Porto Alegre

OVNI pousa no Vila Flores, em Porto Alegre/RS

(descrição da imagem) Na foto colorida e horizontal, uma vista do pátio interno do complexo arquitetônico do Vila Flores em um dia claro. Dois prédios de alvenaria com três andares cada estão dispostos em forma de L, o mais visível da esquerda para o centro da foto e o outro ao fundo, na direita. O aspecto de ambos é rústico e alegre, com tijolos aparentes, alvenaria envelhecida, janelas envidraçadas basculantes ou de madeira, sacadas em tons vibrantes, algumas delas exibindo desenhos coloridos a tinta spray, conhecidos como grafites, e, em cada telhado, três pequenos sótãos de madeira, chamados de águas-furtadas. O pátio é de paralelepípedos e ao longo dele estão distribuídos grandes carretéis virados feito mesas, bancos de madeira e concreto, tonéis coloridos de metal, lixeiras para coleta seletiva e canteiros com folhagens. (fim da descrição) Foto: Juliana Prestes.

Nossa nave acaba de chegar ao Vila Flores, um dos polos de economia criativa mais revolucionários de Porto Alegre/RS, misturando cultura, educação, inovação social, empreendedorismo e gestão colaborativa. A OVNI Acessibilidade Universal agora compartilha um dos espaços do Vila com as artistas visuais Márcia Braga e Miriam Gomes. O endereço é Rua São Carlos, 753/53 – Bairro Floresta. Nossos canais de contato seguem os mesmos: Fones 51 98451 2115 (Mimi Aragón) e 51 99208 1176 (Kemi Oshiro), E-mail ovniacessibilidade@gmail.com, Facebook, Blog e Youtube.

(descrição da imagem) Na foto horizontal, parte em preto e branco, parte colorida, as duas sócias da OVNI Acessibilidade Universal, Kemi Oshiro e Mimi Aragón, fazem graça junto a uma parede escura com o desenho a giz em amarelo e azul, no centro da imagem, de um disco voador perto de um planeta chamado Vila Flores, onde duas criaturas extraterrestres cravam uma bandeirola com o nome OVNI. Kemi, na esquerda, e Mimi, na direita, aparecem da cintura para cima, de perfil, tocando uma no dedo indicador da outra, com expressão de espanto: olhos arregalados e boca aberta. Retratadas em preto e branco, somente suas mãos estão coloridas. Kemi é magra, tem a pele bronzeada, cabelos pretos, longos e lisos, e usa suéter claro de mangas longas. Mimi é gordinha, tem a pele muito branca, cabelos prateados, curtos e meio despenteados, e usa moletom escuro. (fim da descrição) Foto: Juliana Prestes.

Não é de hoje que sonhávamos em instalar a OVNI no Vila Flores, local que conhecemos em 2014 e onde já havíamos produzido acessibilidade para eventos como as exposições de artes visuais Este Corpo Já Foi Meu (Márcia Braga), A Escuridão Que Me Clareia (Carol W) e Hertz – do lugar que estamos (Peter Gossweiler), além do espetáculo de teatro Brasil Pequeno itinerante (Genifer Gerhardt). O namoro foi longo, mas o casamento finalmente saiu!

Levar uma empresa especializada em produzir Audiodescrição (AD), Legendas para Surdos e Ensurdecidos (LSEs) e Língua Brasileira de Sinais (LIBRAS) a um espaço vanguardista feito o Vila Flores indica que muitos agentes de transformação cultural e social já entendem a acessibilidade como requisito indispensável a todo e qualquer projeto voltado à garantia e ao avanço de direitos.

(descrição da imagem) Na foto colorida e vertical, Mimi, na esquerda, e Kemi, na direita, estão na sala da OVNI, apoiadas no parapeito de uma janela de madeira envelhecida, vistas de fora para dentro, sorrindo para nós. Ao fundo, a parede de quadro-negro com desenho a giz amarelo em um dos cantos tem o formato de nuvem na borda superior. (fim da descrição) Foto: Juliana Prestes.

Faz contato, vem tomar um cafezinho e aproveita para conhecer a nova base da OVNI Acessibilidade Universal. Daqui, os ideais de respeito às diferenças e inclusão plena parecem muito mais acessíveis.

​OVNI Acessibilidade Universal
Informação e cultura para todo mundo.
Vila Flores – Rua São Carlos, 753/53 – Bairro Floresta
Porto Alegre/RS – CEP 90220-121
51 98451 2115 | 51 99208 1176
ovniacessibilidade@gmail.com
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OVNI Acessibilidade Universal promove atividade na programação oficial da 2ª Virada Sustentável Porto Alegre

Roda de conversa sobre acessibilidade comunicacional será no Parque da Redenção, dia 1º de abril, sábado, às 16h30h, com entrada franca.

A 2ª edição da Virada Sustentável Porto Alegre contará, em sua programação oficial, com uma roda de conversa sobre audiodescrição e outros recursos de acessibilidade comunicacional, uma realização da OVNI Acessibilidade Universal. O objetivo é compartilhar vivências na produção de audiodescrição, legendas para surdos e ensurdecidos e LIBRAS, apresentando exemplos práticos para interessados no tema e na disseminação de informação e de cultura acessíveis ao maior número possível de pessoas. A atividade será no EcoPonto do Parque da Redenção – palco sustentável (estande), dia 1º de abril, sábado, das 16h30 às 17h30, com entrada franca.


(descrição da imagem) Na foto colorida e vertical, tirada durante a apresentação do espetáculo de teatro DANKE, com audiodescrição da OVNI, na Sala Álvaro Moreyra, em Porto Alegre/RS, em fevereiro passado, dona Cledi Dutra está à esquerda, na primeira fila da plateia, de perfil, voltada para a direita, com fones de ouvido, acariciando a cabeça do cão-guia Darwin. Ela tem cabelos loiros e lisos, na altura do queixo, usa óculos de grau, blusa preta e azul, e olha carinhosamente para o cão, um flat-coated retriever de pelo castanho, olhos castanhos e miúdos, focinho longo e topetinho arrepiado, que está em pé, de frente para dona Cledi, e tem a cabeça voltada para nós. Ao fundo, na direita, desfocada, a atriz Dani Dutra, branca, magra e com os cabelos escuros presos em um coque, está caracterizada como a Carcereira, de blazer, blusa e calças pretos, em pé, voltada para a direita, com as mãos apoiadas no espaldar de uma cadeira preta. (fim da descrição) Foto: Adriana Marchiori.

A atividade faz parte da 2ª edição da Virada Sustentável Porto Alegre – um movimento de pessoas, coletivos e instituições que tem o objetivo comum de melhorar a sociedade e sua relação com o ambiente. Com os temas Empreendedorismo & Inovação Sustentável, Educação para a Sustentabilidade, e Ecogastronomia & Alimentação Saudável, o festival acontece de 30 de março a 2 de abril e reúne cerca de 200 atividades que serão realizadas simultaneamente em diferentes locais da Capital gaúcha, especialmente na Casa de Cultura Mario Quintana, na Associação Cultural Vila Flores, no Parque da Redenção e no SESC Campestre. Todas atividades são gratuitas e abertas ao público. A programação completa pode ser consultada no site: https://www.viradasustentavel.org.br/poa/virada-sustentavel-porto-alegre-2017/programacao.html. Participe da construção de uma sociedade mais justa e equilibrada. Venha conosco virar Porto Alegre! #Euviropoa #VireSuaCidade


(descrição da imagem) A inscrição Virada Sustentável Porto Alegre 2017 está em três linhas de caracteres roxos, alinhadas à esquerda, dentro de um quadrado cor de laranja. No canto superior direito, um círculo formado por duas meias-luas roxas, sobrepostas, está contornado por duas setas na mesma cor, orientadas no sentido anti-horário. (fim da descrição)

Roda de conversa sobre audiodescrição e outros recursos de acessibilidade comunicacional na 2ª Virada Sustentável Porto Alegre.
Quando | 1º de abril, sábado.
Onde | EcoPonto do Parque da Redenção – Palco sustentável (estande).
Hora | Das 16h30 às 17h30.
Ingressos | Entrada franca.

Opções de transporte coletivo com parada nas proximidades do Parque da Redenção:
Ônibus (Av. Osvaldo Aranha)

353 – Ipiranga/PUC
473 – Jardim Carvalho/Jardim do Salso
C2 – Circular Praça XV
C3 – Circular Urca
D43 – Universitária Direta
T5 – Transversal 5
T7 – Transversal 7
280 – Otto/HPS
349 – São Caetano
429 – Protásio/Iguatemi
430 – Bela Vista/Anita
431 – Carlos Gomes
433 – Vila Jardim
436 – Jardim Ipê
438 – Santana
439 – São Manoel
441 – Antonio de Carvalho
470 – Bom Jesus
476 – Petrópolis/PUC
490 – Morro Santana
491 – Passo Dorneles/Vila Safira
492 – Petrópolis/SESC
493 – Jardim Ypu
494 – Rubem Berta/Protásio
495 – Manoel Elias
496 – Jardim Protásio Alves
525 – Rio Branco/Anita
R41 – Rápida Protásio

Ônibus (Av. João Pessoa)
343 – Campus/Ipiranga
149 – Icaraí (Centro/Bairro)
177 – Menino Deus (Centro/Bairro)
209 – Restinga
210 – Restinga Nova
211 – Restinga Velha
250 – 1° de Maio
251 – Alpes
253 – Renascença (Bairro/Centro)
254 – Embratel
256 – Intendente Azevedo
257 – Paulino Azurenha
260 – Belém Velho
262 – Jardim Vila Nova
263 – Orfanatrófio
264 – Prado (Bairro/Centro)
265 – Jardim Medianeira (Bairro/Centro)
266 – Vila Nova
269 – Lami (Bairro/Centro)
270 – Grutinha (Centro/Bairro)
271 – Amapá (Centro/Bairro)
272 – Moradas da Hípica (Bairro/Centro)
273 – Moradas da Hípica (Bairro/Centro)
274 – Glória/Azenha/Cascatinha
280 – Campo Novo (Centro/Bairro)
282 – Cruzeiro do Sul (Bairro/Centro)
283 – Ipanema/Cavalhada (Centro/Bairro)
284 – Belém Velho (São Francisco) (Bairro/Centro)
285 – Nonoai (Bairro/Centro)
288 – Ipanema/Morro Alto (Bairro/Centro)
289 – Rincão via Oscar Pereira (Bairro/Centro)
255 – Caldre Fião (Bairro/Centro)
297 – Cemitério
340 – Jardim Botânico (Bairro/Centro)
344 – Santa Maria
345 – Santa Catarina
346 – São José
347 – Alameda
348 – Jardim Bento Gonçalves
360 – Ipê
361 – Cefer
375 – Agronomia
376 – Herdeiros
394 – Mapa
395 – Quinta do Portal
397 – Bonsucesso (Bairro/Centro)
398 – Pinheiro

Lotação (Av. Osvaldo Aranha)
03.11 – Ipiranga/PUC (Osvaldo Aranha)
30.3 – Santana
40.2 – João Abott
40.4 – Petrópolis SESC
40.41 – Petrópolis FAPA
40.5 – Chácara das Pedras

Lotação (Av. João Pessoa)
03.3 – Jardim Botânico
20.1 – Medianeira
20.2 – Otto/Teresópolis
20.6 – Glória
30.1 – Canal 10
30.2 – Partenon

Exposição HERTZ do lugar que estamos, de Peter Gossweiler, no Vila Flores, receberá visita guiada com audiodescrição

HERTZ A3

A Secretaria de Estado da Cultura apresenta: Vila Flores – Uma Experiência Aberta.
HERTZ do lugar que estamos.
Peter Gossweiler + Residentes do Vila Flores.
Curadoria: Márcia Braga.
De 29.11 a 20.12.
Rua São Carlos, 753 – Bairro Floresta.
Financiamento: Vila Flores, Pró-Cultura RS, Secretaria da Cultura e Governo do Estado do Rio Grande do Sul – Todos Pelo Rio Grande.
(descrição do e-flyer) O e-flyer é horizontal e tem como fundo uma foto colorida que enquadra o ângulo reto entre duas paredes, mais ou menos na altura do rodapé, como se a foto tivesse sido tirada alguns centímetros acima do chão. O conjunto tem um aspecto envelhecido e desgastado, com as paredes brancas com rachaduras na pintura, uma camada de tinta marrom, lixada, por baixo da pintura branca e descascada do rodapé, e o chão de cimento cru. O texto está em letras brancas ou amarelas, com o título da exposição, em maiúsculas, ocupando a metade superior da foto. Centralizadas no rodapé, as logomarcas dos financiadores. (fim da descrição)

Exposição que reúne obras inéditas de arte sonora receberá o público usuário da audiodescrição no dia 17 de dezembro, no Centro Cultural Vila Flores, com entrada franca

A OVNI Acessibilidade Universal faz, no dia 17 de dezembro, sábado, às 16h, uma visita com mediação audiodescrita à exposição HERTZ do lugar que estamos, do artista Peter Gossweiler, no Centro Cultural Vila Flores (Rua São Carlos, 753, na altura da Rua Hoffmann – Bairro Floresta), com entrada franca. Para quem desejar, um grupo se reunirá às 15h30 no portão central do Zaffari da Cristóvão Colombo (Avenida Cristóvão Colombo, 1271, esquina com a Rua Hoffmann), a uma quadra do local, com saída 15h45 para o Vila Flores. Confirme sua presença no grupo pelo e-mail ovniacessibilidade@gmail.com ou pelos fones (51) 98451 2115, (51) 3508 6709 ou (51) 99208 1176. A visita, embora planejada aos usuários da audiodescrição, é aberta ao público em geral, que poderá acompanhar a atividade de olhos vendados.

A exposição é constituída por quatro obras inéditas, concebidas por Peter em parceria com artistas residentes do Vila Flores, e curadoria de Márcia Braga.  HERTZ do lugar que estamos faz parte do programa Vila Flores – Uma Experiência Aberta, iniciativa da Associação Cultural Vila Flores  realizada com recursos do Fundo de Apoio à Cultura (PRÓ-CULTURA RS FAC), Lei nº 13.490/10.  A exposição fica em cartaz até 20 de dezembro, de terça a sexta, das 14h às 18h, e quando houver eventos no final de semana.

Sobre Peter Gossweiler
Mestrando em Artes Visuais (IA – UFRGS), onde realiza uma pesquisa sobre o limiar da percepcão da imagem sonora entre o ouvir e o escutar. Como músico, já se apresentou na Alemanha, Argentina, Áustria, Bulgária, Chile, China, Estados Unidos, Inglaterra, Japão, País de Gales e Taiwan, assim como em algumas cidades do Brasil. Em Florianópolis, organizou (entre 2006 e 2012) 18 edições do Festival de Música Livre, dedicado à Música Experimental e ao Noise. Em 2009, teve 6 vídeos catalogados pela UNESCO Multimedia Archives como Elemento Cultural Intangível e, em 2011, como Diversidade Cultural.

TEXTO DA CURADORIA
por Márcia Braga.

HERTZ do lugar que estamos

“Não há algo como um espaço vazio ou um tempo vazio. Há sempre algo para se ver, algo para se ouvir.”
John Cage*

Estamos no Vila Flores, um espaço pulsante, com uma estrutura física única onde trabalham e interagem uma série de profissionais que contribuem para movimentar o cenário da economia criativa na cidade.

Peter Gossweiler é artista visual e músico. Em 2014, uma perda auditiva o obriga a afastar-se do cenário musical. Dedicado plenamente às artes visuais, o artista encontrou na arte sonora uma possibilidade de seguir trabalhando questões da música em outro campo. Sua pesquisa atual aborda processos de escuta como presença e experimentação. O compositor norte americano John Cage afirmou, a partir da sua experiência no espaço da câmara anecóica, que “há sempre algo para se ouvir” que ultrapassa os limites da percepção comum. Este algo que se constitui por mínimas vibrações que interessam ao artista como potência para uma experiência de percepção do espaço.

Os processos de colaboração são uma prática constante no Vila Flores e estão refletidos em todas as atividades do Projeto Vila Flores – Uma Experiência Aberta, realizado ao longo dos últimos três meses a partir dos recursos advindos do FAC. O momento desta exposição nos pareceu, portanto, uma oportunidade para ampliar estas práticas também para o campo das artes visuais.

Partindo deste desafio, o artista Peter Gossweiler realizou uma série de encontros e trocas com artistas residentes motivando-os a pensar o silêncio a partir de seus espaços de trabalho e os objetos que neles encontram lugar. O resultado desta interação são trabalhos desenvolvidos em co-criação que envolvem uma experiência sensorial e cognitiva do espaço a partir de mecanismos de escuta.

A exposição está composta por quatro obras que foram co-criadas e realizadas em parceria com os residentes: Marcio Machado, Carlos Farias e Vanessa Berg.

*CAGE, John. Silence: lectures and writings. Middletown: Wesleyan University Press, 1961.

Visita com mediação audiodescrita à exposição HERTZ do lugar que estamos, de Peter Gossweiler, com entrada franca.
Onde:
Centro Cultural Vila Flores (Rua São Carlos, 753, na altura da Rua Hoffmann – Bairro Floresta).
Quando: 17 de dezembro, sábado, às 16h.
Duração aproximada: 60 minutos.
Ponto de encontro: Zaffari da Cristóvão (Avenida Cristóvão Colombo, 1271, esquina com a Rua Hoffmann), a partir das 15h30. Partida para o Vila Flores às 15h45.
Inscrições para o ponto de encontro: e-mail ovniacessibilidade@gmail.com ou fones (51) 98451 2115, (51) 3508 6709 ou (51) 99208 1176.

Opções de transporte coletivo com parada na Avenida Cristóvão Colombo na altura da Rua Hoffmann:
Ônibus

T5 – Transversal 5
608 – IAPI
610 – Minuano
611 – Lindoia
617 – Iguatemi
620 – Iguatemi / V. Jardim
637 – Chácara das Pedras
TR61 – Cristóvão Colombo
671 – Carlos Gomes / Salso

Lotação
50.6 – Guerino / Lindoia
50.8 – Higienópolis – Benjanin Constant
50.81 – Higienópolis – Hospital Militar

Exposição A Escuridão Que Me Clareia, de Carol W., receberá visita guiada com audiodescrição

hybrido (descrição da imagem) A foto colorida e horizontal, tirada no ambiente escurecido da exposição A Escuridão que Me Clareia, destaca, ao centro, uma imensa cabeça de papel machê em tons de preto, branco, vermelho e amarelo. No topo estão dois chifres; os grandes olhos salientes são em forma de roda vazada; o nariz é longo e achatado e os lábios grossos e entreabertos permitem ver as pontinhas dos dentes da arcada superior. Ao fundo, na esquerda, em uma parede branca, pequenas figuras humanas e animais estão destacados por um foco redondo de luz. Na direita, a silhueta de uma pessoa de costas. (fim da descrição) Foto: Marcelo Monteiro/Estúdio Hybrido.

Obras inspiradas no temporal que atingiu a Capital gaúcha em janeiro passado poderão ser percebidas pelo toque e por palavras no dia 18 de novembro, no Centro Cultural Vila Flores, com entrada franca

A OVNI Acessibilidade Universal faz, no dia 18 de novembro, sexta-feira, às 19h, uma visita de exploração tátil com mediação audiodescrita à exposição A Escuridão Que Me Clareia, da artista visual Carol W., no Centro Cultural Vila Flores (Rua São Carlos, 765, na altura da Rua Hoffmann – Bairro Floresta), com entrada franca. Para quem desejar, um grupo se reunirá às 18h30 no portão central do Zaffari da Cristóvão Colombo (Avenida Cristóvão Colombo, 1271, esquina com a Rua Hoffmann), a uma quadra do local, com saída 18h45 para o Vila Flores. Confirme sua presença no grupo pelo e-mail ovniacessibilidade@gmail.com ou pelos fones (51) 8451 2115 ou (51) 9208 1176. A visita, embora planejada aos usuários da audiodescrição, é aberta ao público em geral, que poderá acompanhar a atividade de olhos vendados.

A exposição é constituída por 25 esculturas de papel machê combinadas a materiais recolhidos da devastação provocada pelo temporal, como galhos e troncos de árvores. São figuras humanas e animais multicoloridos que expressam as sensações e sentimentos suscitados na artista durante e depois do caos que se instalou na cidade. Ao Sul21, Carol W. afirmou: “É sobre a tempestade, a força da natureza, mas também sobre estar vulnerável e sozinho”. Assim, o vendaval, a chuva intensa, o medo da escuridão e a sensação de vulnerabilidade estão representados, mas também a beleza da natureza e as possibilidades poéticas, lúdicas e até divertidas de enfrentar os efeitos de um temporal.

kemioshiro2blog(descrição da imagem) Na foto colorida e vertical, um casal de bonecos de papel machê clarinho é visto através de um orifício, do peito para cima, sob uma luz clara. O homem e a mulher parecem despidos e estão abraçados, frente a frente, com os rostos colados e os olhos romanticamente fechados. Na esquerda, o homem, com o rosto alongado aparecendo de perfil, tem cabelos curtos cor de mirtilo, com um pequeno topete. Na direita, a mulher, com o rosto arredondado aparecendo de frente, tem os dois braços sobre os ombros do parceiro, cabelos longos e cor de beterraba e os lábios carnudos fechados em um leve sorriso. (fim da descrição) Foto: Kemi Oshiro.

Sobre Carol W.
Carol W. é artista visual e teve suas esculturas em papel maché expostas em Porto Alegre, São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro. Participou da Cow Parade Porto Alegre. Criou ilustrações para campanhas publicitárias de marcas como Schincariol, Univias, Tim e Grandene. Realizou seis exposições individuais – Vida Doméstica: A Cozinha Animada de Carol W. (2004), Amigos Imaginários (2007), Meu Reino por um Caramelo! (2009 e 2010), Bibelô (2011), Eu fico com a Pureza (2013) e A Escuridão Que Me Clareia (2016) – sendo que duas delas foram itinerantes. Ilustrou quatro livros infantis e ministra diversas oficinas de Papel Maché, inclusive em Portugal, nas cidades de Lisboa, Porto, Leça da Palmeira e Caldas da Rainha, entre os meses de abril e maio de 2008.

kemioshiro1blog(descrição da imagem) Na foto colorida e vertical, uma boneca de papel machê colorido, suavemente iluminada, está em pé, voltada para a esquerda, sobre uma pequena superfície de ripas de madeira rústica afixada a uma parede branca. Uma grande gota azul clara envolve sua cabeça inteira, deixando de fora apenas o rosto redondo e rosado, de olhos miúdos e verdes, bochechas coradas e boca arredondada. Segura junto ao peito, entre seus braços muito compridos e fininhos e mãos de dedos delicados, um peixe branco e iluminado, com a bocarra de dentes afiados aberta. Da testa do peixe sai uma haste longa e curva que tem na ponta uma lâmpada acesa em forma de bolota. A boneca tem a silhueta arredondada e usa um vestido de gola branca com o peito e as mangas vermelhos e a saia em formato de pétalas largas, uma roxa, outra azul e outra, ainda, amarela. Suas pernas também são fininhas e ela está de meias listradas em branco e preto e galochas verdes. (fim da descrição) Foto: Kemi Oshiro.

A Escuridão Que Me Clareia fica em cartaz no Vila Flores até 24 de novembro, de terça a sábado, das 14h às 19h. Dia 22 de novembro, terça-feira, haverá uma degustação às cegas preparada por Debora Herjean, do Café Mineraux, e, no dia seguinte, quarta, 23, Carol W. ministrará uma oficina de construção de bonecos em papel – para esta atividade a inscrição é a doação de 1kg de alimento não-perecível.

kemioshiro3blog(descrição da imagem) Na foto colorida e vertical, uma boneca de papel machê rosado, suavemente iluminada, está em pé, de frente, sobre um pequeno caixote de madeira rústica em cima de uma tora de árvore. Está despida e ramos em tons de verde, azul e cinza envolvem seu corpo do pescoço até os pés. Tem cabelos azuis, os olhos fechados, nariz reto e longo e seus lábios em forma de coração cor de uva também estão fechados, em uma expressão serena de quem dorme. (fim da descrição) Foto: Kemi Oshiro.

Visita de exploração tátil com mediação audiodescrita à exposição A Escuridão Que Me Clareia, de Carol W., com entrada franca.
Onde:
Centro Cultural Vila Flores (Rua São Carlos, 765, na altura da Rua Hoffmann – Bairro Floresta).
Quando: 18 de novembro, sexta-feira, às 19h.
Duração aproximada: 60 minutos.
Ponto de encontro: Zaffari da Cristóvão (Avenida Cristóvão Colombo, 1271, esquina com a Rua Hoffmann), a partir das 18h30. Partida para o Vila Flores às 18h45.
Inscrições para o ponto de encontro: e-mail ovniacessibilidade@gmail.com ou fones (51) 9845 12115 ou (51) 9920 81176.
Apoio: Brilia LED e EducAR Intercâmbios.
Parceiros: Luz Feito à Mão – Oficina de Iluminação, Claraluz Iluminação, Armazém Sonoro, Hackerspace Matehackers, Ksulo, Estúdio Hybrido, OVNI Acessibilidade Universal, Priscila Passos D’Avila – Psicóloga Clínica, Maciel Goelzer Fotografia, Gráfica RJR, Café Mineraux, Vila Flores.

Opções de transporte coletivo com parada na Avenida Cristóvão Colombo na altura da Rua Hoffmann:
Ônibus

T5 – Transversal 5
608 – IAPI
610 – Minuano
611 – Lindoia
617 – Iguatemi
620 – Iguatemi / V. Jardim
637 – Chácara das Pedras
TR61 – Cristóvão Colombo
671 – Carlos Gomes / Salso

Lotação
50.6 – Guerino / Lindoia
50.8 – Higienópolis – Benjanin Constant
50.81 – Higienópolis – Hospital Militar

Vem pra turma de yoga pra pessoas com deficiência visual na Devi Yoga!

FB_OVNI_devi yoga(descrição da imagem) Na foto colorida e horizontal, cinco mulheres estão em uma sala iluminada pela luz do dia, sentadas em tapetinhos sobre o piso laminado claro, usando roupas confortáveis, de olhos fechados e as palmas das mão unidas diante do peito. Dispostas em U, da esquerda para a direita estão a aluna Giselle Hubbe, a professora Marcela Ribas Campanhã, as proprietárias da escola, Rukmini Sabrina Pereira e Janaína De Paula Farias, e a aluna Josiane França, em primeiro plano. Ao fundo da sala de paredes claras, uma cristaleira de madeira rústica, três janelões e uma porta de vidro que dão para uma área aberta com piso e muros também claros. (fim da descrição) Foto: Kemi Oshiro.

Foi linda e plena de energia tranquila a aula aberta de hatha yoga para pessoas com deficiência visual, lá na Devi Yoga, sábado passado. E para tudo ficar ainda melhor, a turma segue em formação. Quem quiser experimentar uma aula sem custo e sem compromisso, pode ligar para (51) 9188 5219 e (51) 9184 0290. As aulas acontecem aos sábados, às 12h15, na Devi Yoga, que fica em Porto Alegre/RS, na Rua Quintino Bocaiúva, 694/307 (primeiro prédio à esquerda, passando a 24 de Outubro).

Aulas de yoga para pessoas com deficiência visual? A OVNI apoia!

yoga para cegos
(descrição da imagem)
Yoga para Cegos.
Porque o essencial é invisível aos olhos. Saint Exupéry.
Primeira turma de hatha yoga para pessoas com deficiência visual do RS.
Aula aberta inaugural: 30 de abril, às 14h.
Local: Devi Yoga – Quintino Bocaiúva, 694/307 – Poa.
Vagas limitadas.
Reservas: (51) 9188 5219 e (51) 9184 0290.
O e-flyer é quadrado e ilustrado com uma fotografia em preto e branco de uma mulher magra, com os cabelos presos em um coque, de top e legging escuros, descalça, de perfil, na postura de yoga intitulada Urdhuva Mukha, em que a pessoa fica de bruços, com as pernas na horizontal, ligeiramente distantes do chão, unidas e apoiadas no peito dos pés, e os braços esticados na vertical, com as mãos espalmadas no chão, sustentando o tronco curvado para trás, e a cabeça também inclinada para trás, com o rosto voltado para o alto. O texto está em caracteres pretos, centralizado. No canto superior direito, o desenho em branco de uma letra D estilizada, lembrando um corpo curvado para trás, com braços e pernas quase se tocando. (fim da descrição)

Programação oficial da Virada Sustentável em Porto Alegre/RS terá atividade realizada pela OVNI Acessibilidade Universal

OVNI_virada sustentável_20160402 (descrição da imagem) A foto colorida e horizontal mostra cinco pessoas de perfil, vendadas, sentadas em cadeiras dispostas em duas fileiras sob um telhado sem forro, com as tesouras aparentes, em um ambiente ligeiramente escurecido. Voltadas para a direita, elas parecem estar concentradas em algo à sua frente que não aparece na foto. (fim da descrição) Foto: Kemi Oshiro.

Dinâmica para sensibilização e apresentação do recurso da audiodescrição será no Parque da Redenção, dia 2 de abril, às 14h, com entrada franca.

Evento realizado pela primeira vez na Capital gaúcha, a Virada Sustentável contará, em sua programação oficial, com a dinâmica Audiodescrição: para ver com os ouvidos, uma realização da OVNI Acessibilidade Universal. A ideia é exibir um curta-metragem ao público vendado para sensibilizar e apresentar o recurso da audiodescrição, que permite a pelo menos 36 milhões de brasileiros ir ao cinema, ao teatro, a exposições, estudar, trabalhar, viajar e fazer tudo o que dê o acesso a uma vida plena. A atividade será no EcoPonto do Parque da Redenção, dia 2 de abril, sábado, das 14h às 15h, com entrada franca.

OVNI-viradaPOA logo

 

 

 

 

 

 

(descrição da imagem) A inscrição Virada Sustentável Porto Alegre 2016 está em três linhas de caracteres pretos sobre um fundo amarelo com formato irregular. Acima do fundo amarelo, à direita, duas meias-luas em tons de cinza, sobrepostas, formando um círculo, estão contornadas por duas setas pretas em sentido anti-horário. (fim da descrição)

Virada Sustentável
A Virada Sustentável acontece desde 2011 em São Paulo e articula pessoas, grupos e instituições para conscientizar e mobilizar a sociedade em favor de um modelo sustentável para o Planeta. Em Porto Alegre, o evento será entre 1º e 3 de abril e terá atividades culturais, esportivas, ambientais, educativas e iniciativas que buscam valorizar e dar visibilidade a ideias e projetos que promovam a sustentabilidade. A programação está focada em iniciativas que nos levem a um mundo mais consciente da necessidade de preservação. A Virada também pretende criar uma rede de mobilização permanente para o debate de questões fundamentais ao futuro da cidade, como mobilidade urbana, mudanças climáticas, águas, ética no consumo e tudo que possa levar a comportamentos sustentáveis, buscando construir novas alternativas para a vida em comunidade. A concepção do evento é baseada nos 17 Objetivos do Desenvolvimento Sustentável, definidos pela ONU, que são também os princípios que regem os projetos realizados pelo grupo: erradicação da pobreza; fome zero; boa saúde e bem-estar; educação de qualidade; igualdade de gênero; água limpa e saneamento; energia acessível e limpa; emprego digno e crescimento econômico; indústria, inovação e infraestrutura; redução das desigualdades; cidades e comunidades sustentáveis; consumo e produção responsáveis; combate às alterações climáticas; vida debaixo d’água; vida sobre a terra; paz, justiça e instituições fortes; parcerias em prol das metas.

Dinâmica Audiodescrição: para ver com os ouvidos, na Virada Sustentável de Porto Alegre.
Quando | 2 de abril, sábado.
Onde | EcoPonto do Parque da Redenção.
Hora | Das 14h às 15h.
Ingressos | Entrada franca.

Opções de transporte coletivo com parada nas proximidades do Parque da Redenção:
Ônibus (Av. Osvaldo Aranha)

353 – Ipiranga/PUC
473 – Jardim Carvalho/Jardim do Salso
C2 – Circular Praça XV
C3 – Circular Urca
D43 – Universitária Direta
T5 – Transversal 5
T7 – Transversal 7
280 – Otto/HPS
349 – São Caetano
429 – Protásio/Iguatemi
430 – Bela Vista/Anita
431 – Carlos Gomes
433 – Vila Jardim
436 – Jardim Ipê
438 – Santana
439 – São Manoel
441 – Antonio de Carvalho
470 – Bom Jesus
476 – Petrópolis/PUC
490 – Morro Santana
491 – Passo Dorneles/Vila Safira
492 – Petrópolis/SESC
493 – Jardim Ypu
494 – Rubem Berta/Protásio
495 – Manoel Elias
496 – Jardim Protásio Alves
525 – Rio Branco/Anita
R41 – Rápida Protásio

Ônibus (Av. João Pessoa)
343 – Campus/Ipiranga
149 – Icaraí (Centro/Bairro)
177 – Menino Deus (Centro/Bairro)
209 – Restinga
210 – Restinga Nova
211 – Restinga Velha
250 – 1° de Maio
251 – Alpes
253 – Renascença (Bairro/Centro)
254 – Embratel
256 – Intendente Azevedo
257 – Paulino Azurenha
260 – Belém Velho
262 – Jardim Vila Nova
263 – Orfanatrófio
264 – Prado (Bairro/Centro)
265 – Jardim Medianeira (Bairro/Centro)
266 – Vila Nova
269 – Lami (Bairro/Centro)
270 – Grutinha (Centro/Bairro)
271 – Amapá (Centro/Bairro)
272 – Moradas da Hípica (Bairro/Centro)
273 – Moradas da Hípica (Bairro/Centro)
274 – Glória/Azenha/Cascatinha
280 – Campo Novo (Centro/Bairro)
282 – Cruzeiro do Sul (Bairro/Centro)
283 – Ipanema/Cavalhada (Centro/Bairro)
284 – Belém Velho (São Francisco) (Bairro/Centro)
285 – Nonoai (Bairro/Centro)
288 – Ipanema/Morro Alto (Bairro/Centro)
289 – Rincão via Oscar Pereira (Bairro/Centro)
255 – Caldre Fião (Bairro/Centro)
297 – Cemitério
340 – Jardim Botânico (Bairro/Centro)
344 – Santa Maria
345 – Santa Catarina
346 – São José
347 – Alameda
348 – Jardim Bento Gonçalves
360 – Ipê
361 – Cefer
375 – Agronomia
376 – Herdeiros
394 – Mapa
395 – Quinta do Portal
397 – Bonsucesso (Bairro/Centro)
398 – Pinheiro

Lotação (Av. Osvaldo Aranha)
03.11 – Ipiranga/PUC (Osvaldo Aranha)
30.3 – Santana
40.2 – João Abott
40.4 – Petrópolis SESC
40.41 – Petrópolis FAPA
40.5 – Chácara das Pedras

Lotação (Av. João Pessoa)
03.3 – Jardim Botânico
20.1 – Medianeira
20.2 – Otto/Teresópolis
20.6 – Glória
30.1 – Canal 10
30.2 – Partenon

Cassio Scapin convida para a peça Eu Não Dava Praquilo, com audiodescrição e LIBRAS, em Porto Alegre/RS

Cassio Scapin, co-autor e ator de Eu Não Dava Praquilo, manda um recado pra gente aqui em Porto Alegre. Ele, que é magro e com a musculatura definida, tem a pele muito branca, cabelos pretos, curtos e lisos, rosto anguloso, sobrancelhas espessas, olhos castanhos amendoados, nariz adunco e boca ampla, com o lábio inferior mais carnudo que o superior, aparece no vídeo da cintura para cima, de camiseta azul de mangas curtas, em uma sala com teto e paredes brancos. No canto inferior direito, uma janela destaca a tradutora e intérprete de LIBRAS, Celina Xavier Neta. Clique neste link para saber mais sobre o espetáculo e as apresentações acessíveis em Porto Alegre.


Espetáculo contemplado pela seleção pública do Programa Petrobras Distribuidora de Cultura 2015/2016.

Felicidade e amor definem: É Proibido Miar conquista três prêmios Tibicuera de teatro para crianças!

miar3 (descrição da imagem) Na foto colorida e horizontal, os quatro atores da peça É Proibido Miar estão de frente, lado a lado, da cintura para cima, sorrindo, de macacões coloridos com capuzes com orelhinhas, e as pontinhas dos narizes levemente pintadas de preto, lembrando focinhos. Cada um faz o sinal em LIBRAS correspondente a uma letra da palavra Miar. Na esquerda, Juliana Kersting, a mais alta, branca e com olhos verdes, de macacão preto, cinza e branco, faz o M, com os dedos seu vizinho, pai de todos e fura-bolo apontados para baixo. Joana Amaral, negra, com grandes olhos castanhos – e o esquerdo levemente pintado de branco -, de macacão marrom, bege e branco, faz o I, com o mindinho apontado para cima. Dani Dutra, branca, com olhinhos bem pequenos e castanhos, de macacão laranja, pêssego e vermelho, faz o A, com todos os dedos fechados na palma da mão. Douglas Dias, branco, com olhos castanhos arregalados, barba e boca aberta, de macacão vermelho, laranja e marrom, faz o R, com o fura-bolo e o pai de todos cruzados e apontados para cima. Ao fundo, cortinas escuras. (fim da descrição) Foto: Thaís Fernandes.

Trabalho movido a amor e garra tem potência para transformar o mundo. Nem que seja o mundinho à nossa volta.

E ontem, 11, à noite, a gente confirmou mais uma vez o efeito dessa buena onda: o espetáculo É Proibido Miar, da MA Companhia – Teatro, Dança e Assemelhados, que recebeu dez indicações à distinção concedida pela Secretaria da Cultura de Porto Alegre/RS, levou três prêmios Tibicuera de teatro para crianças: Iluminação, para Casemiro Azevedo; Ator Coadjuvante, para Douglas Dias; e Atriz Coadjuvante, para Juliana Kersting.

E o que isso significa, além do merecidíssimo reconhecimento ao talento desses artistas? Que a cultura da acessibilidade ganha cada dia mais espaço. E que, devagarinho e todos juntos, vamos provando que teatro acessível faz bem para todo mundo.

Parabéns, Case, Doug, Ju e toda a trupe do É Proibido Miar! 2016 vem aí e vamos miar muito para todo mundo perceber junto a força do teatro acessível e produzido com amor!

PS renovado: E a audiodescrição, que desde 2012 traz sorte aos filmes do Festival de Cinema de Gramado e em 2015 atraiu boas vibrações às artes visuais, também plantou um trevinho de quatro folhas no terreno das artes cênicas. Então, vamos reforçar o desejo: que venha muito mais reconhecimento aos artistas que entendem a importância de produzir cultura para todos!

Curta-metragem Objetos estreia em Porto Alegre/RS, nos dias 2 e 5 de dezembro, com audiodescrição, legendas e entrada franca

O curta-metragem Objetos, com roteiro e direção de Germano de Oliveira, será exibido pela primeira vez em Porto Alegre/RS em duas sessões com audiodescrição e legendas para surdos e ensurdecidos (LSE), recursos produzidos pela OVNI Acessibilidade Universal. A primeira é dia 2/12, quarta-feira, às 19h, na Sala P.F. Gastal, na Usina do Gasômetro (Av. Pres. João Goulart, 551 – Centro) e a segunda ocorre dia 5/12, sábado, às 16h, no Vila Flores (Rua Hoffmann, 459 – Floresta), dentro da programação do Projeto Simultaneidade, criado por artistas, coletivos e entusiastas para valorizar espaços que guardam as memórias da cidade, transformando-os em núcleos de convívio, trocas de experiência e simultaneidades afetivas e criativas. As sessões têm entrada franca e ao final uma está previsto um bate-papo com o diretor Germano de Oliveira, da Avante Filmes, Mimi Aragón e Kemi Oshiro, da OVNI Acessibilidade Universal.

Com duração de aproximadamente 15 minutos, Objetos é livremente inspirado no conto homônimo de Lygia Fagundes Telles. Marcos Contreras e Áurea Baptista interpretam Miguel e Lorena. O casal conversa em seu apartamento, cercado de objetos que remetem às suas lembranças em comum, sugerindo uma crise que se manifesta apenas nas entrelinhas.

ovniacessibilidadeuniversal_objetos_cartazAD(descrição do cartaz)
A Secretaria de Estado da Cultura apresenta:
Dirigido por Germano de Oliveira…
Objetos.

Uma coprodução Avante Filmes e Casa de Cinema de Porto Alegre. Com Áurea Baptista e Marcos Contreras. Roteiro: André Araújo e Germano de Oliveira (livremente inspirado no conto de Lygia Fagundes Telles). Produção: Germano de Oliveira e Nora Goulart. Produção executiva: Jessica Luz e Nicky Klöpsh. Direção de produção: Jessica Luz. Assistência de produção: Marcio Reolon. Assistência de direção: Filipe Matzembacher. Direção de fotografia: Bruno Polidoro. Colorização: Lígia Tiemi Sumi. Direção de arte: Valéria Verba. Produção de objetos: Sheila Marafon. Figurino: Laura Gutierrez. Montagem: Germano de Oliveira. Som direto: Marcos Lopes. Edição de som e mixagem: Tiago Bello.

Produção: Avante e Casa de Cinema de Porto Alegre. Financiamento: Pró-Cultura RS – Fundo de apoio à cultura, Governo do Rio Grande do Sul/Secretaria da Cultura – Promover a igualdade faz a diferença. Apoio: CiaRio Brasil – Centro de Infraestrutura Audiovisual e CTAV/Centro Técnico Audiovisual – Secretaria do Audiovisual/Ministério da Cultura.

O cartaz do curta-metragem Objetos é vertical e tem como fundo uma fotografia colorida que destaca em primeiro plano, à meia-luz, um globo de vidro transparente na mão de um homem branco e de cabelos e barba escuros, cuja cabeça aparece ao fundo, desfocada. Suas feições estão indefinidas através do globo, que contém três espécies de bolha em forma de gota invertida. Um pequeno foco de luz na superfície do globo reflete-se na palma da mão do homem. O texto, em caracteres brancos ou cinzas, está centralizado. O nome do diretor aparece no alto do cartaz, acima do globo; o título e a ficha técnica estão na metade inferior, na altura do pulso do homem; e as logomarcas dos produtores, financiadores e apoiadores estão no rodapé. (fim da descrição)

Vencedor do edital Desenvolvimento da Economia da Cultura Pró-Cultura RS FAC e produzido em uma parceria da Casa de Cinema de Porto Alegre com a Avante Filmes, o curta-metragem foi gravado em Porto Alegre/RS, no início de agosto de 2014. Sua première ocorreu em outubro passado, no XI Festival Panorama Internacional Coisa de Cinema, em Salvador/BA. No Rio Grande do Sul, foi exibido apenas em Pelotas, dentro do 7º Festival Internacional de Cinema da Fronteira.

Clique no vídeo abaixo e confira um teaser de Objetos com audiodescrição e legendas:

Germano de Oliveira é roteirista, diretor e montador; Valéria Verba assina a Direção de Arte; Bruno Polidoro, a Direção de Fotografia, e Tiago Bello, o Desenho de Som. A Avante Filmes é uma das jovens produtoras do RS, resultado do encontro de profissionais formados dos cursos de Realização Audiovisual da Unisinos e de Tecnologia em Produção Audiovisual da PUCRS.

Ficha técnica da audiodescrição e das legendas.
Produção dos recursos de acessibilidade: OVNI Acessibilidade Universal.
Roteiro de audiodescrição: Mimi Aragón.
Consultoria: Moira Braga.
Narração: Lívia Dávalos.
Estúdio: O Som da Luz.
Gravação, montagem e mixagem: Bruno Klein.
Decupagem sonora: Mimi Aragón e Kemi Oshiro.
Legendagem: Kemi Oshiro.
Revisão: Pedro Loss.

Exibições do curta-metragem Objetos, de Germano de Oliveira, com audiodescrição e legendas para surdos e ensurdecidos (LSE), em Porto Alegre/RS.
Quando | dias 2 e 5 de dezembro de 2015.
Onde |
(dia 2/12, quarta-feira, às 19h) Sala P.F. Gastal, na Usina do Gasômetro (Av. Pres. João Goulart, 551 – Centro).
(dia 5/12, sábado, às 16h) Vila Flores (Rua Hoffmann, 459 – Floresta), dentro da programação do Projeto Simultaneidade.
Quanto | entrada franca.

Dia 2/12, quarta-feira, às 19h, na Sala P.F. Gastal (Av. Pres. João Goulart, 551 – Centro).
Opções de transporte coletivo com parada Usina do Gasômetro.
Ônibus

176 – Serraria (Rodoviária)
178 – Praia de Belas
180 – Diário
188 – Assunção
244 – Santa Teresa
272 – Moradas da Hípica
282 – Cruzeiro do Sul
2821 – Pereira Passos
255 – Caldre Fião
346 – São José
3491 – São Caetano
376 – Herdeiros/Esmeralda
394 – Mapa
397 – Bonsucesso
492 – Petrópolis/SESC
R32 – Rápida Bonsucesso

Lotação
20.5 Alto Teresópolis

Dia 5/12, sábado, às 16h, no Vila Flores (R. Hoffmann, 447 – Floresta).
Opções de transporte coletivo com parada na Avenida Cristóvão Colombo na altura da Rua Hoffmann:
Ônibus

T5 – Transversal 5
608 – IAPI
610 – Minuano
611 – Lindoia
617 – Iguatemi
620 – Iguatemi / V. Jardim
637 – Chácara das Pedras
TR61 – Cristóvão Colombo
671 – Carlos Gomes / Salso

Lotação
50.6 – Guerino / Lindoia
50.8 – Higienópolis – Benjanin Constant
50.81 – Higienópolis – Hospital Militar