Rafael Braz

Olé! Flamenco Imaginário terá audiodescrição no dia 10 de setembro, em Porto Alegre/RS

Mais de 40 contribuições pelo site Vakinha permitiram reunir fundos para, pela primeira vez, tornar acessível aos usuários da AD um espetáculo de flamenco para crianças

DanieJuKEmanuelDenaui

(descrição da imagem) A foto colorida e quadrada, com fundo branco, mostra as bailarinas Juliana Kersting, na esquerda, e Daniele Zill, na direita, caracterizadas como personagens do espetáculo Flamenco Imaginário, usando roupas  e maquiagem bem coloridas. Elas são brancas, têm cabelos castanhos, estão em pé e aparecem dos joelhos para cima. Sorrindo, Dani ajeita um chapeuzinho verde na cabeça de Ju, que revira os olhos, um pouquinho estrábica, e está de frente, com as mãos sobre os joelhos um ligeiramente dobrados, como se estivesse quase agachada. Por cima de um tipo de macacão verde com bolinhas brancas e pernas azuis bem folgadas, Ju usa um casaquinho azul de gola amarela, rendinhas verdes e babados nas mangas longas. Tem os olhos pintados com sombra azul, pontinhos escuros nas bochechas e está de batom cor de rosa. Dani está quase de frente, um pouquinho inclinada sobre Ju. Ela usa vestido curto, azul com bolinhas brancas, rendinhas amarelas, babados nas mangas curtinhas e, nas pernas, malha branca com pontinho pretos. Tem os olhos pintados de rosa, usa batom laranja e seus cabelos, enfeitados com florzinhas, estão presos por uma renda em tons de amarelo e laranja em um coque atrás da orelha. (fim da descrição) Foto: Emanuel Denaui.

Conseguimos! Nossa campanha de financiamento coletivo foi um sucesso e, graças às contribuições de mais de 40 pessoas (e aqui vai o agradecimento especial da OVNI, também em nome da Del Puerto, a cada doador e cada compartilhamento do link da campanha), o espetáculo Flamenco Imaginário, da Del Puerto, terá uma sessão com audiodescrição (AD) da OVNI Acessibilidade Universal no dia 10 de setembro, domingo, às 16h, no Teatro Renascença (Centro Municipal de Cultura, Arte e Lazer Lupicínio Rodrigues – Avenida Erico Verissimo, 307, Bairro Menino Deus), em Porto Alegre/RS.

Os ingressos antecipados podem ser adquiridos por meio do site Entreatos ou na sede da Del Puerto, na Avenida Cristóvão Colombo, 752, Bairro Floresta, em Porto Alegre/RS. Aos preços de R$ 30 (inteira) e R$ 15 (pessoas com deficiência, crianças de colo, estudantes, idosos e classe artística), também serão vendidos no dia da sessão, na bilheteria do Teatro, a partir das 15h. Mais informações pelos fones 51 3028 4488 e 51 98451 2115.

Sobre o Flamenco Imaginário.
Flamenco Imaginário é a primeira montagem para crianças da Cia Del Puerto e foi livremente inspirada no clássico “O corcunda de Notre-Dame”, de Victor Hugo. Em uma grande festa do pijama, o elenco traz à cena uma narrativa encantadora, que provoca a imaginação e os sentidos da plateia. Com trilha sonora e coreografia inéditas, Flamenco Imaginário foi indicado aos prêmios Tibicuera de Teatro Infanto-Juvenil e Açorianos de Dança, em 2016, e premiado nas categorias Produção, Figurino e Iluminação.

A partir das histórias de infância de cada bailarino-ator, a proposta é expressar por meio da cultura flamenca e do sapateado americano vivências sobre bulling, preconceito, diferenças, primeiro amor. A narrativa não é linear, mas uma sequência de cenas que instiga os adultos a olharem para sua criança interior e convida os pequenos a experimentarem ser diferentes. E, como nas brincadeiras infantis, uma situação se liga à outra e se modifica conforme a vontade.

Os figurinos inspirados na cultura flamenca propõem novas cores e texturas que atraem a criançada e transformam cada ator-bailarino em um figura única: a flamenquita, a princesa, a cordobesa e o toureiro. O cenário combina referências aos vitrais da Catedral de Notre-Dame e a um quarto infantil em um dia de festa do pijama, com balões coloridos, baús, abajures e flores. A trilha sonora traz ritmos flamencos temperados com as músicas latino-americana e galega, além de sons de desenhos animados e uma referência à doce melodia de “Só você não vê”, dos gaúchos Nico Nicolaiewski e Fernando Pezão. Por fim, a luz que dá clima e tons às histórias também “dança” conforme a trilha sonora original e a coreografia com referência no baile flamenco.

AdrianaMarchioriHORADOCHÁ

(descrição da imagem) Na foto colorida e horizontal, três bailarinos do espetáculo Flamenco Imaginário estão em cena, no Teatro de Arena, em Porto Alegre, iluminados por uma luz clara, parecendo beber de xicrinhas brancas de cafezinho, ajoelhados em volta de uma mesa feita de malas forradas de papel azul claro com bolinhas marrons. Todos estão de maquiagem colorida nos olhos e usam pijamas brancos com bolinhas pretas e sapatos felpudos que lembram pantufas. Na esquerda, em uma das pontas da mesa, Leonardo Dias está de touca vermelha com bolotas penduradas nos lados da cabeça e, por cima do pijama, usa calças curtas com listras em bege, marrom, vermelho e preto, com franjas e bolotas. Apertando a boca como se estivesse quase estalando os lábios, ele olha pro público com jeito sério, com o traseiro apoiado em um bauzinho forrado igual às malas. Ao centro, atrás da mesa, Juliana Kersting está com a cabeça um pouco inclinada pra trás, de olhos fechados, virando sua xícara na boca aberta. Na direita, na outra ponta da mesa, Daniele Zill também está com a cabeça inclinada pra trás, com a xícara encostada na boca. Ela tem os cabelos castanhhos presos e enfeitados com uma redinha e flores em tons de laranja e amarelo. Abaixo dela, no chão, uma maletinha redonda também forrada. Ao fundo, o cenário que parece um biombo formado por círculos coloridos de vários tamanhos e, mais atrás, um tipo de cortina de bolinhas de isopor. (fim da descrição) Foto: Adriana Marchiori.

Sobre a Del Puerto.
A Escola e Companhia de Flamenco Del Puerto foi fundada em 1999 e desde então realiza um intenso trabalho de pesquisa técnica, expressiva e histórico-cultural da arte flamenca. A companhia já circulou por todo o Brasil com suas montagens e recebeu prêmios e indicações, entre eles os troféus Açorianos de Dança em 2008, 2012, 2014 e 2016; o troféu Tibicuera, em 2016; o Prêmio Funarte Klauss Vianna, em 2013 e o Prêmio de Pesquisa em Artes Cênicas do Teatro de Arena, em 2015. Além da produção de espetáculos, a Del Puerto mantém um calendário de aulas regulares de flamenco em sua sede própria, em Porto Alegre. O ensino da arte flamenca inclui baile e música para todos os níveis, inclusive turmas infantis. Os alunos da escola compõem um grupo amador que exercita o conteúdo das aulas em shows e apresentações especiais. Os professores também ministram aulas particulares e cursos, além de atuarem na criação de coreografias e na composição musical.

Ficha técnica do Flamenco Imaginário.
​Idealização:
Daniele Zill.
Direção: Denis Gosch.
Coreografia: Juliana Prestes.
Trilha sonora original: Giovani Capeletti.
Elenco: Daniele Zill, Graziela Silveira, Juliana Kersting e Leonardo Dias.
Percussão e efeitos: Gustavo Rosa.
Design e operação de luz: Leandro Gass.
Figurinos e cenário: Antonio Rabadan.
Audiodescrição: OVNI Acessibilidade Universal.
Produção executiva e artística: Daniele Zill e Juliana Kersting.
Assessoria de imprensa: Bruna Paulin.
Realização: Del Puerto Produções.

Ficha técnica da audiodescrição.
Roteiro e narração:
Mimi Aragón.
Consultoria: Rafael Braz.
Equipamento: Grupo Evento.
Suporte: Kemi Oshiro e Juliana Prestes.
Produção: OVNI Acessibilidade Universal.

Flamenco Imaginário com audiodescrição da OVNI Acessibilidade Universal.
Quando:
10 de setembro, domingo, às 16h. A audiodescrição começa às 15h45. Chegue até as 15h30 para retirar seu equipamento, trazendo um documento válido.
Onde: Teatro Renascença (Centro Municipal de Cultura, Arte e Lazer Lupicínio Rodrigues – Avenida Erico Verissimo, 307, Bairro Menino Deus, Porto Alegre/RS).
Duração aproximada: 50 minutos.
Ingressos antecipados: Online, pelo site Entreatos, ou na sede da Del Puerto, na Avenida Cristóvão Colombo, 752, Bairro Floresta, Porto Alegre/RS.
Ingressos no dia: Na bilheteria do Teatro, a partir das 15h.
Valores: R$ 30 (inteira) e R$ 15 (pessoas com deficiência, crianças de colo, estudantes, idosos e classe artística).
Informações sobre a audiodescrição: fones 51 98451 2115 e 51 99208 1176 ou email ovniacessibilidade@gmail.com.

Opções de linhas de ônibus com parada em frente ao Teatro Renascença (Centro Municipal de Cultura, Arte e Lazer Lupicínio Rodrigues – Avenida Erico Verissimo, 307, Bairro Menino Deus):
149 – Icaraí (bairro-centro)
149.1 – Icaraí Alto Taquari (bairro-centro)
195 – TV
253 – Renascença (centro-bairro)
254 – Embratel Cascatinha (bairro-centro)
254.1 – Embratel Canudos Cascatinha (bairro-centro)
257 – Paulino Azurenha
260.1 – Belém Velho Cascatinha (bairro-centro)
260.2 – Belém Velho João Pessoa (centro-bairro)
262 – Jardim Vila Nova
262.1 – Jardim Vila Nova Cascatinha (bairro-centro)
263 – Orfanotrofio (centro-bairro)
270 – Grutinha (bairro-centro)
270.1 – Grutinha via Amapá (bairro-centro)
271 – Amapá (bairro-centro)
274 – Gloria Azenha Cascatinha (centro-bairro)
274.1 – Gloria Cascatinha Azenha (bairro-centro)
281 – Campo Novo (bairro-centro)
281.1 – Campo Novo Morro Agudo (bairro-centro)
281.2 – Campo Novo Gedeon Leite (bairro-centro)
283 – Ipanema Cavalhada (bairro-centro)
283.2 – Ipanema Cavalhada Cirino Prunes (bairro-centro)
284 – Belém Velho São Francisco Rincão Betão – (centro/bairro)
288 – Ipanema Morro Alto – (centro/bairro)
289 – Rincão via Oscar Pereira- (centro/bairro)

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Programação da 11ª Mostra de Cinema e Direitos Humanos em Porto Alegre/RS traz filmes com audiodescrição e uma conversa sobre a produção do recurso no setor audiovisual

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O Ministério dos Direitos Humanos apresenta…
11ª Mostra Cinema e Direitos Humanos.
Muestra de Cine y Derechos Humanos.
Film and Human Rights Exhibition.
Porto Alegre/RS, 6 a 11 de junho.
2017, Brasil.
Local: Cinemateca Capitólio Petrobras.
Rua Demétrio Ribeiro, 1085 – Centro Histórico, Porto Alegre.
Entrada gratuita.
http://mostracinemaedireitoshumanos.sdh.gov.br
http://www.facebook.com/11amostracinemaedireitoshumanosbrasil
Produção: ICEM – Instituto Cultura em Movimento.
Produção local: Primeira Fila Produções.
Apoio local: OVNI Acessibilidade Universal, Cinemateca Capitólio Petrobras, Secretaria Municipal da Cultura, Secretaria Municipal da Educação e Secretaria da Justiça e Direitos Humanos do RS.
Patrocínio: Itaú e BR Petrobras.
Realização: Ministério dos Direitos Humanos e Governo Federal.
(descrição do flyer) O flyer colorido e vertical tem o fundo preenchido por uma composição de pequenos triângulos em tons de azul. O texto está em letras pretas ou brancas. Na metade superior, centralizado, logo acima do nome do evento, o desenho de uma flor que traz, no lugar das pétalas, um olho esquerdo em que a íris está representada por um rolo preto de filme. Os cílios que contornam o olho também são pretos. No caule delgado, uma única folhinha verde. As informações sobre a Mostra estão centralizadas na metade inferior do flyer. No canto inferior esquerdo, um QR Code, representado por um quadrado branco preenchido com grafismos pretos. No canto inferior direito, ao lado do símbolo de reciclagem, composto por três setas brancas dispostas em forma de triângulo, o aviso: Não descarte este impresso em via pública. No rodapé, em uma faixa branca, os logotipos dos produtores, apoiadores, patrocinadores e realizadores. (fim da descrição)

As sessões com audiodescrição serão no dia 7 de junho e o debate, dia 10, sempre com entrada franca, na Cinemateca Capitólio Petrobras

A 11ª edição da Mostra Cinema e Direitos Humanos  em Porto Alegre/RS exibirá seis filmes com audiodescrição, no dia 7 de junho, quarta-feira, e, dia 10, sábado, contará com um debate sobre a produção de audiodescrição para o setor audiovisual. Toda a programação tem entrada franca e será na Cinemateca Capitólio Petrobras (Rua Demétrio Ribeiro, 1085 – esquina com a Avenida Borges de Medeiros – Centro).

Dia 7, quarta-feira, as sessões de cinema com audiodescrição iniciam-se às 14h, 16h e 17h, cada uma com dois títulos diferentes (confira as fichas técnicas e sinopses no final deste texto). Às 14h, serão exibidos A História da Menininha que Amava Borboletas e, na sequência, Precisamos Falar do Assédio. Às 16h é a vez de Pobre Preto Puto, seguido de Carol. Às 17h, Madrepérola e Meu Nome é Jacque. A audiodescrição dos filmes foi produzida pela CPL, empresa do Rio de Janeiro, com consultoria de Alessandro Câmara de Souza.

No dia 10, sábado, o debate Ver com os ouvidos: o papel da audiodescrição na produção audiovisual está marcado para as 18h, na Sala Multimídia da Cinemateca Capitólio Petrobras. A ideia é incentivar o diálogo entre os setores da produção de cinema e de acessibilidade e o público, requisito indispensável para assegurar a qualidade funcional e estética da audiodescrição. Participam da conversa Pedro Marques, produtor e diretor na Bactéria Filmes; Mimi Aragón e Kemi Oshiro, produtoras de recursos de acessibilidade comunicacional na OVNI Acessibilidade Universal; e Rafael Braz, estudante de Psicologia, consultor e usuário de audiodescrição.

A 11ª Mostra circula desde o dia 8 de maio em 26 capitais brasileiras, além do Distrito Federal, e vai até 25 de junho. Na programação, 29 filmes, entre curtas, médias e longas-metragens, todos com entrada franca e exibidos com legendas closed caption. No site da Mostra é possível acompanhar a programação completa. A expectativa é receber um público de mais de 30 mil pessoas em todo o país.

Uma realização do Ministério de Direitos Humanos, com produção nacional do Instituto Cultura em Movimento – ICEM e patrocínio da Petrobras e do Itaú, em Porto Alegre a 11ª Mostra tem produção local da Primeira Fila Produções, assessoria de imprensa de Bruna Paulin e apoio da OVNI Acessibilidade Universal, Cinemateca Capitólio Petrobras, Secretarias Municipais da Cultura e da Educação e da Secretaria da Justiça e Direitos Humanos do RS.

7 de junho, quarta-feira: sessões de filmes com audiodescrição.
Entrada franca.
14h

A História da Menininha que Amava Borboletas.
Direção: Paula Du Gelly, Estados Unidos, 2016, 4 min, ficção.
Temática: Direitos das mulheres
Classificação indicativa: 14 anos.
Roteiro de audiodescrição: Larissa Costa.
Narração: Daniel Coutinho.
Leitura de legendas: Beta Brito.
Sinopse: Para onde ela queria ir, ela não podia levar ninguém… especialmente seu passado.

Precisamos Falar do Assédio.
Direção: Paula Sacchetta, Brasil, 2016, 80 min, documentário.
Temática: Direitos das Mulheres
Classificação indicativa: 14 anos.
Roteiro de audiodescrição: Larissa Costa e Renato Calvet.
Revisão final: Larissa Costa.
Narração: Daniel Coutinho.
Sinopse: Na semana da mulher, uma van-estúdio parou em nove locais em São Paulo e no Rio de Janeiro. O objetivo era coletar depoimentos de mulheres vítimas de qualquer tipo de assédio. Ao todo, 140 decidiram falar. São relatos de mulheres de 15 a 84 anos, de zonas nobres ou periferias das duas cidades, com diferenças e semelhanças na violência que acontece todos os dias e pode se dar dentro de casa, em um beco escuro ou no meio da rua, à luz do dia. O filme traz uma amostra significativa, 26 deles. Nos depoimentos puros, sem qualquer tipo de interlocução, acompanhamos um desabafo, um momento íntimo ou a oportunidade de falarem daquilo pela primeira vez.

16h
Pobre Preto Puto.
Direção: Diego Tafarel, Brasil, 2016, 15 min, documentário.
Temática: Cidadania LGBT
Classificação indicativa: 12 anos.
Roteiro de audiodescrição: Larissa Costa.
Narração: Beta Brito.
Sinopse: Nei D’Ogum é batuque, é sexo e é negritude. É amor e contradição. Um guerreiro das causas negras, gays e transexuais. Ele é a própria causa. Autodefine-se: “pobre, preto, puto”.

Carol.
Direção: Mirela Kruel, Brasil, 2016, 20 min, documentário.
Temática: Diversidade sexual / Cidadania LGBT.
Classificação indicativa: 14 anos.
Roteiro de audiodescrição: Renato Calvet.
Revisão final: Larissa Costa.
Narração: Beta Brito.
Sinopse: A história de uma mulher que se redescobriu depois de ter passado por uma situação de violência. Um registro do seu cotidiano, suas dificuldades e angústias, sonhos e alegrias. Através da proximidade com a vida de Carol vemos como é possível superar preconceitos, tristezas, e seguir em frente.

17h
Madrepérola.
Direção: Deise Hauenstein, Brasil, 2015, 15 min, documentário.
Temática: Direitos das Mulheres.
Classificação indicativa: 10 anos.
Roteiro de audiodescrição: Larissa Costa.
Narração: Daniel Coutinho.
Sinopse: Em uma maré alheia à diversidade, vivem ostras que são afetadas por serem consideradas fora dos padrões e medidas. Essa é uma história sobre como as pérolas se formam.

Meu Nome é Jacque.
Direção: Angela Zoé, Brasil, 2106, 72 min, documentário.
Temática: Cidadania LGBT / Diversidade Sexual.
Classificação indicativa: 12 anos.
Roteiro de audiodescrição: Larissa Costa.
Narração: Daniel Machline.
Sinopse: O documentário aborda a diversidade através da história de vida de Jaqueline Côrtes, uma mulher transexual brasileira, que vive com Aids. Militante pela causa, Jacque tem a vida marcada por lutas e conquistas como representante do governo brasileiro na ONU. Hoje mora numa pequena cidade, levando uma vida voltada para a maternidade e a família. Ao acompanhar o cotidiano de Jacque, este documentário apresenta os inúmeros desafios que foram rompidos pela personagem.

10 de junho, sábado, 18h: conversa Ver com os ouvidos: o papel da audiodescrição na produção audiovisual. Entrada franca.
A produção de audiodescrição no setor audiovisual é, mais do que uma recente exigência legal no Brasil, a garantia do direito de acesso de pelo menos 36 milhões de pessoas com deficiência visual à arte cinematográfica. Entre outros requisitos, o diálogo permanente entre produtores de cinema, de acessibilidade e o público torna-se indispensável para assegurar a qualidade funcional e estética deste recurso de acessibilidade comunicacional. Participantes: Pedro Marques, produtor, diretor e artista digital na Bactéria Filmes; Mimi Aragón e Kemi Oshiro, produtoras e audiodescritoras na OVNI Acessibilidade Universal, e Rafael Braz, estudante de Psicologia, consultor e usuário de audiodescrição.

Opções de transporte coletivo com parada nas proximidades da Cinemateca Capitólio Petrobras:
Ônibus
C1 – CIRCULAR CENTRO
C2 – CIRCULAR PRACA XV
C3 – CIRCULAR URCA
165 – COHAB
168 – BELEM NOVO (VIA TRISTEZA)
171 – PONTA GROSSA
173 – CAMAQUA
178 – PRAIA DE BELAS
179 – SERRARIA
184 – JUCA BATISTA
186 – LIBERAL
187 – PADRE REUS
188 – ASSUNCAO
195 – TV
209 – RESTINGA
253 – RENASCENÇA
254 – EMBRATEL
257 – PAULINO AZURENHA/AZENHA/CASCATINHA
262 – JARDIM V. NOVA
263 – ORFANOTROFIO
264 – PRADO
265 – JARDIM MEDIANEIRA
266 – VILA NOVA
267 – LAMI (VIA BELEM NOVO)
268 – BELEM NOVO (VIA CAVALHADA)
269 – LAMI/BELEM
270 – GRUTINHA
271 – AMAPA
274 – GLORIA/AZENHA/CASCATINHA
281 – CAMPO NOVO
283 – IPANEMA/CAVALHADA
285 – NONOAI
288 – IPANEMA/MORRO ALTO
289 – RINCAO/VIA OSCAR PEREIRA
D63 – ORFANOTROFIO/DIRETA
340 – JARDIM BOTANICO
344 – SANTA MARIA
345 – SANTA CATARINA
347 – ALAMEDA
348 – JARDIM BENTO GONCALVES
361 – CEFER
375 – AGRONOMIA/INFORMATICA
395 – QUINTA DO PORTAL/SALGADO FILHO
3974 – BONSUCESSO/SANTA HELENA
398 – PINHEIRO

Lotação
02.1 – MENINO DEUS
02.11 – MENINO DEUS/ VIA JOSE DO PATROCINIO
03.1 – IPIRANGA/ PUC – BORGES
03.3 – JARDIM BOTANICO/JARDIM DO SALSO
10.1 – TRISTEZA/ASSUNCAO
10.3 – CRISTAL/OTTO NIEMEYER
10.4 – IPANEMA
10.41 – IPANEMA/JARDIM ISABEL
10.5 – GUARUJA – WENCESLAU ESCOBA
10.51 – GUARUJA – CAVALHADA
10.52 – GUARUJA/PONTA GROSSA
20.1 – MEDIANEIRA
20.11 – MEDIANEIRA / MORRO SAO CAETANO
20.2 – OTTO/TERESÓPOLIS
20.5 – ALTO TERESOPOLIS – VIA PRAIA DE BELAS
20.6 – GLORIA
30.1 – CANAL 10 VIA APARÍCIO BORGES
30.2 – PARTENON/PINHEIRO/PARADA 21

DANKE volta ao palco com audiodescrição da OVNI, dia 4 de março, no Teatro de Arena

Espetáculo sobre a vida na prisão da ativista alemã Ulrike Meinhof, baseado em texto original de Dario Fo e Franca Rame, terá audiodescrição no dia 4 de março, no Teatro de Arena, em Porto Alegre/RS

ovni_danke_alvaro-moreyra(descrição da imagem) Na foto colorida e vertical, tirada durante a apresentação de DANKE com audiodescrição, na Sala Álvaro Moreyra, em fevereiro passado, dona Cledi Dutra está à esquerda, na primeira fila da plateia, de perfil, voltada para a direita, com fones de ouvido, acariciando a cabeça do cão-guia Darwin. Ela tem cabelos loiros e lisos, na altura do queixo, usa óculos de grau, blusa preta e azul, e olha carinhosamente para o cão, um flat-coated retriever de pelo castanho, olhos castanhos e miúdos, focinho longo e topetinho arrepiado, que está em pé, de frente para dona Cledi, e tem a cabeça voltada para nós. Ao fundo, na direita, desfocada, a atriz Dani Dutra, branca, magra e com os cabelos escuros presos em um coque, está caracterizada como a Carcereira, de blazer, blusa e calças pretos, em pé, voltada para a direita, com as mãos apoiadas no espaldar de uma cadeira preta. (fim da descrição) Foto: Adriana Marchiori.

O espetáculo DANKE, com Juliana Kersting e Dani Dutra, que também integram o elenco de É Proibido Miar, está na programação da Semana da Mulher organizada pelo Teatro de Arena, em Porto Alegre/RS, e terá audiodescrição da OVNI Acessibilidade Universal no dia 4 de março, a partir das 19h30, no Teatro de Arena (Altos do Viaduto Otávio Rocha, Avenida Borges de Medeiros 835, Centro Histórico – para quem vem pela Rua Duque de Caxias no sentido Gasômetro/Santa Casa é a primeira escadaria à direita, oposta ao Hotel Everest). Os ingressos, todos com desconto de 50%, já estão à venda por R$ 10 no próprio Teatro, das 12h às 18h, inclusive na hora.

Será a primeira peça com audiodescrição a ser apresentada no Arena, espaço de resistência da arte gaúcha que em 2017 está completando 50 anos. Uma campanha de financiamento coletivo no site Vakinha  viabiliza o pagamento do equipamento de transmissão do recurso de acessibilidade. Na primeira apresentação de DANKE com audiodescrição, dia 7 de fevereiro deste ano, durante o festival Porto Verão Alegre, na Sala Álvaro Moreyra, financiada com recursos próprios pela M.A. Cia – Teatro, Dança e assemelhados e apoiada pela OVNI, houve público recorde utilizando os fones de ouvido em uma peça de teatro adulto na Capital gaúcha: 40 pessoas assistiram ao espetáculo com o recurso. Mais informações sobre a audiodescrição pelo e-mail ovniacessibilidade@gmail.com ou pelos fones (51) 984 512 115, (51) 992 081 176 ou (51) 3508 6709.

SOBRE DANKE
O espetáculo de teatro adulto é baseado no texto “Eu, Ulrike? Grito…” de Dario Fo e Franca Rame, que traz o testemunho da jornalista e ativista alemã Ulrike Meinhof sobre os quatro anos em que esteve na prisão, onde morreu em circunstâncias jamais esclarecidas. Isolada em uma cela branca que a priva de parte dos sentidos, Ulrike volta-se para si e depara-se com seu duplo, a carcereira, que transita entre o real e o imaginário. A ativista social e política lutou pelos direitos humanos na década de 60, tornando-se um dos ícones femininos do século 20, assim como Rosa Luxemburgo e Olga Benário.

FICHA TÉCNICA DO ESPETÁCULO
Texto: Dario Fo e Franca Rame.
Idealização e concepção: Juliana Kersting.
Atuação: Dani Dutra e Juliana Kersting.
Orientação e preparação das atrizes: Denis Gosch.
Coreógrafa e colaboradora: Juliana Prestes.
Iluminação: Leandro Gass.
Operação de som: Denis Gosch.
Audiodescrição: OVNI Acessibilidade Universal.
Produção e realização: M.A. Cia – Teatro, Dança e Assemelhados.

ovni_danke_cor(descrição da imagem) A foto colorida e horizontal mostra a atriz Juliana Kersting em uma cena de DANKE, caracterizada como Ulrike Meinhof. Branca, magra, com cabelos escuros e lisos, na altura do pescoço, despenteados e algo úmidos, ela aparece dos joelhos para cima, quase de frente, ajoelhada, com o tronco inclinado, rente ao chão, olhando para baixo, onde aninha entre os braços um grande tecido branco amarrotado, com expressão atenta e cuidadosa – os olhos semicerrados e os lábios carnudos fechados. Usa blusa branca de tecido leve com mangas compridas e decote em V e calças brancas. Da esquerda, chega uma luz forte que ilumina parcialmente os cabelos e o rosto concentrado da atriz. (fim da descrição)

FICHA TÉCNICA DA AUDIODESCRIÇÃO
Roteiro: Mimi Aragón.
Consultoria: Rafael Braz.
Narração: Kemi Oshiro.
Equipamento: Grupo Evento.
Suporte: Juliana Prestes e Mimi Aragón.
Produção: OVNI Acessibilidade Universal.

Crítica:
Antonio Hohlfeldt, 27 de maio de 2005, Jornal do Comércio: “Num espetáculo seco, de cerca de 50 minutos de duração, a cena, aberta desde a entrada do público, apresenta duas figuras: a prisioneira e sua guardiã, vivida por Paola Oppitz (…) Não se fala, não se tosse, não se pisca. Juliana Kersting eletriza a todos. Cumpre a sina da prisioneira. O escuro se faz sobre a mulher em posição fetal.”

Antonio Hohlfeldt, 11 de maio de 2012, Jornal do Comércio: “A interpretação de Juliana Kersting é dura e sensível, ao mesmo tempo. Desde a sequência inicial sente-se a luta da personagem no sentido de não perder sua humanidade e sua identidade. Os elementos cênicos introduzidos pela direção, bem como a trilha sonora, idealizada pela atriz e cuidadosamente desenvolvida, criam um ambiente opressor, que invade até mesmo o espaço da plateia. A proximidade da sala, evidentemente, colabora com isso, mas se a direção não soubesse usar esta proximidade, ela seria apenas um detalhe não incluído na estrutura dramática da encenação.”

DANKE com audiodescrição da OVNI Acessibilidade Universal.
Quando: 4 de março, sábado, às 20h. A audiodescrição começa às 19h30. Chegue às 19h para retirar seu equipamento, trazendo um documento válido.
Onde: Teatro de Arena (Altos do Viaduto Otávio Rocha, Avenida Borges de Medeiros 835, Centro Histórico, Porto Alegre/RS – para quem vem pela Rua Duque de Caxias no sentido Gasômetro/Santa Casa é a primeira escadaria à direita, oposta ao Hotel Everest).
Duração aproximada: 50 minutos.
Ingressos: Preço único promocional de R$ 10, à venda no Teatro de Arena, das 12h às 18h, inclusive na hora.
Dúvidas sobre ingressos: (51) 3226 0242.
Informações sobre a audiodescrição: e-mail ovniacessibilidade@gmail.com ou pelos fones (51) 984 512 115, (51) 992 081 176 ou (51) 3508 6709.
Estacionamento: O Teatro conta com estacionamento localizado na Rua Duque de Caxias. O preço único para o público do espetáculo é R$ 15. Pegar cartão na bilheteria e apresentar no estacionamento. Para mais informações, entre em contato com o Teatro de Arena pelo fone (51) 3226 0242 ou email teatrodearena@sedac.rs.gov.br

Opções de transporte coletivo com parada próxima ao Teatro de Arena:
ÔNIBUS
Todas as linhas que passam pela Avenida Borges de Medeiros sob o Viaduto Otávio Rocha, no sentido centro/bairro ou bairro/centro, mais as seguintes, com parada nas proximidades das escadarias:
C11 – CIRCULAR CENTRO/SÁBADOS – CENT/BAIR/CENT
C2 – CIRCULAR PRACA XV – CENT/BAIR/CENT
C31 – CIRCULAR URCA/SABADOS/DOMINGOS/FERIADOS – CENT/BAIR/CENT

LOTAÇÃO
Todas as linhas que passam pela Avenida Borges de Medeiros sob o Viaduto Otávio Rocha, no sentido centro/bairro ou bairro/centro, mais a seguinte, com trajeto pela Rua Duque de Caxias:
05.1 – RIO BRANCO/VIA IPA – BAIRRO/CENTRO e CENTRO/BAIRRO

OVNI faz audiodescrição do espetáculo de teatro DANKE no Porto Verão Alegre

Espetáculo sobre a vida na prisão da ativista alemã Ulrike Meinhof, baseado em texto original de Dario Fo e Franca Rame, terá audiodescrição no dia 7 de fevereiro, na Sala Álvaro Moreyra, em Porto Alegre/RS

ovni_danke_pb (descrição da imagem) A foto em preto e branco, horizontal, mostra a atriz Juliana Kersting em uma cena de DANKE, caracterizada como Ulrike Meinhof. Branca, magra, com cabelos escuros e lisos, na altura do pescoço, despenteados, ela aparece do peito para cima, de perfil, voltada para a esquerda, olhando para a frente e para baixo, com expressão atormentada – a testa contraída, os lábios carnudos entreabertos e a mão direita espalmada contra o peito. Usa blusa branca de tecido leve com mangas compridas e decote em V. Ao fundo, uma luz forte invade o ambiente, clareando parte dos cabelos da atriz e destacando os contornos de seu rosto tenso. (fim da descrição)

O espetáculo DANKE, com Juliana Kersting e Dani Dutra, que também integram o elenco de É Proibido Miar, está na programação do festival Porto Verão Alegre e terá audiodescrição da OVNI Acessibilidade Universal no dia 7 de fevereiro, a partir das 20h30, na Sala Álvaro Moreyra (Centro Municipal de Cultura, Arte e Lazer Lupicínio Rodrigues – Avenida Erico Verissimo, 307, Bairro Menino Deus, Porto Alegre/RS).
Os ingressos, com desconto de 50% para pessoas com deficiência, conforme a Lei da Meia Entrada, já estão à venda pela internet e em outros quatro locais, em Porto Alegre.
Mais informações sobre a audiodescrição pelo e-mail ovniacessibilidade@gmail.com ou pelos fones (51) 3508 6709, (51) 984 512 115 ou (51) 992 081 176.

SOBRE DANKE
O espetáculo de teatro adulto é baseado no texto “Eu, Ulrike? Grito…” de Dario Fo e Franca Rame, que traz o testemunho da jornalista e ativista alemã Ulrike Meinhof sobre os quatro anos em que esteve na prisão, onde morreu em circunstâncias jamais esclarecidas. Isolada em uma cela branca que a priva de parte dos sentidos, Ulrike volta-se para si e depara-se com seu duplo, a carcereira, que transita entre o real e o imaginário. A ativista social e política lutou pelos direitos humanos na década de 60, tornando-se um dos ícones femininos do século 20, assim como Rosa Luxemburgo e Olga Benário.

FICHA TÉCNICA DO ESPETÁCULO
Texto: Dario Fo e Franca Rame.
Idealização e concepção: Juliana Kersting.
Atuação: Dani Dutra e Juliana Kersting.
Orientação e preparação das atrizes: Denis Gosch.
Coreógrafa e colaboradora: Juliana Prestes.
Iluminação: Leandro Gass.
Operação de som: Casemiro Azevedo.
Audiodescrição: OVNI Acessibilidade Universal.
Produção e realização: M.A. Cia – Teatro, Dança e Assemelhados.

ovni_danke_cor(descrição da imagem) A foto colorida e horizontal mostra a atriz Juliana Kersting em uma cena de DANKE, caracterizada como Ulrike Meinhof. Branca, magra, com cabelos escuros e lisos, na altura do pescoço, despenteados e algo úmidos, ela aparece dos joelhos para cima, quase de frente, ajoelhada, com o tronco inclinado, rente ao chão, olhando para baixo, onde aninha entre os braços um grande tecido branco amarrotado, com expressão atenta e cuidadosa – os olhos semicerrados e os lábios carnudos fechados. Usa blusa branca de tecido leve com mangas compridas e decote em V e calças brancas. Da esquerda, chega uma luz forte que ilumina parcialmente os cabelos e o rosto concentrado da atriz. (fim da descrição)

FICHA TÉCNICA DA AUDIODESCRIÇÃO
Roteiro: Mimi Aragón.
Consultoria: Rafael Braz.
Narração: Kemi Oshiro.
Equipamento: Grupo Evento.
Suporte: Debora Maier e Juliana Prestes.
Produção: OVNI Acessibilidade Universal.

Crítica:
Antonio Hohlfeldt, 27 de maio de 2005, Jornal do Comércio: “Num espetáculo seco, de cerca de 50 minutos de duração, a cena, aberta desde a entrada do público, apresenta duas figuras: a prisioneira e sua guardiã, vivida por Paola Oppitz (…) Não se fala, não se tosse, não se pisca. Juliana Kersting eletriza a todos. Cumpre a sina da prisioneira. O escuro se faz sobre a mulher em posição fetal.”

Antonio Hohlfeldt, 11 de maio de 2012, Jornal do Comércio: “A interpretação de Juliana Kersting é dura e sensível, ao mesmo tempo. Desde a sequência inicial sente-se a luta da personagem no sentido de não perder sua humanidade e sua identidade. Os elementos cênicos introduzidos pela direção, bem como a trilha sonora, idealizada pela atriz e cuidadosamente desenvolvida, criam um ambiente opressor, que invade até mesmo o espaço da plateia. A proximidade da sala, evidentemente, colabora com isso, mas se a direção não soubesse usar esta proximidade, ela seria apenas um detalhe não incluído na estrutura dramática da encenação.”

INGRESSOS
VALORES
Antecipado:

R$30,00 – Inteira.
R$24,00 – Clube ZH e Banricompras.
R$20,00 – Pessoas com deficiência, idosos, estudantes e outras categorias previstas na Lei da Meia Entrada.

Na bilheteria da Sala Álvaro Moreyra, uma hora antes do início do espetáculo:
R$40,00 – Inteira.
R$32,00 – Clube ZH e Banricompras.
R$20,00 – Pessoas com deficiência, idosos, estudantes e outras categorias previstas na Lei da Meia Entrada.

COMPRA ONLINE
My Ticket Porto Verão Alegre.

OUTROS PONTOS DE VENDA
Praia de Belas Shopping (terceiro andar): Segunda a sábado, das 10h às 22h. Domingo, das 13h às 19h.
DC Shopping – Casarão Verde – Loja 133: Segunda a sexta, das 10h às 19h.
Multisom do Iguatemi (térreo): Segunda a sábado, das 10h às 22h. Domingo e feriado, das 14h às 20h.
Multisom da Andradas: Segunda a sexta, das 9h às 18h. Sábado, das 9h às 14h.

Observações:
A compra antecipada é em dinheiro ou no Banricompras – débito. Na bilheteria do teatro, somente em dinheiro.
Clube do Assinante ZH e Banricompras: desconto válido para titular e acompanhante.
Troca de Ingressos: Segundo o Artigo 49 do Código do Consumidor, o Porto Verão Alegre informa que a troca de ingresso pode ser feita da seguinte forma: a troca será efetuada o somente no ponto de venda onde foi realizada a compra, em no máximo sete dias e com antecedência mínima de 24 horas do espetáculo.
Dúvidas sobre ingressos: (51) 3557 1061 e (51) 3573 1061.

DANKE com audiodescrição da OVNI Acessibilidade Universal.
Quando: 7 de fevereiro, terça-feira, às 21h. A audiodescrição começa às 20h30. Chegue às 20h para retirar seu equipamento, trazendo um documento válido.
Onde:Sala Álvaro Moreyra (Centro Municipal de Cultura, Arte e Lazer Lupicínio Rodrigues – Avenida Erico Verissimo, 307, Bairro Menino Deus, Porto Alegre/RS).
Duração aproximada: 50 minutos.
Ingressos online: My Ticket Porto Verão Alegre.
Dúvidas sobre ingressos: (51) 3557 1061 e (51) 3573 1061.
Informações sobre a audiodescrição: e-mail ovniacessibilidade@gmail.com ou pelos fones (51) 3508 6709, (51) 984 512 115 ou (51) 992 081 176.

Opções de linhas de ônibus com parada em frente ao Centro Municipal de Cultura, Arte e Lazer Lupicínio Rodrigues:
149 – Icaraí (bairro-centro)
149.1 – Icaraí Alto Taquari (bairro-centro)
195 – TV
253 – Renascença (centro-bairro)
254 – Embratel Cascatinha (bairro-centro)
254.1 – Embratel Canudos Cascatinha (bairro-centro)
257 – Paulino Azurenha
260.1 – Belém Velho Cascatinha (bairro-centro)
260.2 – Belém Velho João Pessoa (centro-bairro)
262 – Jardim Vila Nova
262.1 – Jardim Vila Nova Cascatinha (bairro-centro)
263 – Orfanotrofio (centro-bairro)
270 – Grutinha (bairro-centro)
270.1 – Grutinha via Amapá (bairro-centro)
271 – Amapá (bairro-centro)
274 – Gloria Azenha Cascatinha (centro-bairro)
274.1 – Gloria Cascatinha Azenha (bairro-centro)
281 – Campo Novo (bairro-centro)
281.1 – Campo Novo Morro Agudo (bairro-centro)
281.2 – Campo Novo Gedeon Leite (bairro-centro)
283 – Ipanema Cavalhada (bairro-centro)
283.2 – Ipanema Cavalhada Cirino Prunes (bairro-centro)
284 – Belém Velho São Francisco Rincão Betão – (centro/bairro)
288 – Ipanema Morro Alto – (centro/bairro)
289 – Rincão via Oscar Pereira- (centro/bairro)

OVNI Acessibilidade Universal produz audiodescrição no 44º Festival de Cinema de Gramado

Sessão acessível a pessoas cegas ou com baixa visão será dia 31 de agosto, quarta-feira, às 21h30. Além do longa-metragem já tradicionalmente exibido com audiodescrição ao vivo, o curta brasileiro que abre a noite contará com o recurso

Os filmes Memória da Pedra e El Mate serão exibidos com audiodescrição ao vivo no 44º Festival de Cinema de Gramado, respectivamente, nas Mostras Competitivas de Curtas e de Longas-Metragens Bqrasileiros, dia 31 de agosto, quarta-feira, às 21h30, no Palácio dos Festivais, na Serra Gaúcha. Será a primeira vez que o curta-metragem que abre a noite estará acessível ao público cego ou com baixa visão. A produção de acessibilidade é da OVNI Acessibilidade Universal, com apoio da Faders – Fundação de Articulação e Desenvolvimento de Políticas Públicas para Pessoas com Deficiência e com Altas Habilidades no Rio Grande do Sul e da Agade – Associação Gaúcha de Audiodescritores.

Um número limitado de ingressos gratuitos destinados exclusivamente aos usuários da audiodescrição será distribuído por ordem de reserva até dia 29 de agosto, segunda-feira, pelo e-mail ovniacessibilidade@gmail.com ou pelos fones (51) 3414 4690, (51) 8451 2115 ou (51) 9208 1176. Ingressos adicionais podem ser adquiridos pelo http://bit.ly/2boc0ct (selecionar bilhetes para a sessão das 19h) ou, a partir do dia 23 de agosto, em Gramado (consulte em http://bit.ly/2bInARf a lista de pontos de venda).

Um ônibus cedido pela Faders fará o transporte Porto Alegre-Gramado-Porto Alegre no dia da exibição. A partida está marcada para as 16h, em frente à sede da Fundação (Rua Duque de Caxias, 418, Centro Histórico), com retorno a Porto Alegre depois da sessão, por volta das 23h. Há 25 vagas preferenciais para o público usuário da audiodescrição que devem ser reservadas também até o dia 29 de agosto pelo e-mail e telefones da OVNI Acessibilidade Universal.

OS FILMES
O documentário baiano Memória da Pedra, de Luciana Lemos, com aproximadamente 13 minutos, abre a sessão oficial da Mostra Competitiva de Curtas-Metragens Brasileiros. O filme foi rodado nas cidades de Milagres e Monte Santo, mesmas locações de O Dragão da Maldade Contra o Santo Guerreiro e Deus e o Diabo na Terra do Sol, títulos do Cinema Novo dirigidos por Glauber Rocha há 50 anos. O curta propõe uma reflexão sobre o tempo, tanto na memória desses clássicos do cinema nacional, como nos espaços e na vida dos habitantes das duas cidades baianas.

OVNI_memorias_da_predra_gramado(descrição da imagem) Ao centro da foto colorida e horizontal, um caboclo idoso está sentado nos degraus de uma longa escadaria de pedra em meio à vegetação ligeiramente ressecada. Com expressão séria, ele usa chapéu amarelado, camisa bege de mangas longas, calças cor de creme, meias e sapatos marrons. Seus antebraços estão apoiados nas coxas, com as mãos entrelaçadas. À esquerda, a intervalos regulares sobre os degraus, três postes de luz. Ao fundo, no alto da escadaria, uma casinha branca com uma janela verde na fachada. O céu azul está parcialmente encoberto por nuvens. (fim da descrição) Foto: Divulgação/Festival De Cinema de Gramado.

O filme que encerra a noite e concorre na Mostra Competitiva de Longas-Metragens Brasileiros é o paulista El Mate, de Bruno Kott. Durante 70 minutos, mostra uma noite na vida de Armando, um assassino de aluguel portenho que vive sozinho em uma estranha casa no centro de São Paulo. É ali que Armando mantém sua encomenda, Russo, que é espancado e aguarda amarrado a chegada dos mandantes do sequestro. Tudo vai mal para Russo e bem para Armando, até que Fabio, um jovem evangélico toca a campainha para trazer a palavra de Deus e um estranho conflito. Um disparo muda o rumo da madrugada e une duas pessoas de mundos extremamente diferentes.

OVNI_elmate_gramado(descrição da imagem) Na foto colorida e horizontal, quatro atores caracterizados como personagens do filme “El Mate” estão sentados descontraidamente no pequeno sofá de uma sala com as luzes acesas. Um homem está em cada ponta e duas mulheres estão entre eles. Parecem participar de uma festa. O homem da esquerda, de cabelos castanhos, camisa bordô e calça bege com listras, bebe de um copo, observado pela mulher a seu lado, de cabelos presos, que sorri levemente e também segura um copo. Ao lado dela, uma mulher negra de cabelos volumosos, colar e tomara-que-caia, abraça, sorridente, o outro homem, quase calvo, de barba grisalha, camisa marrom e calça escura, que segura um copo. Diante dos quatro, uma mesinha de centro coberta por uma toalha e, por cima, uma bandeja com uma jarra, um rolo de papel-toalha, um pratinho e outros objetos. Na esquerda, outra mesinha com um abajur aceso. Ao fundo, uma janela gradeada e com os vidros fechados. (fim da descrição) Foto: Divulgação/LM Brasil/Festival De Cinema de Gramado.

AUDIODESCRIÇÃO
A audiodescrição amplia o entendimento de pessoas cegas ou com baixa visão, entre outras, em um infinidade de produtos e eventos, como filmes e peças de teatro, proporcionando acesso a informações sobre personagens, cenários, figurinos e ações relevantes para a compreensão da obra.

FICHA TÉCNICA DA AUDIODESCRIÇÃO
Produção de acessibilidade: OVNI Acessibilidade Universal.
Roteiro de AD do curta Memória da Pedra: Mimi Aragón.
Roteiro de AD do longa El Mate: Letícia Schwartz.
Consultoria: Rafael Braz.
Narração: Kemi Oshiro.
Voice over: Douglas Dias.
Suporte: Débora Maier, Juliana Prestes e Mimi Aragón.
Equipamento: Grupo Evento.
Apoio: Faders – Fundação de Articulação e Desenvolvimento de Políticas Públicas para Pessoas com Deficiência e com Altas Habilidades no Rio Grande do Sul e Agade – Associação Gaúcha de Audiodescritores.

AUDIODESCRIÇÃO NO FESTIVAL DE CINEMA DE GRAMADO
Este será o quinto ano consecutivo em que as profissionais da OVNI Acessibilidade Universal levarão acessibilidade aos filmes da mostra competitiva brasileira em Gramado. Em 2012, Colegas, o grande vencedor do 40º Festival, com os Kikitos de Melhor Filme, Direção de Arte e o Prêmio Especial do Júri, foi exibido com audiodescrição. Em 2013, em parceria com a Accorde Filmes, as audiodescritoras da OVNI produziram a sessão acessível de A Oeste do Fim do Mundo, que levou os Kikitos de Melhor Longa Estrangeiro pelo Júri Popular, Ator e Menção Honrosa. Em 2014, a audiodescrição de A Despedida, longa que conquistou os Kikitos de Direção, Ator, Atriz e Fotografia, atraiu público recorde. Em 2015, com roteiro de audiodescrição de Letícia Schwartz, Ausência foi o grande vencedor do 43º Festival, levando os Kikitos de Trilha Sonora, Roteiro, Direção e Filme.

SERVIÇO
O quê: Curta-metragem Memória da Pedra, de Luciana Lemos, e longa El Mate, de Bruno Kott, com audiodescrição ao vivo no 44º Festival de Cinema de Gramado.
Quando: 31 de agosto, quarta-feira, às 21h30.
Onde: Palácio dos Festivais (Av. Borges de Medeiros, 2697 – Centro – Gramado/RS).
Reserva limitada de ingressos gratuitos exclusivos para pessoas com deficiência visual e transporte Porto Alegre-Gramado-Porto Alegre: Até dia 29 de agosto, sexta-feira, pelos fones (51) 3414 4690, (51) 8451 2115 ou (51) 9208 1176 ou pelo e-mail ovniacessibilidade@gmail.com
Compra de ingressos adicionais: R$ 30 (inteira) e R$ 15 (meia) pelo http://bit.ly/2boc0ct (selecionar bilhetes para a sessão das 19h) ou, a partir do dia 23 de agosto, em Gramado (consulte em http://bit.ly/2bInARf a lista de pontos de venda).
Realização: 44º Festival de Cinema de Gramado.
Produção de acessibilidade: OVNI Acessibilidade Universal.
Apoio: Faders – Fundação de Articulação e Desenvolvimento de Políticas Públicas para Pessoas com Deficiência e com Altas Habilidades no Rio Grande do Sul e Agade – Associação Gaúcha de Audiodescritores.

“Eu Não Dava Praquilo” chega a Joinville/SC com audiodescrição da OVNI Acessibilidade Universal

Com Cassio Scapin, monólogo que homenageia o ofício teatral enfocando a vida da atriz, diretora e professora Myriam Muniz estará em cartaz com acessibilidade nos dias 17, 18 e 19 de maio, no Galpão de Teatro da AJOTE. O patrocínio é da Petrobras Distribuidora.
EU NÃO DAVA PRAQUILO 2 - DNG (descrição da imagem) A foto colorida e horizontal, com fundo preto, mostra Cassio Scapin em ação na peça Eu Não Dava Praquilo, sob um foco de luz branca, sentado em uma cadeira sobre um tablado circular de madeira clara, com um cigarro apagado na mão direita erguida na altura da cabeça. Magro, de pele clara e cabelos pretos penteados para trás, ele usa camiseta, calças e, nos ombros, um xale, tudo na cor preta, e está descalço. Tem a cabeça ligeiramente inclinada para trás, os olhos semicerrados e os lábios abertos, como se falasse no momento da foto. Seu cotovelo esquerdo está apoiado no braço da cadeira. No tablado, à esquerda, uma caixa grande de fósforos, e, à direita, algumas folhas de papel. (fim da descrição) Foto: João Caldas Filho.

Depois do sucesso da minitemporada em Porto Alegre/RS, em março passado, chega a Joinville/SC, nos dias 17, 18 e 19 de maio, o monólogo Eu Não Dava Praquilo, uma homenagem à atriz, diretora e professora Myriam Muniz, com Cassio Scapin e direção de Elias Andreato. Todas sessões terão audiodescrição da OVNI Acessibilidade Universal, com apoio da AJIDEVI na mobilização do público. O espetáculo, que também contará com tradução e interpretação em LIBRAS, foi contemplado pela seleção pública do Programa Petrobras Distribuidora de Cultura 2015/2016.

As apresentações ocorrem no Galpão de Teatro da AJOTE (R. XV de Novembro, 1383), sempre às 20h. No dia 18, haverá uma sessão extra às 18h. Os ingressos custam R$ 25 e já podem ser adquiridos no site Enjoy Events ou na Capitão Space Batataria e Pizzaria (Av. Marquês de Olinda, 3340 – Glória. Fone: 47 3422.5544. De segunda a domingo, das 18h30 às 0h). Há desconto de 50% para pessoas com deficiência (mediante apresentação do cartão do Benefício de Prestação Continuada), idosos e estudantes.

Sinopse
O monólogo cômico-dramático Eu Não Dava Praquilo evoca fatos pessoais e profissionais da vida de Myriam Muniz, homenageando também o ofício teatral e sua importância como agente de transformação individual e social. Para o co-autor do texto e intérprete, Cassio Scapin, seria impossível contar a história dos palcos brasileiros sem falar na artista paulistana, dona de personalidade ímpar e que tinha uma forma igualmente única de representar. O diretor Elias Andreato considera Myriam Muniz uma sacerdotisa do teatro, com ensinamentos que marcaram profunda e apaixonadamente muitos artistas.

5D III (descrição da imagem) A foto colorida e horizontal mostra Cassio Scapin em ação na peça Eu Não Dava Praquilo, sentado em uma cadeira de madeira voltada para o fundo do palco, onde há um enorme painel de tecido bordado com flores e folhas em tons de dourado, marrom e roxo. O ator, com seus cabelos pretos, lisos e curtos penteados para trás e presos no alto da testa por uma tiara escura, usa um xale preto nos ombros, calças na mesma cor e está de pernas cruzadas e descalço, nos observando por cima do ombro direito, quase sorrindo, com as sobrancelhas arqueadas, olhos bem abertos, lábios fechados e o braço direito apoiado no espaldar da cadeira, segurando um cigarro entre os dedos da mão erguida na altura do rosto. (fim da descrição) Foto: João Caldas Filho.

Cassio Scapin
Formado pela Escola de Arte Dramática da USP, Cassio Scapin é um dos grandes atores brasileiros. Participou de diversas telenovelas, filmes, minisséries e peças de teatro. Trabalha como ator profissional desde 1984 e, nos últimos anos, esteve nas peças “O Mistério de Irma Vap”, com direção de Marília Pêra, e “O Libertino”, com direção de Jô Soares. Na televisão, é muito reconhecido pela participação no Castelo Rá-Tim-Bum. Na TV Record, atuou na novela “Ribeirão do Tempo” e integra o elenco de “Escrava Mãe”, que estreia dia 16 de maio. No Multishow, esteve no ar no seriado “Trair e Coçar, é só Começar”. Recebeu os prêmios Mambembe, Governador do Estado, Associação Paulista dos Críticos de Arte – APCA e Apetesp, entre muitos outros. Por sua atuação em Eu Não Dava Praquilo, foi indicado aos Prêmios Shell, Quem e APCA, este conquistado em 2013. No currículo, reúne participações em mais de 30 projetos no teatro, 12 na televisão, além de concertos, longas e curtas-metragens.

muniz-678x1024 (descrição da imagem) A foto colorida e vertical, com fundo marrom desfocado, mostra Myriam Muniz do peito para cima, nos observando, séria, com a cabeça ligeiramente inclinada para a esquerda e uma das sobrancelhas arqueadas. É uma mulher idosa, branca, de cabelos grisalhos e longos, presos em uma trança, rosto oval, sobrancelhas escuras, olhos amendoados sob os óculos de grau retangulares e pretos, nariz grande e boca pequena, de lábios carnudos e rosados. Usa blusa escura sob um xale floreado e colar de pérolas. (fim da descrição) Foto: Divulgação.

 

 

Myriam Muniz
Atriz, diretora e professora, Myriam Muniz (1931-2004) perpetuou seu nome na história do teatro brasileiro do século 20. Egressa da Escola de Arte Dramática, a paulistana descendente de portugueses e italianos passou pelo Teatro Oficina, Teatro Brasileiro de Comédia, Teatro de Arena e pelas companhias de Dulcina de Moraes e Nydia Licia, além de fundar o Centro de Estudos Macunaíma, hoje conhecido como Teatro Escola Macunaíma, uma das mais respeitadas instituições para formação de atores do País. Por lá passaram Paulo Betti, Eliane Giardini, Lília Cabral, Domingos Montagner e Cristina Pereira, entre outros. Atuou em dezenas de peças, filmes e algumas produções para a TV. Em 1975, Myriam dirigiu o mítico show “Falso Brilhante”, o mais bem-sucedido da carreira de Elis Regina, com quem se desentendeu durante os ensaios. Seu último trabalho foi no filme “Nina”, de Heitor Dália, lançado em 2004, no qual interpreta a avarenta e cruel dona Eulália. Sua trajetória artística está documentada nos livros “Giramundo: O Percurso de Uma Atriz – Myriam Muniz”, organizado por Maria Thereza Vargas, e “Myriam Muniz – uma pedagoga do teatro”, de Marcelo Braga. Em 2006, a Funarte criou o “Prêmio de Teatro Myriam Muniz”, para estimular e fomentar a produção e pesquisa de artes cênicas.

Reportagem no canal Octo sobre a estreia da minitemporada em Porto Alegre.
Clique aqui para conferir.
(Vídeo sem recursos de acessibilidade. O repórter está no corredor entre o palco e a primeira fila de poltronas da plateia, perto do ator Cassio Scapin, que recebe os cumprimentos do público. Ao fundo, a tradutora e intérpete de LIBRAS em Porto Alegre, Celina Nair Xavier Neta. No palco, os usuários da audiodescrição fazem um tour tátil pelo cenário.)

O que diz a crítica sobre Eu Não Dava Praquilo.
“Ontem fui ao teatro assistir à peça Eu Não Dava Praquilo, que conta a história da vida da Myriam Muniz. Foi uma experiência única! O ator Cassio Scapin interpreta, sozinho, aquela mulher de forma tão espetacular e tão perfeita que tive a sensação de estar numa sessão espírita…”
Fábio Bibancos, Folha de S. Paulo.

“De fato, vemos Myriam. A Myriam de Cassio. E não somente porque Cassio consegue reproduzir inflexões de voz, cacoetes e modos de dizer da Myriam ‘de verdade’. Mas, sobretudo, porque a essência de Myriam empresta o corpo, os trejeitos, a voz e o olhar de Cassio para se fazer presente. (…) Eu Não Dava Praquilo é um espetáculo que nos lembra da sensação frequente de que não damos para essa tarefa hercúlea que é viver – e viver com consciência e plenitude. Mas justamente por reconhecermos que não nascemos prontos, que lapidar é preciso, que ainda tropeçaremos 40 mil vezes… é que aprendemos a estar vivos, a ser autônomos, a trabalhar nossos talentos e a lidar com nossas imperfeições. E, sim, sim, podemos alcançar fagulhas de felicidade. Isso nos disse a Myriam. Isso nos disse o Cassio.”
Maria Fernanda Vomero, Revista Época São Paulo.

“A montagem abre-se ao bom humor e às verdades cortantes. É feliz e inteligente ao dispensar a verossimilhança ou a caracterização para conversar diretamente com a maioria dos espectadores que desconhece a homenageada e não tem familiaridade com a cultura de teatro – e, no entanto, mostram-se embarcados. (…) Scapin harmoniza diferentes registros sem dificuldades. É narrador, Muniz e ele mesmo, ator.”
Valmir Santos, Teatrojornal – Leituras de Cena.

“O resultado é um belo monólogo, marcado por sutilezas e repleto de subtextos.”
Dirceu Alves Jr., Revista Veja São Paulo.

Ficha técnica do espetáculo.
Roteiro: Cássio Junqueira e Cassio Scapin.
Elenco: Cassio Scapin.
Direção: Elias Andreato.
Figurino e Cenário: Fabio Namatame.
Iluminação: Wagner Freire.
Trilha Sonora: Jonatan Harold.
Assistente de Direção: André Acioli.
Produção Executiva: Angela Dória.
Fotos: João Caldas Filho.
Programação Visual: Denise Bacellar.
Direção de Produção: Fernanda Signorini.
Realização: Signorini Produções e Dub Serviços Artísticos.
Produção local: Studio Produções.
Assessoria de Imprensa local: Santa Cultura.
Espetáculo contemplado pela seleção pública do Programa Petrobras Distribuidora de Cultura 2015/2016.

Ficha técnica da audiodescrição.
Roteiro:
Mimi Aragón.
Revisão: Rafael Braz.
Narração: Kemi Oshiro.
Equipamento: Easy Translation Services.
Apoio: AJIDEVI

Sessões do espetáculo Eu Não Dava Praquilo, em Joinville/SC, com audiodescrição e interpretação em LIBRAS.
Quando |
De 17 a 19 de maio de 2016 (terça, quarta e quinta).
Onde | Galpão de Teatro da AJOTE (R. XV de Novembro, 1383).
Hora | Terça (17), quarta (18) e quinta (19), às 20h. Sessão extra na quarta (18), às 18h.
Duração | 60 minutos.
Ingressos | R$ 25, com 50% de desconto para pessoas com deficiência (mediante apresentação do cartão do Benefício de Prestação Continuada), idosos e estudantes. Vendas antecipadas no site Enjoy Events ou na Capitão Space Batataria e Pizzaria (Av. Marquês de Olinda, 3340 – Glória. Fone: 47 3422.5544. De segunda a domingo, das 18h30 às 0h).

“Eu Não Dava Praquilo” faz minitemporada em Porto Alegre/RS com audiodescrição e interpretação em LIBRAS

Com Cassio Scapin, monólogo que homenageia o ofício teatral enfocando a vida da atriz, diretora e professora Myriam Muniz estará em cartaz nos dias 4, 5 e 6 de março, no Centro Histórico-Cultural da Santa Casa. A produção de acessibilidade é da OVNI Acessibilidade Universal e os ingressos já estão à venda.

Chega a Porto Alegre/RS, nos dias 4, 5 e 6 de março, o monólogo Eu Não Dava Praquilo, uma homenagem à atriz, diretora e professora Myriam Muniz, com Cassio Scapin, direção de Elias Andreato e patrocínio da Petrobras. Todas as sessões terão audiodescrição e interpretação em LIBRAS, recursos produzidos pela OVNI Acessibilidade Universal. O espetáculo foi contemplado pela seleção pública do Programa Petrobras Distribuidora de Cultura 2015/2016.

As apresentações ocorrem no teatro do Centro Histórico-Cultural da Santa Casa (Av. Independência, 75 – Centro), com sessões às 20h, na sexta e no sábado, e às 19h, no domingo. Os ingressos custam R$ 25 e já estão à venda no café do teatro (Phyto Bistrô), até 3 de março, das 14h às 18h. Nos dias de espetáculo, a bilheteria abre três horas antes de cada sessão. Há desconto de 50% para pessoas com deficiência (mediante apresentação do cartão para recebimento do Benefício de Prestação Continuada), idosos, estudantes e titulares do Clube do Assinante ZH, com um acompanhante.

Sinopse
O monólogo cômico-dramático evoca fatos pessoais e profissionais da vida de Myriam Muniz, homenageando também o ofício teatral e sua importância como agente de transformação, tanto individual quanto social. Para o co-autor do texto e intérprete Cassio Scapin, seria impossível contar a história dos palcos brasileiros sem falar na artista paulistana, dona de personalidade ímpar e que tinha uma forma igualmente única de representar. O diretor Elias Andreato considera Myriam Muniz uma sacerdotisa do teatro, com ensinamentos que marcaram profunda e apaixonadamente muitos artistas.

5D III
(descrição da imagem) A foto colorida e horizontal, com fundo preto, mostra Cassio Scapin em ação na peça Eu Não Dava Praquilo, sob um foco de luz branca, sentado em uma cadeira sobre um tablado circular de madeira clara, com um cigarro apagado na mão direita erguida na altura da cabeça. Magro, de pele clara e cabelos pretos penteados para trás, ele usa camiseta, calça e, sobre os ombros, um xale, tudo na cor preta, e está descalço. Tem a cabeça ligeiramente inclinada para trás, os olhos semicerrados e a boca entreaberta, como se falasse no momento da foto. Seu cotovelo esquerdo está apoiado no braço da cadeira. No tablado, à esquerda, uma caixa grande de fósforos, e, à direita, algumas folhas de papel. (fim da descrição) Foto: João Caldas Filho.

Cassio Scapin
Formado pela Escola de Arte Dramática da USP, Cassio Scapin é um dos grandes atores brasileiros. Participou de diversas telenovelas, filmes, minisséries e peças de teatro. Trabalha como ator profissional desde 1984 e, nos últimos anos, esteve nas peças “O Mistério de Irma Vap”, com direção de Marília Pêra, e “O Libertino”, com direção de Jô Soares. Na televisão, é muito reconhecido pela participação no Castelo Rá-Tim-Bum. Na TV Record, atuou na novela “Ribeirão do Tempo” e integra o elenco de “Escrava Mãe”, novela ainda inédita. No Multishow, esteve no ar no seriado “Trair e Coçar, é só Começar”. Recebeu os prêmios Mambembe, Governador do Estado, Associação Paulista dos Críticos de Arte – APCA e Apetesp, entre muitos outros. Por sua atuação em Eu Não Dava Praquilo, foi indicado aos Prêmios Shell, Quem e APCA, este conquistado em 2013. No currículo, reúne participações em mais de 30 projetos no teatro, 12 na televisão, além de concertos, longas e curtas-metragens.

Myriam Muniz
muniz-678x1024(descrição da imagem) A foto colorida e vertical, com fundo marrom desfocado, mostra Myriam Muniz do peito para cima; ela nos observa, séria, com a cabeça ligeiramente inclinada para a esquerda e uma das sobrancelhas arqueadas. É uma mulher idosa, branca, de cabelos grisalhos e longos, presos em uma trança, rosto oval, sobrancelhas escuras, olhos amendoados sob os óculos de grau retangulares e pretos, nariz grande e boca pequena, de lábios carnudos e rosados. Usa blusa escura sob um xale floreado e colar de pérolas. (fim da descrição) Foto: Divulgação.

 

 

Atriz, diretora e professora, Myriam Muniz (1931-2004) perpetuou seu nome na história do teatro brasileiro do século 20. Egressa da Escola de Arte Dramática, a paulistana descendente de portugueses e italianos passou pelo Teatro Oficina, Teatro Brasileiro de Comédia, Teatro de Arena e pelas companhias de Dulcina de Moraes e Nydia Licia, além de fundar o Centro de Estudos Macunaíma, hoje conhecido como Teatro Escola Macunaíma, uma das mais respeitadas instituições para formação de atores do País. Por lá passaram Paulo Betti, Eliane Giardini, Lília Cabral, Domingos Montagner e Cristina Pereira, entre outros. Atuou em dezenas de peças, filmes e algumas produções para a TV. Em 1975, Myriam dirigiu o mítico show “Falso Brilhante”, o mais bem-sucedido da carreira de Elis Regina, com quem se desentendeu durante os ensaios. Seu último trabalho foi no filme “Nina”, de Heitor Dália, lançado em 2004, no qual interpreta a avarenta e cruel dona Eulália. Sua trajetória artística está documentada nos livros “Giramundo: O Percurso de Uma Atriz – Myriam Muniz”, organizado por Maria Thereza Vargas, e “Myriam Muniz – uma pedagoga do teatro”, de Marcelo Braga. Em 2006, a Funarte criou o “Prêmio de Teatro Myriam Muniz”, para estimular e fomentar a produção e pesquisa de artes cênicas.

O que diz a crítica sobre Eu Não Dava Praquilo
“Ontem fui ao teatro assistir a peça Eu Não Dava Praquilo, que conta a história da vida da Myriam Muniz. Foi uma experiência única! O ator Cassio Scapin interpreta, sozinho, aquela mulher de forma tão espetacular e tão perfeita que tive a sensação de estar numa sessão espírita…”
Fábio Bibancos, Folha de S. Paulo.

“De fato, vemos Myriam. A Myriam de Cassio. E não somente porque Cassio consegue reproduzir inflexões de voz, cacoetes e modos de dizer da Myriam ‘de verdade’. Mas, sobretudo, porque a essência de Myriam empresta o corpo, os trejeitos, a voz e o olhar de Cassio para se fazer presente. (…) Eu Não Dava Praquilo é um espetáculo que nos lembra da sensação frequente de que não damos para essa tarefa hercúlea que é viver – e viver com consciência e plenitude. Mas justamente por reconhecermos que não nascemos prontos, que lapidar é preciso, que ainda tropeçaremos 40 mil vezes… é que aprendemos a estar vivos, a ser autônomos, a trabalhar nossos talentos e a lidar com nossas imperfeições. E, sim, sim, podemos alcançar fagulhas de felicidade. Isso nos disse a Myriam. Isso nos disse o Cassio.”
Maria Fernanda Vomero, Revista Época São Paulo.

“A montagem abre-se ao bom humor e às verdades cortantes. É feliz e inteligente ao dispensar a verossimilhança ou a caracterização para conversar diretamente com a maioria dos espectadores que desconhece a homenageada e não tem familiaridade com a cultura de teatro – e, no entanto, mostram-se embarcados. (…) Scapin harmoniza diferentes registros sem dificuldades. É narrador, Muniz e ele mesmo, ator.”
Valmir Santos, Teatrojornal – Leituras de Cena.

“O resultado é um belo monólogo, marcado por sutilezas e repleto de subtextos.”
Dirceu Alves Jr., Revista Veja São Paulo.

Ficha técnica do espetáculo
Roteiro: Cássio Junqueira e Cassio Scapin.
Elenco: Cassio Scapin.
Direção: Elias Andreato.
Figurino e Cenário: Fabio Namatame.
Iluminação: Wagner Freire.
Trilha Sonora: Jonatan Harold.
Assistente de Direção: André Acioli.
Produção Executiva: Angela Dória.
Fotos: João Caldas.
Programação Visual: Denise Bacellar.
Direção de Produção: Fernanda Signorini.
Realização: Signorini Produções e Dub Serviços Artísticos.
Produção local: Primeira Fila Produções.
Assessoria de Imprensa local: Bruna Paulin – Assessoria de Flor em Flor.
Este espetáculo foi contemplado pela seleção pública do Programa Petrobras Distribuidora de Cultura 2015/2016.

Ficha técnica dos recursos de acessibilidade
Produção de acessibilidade: OVNI Acessibilidade Universal.
Tradução e interpretação em LIBRAS: Celina Xavier Neta.
Roteiro de audiodescrição: Mimi Aragón.
Revisão: Rafael Braz.
Narração: Kemi Oshiro.
Equipamento: Grupo Evento (antiga A2 Sistemas Audiovisuais).
Equipe de apoio: Débora Maier, Eva Mothci e Tanira Lessa Flores Soares.

Sessões da peça Eu Não Dava Praquilo, em Porto Alegre/RS, com audiodescrição e interpretação em LIBRAS.
Quando | De 4 a 6 de março de 2016, sexta, sábado e domingo.
Onde | Teatro do Centro Histórico-Cultural da Santa Casa (Av. Independência, 75 – Centro).
Hora | Sexta (4) e sábado (5), às 20h, domingo (6), às 19h.
Ingressos | R$ 25, com 50% de desconto para pessoas com deficiência (mediante apresentação do cartão para recebimento do Benefício de Prestação Continuada), idosos, estudantes e titulares do Clube do Assinante ZH, com um acompanhante. Até 3 de março, no Phyto Café (Av. Independência, 75 – Centro), das 14h às 18h. No teatro, a bilheteria abre três horas antes de cada sessão.

Opções de transporte coletivo com parada nas proximidades do Centro Histórico-Cultural Santa Casa:
Ônibus

T9 – Transversal 9
510 – Auxiliadora
608 – IAPI
637 – Chácara das Pedras

Lotação
05.1 e 05.11 – Rio Branco
30.3 – Santana
50.1 e 50.11 – Auxiliadora
50.2 – IAPI
50.3 e 50.31 – Montserrat
50.61 – Guerino/ Lindoia/ Auxiliadora