em tons de amarelo, branco, cinza e verde estão pousados aos pares em galhos brancos. Ao fundo, uma arara de roupas com alguns cabides com blusas confeccionadas no mesmo tecido e uma estante de madeira com as prateleiras ocupadas por livros e garrafinhas. (fim da descrição) Foto: arquivo pessoal

Publicitária formada pela PUCRS e artista plástica de coração, Mariana Prestes quando pequena queria ser “desenhista” e hoje retoma as artes, após anos em cargos executivos. Com dois anos de ênfase em Desenho no Instituto de Artes da UFRGS e muitas referências e vivências na infância, iniciou-se também na aquarela, a fim de desenvolver ilustrações e estampar superfícies. Hoje, trabalha como designer de superfície, criando para clientes como Hospital Moinhos de Vento, La Basque, Casa Café no Aeroporto Salgado Filho e Florense de Volta Redonda-RJ. É também ilustradora e professora de aquarela. Seus projetos autorais têm como tema espécimes da flora e da fauna gaúchas ameaçadas de extinção.

Sobre Ramon Alejandro Ruíz Velazco
Na Argentina, formou-se Bacharel em Escultura no Instituto de Artes, em 2010 e, em seguida, iniciou a Licenciatura. Trabalha com Educação Popular desde 1987, e após a chegada ao Brasil, em 1992, desenvolve projetos de Educação Popular no campo, junto ao MST. De 2010 até hoje, atua como professor Eestadual contratado, no regime de 40 horas/aula semanais. Atualmente, cursa o Pós-Graduação “Arte no Campo”, parceria entre a UDESC e a UFSC, em Florianópolis e Abelardo Luz (SC). É presidente da associação de artistas plásticos Ateliê 1. Trabalha com pintura, pintura mural, escultura e alto relevo. Possui experiência em fotografia (analógica e laboratório), serigrafia (alternativa – papel colado, goma laca, tintas artesanais), desenho, ilustração e cerâmica.

Visita guiada e oficina Modelagem em argila: a expressão do sentimento na ponta dos dedos, na CasaCor RS, com mediação audiodescrita.
Quando: Domingo, 16 de setembro de 2018.
Horário: das 14h às 16h.
Onde: Rua Carlos Huber, 147 (Casa 6) – Bairro Três Figueiras – Porto Alegre/RS.
Ingressos: grátis. Vagas limitadas. Reservas pelo email ovniacessibilidade@gmail.com, informando informando nome, RG e telefone.
Mediação cultural: João Petrillo e Mariana Prestes.
Ministrante da oficina: Ramon Alejandro Ruíz Velazco.
Mediação audiodescrita: OVNI Acessibilidade Universal.

Opções de transporte coletivo com parada próxima da Avenida Protásio Alves (Terminal Carlos Gomes – Protásio e Comercial Zaffari):
Ônibus

T2
T8
M52 Assis Brasil/Protásio
433 Vila Jardim
490 Morro Santana
491 Passo Dorneles
494 Rubem Berta/Protásio
L490 Jari via Protásio Alves

Lotação
40.5 Chácara das Pedras

XV JardinAção: OVNIs pousam no Jardim Botânico de Porto Alegre

A convite do Banrisul, a OVNI Acessibilidade Universal participa, no próximo dia 22, domingo, do XV JardinAção, no Jardim Botânico, em Porto Alegre/RS. Mimi Aragón e Kemi Oshiro falam sobre acessibilidade cultural, audiodescrição e inclusão, às 14h, no Auditório.

O JardinAção, que ocorre desde 2006, é realizado duas vezes ao ano, em março e setembro, no Jardim Botânico de Porto Alegre. O objetivo do evento é fortalecer a rede de parcerias e proporcionar maior visibilidade das ações e dos projetos realizados pelo Jardim Botânico, por meio de atividades vivenciais, ações educativas, culturais, ambientais, sociais, palestras, exposições, oficinas e demonstração de trabalhos com o intuito de melhorar a qualidade de vida da população e promover reflexões para a conscientização ecológica e ambiental.

O Banrisul é um dos coordenadores da ação e oferece oficinas de educação ambiental, uso seguro da bicicleta e horta em pequenos espaços, além de distribuir sementes agroecológicas e promover a Feira do Desapego. Diversas entidades participam do JardinAção, como a Fundação Zoobotânica do Rio Grande do Sul, Museu de Ciências Naturais, Associação Bosque de Canela; Brahma Kumaris; CEEE; Ecosouvenir Coletivo Solidário; Federação Espírita do RS; Igreja Messiânica Johrei; Instituto de Pesquisas Transdisciplinares e ONG Cataventus. Entre as demais atividades previstas estão vivências, apresentações musicais, palestras, trilhas, contação de histórias e atendimentos na área da saúde. O ingresso é 1Kg de alimento não perecível e as doações serão revertidas para o Projeto Vó Chica.

Mais informações pelo fone 51 3320 2027, e-mail jbea@fzb.rs.gov.br ou pelo site da Fundação Zoobotânica do Rio Grande do Sul.

Audiodescrição no teatro faz bem pra todo mundo!

Foto Oficina_santander_ovni(descrição da imagem) A foto colorida e horizontal mostra 18 pessoas posando sorridentes em uma sala que tem ao fundo uma parede bege, um telão e, à direita, um janelão e um banner com a logomarca do Santander Cultural. O grupo está distribuído em duas fileiras: atrás, 11 pessoas em pé e, na frente, sete pessoas agachadas. No rodapé, à direita, a data 27.02.2015. O piso da sala é de parquê. (fim da descrição)

A espaçonave da OVNI Acessibilidade Universal pousou no Santander Cultural, em Porto Alegre/RS, na semana passada, para uma oficina para lá de especial sobre a audiodescrição no teatro. Foram quatro dias de troca de experiências e vivências sobre o recurso aplicado às artes cênicas.

Além de conferirem o espetáculo Filó de Bolso (versão pocket de A Menina do Cabelo Vermelho, da Las Brujas Cia de Teatro e feitiços), exibido pela primeira vez no Brasil com audiodescrição, os participantes puderam conversar com Lívia Motta, audiodescritora da Ver Com Palavras com reconhecida atuação nacional na área da acessibilidade cultural, e com a atriz e produtora Lolita Goldschmidt, que partilhou sua experiência como audiodescritora roteirista, entusiasta e militante pela audiodescrição aberta em sua obra e pesquisa cênica.

Agradecemos a todos que participaram, viveram e acreditaram nessa troca e desejamos vida longa à acessibilidade e à construção coletiva de um mundo melhor para todos.

Filó de Bolso com audiodescrição aberta no Santander Cultural

filodebolso(descrição da imagem) A foto colorida e horizontal mostra, à esquerda, a atriz Diana Manenti, que aparece do peito para cima, de perfil, por trás de uma barra horizontal toda coberta por vários tecidos: preto com bolinhas brancas; listrado de preto e branco; vermelho; verde; amarelo. Diana usa uma máscara de miçangas em tons de marrom, branco, vermelho e amarelo que lhe cobre quase toda a cabeça, deixando à mostra só um olho arregalado e a boca contraída em um biquinho, como se assoprasse algo. Longos fios de sisal aplicados no topo da máscara imitam cabelos que descem em cascata pelo peito da atriz. Ela usa túnica roxa e tem um microfone tipo headset na altura do queixo. À direita, está pendurada sobre o tecido verde uma máscara feita com a fotografia do rosto da atriz Lolita Goldschmidt caracterizada como Filó, com um laçarote branco nos cabelos vermelhos de lã, olhos arregalados e boca escancarada. Ao fundo, desfocados, ramos de árvores contra a luz do dia. (fim da descrição) Foto: Renata Ibis

Ela conheceu terras distantes voando em sua pipa e agora chega a Porto Alegre para contar para todo mundo tudo o que descobriu em suas aventuras mundo afora. É a peça Filó de Bolso, versão pocket do espetáculo infantil A Menina do Cabelo Vermelho, da Las Brujas Cia de Teatro e feitiços, que estreou com audiodescrição aberta no ano passado, durante a II IncludIt – Conferência Internacional para a Inclusão, em Leiria, Portugal, e será apresentada pela primeira vez em formato acessível a pessoas com deficiência visual e surdas na Capital gaúcha. A atração, dia 26 de fevereiro, quinta-feira, às 18h, no Grande Hall do Santander Cultural, tem entrada franca.
A audiodescrição é da OVNI Acessibilidade Universal, com narração de Mimi Aragón. Simone Dornelles fará a mediação em Libras. A audiodescritora Lívia Motta, da Ver Com Palavras, estará na plateia conferindo a acessibilidade do espetáculo. Mais cedo, participa da oficina sobre audiodescrição no teatro ministrada pela OVNI no Santander Cultural. A atividade ocorre entre 24 e 27 de fevereiro e também contará com a presença da atriz e produtora Lolita Goldschmidt, que atua na peça Filó de Bolso ao lado de Diana Manenti. As vagas para a oficina estão esgotadas.

Espetáculo Filó de Bolso – A Menina do Cabelo Vermelho, com audiodescrição aberta e mediação em Libras.
Duração: 35 minutos.
Local: Santander Cultural – Grande Hall (Rua Sete de Setembro, 1028 – Praça da Alfândega – Porto Alegre/RS).
Quando: 26 de fevereiro.
Horário: 18h.
Vagas: por ordem de chegada, sujeito à lotação.
Faixa etária: livre.

Fevereiro vem aí com oficina de audiodescrição e espetáculo de teatro com AD aberta no Santander Cultural, em Porto Alegre/RS

A audiodescritora Lívia Motta, da Ver Com Palavras, estará na Capital gaúcha para acompanhar as atividades, que têm entrada franca

Uma oficina de sensibilização e introdução à audiodescrição e uma apresentação com AD aberta do espetáculo teatral Filó de Bolso, versão pocket de A Menina do Cabelo Vermelho, da Las Brujas Cia de Teatro e feitiços, no Santander Cultural, em Porto Alegre/RS, movimentam a OVNI Acessibilidade Universal em fevereiro. A programação contará com a presença da audiodescritora Lívia Motta, em um intercâmbio cultural entre a OVNI, a Las Brujas e a Ver Com Palavras, empresa de Lívia em São Paulo/SP com reconhecida atuação nacional na área da acessibilidade cultural. A oficina ocorre de 24 a 27 de fevereiro, das 14h às 16h30, e a sessão de teatro acessível é dia 26, às 18h. Todas atividades são gratuitas.

Oficina de audiodescrição
Objetivo: Sensibilizar o público sobre a importância de tornar espetáculos teatrais acessíveis a todo tipo de espectador e fazer a arte chegar ao maior número possível de pessoas.
Ministrantes: Mimi Aragón e Kemi Oshiro, audiodescritoras da OVNI Acessibilidade Universal, e Lolita Goldschmidt, atriz e produtora da Las Brujas Cia de Teatro e feitiços.
Local: Santander Cultural – Sala Multiuso.
Quando: de 24 a 27 de fevereiro, de terça a sexta-feira.
Horário: das 14h às 16h30.
Público-alvo: educadores e demais interessados.
Inscrições: diretamente com o Santander Cultural pelo e-mail ecult03@santander.com.br

Espetáculo Filó de Bolso – A Menina do Cabelo Vermelho, com audiodescrição aberta
Sinopse: Com linguagem dinâmica e duração de 35 minutos, o espetáculo conta as aventuras de Filó, uma menina de longos cabelos vermelhos que sonha em conhecer o mundo.
Local: Santander Cultural – Grande Hall.
Quando: 26 de fevereiro.
Horário: 18h.
Vagas: por ordem de chegada, sujeito à lotação.
Faixa etária: livre.

Santander Cultural
Rua Sete de Setembro, 1028 (Praça da Alfândega)
Centro Histórico | Porto Alegre/RS |Brasil
Telefone: 51 3287 5500
E-mail: scultura@santander.com.br
Site: www.santandercultural.com.br