teatro

OVNI pousa no Vila Flores, em Porto Alegre/RS

(descrição da imagem) Na foto colorida e horizontal, uma vista do pátio interno do complexo arquitetônico do Vila Flores em um dia claro. Dois prédios de alvenaria com três andares cada estão dispostos em forma de L, o mais visível da esquerda para o centro da foto e o outro ao fundo, na direita. O aspecto de ambos é rústico e alegre, com tijolos aparentes, alvenaria envelhecida, janelas envidraçadas basculantes ou de madeira, sacadas em tons vibrantes, algumas delas exibindo desenhos coloridos a tinta spray, conhecidos como grafites, e, em cada telhado, três pequenos sótãos de madeira, chamados de águas-furtadas. O pátio é de paralelepípedos e ao longo dele estão distribuídos grandes carretéis virados feito mesas, bancos de madeira e concreto, tonéis coloridos de metal, lixeiras para coleta seletiva e canteiros com folhagens. (fim da descrição) Foto: Juliana Prestes.

Nossa nave acaba de chegar ao Vila Flores, um dos polos de economia criativa mais revolucionários de Porto Alegre/RS, misturando cultura, educação, inovação social, empreendedorismo e gestão colaborativa. A OVNI Acessibilidade Universal agora compartilha um dos espaços do Vila com as artistas visuais Márcia Braga e Miriam Gomes. O endereço é Rua São Carlos, 753/53 – Bairro Floresta. Nossos canais de contato seguem os mesmos: Fones 51 98451 2115 (Mimi Aragón) e 51 99208 1176 (Kemi Oshiro), E-mail ovniacessibilidade@gmail.com, Facebook, Blog e Youtube.

(descrição da imagem) Na foto horizontal, parte em preto e branco, parte colorida, as duas sócias da OVNI Acessibilidade Universal, Kemi Oshiro e Mimi Aragón, fazem graça junto a uma parede escura com o desenho a giz em amarelo e azul, no centro da imagem, de um disco voador perto de um planeta chamado Vila Flores, onde duas criaturas extraterrestres cravam uma bandeirola com o nome OVNI. Kemi, na esquerda, e Mimi, na direita, aparecem da cintura para cima, de perfil, tocando uma no dedo indicador da outra, com expressão de espanto: olhos arregalados e boca aberta. Retratadas em preto e branco, somente suas mãos estão coloridas. Kemi é magra, tem a pele bronzeada, cabelos pretos, longos e lisos, e usa suéter claro de mangas longas. Mimi é gordinha, tem a pele muito branca, cabelos prateados, curtos e meio despenteados, e usa moletom escuro. (fim da descrição) Foto: Juliana Prestes.

Não é de hoje que sonhávamos em instalar a OVNI no Vila Flores, local que conhecemos em 2014 e onde já havíamos produzido acessibilidade para eventos como as exposições de artes visuais Este Corpo Já Foi Meu (Márcia Braga), A Escuridão Que Me Clareia (Carol W) e Hertz – do lugar que estamos (Peter Gossweiler), além do espetáculo de teatro Brasil Pequeno itinerante (Genifer Gerhardt). O namoro foi longo, mas o casamento finalmente saiu!

Levar uma empresa especializada em produzir Audiodescrição (AD), Legendas para Surdos e Ensurdecidos (LSEs) e Língua Brasileira de Sinais (LIBRAS) a um espaço vanguardista feito o Vila Flores indica que muitos agentes de transformação cultural e social já entendem a acessibilidade como requisito indispensável a todo e qualquer projeto voltado à garantia e ao avanço de direitos.

(descrição da imagem) Na foto colorida e vertical, Mimi, na esquerda, e Kemi, na direita, estão na sala da OVNI, apoiadas no parapeito de uma janela de madeira envelhecida, vistas de fora para dentro, sorrindo para nós. Ao fundo, a parede de quadro-negro com desenho a giz amarelo em um dos cantos tem o formato de nuvem na borda superior. (fim da descrição) Foto: Juliana Prestes.

Faz contato, vem tomar um cafezinho e aproveita para conhecer a nova base da OVNI Acessibilidade Universal. Daqui, os ideais de respeito às diferenças e inclusão plena parecem muito mais acessíveis.

​OVNI Acessibilidade Universal
Informação e cultura para todo mundo.
Vila Flores – Rua São Carlos, 753/53 – Bairro Floresta
Porto Alegre/RS – CEP 90220-121
51 98451 2115 | 51 99208 1176
ovniacessibilidade@gmail.com
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DANKE volta ao palco com audiodescrição da OVNI, dia 4 de março, no Teatro de Arena

Espetáculo sobre a vida na prisão da ativista alemã Ulrike Meinhof, baseado em texto original de Dario Fo e Franca Rame, terá audiodescrição no dia 4 de março, no Teatro de Arena, em Porto Alegre/RS

ovni_danke_alvaro-moreyra(descrição da imagem) Na foto colorida e vertical, tirada durante a apresentação de DANKE com audiodescrição, na Sala Álvaro Moreyra, em fevereiro passado, dona Cledi Dutra está à esquerda, na primeira fila da plateia, de perfil, voltada para a direita, com fones de ouvido, acariciando a cabeça do cão-guia Darwin. Ela tem cabelos loiros e lisos, na altura do queixo, usa óculos de grau, blusa preta e azul, e olha carinhosamente para o cão, um flat-coated retriever de pelo castanho, olhos castanhos e miúdos, focinho longo e topetinho arrepiado, que está em pé, de frente para dona Cledi, e tem a cabeça voltada para nós. Ao fundo, na direita, desfocada, a atriz Dani Dutra, branca, magra e com os cabelos escuros presos em um coque, está caracterizada como a Carcereira, de blazer, blusa e calças pretos, em pé, voltada para a direita, com as mãos apoiadas no espaldar de uma cadeira preta. (fim da descrição) Foto: Adriana Marchiori.

O espetáculo DANKE, com Juliana Kersting e Dani Dutra, que também integram o elenco de É Proibido Miar, está na programação da Semana da Mulher organizada pelo Teatro de Arena, em Porto Alegre/RS, e terá audiodescrição da OVNI Acessibilidade Universal no dia 4 de março, a partir das 19h30, no Teatro de Arena (Altos do Viaduto Otávio Rocha, Avenida Borges de Medeiros 835, Centro Histórico – para quem vem pela Rua Duque de Caxias no sentido Gasômetro/Santa Casa é a primeira escadaria à direita, oposta ao Hotel Everest). Os ingressos, todos com desconto de 50%, já estão à venda por R$ 10 no próprio Teatro, das 12h às 18h, inclusive na hora.

Será a primeira peça com audiodescrição a ser apresentada no Arena, espaço de resistência da arte gaúcha que em 2017 está completando 50 anos. Uma campanha de financiamento coletivo no site Vakinha  viabiliza o pagamento do equipamento de transmissão do recurso de acessibilidade. Na primeira apresentação de DANKE com audiodescrição, dia 7 de fevereiro deste ano, durante o festival Porto Verão Alegre, na Sala Álvaro Moreyra, financiada com recursos próprios pela M.A. Cia – Teatro, Dança e assemelhados e apoiada pela OVNI, houve público recorde utilizando os fones de ouvido em uma peça de teatro adulto na Capital gaúcha: 40 pessoas assistiram ao espetáculo com o recurso. Mais informações sobre a audiodescrição pelo e-mail ovniacessibilidade@gmail.com ou pelos fones (51) 984 512 115, (51) 992 081 176 ou (51) 3508 6709.

SOBRE DANKE
O espetáculo de teatro adulto é baseado no texto “Eu, Ulrike? Grito…” de Dario Fo e Franca Rame, que traz o testemunho da jornalista e ativista alemã Ulrike Meinhof sobre os quatro anos em que esteve na prisão, onde morreu em circunstâncias jamais esclarecidas. Isolada em uma cela branca que a priva de parte dos sentidos, Ulrike volta-se para si e depara-se com seu duplo, a carcereira, que transita entre o real e o imaginário. A ativista social e política lutou pelos direitos humanos na década de 60, tornando-se um dos ícones femininos do século 20, assim como Rosa Luxemburgo e Olga Benário.

FICHA TÉCNICA DO ESPETÁCULO
Texto: Dario Fo e Franca Rame.
Idealização e concepção: Juliana Kersting.
Atuação: Dani Dutra e Juliana Kersting.
Orientação e preparação das atrizes: Denis Gosch.
Coreógrafa e colaboradora: Juliana Prestes.
Iluminação: Leandro Gass.
Operação de som: Denis Gosch.
Audiodescrição: OVNI Acessibilidade Universal.
Produção e realização: M.A. Cia – Teatro, Dança e Assemelhados.

ovni_danke_cor(descrição da imagem) A foto colorida e horizontal mostra a atriz Juliana Kersting em uma cena de DANKE, caracterizada como Ulrike Meinhof. Branca, magra, com cabelos escuros e lisos, na altura do pescoço, despenteados e algo úmidos, ela aparece dos joelhos para cima, quase de frente, ajoelhada, com o tronco inclinado, rente ao chão, olhando para baixo, onde aninha entre os braços um grande tecido branco amarrotado, com expressão atenta e cuidadosa – os olhos semicerrados e os lábios carnudos fechados. Usa blusa branca de tecido leve com mangas compridas e decote em V e calças brancas. Da esquerda, chega uma luz forte que ilumina parcialmente os cabelos e o rosto concentrado da atriz. (fim da descrição)

FICHA TÉCNICA DA AUDIODESCRIÇÃO
Roteiro: Mimi Aragón.
Consultoria: Rafael Braz.
Narração: Kemi Oshiro.
Equipamento: Grupo Evento.
Suporte: Juliana Prestes e Mimi Aragón.
Produção: OVNI Acessibilidade Universal.

Crítica:
Antonio Hohlfeldt, 27 de maio de 2005, Jornal do Comércio: “Num espetáculo seco, de cerca de 50 minutos de duração, a cena, aberta desde a entrada do público, apresenta duas figuras: a prisioneira e sua guardiã, vivida por Paola Oppitz (…) Não se fala, não se tosse, não se pisca. Juliana Kersting eletriza a todos. Cumpre a sina da prisioneira. O escuro se faz sobre a mulher em posição fetal.”

Antonio Hohlfeldt, 11 de maio de 2012, Jornal do Comércio: “A interpretação de Juliana Kersting é dura e sensível, ao mesmo tempo. Desde a sequência inicial sente-se a luta da personagem no sentido de não perder sua humanidade e sua identidade. Os elementos cênicos introduzidos pela direção, bem como a trilha sonora, idealizada pela atriz e cuidadosamente desenvolvida, criam um ambiente opressor, que invade até mesmo o espaço da plateia. A proximidade da sala, evidentemente, colabora com isso, mas se a direção não soubesse usar esta proximidade, ela seria apenas um detalhe não incluído na estrutura dramática da encenação.”

DANKE com audiodescrição da OVNI Acessibilidade Universal.
Quando: 4 de março, sábado, às 20h. A audiodescrição começa às 19h30. Chegue às 19h para retirar seu equipamento, trazendo um documento válido.
Onde: Teatro de Arena (Altos do Viaduto Otávio Rocha, Avenida Borges de Medeiros 835, Centro Histórico, Porto Alegre/RS – para quem vem pela Rua Duque de Caxias no sentido Gasômetro/Santa Casa é a primeira escadaria à direita, oposta ao Hotel Everest).
Duração aproximada: 50 minutos.
Ingressos: Preço único promocional de R$ 10, à venda no Teatro de Arena, das 12h às 18h, inclusive na hora.
Dúvidas sobre ingressos: (51) 3226 0242.
Informações sobre a audiodescrição: e-mail ovniacessibilidade@gmail.com ou pelos fones (51) 984 512 115, (51) 992 081 176 ou (51) 3508 6709.
Estacionamento: O Teatro conta com estacionamento localizado na Rua Duque de Caxias. O preço único para o público do espetáculo é R$ 15. Pegar cartão na bilheteria e apresentar no estacionamento. Para mais informações, entre em contato com o Teatro de Arena pelo fone (51) 3226 0242 ou email teatrodearena@sedac.rs.gov.br

Opções de transporte coletivo com parada próxima ao Teatro de Arena:
ÔNIBUS
Todas as linhas que passam pela Avenida Borges de Medeiros sob o Viaduto Otávio Rocha, no sentido centro/bairro ou bairro/centro, mais as seguintes, com parada nas proximidades das escadarias:
C11 – CIRCULAR CENTRO/SÁBADOS – CENT/BAIR/CENT
C2 – CIRCULAR PRACA XV – CENT/BAIR/CENT
C31 – CIRCULAR URCA/SABADOS/DOMINGOS/FERIADOS – CENT/BAIR/CENT

LOTAÇÃO
Todas as linhas que passam pela Avenida Borges de Medeiros sob o Viaduto Otávio Rocha, no sentido centro/bairro ou bairro/centro, mais a seguinte, com trajeto pela Rua Duque de Caxias:
05.1 – RIO BRANCO/VIA IPA – BAIRRO/CENTRO e CENTRO/BAIRRO

OVNI faz audiodescrição do espetáculo de teatro DANKE no Porto Verão Alegre

Espetáculo sobre a vida na prisão da ativista alemã Ulrike Meinhof, baseado em texto original de Dario Fo e Franca Rame, terá audiodescrição no dia 7 de fevereiro, na Sala Álvaro Moreyra, em Porto Alegre/RS

ovni_danke_pb (descrição da imagem) A foto em preto e branco, horizontal, mostra a atriz Juliana Kersting em uma cena de DANKE, caracterizada como Ulrike Meinhof. Branca, magra, com cabelos escuros e lisos, na altura do pescoço, despenteados, ela aparece do peito para cima, de perfil, voltada para a esquerda, olhando para a frente e para baixo, com expressão atormentada – a testa contraída, os lábios carnudos entreabertos e a mão direita espalmada contra o peito. Usa blusa branca de tecido leve com mangas compridas e decote em V. Ao fundo, uma luz forte invade o ambiente, clareando parte dos cabelos da atriz e destacando os contornos de seu rosto tenso. (fim da descrição)

O espetáculo DANKE, com Juliana Kersting e Dani Dutra, que também integram o elenco de É Proibido Miar, está na programação do festival Porto Verão Alegre e terá audiodescrição da OVNI Acessibilidade Universal no dia 7 de fevereiro, a partir das 20h30, na Sala Álvaro Moreyra (Centro Municipal de Cultura, Arte e Lazer Lupicínio Rodrigues – Avenida Erico Verissimo, 307, Bairro Menino Deus, Porto Alegre/RS).
Os ingressos, com desconto de 50% para pessoas com deficiência, conforme a Lei da Meia Entrada, já estão à venda pela internet e em outros quatro locais, em Porto Alegre.
Mais informações sobre a audiodescrição pelo e-mail ovniacessibilidade@gmail.com ou pelos fones (51) 3508 6709, (51) 984 512 115 ou (51) 992 081 176.

SOBRE DANKE
O espetáculo de teatro adulto é baseado no texto “Eu, Ulrike? Grito…” de Dario Fo e Franca Rame, que traz o testemunho da jornalista e ativista alemã Ulrike Meinhof sobre os quatro anos em que esteve na prisão, onde morreu em circunstâncias jamais esclarecidas. Isolada em uma cela branca que a priva de parte dos sentidos, Ulrike volta-se para si e depara-se com seu duplo, a carcereira, que transita entre o real e o imaginário. A ativista social e política lutou pelos direitos humanos na década de 60, tornando-se um dos ícones femininos do século 20, assim como Rosa Luxemburgo e Olga Benário.

FICHA TÉCNICA DO ESPETÁCULO
Texto: Dario Fo e Franca Rame.
Idealização e concepção: Juliana Kersting.
Atuação: Dani Dutra e Juliana Kersting.
Orientação e preparação das atrizes: Denis Gosch.
Coreógrafa e colaboradora: Juliana Prestes.
Iluminação: Leandro Gass.
Operação de som: Casemiro Azevedo.
Audiodescrição: OVNI Acessibilidade Universal.
Produção e realização: M.A. Cia – Teatro, Dança e Assemelhados.

ovni_danke_cor(descrição da imagem) A foto colorida e horizontal mostra a atriz Juliana Kersting em uma cena de DANKE, caracterizada como Ulrike Meinhof. Branca, magra, com cabelos escuros e lisos, na altura do pescoço, despenteados e algo úmidos, ela aparece dos joelhos para cima, quase de frente, ajoelhada, com o tronco inclinado, rente ao chão, olhando para baixo, onde aninha entre os braços um grande tecido branco amarrotado, com expressão atenta e cuidadosa – os olhos semicerrados e os lábios carnudos fechados. Usa blusa branca de tecido leve com mangas compridas e decote em V e calças brancas. Da esquerda, chega uma luz forte que ilumina parcialmente os cabelos e o rosto concentrado da atriz. (fim da descrição)

FICHA TÉCNICA DA AUDIODESCRIÇÃO
Roteiro: Mimi Aragón.
Consultoria: Rafael Braz.
Narração: Kemi Oshiro.
Equipamento: Grupo Evento.
Suporte: Debora Maier e Juliana Prestes.
Produção: OVNI Acessibilidade Universal.

Crítica:
Antonio Hohlfeldt, 27 de maio de 2005, Jornal do Comércio: “Num espetáculo seco, de cerca de 50 minutos de duração, a cena, aberta desde a entrada do público, apresenta duas figuras: a prisioneira e sua guardiã, vivida por Paola Oppitz (…) Não se fala, não se tosse, não se pisca. Juliana Kersting eletriza a todos. Cumpre a sina da prisioneira. O escuro se faz sobre a mulher em posição fetal.”

Antonio Hohlfeldt, 11 de maio de 2012, Jornal do Comércio: “A interpretação de Juliana Kersting é dura e sensível, ao mesmo tempo. Desde a sequência inicial sente-se a luta da personagem no sentido de não perder sua humanidade e sua identidade. Os elementos cênicos introduzidos pela direção, bem como a trilha sonora, idealizada pela atriz e cuidadosamente desenvolvida, criam um ambiente opressor, que invade até mesmo o espaço da plateia. A proximidade da sala, evidentemente, colabora com isso, mas se a direção não soubesse usar esta proximidade, ela seria apenas um detalhe não incluído na estrutura dramática da encenação.”

INGRESSOS
VALORES
Antecipado:

R$30,00 – Inteira.
R$24,00 – Clube ZH e Banricompras.
R$20,00 – Pessoas com deficiência, idosos, estudantes e outras categorias previstas na Lei da Meia Entrada.

Na bilheteria da Sala Álvaro Moreyra, uma hora antes do início do espetáculo:
R$40,00 – Inteira.
R$32,00 – Clube ZH e Banricompras.
R$20,00 – Pessoas com deficiência, idosos, estudantes e outras categorias previstas na Lei da Meia Entrada.

COMPRA ONLINE
My Ticket Porto Verão Alegre.

OUTROS PONTOS DE VENDA
Praia de Belas Shopping (terceiro andar): Segunda a sábado, das 10h às 22h. Domingo, das 13h às 19h.
DC Shopping – Casarão Verde – Loja 133: Segunda a sexta, das 10h às 19h.
Multisom do Iguatemi (térreo): Segunda a sábado, das 10h às 22h. Domingo e feriado, das 14h às 20h.
Multisom da Andradas: Segunda a sexta, das 9h às 18h. Sábado, das 9h às 14h.

Observações:
A compra antecipada é em dinheiro ou no Banricompras – débito. Na bilheteria do teatro, somente em dinheiro.
Clube do Assinante ZH e Banricompras: desconto válido para titular e acompanhante.
Troca de Ingressos: Segundo o Artigo 49 do Código do Consumidor, o Porto Verão Alegre informa que a troca de ingresso pode ser feita da seguinte forma: a troca será efetuada o somente no ponto de venda onde foi realizada a compra, em no máximo sete dias e com antecedência mínima de 24 horas do espetáculo.
Dúvidas sobre ingressos: (51) 3557 1061 e (51) 3573 1061.

DANKE com audiodescrição da OVNI Acessibilidade Universal.
Quando: 7 de fevereiro, terça-feira, às 21h. A audiodescrição começa às 20h30. Chegue às 20h para retirar seu equipamento, trazendo um documento válido.
Onde:Sala Álvaro Moreyra (Centro Municipal de Cultura, Arte e Lazer Lupicínio Rodrigues – Avenida Erico Verissimo, 307, Bairro Menino Deus, Porto Alegre/RS).
Duração aproximada: 50 minutos.
Ingressos online: My Ticket Porto Verão Alegre.
Dúvidas sobre ingressos: (51) 3557 1061 e (51) 3573 1061.
Informações sobre a audiodescrição: e-mail ovniacessibilidade@gmail.com ou pelos fones (51) 3508 6709, (51) 984 512 115 ou (51) 992 081 176.

Opções de linhas de ônibus com parada em frente ao Centro Municipal de Cultura, Arte e Lazer Lupicínio Rodrigues:
149 – Icaraí (bairro-centro)
149.1 – Icaraí Alto Taquari (bairro-centro)
195 – TV
253 – Renascença (centro-bairro)
254 – Embratel Cascatinha (bairro-centro)
254.1 – Embratel Canudos Cascatinha (bairro-centro)
257 – Paulino Azurenha
260.1 – Belém Velho Cascatinha (bairro-centro)
260.2 – Belém Velho João Pessoa (centro-bairro)
262 – Jardim Vila Nova
262.1 – Jardim Vila Nova Cascatinha (bairro-centro)
263 – Orfanotrofio (centro-bairro)
270 – Grutinha (bairro-centro)
270.1 – Grutinha via Amapá (bairro-centro)
271 – Amapá (bairro-centro)
274 – Gloria Azenha Cascatinha (centro-bairro)
274.1 – Gloria Cascatinha Azenha (bairro-centro)
281 – Campo Novo (bairro-centro)
281.1 – Campo Novo Morro Agudo (bairro-centro)
281.2 – Campo Novo Gedeon Leite (bairro-centro)
283 – Ipanema Cavalhada (bairro-centro)
283.2 – Ipanema Cavalhada Cirino Prunes (bairro-centro)
284 – Belém Velho São Francisco Rincão Betão – (centro/bairro)
288 – Ipanema Morro Alto – (centro/bairro)
289 – Rincão via Oscar Pereira- (centro/bairro)

OVNI faz audiodescrição aberta do espetáculo Brasil Pequeno Itinerante no evento Tardes Brincantes, do projeto Vila Flores – Uma Experiência Aberta

Com bonecos em miniatura, peça de teatro narra poeticamente histórias sobre brasileiros simples. É no próximo sábado, 24, no Vila Flores, com entrada franca.

O espetáculo Brasil Pequeno Itinerante, de e com Genifer Gerhardt, está na programação do evento Tardes Brincantes, que integra o projeto Vila Flores – Uma Experiência Aberta, e terá audiodescrição aberta da OVNI Acessibilidade Universal no próximo sábado, às 17h, no Vila Flores (acesso pela Rua São Carlos, 753, na altura da Rua Hoffmann, Bairro Floresta), com entrada franca.

Para quem desejar, um grupo se reunirá às 16h no portão central do Zaffari da Cristóvão Colombo (Avenida Cristóvão Colombo, 1271, esquina com a Rua Hoffmann), a uma quadra do local, com saída 16h20 para o Vila Flores. Confirme sua presença no grupo pelo e-mail ovniacessibilidade@gmail.com ou pelos fones (51) 3414 4690, (51) 8451 2115 ou (51) 9208 1176.

Brasil Pequeno Itinerante traz bonecos de biscuit em miniatura para relembrar pessoas e histórias que Genifer Gerhardt conheceu em suas andanças pelo Brasil. O figurino que também é cenário, a música ao vivo, a linguagem singela e a interação com o público estabelecem um encontro pleno de poesia, emoção e encantamento.

tardes-brincantesA Secretaria de Estado da Cultura apresenta:
Vila Flores – Uma Experiência Aberta.
Tardes Brincantes.
Ato Espelhado Companhia Teatral e convidados:
Oficina de Brinquedos com Eliane Bruél e Teatro Lambe-Lambe com Alex Anderson (Trupi di Trapu).
Apresentação do espetáculo Brasil Pequeno Itinerante*.
Dia 24/09, sábado, das 15h às 18h.
Local: Vila Flores – Rua Hoffmann, 459.
*Espetáculo com audiodescrição da OVNI Acessibilidade Universal.
Evento gratuito.
Mais informações em: www.vilaflores.net/experiencia-aberta
Realização:
Vila Flores Associação Cultural.
Financiamento:
Pró-Cultura RS, Secretaria da Cultura e Governo do Estado do Rio Grande do Sul – Todos Pelo Rio Grande.
(descrição da imagem) O e-flyer tem fundo cor de tijolo todo preenchido por tracinhos desenhados em tom ligeiramente mais claro. Na metade direita, uma foto quadrada de fundo azul claro mostra o bonequinho de um homem idoso e magro, de pele muito branca, calvo, com a camisa branca aberta e calças pretas, em pé, de braços abertos manipulados por duas mãos, logo atrás de dois bonequinhos de bois brancos e magrinhos, os três sobre um caminho feito por quatro mãos unidas. O texto, em letras que parecem escritas a mão, amarelas, azuis, pretas e brancas, está na metade esquerda do e-flyer, com dois blocos sobre faixas brancas pinceladas. Abaixo da foto, as logomarcas do realizador e dos financiadores. (fim da descrição)

SOBRE GENIFER GERHARDT E BRASIL PEQUENO ITINERANTE
Genifer Gerhardt é palhaça e bonequeira. Tendo viajado em 2009 por povoados do Brasil, percebeu que havia feito ali uma colheita valiosa: tomara conhecimento de histórias lindas e diversas provindas de pessoas distantes. Porém a distância não trazia afastamento – pelo contrário, as histórias revelavam o humano idêntico que há em cada um de nós, sentimentos e emoções comuns.

Do andar e sua repercussão, a artista ganhou dois prêmios nacionais: PRÊMIO AGENTE JOVEM DA CULTURA: DIÁLOGOS E AÇÕES INTERCULTURAIS, que visou identificar, reconhecer, valorizar e divulgar iniciativas culturais já realizadas e com comprovado impacto cultural – e PRÊMIO FUNARTE DE TEATRO MYRIAM MUNIZ/2012, que viabilizou a montagem do espetáculo “Brasil Pequeno”. Nascia ali um espetáculo minimalista que passou a disseminar as histórias ouvidas nos povoados. Das pessoas, Genifer criou bonecos em miniatura; das histórias fez canção e contação miúda.

Porém, em uma temporada de 12 apresentações em residências de Porto Alegre/RS, as histórias se multiplicaram: passava a contar, mas também passava a ouvir. Novas histórias ouvidas e surgiu a vontade de contar estas também, além de dialogar com públicos distintos. Surgia o Brasil Pequeno Itinerante, um espetáculo pensado para rua, com histórias distintas das apresentadas no Brasil Pequeno, mas mantendo a mesma proposta e conceito: falar da pequenez com a miudeza de bonecos, objetos, cantigas e detalhes em um figurino que é também cenário. Olho no olho, a proximidade na imensidão.

O espetáculo andante teve sua estréia em abril de 2014, com oito apresentações no 6º Festival de Teatro de Rua de Porto Alegre – encenações em bairros periféricos, centrais e penitenciária. Os locais interferiam diretamente na encenação na medida em que buscava aproximar-se do público, distinto e único como é o público de rua. A maneira interativa de contar as histórias ao lidar com a participação do público leva à peça um frescor e presença singulares onde é apresentada. São características marcantes de uma proposta que quer e busca diálogo permanente com a rua, seus passantes e suas histórias: sempre distintas, mas sempre semelhantes.

Brasil Pequeno Itinerante assim carrega em si a ideia de que qualquer história, se bem contada, pode levar à poesia e ao encontro. Ao contrário do Brasil Pequeno, que tem um início, meio e fim definidos, no Itinerante as histórias podem mudar, as personagens reais também, mas permanecem a delicadeza e o cuidado em cada conto.

Espetáculo de teatro Brasil Pequeno Itinerante com audiodescrição aberta e entrada franca.
Onde: Centro Cultural Vila Flores (Rua São Carlos, 753, na altura da Rua Hoffmann, Bairro Floresta).
Quando: 24 de setembro, sábado, às 17h.
Duração aproximada: 45 minutos.
Ponto de encontro: Zaffari da Cristóvão (Avenida Cristóvão Colombo, 1271, esquina com a Rua Hoffmann), a partir das 16h. Partida para o Vila Flores às 16h20.
Inscrições para o ponto de encontro: e-mail ovniacessibilidade@gmail.com ou fones (51) 3414 4690, (51) 8451 2115 ou (51) 9208 1176.

Opções de transporte coletivo com parada na Avenida Cristóvão Colombo na altura da Rua Hoffmann:
Ônibus

T5 – Transversal 5
608 – IAPI
610 – Minuano
611 – Lindoia
617 – Iguatemi
620 – Iguatemi / V. Jardim
637 – Chácara das Pedras
TR61 – Cristóvão Colombo
671 – Carlos Gomes / Salso

Lotação
50.6
– Guerino / Lindoia
50.8 – Higienópolis – Benjanin Constant
50.81 – Higienópolis – Hospital Militar

Começa hoje “Eu Não Dava Praquilo”, primeira peça de teatro com audiodescrição em Joinville/SC

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(descrição da imagem)
Ministério da Cultura e Petrobras apresentam:
Eu Não Dava Praquilo.
Com Cassio Scapin. Direção: Elias Andreato. Roteiro: Cássio Junqueira e Cassio Scapin.
17, 18 e 19 de maio de 2016, às 20h.
Dia 18 de maio, duas sessões: uma às 18h e outra às 20h.
Galpão de Teatro AJOTE (Rua XV de Novembro, 1383).
Ingressos: R$ 25.
Vendas antecipadas: http://www.enjoyevents.com.br e Capitão Space Batataria e Pizzaria (Av. Marquês de Olinda, 3340 – Glória, Joinville/SC, 89216-100. Fone: 47 3422.5544. Horário de funcionamento: de segunda a domingo, das 18h30 às 0h).
Todas as sessões com acessibilidade: intérprete de LIBRAS e audiodescrição.
Duração: 60 minutos.
Classificação indicativa: 16 anos.
Patrocínio: Lei de Incentivo à Cultura e BR Petrobras.
Realização: Ministério da Cultura e Governo Federal Brasil Pátria Educadora.

O e-flyer vertical com fundo branco é ilustrado na metade superior com uma foto em preto e branco de Cassio Scapin, dos ombros para cima e de frente, cobrindo o olho direito com a mão direita. Ele nos encara sem sorrir, com os lábios ligeiramente entreabertos. Tem a pele clara, cabelos pretos, olhos escuros e amendoados, nariz adunco e boca ampla, com o lábio inferior mais carnudo que o superior. Usa camisa clara e paletó escuro. Sobre sua bochecha esquerda, o título Eu Não Dava Praquilo está em duas linhas, em letras maiúsculas vermelhas e centralizadas dentro de um retângulo de cantos arredondados e contornado por uma linha falhada, lembrando a impressão de um carimbo. As informações sobre o espetáculo e as sessões em Joinville estão em caracteres vermelhos e pretos centralizados, e também nas laterais do e-flyer. No rodapé, as logomarcas em verde e amarelo dos patrocinadores e realizadores. (fim da descrição)

O pessoal da AJIDEVI, que nos apoia na mobilização do público na minitemporada catarinense, foi quem informou: Eu Não Dava Praquilo é a primeira peça de teatro a ser apresentada com audiodescrição em Joinville/SC.

E a estreia dessa minitemporada para lá de especial para todos nós é hoje! O público está animadíssimo e nós aqui na OVNI, muito felizes por mais esse passo na difusão da acessibilidade cultural. O espetáculo também terá tradução em LIBRAS. Teatro acessível faz bem para todo mundo!

“Eu Não Dava Praquilo” chega a Joinville/SC com audiodescrição da OVNI Acessibilidade Universal

Com Cassio Scapin, monólogo que homenageia o ofício teatral enfocando a vida da atriz, diretora e professora Myriam Muniz estará em cartaz com acessibilidade nos dias 17, 18 e 19 de maio, no Galpão de Teatro da AJOTE. O patrocínio é da Petrobras Distribuidora.
EU NÃO DAVA PRAQUILO 2 - DNG (descrição da imagem) A foto colorida e horizontal, com fundo preto, mostra Cassio Scapin em ação na peça Eu Não Dava Praquilo, sob um foco de luz branca, sentado em uma cadeira sobre um tablado circular de madeira clara, com um cigarro apagado na mão direita erguida na altura da cabeça. Magro, de pele clara e cabelos pretos penteados para trás, ele usa camiseta, calças e, nos ombros, um xale, tudo na cor preta, e está descalço. Tem a cabeça ligeiramente inclinada para trás, os olhos semicerrados e os lábios abertos, como se falasse no momento da foto. Seu cotovelo esquerdo está apoiado no braço da cadeira. No tablado, à esquerda, uma caixa grande de fósforos, e, à direita, algumas folhas de papel. (fim da descrição) Foto: João Caldas Filho.

Depois do sucesso da minitemporada em Porto Alegre/RS, em março passado, chega a Joinville/SC, nos dias 17, 18 e 19 de maio, o monólogo Eu Não Dava Praquilo, uma homenagem à atriz, diretora e professora Myriam Muniz, com Cassio Scapin e direção de Elias Andreato. Todas sessões terão audiodescrição da OVNI Acessibilidade Universal, com apoio da AJIDEVI na mobilização do público. O espetáculo, que também contará com tradução e interpretação em LIBRAS, foi contemplado pela seleção pública do Programa Petrobras Distribuidora de Cultura 2015/2016.

As apresentações ocorrem no Galpão de Teatro da AJOTE (R. XV de Novembro, 1383), sempre às 20h. No dia 18, haverá uma sessão extra às 18h. Os ingressos custam R$ 25 e já podem ser adquiridos no site Enjoy Events ou na Capitão Space Batataria e Pizzaria (Av. Marquês de Olinda, 3340 – Glória. Fone: 47 3422.5544. De segunda a domingo, das 18h30 às 0h). Há desconto de 50% para pessoas com deficiência (mediante apresentação do cartão do Benefício de Prestação Continuada), idosos e estudantes.

Sinopse
O monólogo cômico-dramático Eu Não Dava Praquilo evoca fatos pessoais e profissionais da vida de Myriam Muniz, homenageando também o ofício teatral e sua importância como agente de transformação individual e social. Para o co-autor do texto e intérprete, Cassio Scapin, seria impossível contar a história dos palcos brasileiros sem falar na artista paulistana, dona de personalidade ímpar e que tinha uma forma igualmente única de representar. O diretor Elias Andreato considera Myriam Muniz uma sacerdotisa do teatro, com ensinamentos que marcaram profunda e apaixonadamente muitos artistas.

5D III (descrição da imagem) A foto colorida e horizontal mostra Cassio Scapin em ação na peça Eu Não Dava Praquilo, sentado em uma cadeira de madeira voltada para o fundo do palco, onde há um enorme painel de tecido bordado com flores e folhas em tons de dourado, marrom e roxo. O ator, com seus cabelos pretos, lisos e curtos penteados para trás e presos no alto da testa por uma tiara escura, usa um xale preto nos ombros, calças na mesma cor e está de pernas cruzadas e descalço, nos observando por cima do ombro direito, quase sorrindo, com as sobrancelhas arqueadas, olhos bem abertos, lábios fechados e o braço direito apoiado no espaldar da cadeira, segurando um cigarro entre os dedos da mão erguida na altura do rosto. (fim da descrição) Foto: João Caldas Filho.

Cassio Scapin
Formado pela Escola de Arte Dramática da USP, Cassio Scapin é um dos grandes atores brasileiros. Participou de diversas telenovelas, filmes, minisséries e peças de teatro. Trabalha como ator profissional desde 1984 e, nos últimos anos, esteve nas peças “O Mistério de Irma Vap”, com direção de Marília Pêra, e “O Libertino”, com direção de Jô Soares. Na televisão, é muito reconhecido pela participação no Castelo Rá-Tim-Bum. Na TV Record, atuou na novela “Ribeirão do Tempo” e integra o elenco de “Escrava Mãe”, que estreia dia 16 de maio. No Multishow, esteve no ar no seriado “Trair e Coçar, é só Começar”. Recebeu os prêmios Mambembe, Governador do Estado, Associação Paulista dos Críticos de Arte – APCA e Apetesp, entre muitos outros. Por sua atuação em Eu Não Dava Praquilo, foi indicado aos Prêmios Shell, Quem e APCA, este conquistado em 2013. No currículo, reúne participações em mais de 30 projetos no teatro, 12 na televisão, além de concertos, longas e curtas-metragens.

muniz-678x1024 (descrição da imagem) A foto colorida e vertical, com fundo marrom desfocado, mostra Myriam Muniz do peito para cima, nos observando, séria, com a cabeça ligeiramente inclinada para a esquerda e uma das sobrancelhas arqueadas. É uma mulher idosa, branca, de cabelos grisalhos e longos, presos em uma trança, rosto oval, sobrancelhas escuras, olhos amendoados sob os óculos de grau retangulares e pretos, nariz grande e boca pequena, de lábios carnudos e rosados. Usa blusa escura sob um xale floreado e colar de pérolas. (fim da descrição) Foto: Divulgação.

 

 

Myriam Muniz
Atriz, diretora e professora, Myriam Muniz (1931-2004) perpetuou seu nome na história do teatro brasileiro do século 20. Egressa da Escola de Arte Dramática, a paulistana descendente de portugueses e italianos passou pelo Teatro Oficina, Teatro Brasileiro de Comédia, Teatro de Arena e pelas companhias de Dulcina de Moraes e Nydia Licia, além de fundar o Centro de Estudos Macunaíma, hoje conhecido como Teatro Escola Macunaíma, uma das mais respeitadas instituições para formação de atores do País. Por lá passaram Paulo Betti, Eliane Giardini, Lília Cabral, Domingos Montagner e Cristina Pereira, entre outros. Atuou em dezenas de peças, filmes e algumas produções para a TV. Em 1975, Myriam dirigiu o mítico show “Falso Brilhante”, o mais bem-sucedido da carreira de Elis Regina, com quem se desentendeu durante os ensaios. Seu último trabalho foi no filme “Nina”, de Heitor Dália, lançado em 2004, no qual interpreta a avarenta e cruel dona Eulália. Sua trajetória artística está documentada nos livros “Giramundo: O Percurso de Uma Atriz – Myriam Muniz”, organizado por Maria Thereza Vargas, e “Myriam Muniz – uma pedagoga do teatro”, de Marcelo Braga. Em 2006, a Funarte criou o “Prêmio de Teatro Myriam Muniz”, para estimular e fomentar a produção e pesquisa de artes cênicas.

Reportagem no canal Octo sobre a estreia da minitemporada em Porto Alegre.
Clique aqui para conferir.
(Vídeo sem recursos de acessibilidade. O repórter está no corredor entre o palco e a primeira fila de poltronas da plateia, perto do ator Cassio Scapin, que recebe os cumprimentos do público. Ao fundo, a tradutora e intérpete de LIBRAS em Porto Alegre, Celina Nair Xavier Neta. No palco, os usuários da audiodescrição fazem um tour tátil pelo cenário.)

O que diz a crítica sobre Eu Não Dava Praquilo.
“Ontem fui ao teatro assistir à peça Eu Não Dava Praquilo, que conta a história da vida da Myriam Muniz. Foi uma experiência única! O ator Cassio Scapin interpreta, sozinho, aquela mulher de forma tão espetacular e tão perfeita que tive a sensação de estar numa sessão espírita…”
Fábio Bibancos, Folha de S. Paulo.

“De fato, vemos Myriam. A Myriam de Cassio. E não somente porque Cassio consegue reproduzir inflexões de voz, cacoetes e modos de dizer da Myriam ‘de verdade’. Mas, sobretudo, porque a essência de Myriam empresta o corpo, os trejeitos, a voz e o olhar de Cassio para se fazer presente. (…) Eu Não Dava Praquilo é um espetáculo que nos lembra da sensação frequente de que não damos para essa tarefa hercúlea que é viver – e viver com consciência e plenitude. Mas justamente por reconhecermos que não nascemos prontos, que lapidar é preciso, que ainda tropeçaremos 40 mil vezes… é que aprendemos a estar vivos, a ser autônomos, a trabalhar nossos talentos e a lidar com nossas imperfeições. E, sim, sim, podemos alcançar fagulhas de felicidade. Isso nos disse a Myriam. Isso nos disse o Cassio.”
Maria Fernanda Vomero, Revista Época São Paulo.

“A montagem abre-se ao bom humor e às verdades cortantes. É feliz e inteligente ao dispensar a verossimilhança ou a caracterização para conversar diretamente com a maioria dos espectadores que desconhece a homenageada e não tem familiaridade com a cultura de teatro – e, no entanto, mostram-se embarcados. (…) Scapin harmoniza diferentes registros sem dificuldades. É narrador, Muniz e ele mesmo, ator.”
Valmir Santos, Teatrojornal – Leituras de Cena.

“O resultado é um belo monólogo, marcado por sutilezas e repleto de subtextos.”
Dirceu Alves Jr., Revista Veja São Paulo.

Ficha técnica do espetáculo.
Roteiro: Cássio Junqueira e Cassio Scapin.
Elenco: Cassio Scapin.
Direção: Elias Andreato.
Figurino e Cenário: Fabio Namatame.
Iluminação: Wagner Freire.
Trilha Sonora: Jonatan Harold.
Assistente de Direção: André Acioli.
Produção Executiva: Angela Dória.
Fotos: João Caldas Filho.
Programação Visual: Denise Bacellar.
Direção de Produção: Fernanda Signorini.
Realização: Signorini Produções e Dub Serviços Artísticos.
Produção local: Studio Produções.
Assessoria de Imprensa local: Santa Cultura.
Espetáculo contemplado pela seleção pública do Programa Petrobras Distribuidora de Cultura 2015/2016.

Ficha técnica da audiodescrição.
Roteiro:
Mimi Aragón.
Revisão: Rafael Braz.
Narração: Kemi Oshiro.
Equipamento: Easy Translation Services.
Apoio: AJIDEVI

Sessões do espetáculo Eu Não Dava Praquilo, em Joinville/SC, com audiodescrição e interpretação em LIBRAS.
Quando |
De 17 a 19 de maio de 2016 (terça, quarta e quinta).
Onde | Galpão de Teatro da AJOTE (R. XV de Novembro, 1383).
Hora | Terça (17), quarta (18) e quinta (19), às 20h. Sessão extra na quarta (18), às 18h.
Duração | 60 minutos.
Ingressos | R$ 25, com 50% de desconto para pessoas com deficiência (mediante apresentação do cartão do Benefício de Prestação Continuada), idosos e estudantes. Vendas antecipadas no site Enjoy Events ou na Capitão Space Batataria e Pizzaria (Av. Marquês de Olinda, 3340 – Glória. Fone: 47 3422.5544. De segunda a domingo, das 18h30 às 0h).

Cassio Scapin convida para a peça Eu Não Dava Praquilo, com audiodescrição e LIBRAS, em Porto Alegre/RS

Cassio Scapin, co-autor e ator de Eu Não Dava Praquilo, manda um recado pra gente aqui em Porto Alegre. Ele, que é magro e com a musculatura definida, tem a pele muito branca, cabelos pretos, curtos e lisos, rosto anguloso, sobrancelhas espessas, olhos castanhos amendoados, nariz adunco e boca ampla, com o lábio inferior mais carnudo que o superior, aparece no vídeo da cintura para cima, de camiseta azul de mangas curtas, em uma sala com teto e paredes brancos. No canto inferior direito, uma janela destaca a tradutora e intérprete de LIBRAS, Celina Xavier Neta. Clique neste link para saber mais sobre o espetáculo e as apresentações acessíveis em Porto Alegre.


Espetáculo contemplado pela seleção pública do Programa Petrobras Distribuidora de Cultura 2015/2016.

“Eu Não Dava Praquilo” faz minitemporada em Porto Alegre/RS com audiodescrição e interpretação em LIBRAS

Com Cassio Scapin, monólogo que homenageia o ofício teatral enfocando a vida da atriz, diretora e professora Myriam Muniz estará em cartaz nos dias 4, 5 e 6 de março, no Centro Histórico-Cultural da Santa Casa. A produção de acessibilidade é da OVNI Acessibilidade Universal e os ingressos já estão à venda.

Chega a Porto Alegre/RS, nos dias 4, 5 e 6 de março, o monólogo Eu Não Dava Praquilo, uma homenagem à atriz, diretora e professora Myriam Muniz, com Cassio Scapin, direção de Elias Andreato e patrocínio da Petrobras. Todas as sessões terão audiodescrição e interpretação em LIBRAS, recursos produzidos pela OVNI Acessibilidade Universal. O espetáculo foi contemplado pela seleção pública do Programa Petrobras Distribuidora de Cultura 2015/2016.

As apresentações ocorrem no teatro do Centro Histórico-Cultural da Santa Casa (Av. Independência, 75 – Centro), com sessões às 20h, na sexta e no sábado, e às 19h, no domingo. Os ingressos custam R$ 25 e já estão à venda no café do teatro (Phyto Bistrô), até 3 de março, das 14h às 18h. Nos dias de espetáculo, a bilheteria abre três horas antes de cada sessão. Há desconto de 50% para pessoas com deficiência (mediante apresentação do cartão para recebimento do Benefício de Prestação Continuada), idosos, estudantes e titulares do Clube do Assinante ZH, com um acompanhante.

Sinopse
O monólogo cômico-dramático evoca fatos pessoais e profissionais da vida de Myriam Muniz, homenageando também o ofício teatral e sua importância como agente de transformação, tanto individual quanto social. Para o co-autor do texto e intérprete Cassio Scapin, seria impossível contar a história dos palcos brasileiros sem falar na artista paulistana, dona de personalidade ímpar e que tinha uma forma igualmente única de representar. O diretor Elias Andreato considera Myriam Muniz uma sacerdotisa do teatro, com ensinamentos que marcaram profunda e apaixonadamente muitos artistas.

5D III
(descrição da imagem) A foto colorida e horizontal, com fundo preto, mostra Cassio Scapin em ação na peça Eu Não Dava Praquilo, sob um foco de luz branca, sentado em uma cadeira sobre um tablado circular de madeira clara, com um cigarro apagado na mão direita erguida na altura da cabeça. Magro, de pele clara e cabelos pretos penteados para trás, ele usa camiseta, calça e, sobre os ombros, um xale, tudo na cor preta, e está descalço. Tem a cabeça ligeiramente inclinada para trás, os olhos semicerrados e a boca entreaberta, como se falasse no momento da foto. Seu cotovelo esquerdo está apoiado no braço da cadeira. No tablado, à esquerda, uma caixa grande de fósforos, e, à direita, algumas folhas de papel. (fim da descrição) Foto: João Caldas Filho.

Cassio Scapin
Formado pela Escola de Arte Dramática da USP, Cassio Scapin é um dos grandes atores brasileiros. Participou de diversas telenovelas, filmes, minisséries e peças de teatro. Trabalha como ator profissional desde 1984 e, nos últimos anos, esteve nas peças “O Mistério de Irma Vap”, com direção de Marília Pêra, e “O Libertino”, com direção de Jô Soares. Na televisão, é muito reconhecido pela participação no Castelo Rá-Tim-Bum. Na TV Record, atuou na novela “Ribeirão do Tempo” e integra o elenco de “Escrava Mãe”, novela ainda inédita. No Multishow, esteve no ar no seriado “Trair e Coçar, é só Começar”. Recebeu os prêmios Mambembe, Governador do Estado, Associação Paulista dos Críticos de Arte – APCA e Apetesp, entre muitos outros. Por sua atuação em Eu Não Dava Praquilo, foi indicado aos Prêmios Shell, Quem e APCA, este conquistado em 2013. No currículo, reúne participações em mais de 30 projetos no teatro, 12 na televisão, além de concertos, longas e curtas-metragens.

Myriam Muniz
muniz-678x1024(descrição da imagem) A foto colorida e vertical, com fundo marrom desfocado, mostra Myriam Muniz do peito para cima; ela nos observa, séria, com a cabeça ligeiramente inclinada para a esquerda e uma das sobrancelhas arqueadas. É uma mulher idosa, branca, de cabelos grisalhos e longos, presos em uma trança, rosto oval, sobrancelhas escuras, olhos amendoados sob os óculos de grau retangulares e pretos, nariz grande e boca pequena, de lábios carnudos e rosados. Usa blusa escura sob um xale floreado e colar de pérolas. (fim da descrição) Foto: Divulgação.

 

 

Atriz, diretora e professora, Myriam Muniz (1931-2004) perpetuou seu nome na história do teatro brasileiro do século 20. Egressa da Escola de Arte Dramática, a paulistana descendente de portugueses e italianos passou pelo Teatro Oficina, Teatro Brasileiro de Comédia, Teatro de Arena e pelas companhias de Dulcina de Moraes e Nydia Licia, além de fundar o Centro de Estudos Macunaíma, hoje conhecido como Teatro Escola Macunaíma, uma das mais respeitadas instituições para formação de atores do País. Por lá passaram Paulo Betti, Eliane Giardini, Lília Cabral, Domingos Montagner e Cristina Pereira, entre outros. Atuou em dezenas de peças, filmes e algumas produções para a TV. Em 1975, Myriam dirigiu o mítico show “Falso Brilhante”, o mais bem-sucedido da carreira de Elis Regina, com quem se desentendeu durante os ensaios. Seu último trabalho foi no filme “Nina”, de Heitor Dália, lançado em 2004, no qual interpreta a avarenta e cruel dona Eulália. Sua trajetória artística está documentada nos livros “Giramundo: O Percurso de Uma Atriz – Myriam Muniz”, organizado por Maria Thereza Vargas, e “Myriam Muniz – uma pedagoga do teatro”, de Marcelo Braga. Em 2006, a Funarte criou o “Prêmio de Teatro Myriam Muniz”, para estimular e fomentar a produção e pesquisa de artes cênicas.

O que diz a crítica sobre Eu Não Dava Praquilo
“Ontem fui ao teatro assistir a peça Eu Não Dava Praquilo, que conta a história da vida da Myriam Muniz. Foi uma experiência única! O ator Cassio Scapin interpreta, sozinho, aquela mulher de forma tão espetacular e tão perfeita que tive a sensação de estar numa sessão espírita…”
Fábio Bibancos, Folha de S. Paulo.

“De fato, vemos Myriam. A Myriam de Cassio. E não somente porque Cassio consegue reproduzir inflexões de voz, cacoetes e modos de dizer da Myriam ‘de verdade’. Mas, sobretudo, porque a essência de Myriam empresta o corpo, os trejeitos, a voz e o olhar de Cassio para se fazer presente. (…) Eu Não Dava Praquilo é um espetáculo que nos lembra da sensação frequente de que não damos para essa tarefa hercúlea que é viver – e viver com consciência e plenitude. Mas justamente por reconhecermos que não nascemos prontos, que lapidar é preciso, que ainda tropeçaremos 40 mil vezes… é que aprendemos a estar vivos, a ser autônomos, a trabalhar nossos talentos e a lidar com nossas imperfeições. E, sim, sim, podemos alcançar fagulhas de felicidade. Isso nos disse a Myriam. Isso nos disse o Cassio.”
Maria Fernanda Vomero, Revista Época São Paulo.

“A montagem abre-se ao bom humor e às verdades cortantes. É feliz e inteligente ao dispensar a verossimilhança ou a caracterização para conversar diretamente com a maioria dos espectadores que desconhece a homenageada e não tem familiaridade com a cultura de teatro – e, no entanto, mostram-se embarcados. (…) Scapin harmoniza diferentes registros sem dificuldades. É narrador, Muniz e ele mesmo, ator.”
Valmir Santos, Teatrojornal – Leituras de Cena.

“O resultado é um belo monólogo, marcado por sutilezas e repleto de subtextos.”
Dirceu Alves Jr., Revista Veja São Paulo.

Ficha técnica do espetáculo
Roteiro: Cássio Junqueira e Cassio Scapin.
Elenco: Cassio Scapin.
Direção: Elias Andreato.
Figurino e Cenário: Fabio Namatame.
Iluminação: Wagner Freire.
Trilha Sonora: Jonatan Harold.
Assistente de Direção: André Acioli.
Produção Executiva: Angela Dória.
Fotos: João Caldas.
Programação Visual: Denise Bacellar.
Direção de Produção: Fernanda Signorini.
Realização: Signorini Produções e Dub Serviços Artísticos.
Produção local: Primeira Fila Produções.
Assessoria de Imprensa local: Bruna Paulin – Assessoria de Flor em Flor.
Este espetáculo foi contemplado pela seleção pública do Programa Petrobras Distribuidora de Cultura 2015/2016.

Ficha técnica dos recursos de acessibilidade
Produção de acessibilidade: OVNI Acessibilidade Universal.
Tradução e interpretação em LIBRAS: Celina Xavier Neta.
Roteiro de audiodescrição: Mimi Aragón.
Revisão: Rafael Braz.
Narração: Kemi Oshiro.
Equipamento: Grupo Evento (antiga A2 Sistemas Audiovisuais).
Equipe de apoio: Débora Maier, Eva Mothci e Tanira Lessa Flores Soares.

Sessões da peça Eu Não Dava Praquilo, em Porto Alegre/RS, com audiodescrição e interpretação em LIBRAS.
Quando | De 4 a 6 de março de 2016, sexta, sábado e domingo.
Onde | Teatro do Centro Histórico-Cultural da Santa Casa (Av. Independência, 75 – Centro).
Hora | Sexta (4) e sábado (5), às 20h, domingo (6), às 19h.
Ingressos | R$ 25, com 50% de desconto para pessoas com deficiência (mediante apresentação do cartão para recebimento do Benefício de Prestação Continuada), idosos, estudantes e titulares do Clube do Assinante ZH, com um acompanhante. Até 3 de março, no Phyto Café (Av. Independência, 75 – Centro), das 14h às 18h. No teatro, a bilheteria abre três horas antes de cada sessão.

Opções de transporte coletivo com parada nas proximidades do Centro Histórico-Cultural Santa Casa:
Ônibus

T9 – Transversal 9
510 – Auxiliadora
608 – IAPI
637 – Chácara das Pedras

Lotação
05.1 e 05.11 – Rio Branco
30.3 – Santana
50.1 e 50.11 – Auxiliadora
50.2 – IAPI
50.3 e 50.31 – Montserrat
50.61 – Guerino/ Lindoia/ Auxiliadora

Felicidade e amor definem: É Proibido Miar conquista três prêmios Tibicuera de teatro para crianças!

miar3 (descrição da imagem) Na foto colorida e horizontal, os quatro atores da peça É Proibido Miar estão de frente, lado a lado, da cintura para cima, sorrindo, de macacões coloridos com capuzes com orelhinhas, e as pontinhas dos narizes levemente pintadas de preto, lembrando focinhos. Cada um faz o sinal em LIBRAS correspondente a uma letra da palavra Miar. Na esquerda, Juliana Kersting, a mais alta, branca e com olhos verdes, de macacão preto, cinza e branco, faz o M, com os dedos seu vizinho, pai de todos e fura-bolo apontados para baixo. Joana Amaral, negra, com grandes olhos castanhos – e o esquerdo levemente pintado de branco -, de macacão marrom, bege e branco, faz o I, com o mindinho apontado para cima. Dani Dutra, branca, com olhinhos bem pequenos e castanhos, de macacão laranja, pêssego e vermelho, faz o A, com todos os dedos fechados na palma da mão. Douglas Dias, branco, com olhos castanhos arregalados, barba e boca aberta, de macacão vermelho, laranja e marrom, faz o R, com o fura-bolo e o pai de todos cruzados e apontados para cima. Ao fundo, cortinas escuras. (fim da descrição) Foto: Thaís Fernandes.

Trabalho movido a amor e garra tem potência para transformar o mundo. Nem que seja o mundinho à nossa volta.

E ontem, 11, à noite, a gente confirmou mais uma vez o efeito dessa buena onda: o espetáculo É Proibido Miar, da MA Companhia – Teatro, Dança e Assemelhados, que recebeu dez indicações à distinção concedida pela Secretaria da Cultura de Porto Alegre/RS, levou três prêmios Tibicuera de teatro para crianças: Iluminação, para Casemiro Azevedo; Ator Coadjuvante, para Douglas Dias; e Atriz Coadjuvante, para Juliana Kersting.

E o que isso significa, além do merecidíssimo reconhecimento ao talento desses artistas? Que a cultura da acessibilidade ganha cada dia mais espaço. E que, devagarinho e todos juntos, vamos provando que teatro acessível faz bem para todo mundo.

Parabéns, Case, Doug, Ju e toda a trupe do É Proibido Miar! 2016 vem aí e vamos miar muito para todo mundo perceber junto a força do teatro acessível e produzido com amor!

PS renovado: E a audiodescrição, que desde 2012 traz sorte aos filmes do Festival de Cinema de Gramado e em 2015 atraiu boas vibrações às artes visuais, também plantou um trevinho de quatro folhas no terreno das artes cênicas. Então, vamos reforçar o desejo: que venha muito mais reconhecimento aos artistas que entendem a importância de produzir cultura para todos!

É Proibido Miar volta ao palco em curtíssima temporada em Porto Alegre/RS

Grande sucesso na temporada de inverno, espetáculo de teatro para crianças (de qualquer idade) com audiodescrição e língua de sinais feitas pelos próprios atores retorna ao Centro Histórico-Cultural Santa Casa nos dias 3 e 4 de outubro.

miar3(descrição da imagem) Na foto colorida e horizontal, os quatro atores da peça É Proibido Miar estão de frente, lado a lado, da cintura para cima, sorrindo, de macacões coloridos com capuzes com orelhinhas, e as pontinhas dos narizes levemente pintadas de preto, lembrando focinhos. Cada um faz o sinal em Libras correspondente a uma letra da palavra Miar. Na esquerda, Ju, a mais alta, branca e com olhos verdes, de macacão preto, cinza e branco, faz o M, com os dedos seu vizinho, pai de todos e fura-bolo apontados para baixo. Joana, negra, com grandes olhos castanhos – e o esquerdo levemente pintado de branco -, de macacão marrom, bege e branco, faz o I, com o mindinho apontado para cima. Dani, branca, com olhinhos bem pequenos e castanhos, de macacão laranja, pêssego e vermelho, faz o A, com todos os dedos fechados na palma da mão. Douglas, branco, com olhos castanhos arregalados, barba e boca aberta, de macacão vermelho, laranja e marrom, faz o R, com o fura-bolo e o pai de todos cruzados e apontados para cima. Ao fundo, cortinas escuras. (fim da descrição) Foto: Thais Fernandes.

O Bingo está de volta! Depois do grande sucesso da temporada em julho e agosto na Sala Álvaro Moreyra e no Teatro do Centro Histórico-Cultural Santa Casa, em Porto Alegre/RS, o espetáculo de teatro para crianças (de 1 a 100 anos!) É Proibido Miar, da MA Companhia – teatro, dança e assemelhados, retorna ao teatro da Santa Casa (Av. Independência, 75) para somente duas apresentações, nos dias 3 e 4 de outubro, sábado e domingo, às 16h (chegue 15 minutos antes para conferir o tour tátil pelo cenário conduzido pelo elenco).

Os ingressos a preços promocionais para venda antecipada já estão disponíveis na Livraria Bamboletras (Shopping Nova Olaria – R. General Lima e Silva, 776) a R$ 20, com 50% de desconto para idosos, estudantes, classe artística, pessoas com deficiência e funcionários da Irmandade da Santa Casa de Misericórdia de Porto Alegre. No teatro, podem ser adquiridos uma hora antes de cada apresentação a R$ 30, com a mesma política de descontos.

Sinopse:
Baseado no livro infantil homônimo de Pedro Bandeira, o espetáculo É Proibido Miar conta a história de Bingo, um filhote de cachorro que não via nenhum problema em miar, mas sua família e sua dona não pensavam como ele. E é aí que as coisas acontecem…

Acessibilidade:
É Proibido Miar traz uma proposta inédita em termos de acessibilidade no teatro: os próprios atores fazem a audiodescrição e a tradução para língua de sinais. A ideia é investigar o potencial criativo da audiodescrição como narrativa e da Libras como gestual, inserindo-as na concepção dramatúrgica e propondo uma linguagem teatral experimental. O programa da peça foi impresso em fonte ampliada e também em braille e no início do espetáculo o público é convidado a um tour tátil pelo cenário, conduzido pelo atores.

Ficha técnica:
Direção: Denis Gosch
Assistência de Direção: Ricardo Zigomático
Dramaturgia adaptada: Daniel Colin
Elenco: Dani Dutra, Douglas Dias, Joana Amaral e Juliana Kersting
Assessoria em LIBRAS: Joana Amaral
Assessoria em audiodescrição: Mimi Aragón (OVNI Acessibilidade Universal)
Coordenação pedagógica: Patrícia Colin
Trilha sonora original: Moysés Lopes e Alexandre Fritzen
Preparação vocal: Beto Chedid
Figurinos e adereços: Fabrízio Rodrigues
Cenário: Denis Gosch e Fabrízio Rodrigues
Iluminação: Casemiro Azevedo
Bilheteria: Simone Dornelles
Produção: Fio Produtora Cultural
Produção executiva: Débora Maier
Direção de produção: Juliana Kersting

miar2(descrição da imagem) Na foto colorida e horizontal, Joana está à esquerda e Ju à direita, ambas na penumbra, ligeiramente iluminadas por uma luz prateada, de macacões coloridos com capuzes com orelhinhas. Joana, negra, com grandes olhos castanhos – e o esquerdo levemente pintado de branco -, de macacão marrom, bege e branco, está de perfil, da cintura para cima, e nos olha de lado, com a testa franzida e a boca entreaberta, parecendo curiosa. À direita, Ju, branca, alta e de macacão preto, cinza e branco, aparece dos joelhos para cima e meio desfocada atrás de uma cortina escura que a luz deixa quase transparente. Ju tem a boca mais ou menos aberta e estende o braço direito na direção de Joana, parecendo chamá-la. (fim da descrição) Foto: Thais Fernandes.

O que afirma quem já assistiu:
“Foi tão criativa e me senti criança outra vez, pude acompanhar a cada instante como se eu estivesse fazendo parte da história.”
Patricia Rodrigues Witt, terapeuta ocupacional, surda (texto completo em http://surdezsilencioemvoodeborboleta.com/blog/2015/07/12/me-senti-tao-integrada-nessa-peca-libras-e-audio-descricao/).

“Agradeço de coração toda a atenção dispensada a mim e à Beatriz. Com certeza este momento ficará em nossa memória, como a primeira vez em que a levei ao teatro e também a primeira vez em que assistimos a um espetáculo onde fomos verdadeiramente incluídos.”
Emanuel Noimann, funcionário público, cego.

“”Realmente fora de série! Assisti com meu irmão Claudio Roberto, que é cego e com o André Luiz, seu filho de 4 anos. Meu irmão parecia uma criança, como o seu filho. Me emocionei por vê-lo tão feliz! Quando saímos, ele falou: ‘me senti dentro do palco’.”
Cecília Quaresma, aposentada.

“Divertido demais! (…) Na fila de entrada já fiquei contente ao abrir o programa/cartaz e ver fonte ampliada… (…) Imagina as pessoas com baixa visão, que coisa bem boa poder ler um programa de espetáculo, pq ali tem uma fonte que lhes permite isso! Inclusão! Ótimo acolhimento à diversidade! Fantástico observar as crianças da plateia tentando imitar os sinais de Libras, que os atores faziam e esticando a cabecinha pra cima, acompanhando o que a audiodescrição lhes apontava, lhes chamava a atenção. (…) Se pras crianças cegas isso é fundamental pra conhecerem o ambiente, pras crianças/pais que enxergam é (…) um despertar pros outros elementos que fazem uma cena, além do que está na sua frente. Tão legal explicar no início o que é Libras e o que é Audiodescrição e pra que serve! Libras já é mais conhecida, mas AD… puxa, quantas pessoas hoje foram pra casa entendendo este recurso!”.
Márcia Ilha Marques, funcionária pública.

“Fazia tempo que eu não surpreendia tanto com um espetáculo e fiquei realmente estarrecida quando vi “É Proibido Miar”, um espetáculo que eleva a palavra “inclusivo” para outro patamar. Eu já tinha ouvido falar que tinha audiodescrição (para cegos), que tinha libras (para surdos) mas achava que essas “traduções” eram externas à obra. Tomei um susto quando vi que estava tudo dentro, com os atores agindo enquanto se descrevem e falam em libras enquanto falam com a voz. (…) É um “espetáculo infantil” só porque acontece de tarde e a história que deu base à dramaturgia é infantil, mas os adultos se deliciaram. (…) É a minha recomendação pra quem quer ver algo diferente de tudo que já se viu.”
Dedé Ribeiro, produtora cultural (texto completo em https://dederibeiro.wordpress.com/2015/07/28/todos-iguais-todos-diferentes-todos-assistindo-teatro-bom/).

“Sucesso de público em todas as sessões. Muito bom receber uma peça que incorpora em sua dramaturgia recursos de acessibilidade, a fim de democratizar o acesso à cultura.”
Simone Pedrozo da Silveira, Centro Histórico-Cultural Santa Casa.

“A riqueza e fluidez da Libras e da Audiodescrição incorporadas à dinâmica e sensibilidade teatral uniram a todos na plateia em uma apreciação integrada. (…) Um trabalho que vai marcar a trajetória do teatro infantil! (…) Não deixem de assistir!”
Lisiane Medeiros, atriz.

“É um trabalho emocionante… Vai pegando o público e cativando até o emocionante e filosófico final.”
Carlos Azevedo, iluminador.

miar1(descrição da imagem) Na foto colorida e horizontal, Dani, Joana e Douglas estão de frente, da cintura para cima, de macacões coloridos com capuzes com orelhinhas. No meio e à frente está Joana, negra, com grandes olhos castanhos – e o esquerdo levemente pintado de branco -, de macacão marrom, bege e branco, sorrindo, com o braço esquerdo esticado para cima. Atrás dela, à esquerda, Dani, branca, de macacão laranja, pêssego e vermelho, desvia o rosto, os olhos fechados com força, as bochechas cheias e o dedo fura-bolo na frente da boca, fazendo cara de nojinho. Também atrás de Joana, à direita, Douglas, branco, de barba castanha, macacão vermelho, laranja e marrom, tapa o nariz e abre a boca, como se exclamasse: “Argh!”. Ao fundo, cortinas escuras. (fim da descrição) Foto: Thais Fernandes.

É Proibido Miar, espetáculo de teatro para crianças com audiodescrição e língua de sinais feitas pelos próprios atores.
Datas: 3 e 4 de outubro, sábado e domingo.
Hora: 16h (chegue 15 minutos antes para conferir o tour tátil pelo cenário conduzido pelo elenco).
Local: Teatro do Centro Histórico-Cultural Santa Casa (Av. Independência, 75). Estacionamento pago no local. Ambiente adaptado para receber também o público com deficiência física ou mobilidade reduzida.
Ingressos antecipados: R$ 20 (Livraria Bamboletras (Shopping Nova Olaria – R. General Lima e Silva, 776).
Ingressos no local (bilheteria aberta uma hora antes da apresentação): R$ 30.
Desconto: 50% para idosos, estudantes, classe artística, pessoas com deficiência e funcionários da Irmandade da Santa Casa de Misericórdia de Porto Alegre.
Informações: fones 51 9958 0519 (Débora Maier), 51 9217 1585 (Juliana Kersting) ou e-mail producao@eproibidomiar.com.br.

Opções de transporte coletivo com parada nas proximidades do Centro Histórico-Cultural Santa Casa:
Ônibus

T9 – Transversal 9
C3 – Circular 3
510 – Auxiliadora
608 – IAPI
637 – Chácara das Pedras

Lotação
05.1 e 05.11 – Rio Branco
30.3 – Santana
50.1 e 50.11 – Auxiliadora
50.2 – IAPI
50.3 e 50.31 – Montserrat
50.61 – Guerino/ Lindoia/ Auxiliadora