teatro

Tem especialista em legendas para surdos e ensurdecidos na OVNI

Kemi Oshiro concluiu no dia 10 de outubro a especialização de 18 meses na Universidade Estadual do Ceará.

Tradução audiovisual é assunto sério, porque envolve o direito de acesso irrestrito à informação e à cultura. Por isso, a qualidade do que é produzido aqui na OVNI é uma preocupação permanente. E agora essa qualidade se consolida: uma das sócias da OVNI, Kemi Oshiro, recebeu, semana passada, o título de Especialista em Tradução Audiovisual Acessível – Legendagem para Surdos e Ensurdecidos pela Universidade Estadual do Ceará.

A defesa do trabalho intitulado “Tradução audiovisual acessível de folders multiformatos: Uma proposta de legendagem para o folder do Museu da UFRGS” ocorreu no último dia 10, quarta-feira. A banca, composta pelas professoras Vera Lúcia Santiago, também orientadora de Kemi, Patrícia Araújo Vieira e Mariana Farias Lima aprovou e recomendou a publicação do TCC, julgando-o relevante como produção de conhecimento sobre o tema.

(descrição da imagem) A imagem colorida e horizontal é a reprodução de uma tela de computador com duas fotos, uma à esquerda e outra à direita. Na foto da esquerda, as professoras Vera, Patricia e Mariana estão sentadas lado a lado e são vistas da cintura para cima. Na foto da direita, Kemi está de frente e é vista do peito para cima. As quatro sorriem. (fim da descrição)

Foram 18 meses de curso em formato EAD, que incluiu cerca de 10 disciplinas em áreas como teatro, cinema, televisão, propaganda política e português aplicado. Conhecimento acumulado a serviço da produção de legendas aqui na OVNI.

Parabéns, Kemi! Amplamente respeitado em seus direitos, nosso público agradece.

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Dois espetáculos da Mostra Pirlimpimpim de Teatro terão audiodescrição da OVNI Acessibilidade Universal

O Theatro São Pedro, em Porto Alegre/RS, recebe apresentações de Flamenco Imaginário e A Menina do Cabelo Vermelho nos dias 9 e 11 de outubro. Os ingressos a preços populares já estão à venda.


Ministério da Cultura e Pompeia apresentam:
Mostra Pirlimpimpim de Teatro.
De 9 a 14/10/2018, no Theatro São Pedro, em Porto Alegre/RS.
Lei de Incentivo à Cultura.
Patrocínio: Pompéia – É fácil ser fashion.
Agente cultural: Associação Amigos do Theatro São Pedro.
Apoio cultural: Gráfica Relâmpago e Secretaria da Educação – Governo do Estado do Rio Grande do Sul.
Realização: Theatro São Pedro – Porto Alegre/RS, Secretaria da Cultura, Turismo, Esporte e Lazer – Governo do Estado do Rio Grande do Sul, Ministério da Cultura – Governo Federal.
(descrição da imagem) O card colorido e horizontal tem fundo estampado com uma composição gráfica de estrelas, círculos e elipses em tons de rosa, azul, roxo, verde e laranja e é ilustrado com seis fotos circulares organizadas em duas linhas e três colunas, cada uma retratando uma cena dos espetáculos em cartaz na Mostra e contornada por uma das cores que compõem o fundo. Da esquerda para a direita, na linha de cima, Flamenco Imaginário; Nina, o Monstro e o Coração Perdido e A Menina do Cabelo Vermelho; na linha de baixo, João e Maria; Chapeuzinho Vermelho e O Maravilhoso Mágico de Oz. As informações sobre a Mostra, em letras bordôs, e os logotipos coloridos da Lei de Incentivo, do patrocinador, agente cultural, apoiadores e realizadores estão em dois círculos com fundo branco posicionados à esquerda, no início de cada linha de fotos. (fim da descrição)

Dois espetáculos de dança e teatro com audiodescrição produzida pela OVNI voltam a cartaz em Porto Alegre/RS, integrando a Mostra Pirlimpimpim de Teatro, no Theatro São Pedro. Flamenco Imaginário, da Cia Del Puerto, será apresentado na estreia da programação, dia 9, terça-feira, às 15h, com audiodescrição fechada, captada por rádios individuais com fones. No dia 11, quinta-feira, na mesma hora, é a vez de A Menina do Cabelo Vermelho, da Las Brujas Cia de Teatro e Artes Integradas, que terá audiodescrição aberta, acompanhada por todo o público da sessão.
Os dois espetáculos, assim como os outros quatro que participam da Mostra, também terão sessões matinais com tradução e interpretação em LIBRAS, sempre às 10h. Os ingressos a preços populares e com desconto já podem ser adquiridos na bilheteria do Theatro São Pedro ou pelo site vendas.teatrosaopedro.com.br. Mais informações pelos fones 51 3227.5300 e 51 3227.5100.

Sobre Flamenco Imaginário
Flamenco Imaginário é a primeira montagem para crianças da Cia Del Puerto e foi livremente inspirada no clássico “O corcunda de Notre-Dame”, de Victor Hugo. Em uma grande festa do pijama, o elenco traz à cena uma narrativa encantadora, que motiva a imaginação e os sentidos da plateia. Com trilha sonora e coreografia originais, Flamenco Imaginário foi indicado aos prêmios Tibicuera de Teatro Infanto-Juvenil e Açorianos de Dança, em 2016, e premiado nas categorias Produção, Figurino e Iluminação.
A partir das histórias de infância de cada bailarina, a proposta é expressar por meio da cultura flamenca e do sapateado americano vivências sobre bulling, preconceito e diferenças. A narrativa não é linear, mas uma sequência de cenas que instiga os adultos a olharem para sua criança interior e convida os pequenos a experimentarem ser diferentes. E, como nas brincadeiras infantis, uma situação se liga à outra e se modifica conforme a vontade.
Os figurinos inspirados na cultura flamenca propõem novas cores e texturas que atraem a criançada e transformam cada bailarina em um figura única: a flamenquita, a princesa e a cordobesa. O cenário combina referências aos vitrais da Catedral de Notre-Dame e a um quarto infantil em um dia de festa do pijama, com balões coloridos, baús, abajures e flores. A trilha sonora traz ritmos flamencos temperados com as músicas latino-americana e galega, além de sons de desenhos animados e uma referência à doce melodia de “Só você não vê”, dos gaúchos Nico Nicolaiewski e Fernando Pezão. Por fim, a luz que dá clima e tons às histórias também “dança” conforme a trilha sonora original e a coreografia com referência no baile flamenco.


(descrição da imagem) Na foto colorida e vertical, em fundo branco, a bailarina do Flamenco Imaginário, Grazi Silveira, segura um bauzinho aberto e vazio, forrado de azul claro com bolinhas pretas. Ela está à direita, em pé e de frente, nos encarando com expressão de surpresa, de olhos arregalados e boca escancarada. Grazi é bem branquinha e magrela, com cabelos pretos, compridos e encaracolados e olhos castanhos. Usa sombra azul, blush e batom cor-de-rosa. Seus cabelos estão enfeitados com uma tiarinha de crochê azul que lembra uma peineta, um enfeite típico das bailaoras flamencas. Ela usa blusinha rosa com babados e franjas azuis nas mangas roxas, curtas e bufantes; bermuda de cintura bem alta, cinza com bolinhas azuis, roxas, rosas e brancas, por cima de uma malha branca com bolinhas pretas; e sapatos de flamenco, de amarrar, com saltinho e forrados de pelúcia roxa bem felpuda. No chão, à esquerda, um caixote de feira e uma mala grande também forrados de azul claro com bolinhas pretas. Sobre a mala, uma xícara branca de cafezinho sobre um pires cor de laranja. (fim da descrição) Foto: Carlos Sillero.

Ficha técnica
Elenco: Daniele Zill, Graziela Silveira e Juliana Meirelles.
Coreografia: Juliana Prestes.
Direção: Denis Gosch.
Trilha sonora original: Giovani Capeletti.
Operação de som: José Derly.
Criação de luz: Leandro Gass.
Operação de luz: Daniel Fetter.
Produção: Ari Lopes.
Produção de audiodescrição: OVNI Acessibilidade Universal
Roteiro e narração: Mimi Aragón.
Consultoria: Rafael Braz.
Equipamento: Grupo Evento.

Sobre A Menina do Cabelo Vermelho
Buscando transmitir às crianças valores como curiosidade e respeito às diferenças de características físicas, culturais, sociais e raciais entre as pessoas, A Menina do Cabelo Vermelho está centrada em Filó, uma menina de cabelos vermelhos que gosta de imaginar muitas histórias. Por ser diferente e sem amigos, ela se sente sozinha em um universo sem cor. Levitando na imaginação, seu mundo gira em torno de objetos da casa, com os quais ela fala “pelos cotovelos” em seus devaneios. Até que um dia, brincando com sua pipa, Filó engata nos pensamentos, o vento sopra forte e ela voa mundo afora, passando por vários países, onde se depara com pessoas, roupas e hábitos distintos. Na trajetória, vivencia situações de medo, coragem, amizade, amor e, principalmente, graça e humor. Descobre no trabalho em conjunto, no respeito às diferenças e no companheirismo, a superação de suas dificuldades e a alegria de viver. Quando retorna para casa, passa a conquistar amigos no lugar onde mora e vira referência entre as crianças, a quem encanta com suas histórias cheias de diversidades sócio-culturais. Para abordar a temática da discriminação e do preconceito, a peça respeita a inteligência dos pequenos e une diferentes linguagens, entre elas teatro de atores, vídeo, teatro de objetos e sombras.


(descrição da imagem) A foto colorida e horizontal retrata os atores Denis Gosch e Lolita Goldschmidt sob uma iluminação em tons de amarelo e vermelho, caracterizados como personagens, em uma cena de A Menina do Cabelo Vermelho. Os dois aparecem de frente, lado a lado, da cintura para cima, um pouquinho curvados pra frente, com expressão apavorada, de testa franzida, olhos arregalados e boca escancarada, e braços abertos na altura da cintura, as mãos espalmadas. À esquerda, Denis usa boina vermelha, suéter amarelo com estampa xadrez e bermuda vermelha. À direita, Lolita usa peruca de fios vermelhos e longos, laçarote branco em volta da cabeça e vestido branco de mangas curtas e bufantes, enfeitado com espirais escuras. O fundo da foto é escuro. (fim da descrição) Foto: Juliano Ambrosini.

Ficha técnica
Direção: Daniel Colin.
Elenco: Denis Gosch, Diana Manenti, Lauro Fagundes e Lolita Goldschmidt.
Luz: Leandro Gass.
Trilha: Moyses Lopes.
Operação de trilha: Damon Meyer.
Figurinos: Cláudio Benevenga.
Acessórios: Margarida Rache.
Cenário: o grupo.
Produção: Las Brujas.
Produção de audiodescrição: OVNI Acessibilidade Universal.
Roteiro: Kemi Oshiro, Lolita Goldschmidt e Mimi Aragón.
Consultoria: Mariana Baierle.
Narração: Kemi Oshiro.


(descrição da imagem) O card colorido e quadrado tem fundo estampado com uma composição gráfica de estrelas e elipses em tons de rosa, azul, roxo, verde e laranja e traz, ao centro, um grande círculo branco que contém as informações sobre a Mostra, em bordô. O nome do evento está enfeitado com uma composição de estrelinhas e pontinhos. (fim da descrição)

Sobre a Mostra Pirlimpimpim de Teatro
A Mostra Pirlimpimpim de Teatro será de 9 a 14 de outubro, terça a domingo, no Theatro São Pedro. Estão programados seis espetáculos: Flamenco Imaginário; Nina, o Monstro e o Coração Perdido; A Menina do Cabelo Vermelho; João e Maria; Chapeuzinho Vermelho e O Maravilhoso Mágico de Oz. Cada um terá duas sessões diárias, às 10h e às 15h, com ingressos a preços populares, descontos especiais e gratuidade para alunos e professores da rede pública por meio de agendamento. Todos contarão com tradução e interpretação em LIBRAS.
Os ingressos para todas as sessões estão à venda na bilheteria do Theatro São Pedro ou pelo site vendas.teatrosaopedro.com.br com os seguintes valores:
R$ 40 (plateia e cadeira extra).
R$ 30 (camarote central).
R$ 20 (camarote lateral).
R$ 10 (galerias).
Os descontos de 50% valem para quem doar um brinquedo novo, associados da Associação Amigos do Theatro São Pedro (ingressos limitados), idosos (mediante comprovante, conforme Lei Federal 10.741/2003 – Estatuto do Idoso), estudantes, pessoas com deficiência, jovens de baixa renda (nos termos da Lei Federal 12.933), doadores de sangue (mediante apresentação da carteira de doador emitida pelo Hemocentro ou Bancos de Sangue do Estado do RS, nos termos da Lei Estadual 13.891), servidores estaduais e municipais, classe artística e professores de escolas públicas. Mais informações pelos fones 51 3227.5300 e 51 3227.5100.

Opções de transporte coletivo com parada próxima ao Theatro São Pedro:
Ônibus

C1 – Circular Centro
C3 – Circular Urca

Lotação
05.1
– Rio Branco

OVNI produz audiodescrição para dois espetáculos de teatro em Porto Alegre/RS

Dia 25 de julho, quarta-feira, tem Qual a Diferença entre o Charme e o Funk, no Teatro Bruno Kiefer. E nos dias 3 e 4 de agosto, sexta e sábado, é a vez das sessões acessíveis de Arena Selvagem, no Teatro de Arena. Os dois espetáculos têm entrada franca.

Qual a Diferença entre o Charme e o Funk, Grupo Pretagô
Ministério da Cultura apresenta:
Cenas Diversas. Cena Negra.
Qual a Diferença entre o Charme e o Funk.
25 de julho, 19h, Casa de Cultura Mario Quintana, Sala Bruno Kiefer.
Com Bruno Cardoso, Bruno Fernandes, Camila Falcão, Laura Lima, Manuela Miranda e Silvana Rodrigues.
Direção: Thiago Pirajira.
Entrada franca, com retirada de senhas uma hora antes do espetáculo.
Patrocínio: Lei de Incentivo à Cultura e Banrisul.
Realização: Governo do Estado do Rio Grande do Sul, AACCMQ – Associação dos Amigos Casa de Cultura Mario Quintana, Casa de Cultura Mario Quintana, Governo do Estado do Rio Grande do Sul – Secretaria da Cultura, Turismo, Esporte e Lazer, Ministério da Cultura e Governo Federal.
(descrição da imagem) O e-flyer colorido e quadrado tem fundo amarelo-limão e é ilustrado, ao centro, por uma montagem com as fotos sobrepostas de duas atrizes em uma cena do espetáculo e do prédio da Casa de Cultura Mario Quintana. A montagem está coberta por pinceladas e respingos em azul, rosa e branco. As atrizes aparecem de frente, lado a lado, da cintura para cima, e usam um traje preso abaixo dos seios, em estampa de zebra, com listras irregulares claras e escuras. Cada uma aponta para o alto com o punho esquerdo fechado. Abaixo da ilustração, em grandes letras maiúsculas verdes, o título do espetáculo. O restante do texto, em letras pretas e verdes, está distribuído acima e nas laterais da ilustração e abaixo do título. No rodapé, os logotipos coloridos dos patrocinadores e realizadores. (fim da descrição)

O espetáculo
Partindo da necessidade de dar visibilidade às questões negras brasileiras, um grupo de sete artistas negros estudantes do curso de Teatro da UFRGS desenvolve o projeto Qual a Diferença entre o Charme e o Funk para tecer uma grande discussão, a partir da arte, sobre a questão racial social: preconceitos, afirmatividade, visibilidade, cultura e memória. Dando voz ao momento social atual, no qual as questões de cor, gênero, credo e posições políticas são pontuadas a partir de ações e políticas públicas, o espetáculo, que se utilizou do nome da canção do funk composto pelos MC’s Dollores e Marquinhos nos anos noventa, suscita a reflexão sobre a juventude negra brasileira, dando voz e trazendo para a cena assuntos ligados a religiosidade, morte, preconceito, arte e memória.

Ficha técnica
Direção: Thiago Pirajira.
Orientação: Celina Alcântara.
Elenco: Bruno Cardoso, Bruno Fernandes, Camila Falcão, Laura Lima, Manuela Miranda e Silvana Rodrigues.
Trilha Sonora: João Pedro Cé.
Músicos: João Pedro Cé e Duda Cunha.
Criação de luz: Guto Greca.
Operação de luz: Thais Fernandes.
Figurino: Mari Falcão.
Fotografia: Andre Reali Olmos.
Produção: Thiago Pirajira.

Audiodescrição
Roteiro: Kemi Oshiro.
Consultoria: Rafael Braz.
Narração: Kemi Oshiro.
Equipamento: Grupo Evento.
Suporte: Mimi Aragón.

O Grupo Pretagô
Qual a Diferença entre o Charme e o Funk é o primeiro trabalho do Grupo Pretagô e venceu do prêmio Açorianos de melhor trilha sonora em 2014. Em 2018, o Pretagô, um quilombo de artistas, atores e músicos oriundos do Departamento de Arte Dramática da UFRGS, em Porto Alegre, comemora quatro anos de trajetória, realizando atividades artísticas e culturais para refletir a representação e representatividade da pessoa negra nas artes cênicas. Além da pesquisa permanente sobre identidade e inserção, promove diversas atividades como saraus, oficinas, ocupações em espaços de resistências da cidade. Também conta com outros dois espetáculos em seu repertório: Afrome, vencedor do prêmio Açorianos de Melhor Produção e de Melhor espetáculo pelo júri popular Brasken em cena, e Noite Pretagô.

Serviço
Qual a Diferença entre o Charme e o Funk com audiodescrição.
Teatro Bruno Kiefer, no sexto andar da Casa de Cultura Mario Quintana (Rua dos Andradas, 736 – Centro, Porto Alegre/RS. Pela Rua dos Andradas, sentido Praça da Alfândega/Usina do Gasômetro, na entrada da esquerda).
25 de julho, quarta-feira, às 19h. Chegue até as 18h30 para pegar seu equipamento e escutar as notas de abertura da audiodescrição.
Entrada franca.
Reserva de ingressos e equipamento pelo email ovniacessibilidade@gmail.com ou WhatsApp 51 98451 2115.

Arena Selvagem, Grupo Cerco.
Secretaria de Estado da Cultura, Turismo, Esporte e Lazer e Grupo Cerco 10 anos apresentam:
Arena Selvagem.
Direção: Inês Marocco.
13 de julho a 5 de agosto.
Sextas e sábados às 20 horas. Domingos às 18 horas.
Teatro de Arena. Avenida Borges de Medeiros, 835.
Entrada franca.
Programação extra.
3 e 4 de agosto: sessão com LIBRAS e audiodescrição.
Oficina: A dinâmica dos animais na linguagem cênica.
26 de julho, das 14 às 18 horas.
Ingresso: entrada franca.
Vagas: 20.
Inscrições email: dlnunes.lopes@gmail.com
Bate-papo sobre o processo de criação do espetáculo: 22 de julho, logo após a sessão.
Ingresso: entrada franca.
Mais informações: Facebook e Instagram Grupo Cerco.
Apoio: Fecomércio RS e SESC.
Produção e gestão: Cardápio Cultural e Kreativ Produções Culturais.
Realização: Grupo Cerco 10 Anos.
Financiamento: Pró-cultura RS – Fundo de apoio à cultura e Governo do Estado do Rio Grande do Sul – Secretaria da Cultura, Turismo, Esporte e Lazer.
Agendamento de escolas e instituições: 51 98436.5552 e dlnunes.lopes@gmail.com
Foto e arte: Marina Kerber.
(descrição da imagem) O panfleto horizontal tem fundo branco e está dividido em duas partes: uma à esquerda e outra à direita. A da esquerda, com informações gerais sobre a temporada, está ilustrada, ao centro, por uma montagem com múltiplas fotos sobrepostas e em preto e branco de uma jovem retratada dos ombros para cima. Ela tem pele clara, cabelos e olhos escuros. Seu olhar está voltado para nós. Sua cabeça, rosto e ombros estão parcialmente cobertos por rabiscos, pinceladas, manchas e respingos em vermelho, branco e preto. Alguns se espalham para fora da montagem, tingindo parte do fundo branco do panfleto. No alto, o título tem em destaque as palavras Arena em vermelho e Selvagem em preto, tudo em letras maiúsculas. O restante do texto é preto, também em letras maiúsculas, e está distribuído em blocos ao redor da ilustração. A parte da direita, que traz as informações sobre a programação extra, tem texto em letras maiúsculas vermelhas e pretas. No canto superior direito, o desenho em traços e pinceladas pretos e vermelhos de uma figura humana da qual só estão visíveis o olho esquerdo, a boca e o braço esquerdo. Com uma mancha vermelha no lugar da testa e outra preta no lugar do olho direito, a figura tem o olho arregalado, a boca vermelha escancarada e os dentes arreganhados. Um jorro composto por longas pinceladas em vermelho e cinza parece escapar da boca. Na altura do ombro, a mão crispada sobre uma mancha vermelha. No rodapé, os logotipos pretos dos apoiadores, produtores, do realizador e dos financiadores. (fim da descrição)

O espetáculo
O que é ser selvagem? O Grupo Cerco te convida a entrar em uma arena onde seres humanos encontram-se com sua animalidade. A cidade e a selva. A opressão e a liberdade. O instinto e a sobrevivência. Em meio à artificialidade que criamos para nos diferenciar entre nós e dos outros animais, nossos corpos revelam que essas mudanças são superficiais diante da força da nossa natureza.

Ficha Técnica
Criação coletiva do Grupo Cerco. Livremente inspirado em textos de Carlos Carvalho, Franz Kafka, Carlos Drummond de Andrade e do grupo.
Direção: Inês Marocco.
Assistência de Direção: Kalisy Cabeda e Manoela Wunderlich.
Dramaturgia: Celso Zanini, Elisa Heidrich e Marina Kerber.
Elenco: Anildo Böes, Celso Zanini, Elisa Heidrich, Kalisy Cabeda, Manoela Wunderlich, Martina Fröhlich, Marina Kerber, Philipe Philippsen.
Trilha sonora original: Celso Zanini, Martina Fröhlich, Philipe Philippsen.
Iluminação: Carolina Zimmer.
Figurino: Daniel Lion.
Confecção de máscaras: Diego Steffani.
Cenografia: Rodrigo Shalako.
Programação Visual: Marina Kerber.
Tradução e Interpretação para LIBRAS: Ângela Russo.
Audiodescrição: OVNI Acessibilidade Universal.
Produção e Gestão: Daniela Lopes/Cardápio Cultural e Kreativ Produções Culturais.
Produção executiva: Daniela Lopes.
Realização: Grupo Cerco – 10 Anos.
Apoio: Fecomércio SESC.
Financiamento: FAC Pró-cultura e Governo do Estado do Rio Grande do Sul.

Audiodescrição
Roteiro: Mimi Aragón.
Consultoria: Rafael Braz.
Narração: Kemi Oshiro.
Equipamento: Grupo Evento.
Suporte: Mimi Aragón.

O Grupo Cerco
O Grupo Cerco surgiu em 2008 em Porto Alegre e a pesquisa de linguagem cênica é a sua principal característica. A sua marca é o processo colaborativo, onde o “ator/autor” tem a possibilidade de trabalhar em diferentes frentes de criação que vão além da atuação, buscando soluções estéticas para trazer força aos conteúdos que apresenta. O Grupo tem a sua frente a Professora Doutora Inês Alcaraz Marocco. Durante sua trajetória, conquistou 10 importantes prêmios do teatro gaúcho e constitui-se em um dos mais significativos e premiados grupos da atual cena teatral.

Serviço
Arena Selvagem com audiodescrição.
Teatro de Arena (Avenida Borges de Medeiros, 835 – Centro, Porto Alegre/RS. Nos altos do Viaduto da Borges, pela Rua Duque de Caxias, sentido Usina do Gasômetro/Independência, no primeiro acesso à direita, de frente para o Hotel Everest).
3 e 4 de agosto, sexta-feira e sábado, às 20h. Chegue até as 19h30 para pegar seu equipamento e escutar as notas de abertura da audiodescrição.
Entrada franca.
Reserva de ingressos e equipamento pelo email dlnunes.lopes@gmail.com ou fone/WhatsApp 51 98436 5552.

Vem aí mais teatro e dança com audiodescrição da OVNI

Quer audiodescrição em espetáculos de teatro e de dança? A gente faz!

Em agosto, o Grupo Cerco, que está completando 10 anos, faz duas sessões de seu novíssimo espetáculo, Arena Selvagem, com audiodescrição (e também LIBRAS), no Teatro de Arena, em Porto Alegre/RS. As apresentações serão nos dias 3 e 4, com entrada franca. Reserve as datas! Em breve, a gente divulga por aqui informações completas sobre as sessões acessíveis.

Secretaria de Estado da Cultura, Turismo, Esporte e Lazer e Grupo Cerco 10 anos apresentam:
Arena Selvagem.
Direção: Inês Marocco.
13 de julho a 5 de agosto.
Sextas e sábados às 20 horas. Domingos às 18 horas.
Teatro de Arena. Avenida Borges de Medeiros, 835.
Entrada franca.
Mais informações: Facebook e Instagram Grupo Cerco.
Apoio: Fecomércio RS e SESC.
Produção e gestão: Cardápio Cultural e Kreativ Produções Culturais.
Realização: Grupo Cerco 10 Anos.
Financiamento: Pró-cultura RS – Fundo de apoio à cultura e Governo do Estado do Rio Grande do Sul – Secretaria da Cultura, Turismo, Esporte e Lazer.
Agendamento de escolas e instituições: 51 98436.5552 e dlnunes.lopes@gmail.com
Foto e arte: Marina Kerber.
(descrição da imagem) O card quadrado tem fundo branco e é ilustrado, ao centro, por uma montagem com múltiplas fotos sobrepostas e em preto e branco de uma jovem retratada dos ombros para cima. Ela tem pele clara, cabelos e olhos escuros. Seu olhar está voltado para nós. Sua cabeça, rosto e ombros estão parcialmente cobertos por rabiscos, pinceladas, manchas e respingos em vermelho, branco e preto. Alguns se espalham para fora da montagem, tingindo parte do fundo branco do card. No alto, o título tem em destaque as palavras Arena em vermelho e Selvagem em preto, tudo em letras maiúsculas. O restante do texto é preto, também em letras maiúsculas, e está distribuído em blocos ao redor da ilustração. No rodapé, os logotipos pretos dos apoiadores, produtores, do realizador e dos financiadores. (fim da descrição)

E Flamenco Imaginário, premiado espetáculo de flamenco para crianças de 0 a 100 anos da Companhia e Escola de Flamenco Del Puerto, em breve circulará com audiodescrição por três cidades do interior do Rio Grande do Sul. Por ora, a gente só pode adiantar que vai ter festa do pijama com sapateado e castanholas na Serra, no Centro e nos arredores do Sul do Estado. Passa aqui logo mais para saber todos os detalhes sobre essa animadíssima turnê flamenca!

(descrição da imagem) A foto colorida e horizontal mostra os quatro bailarinos de Flamenco Imaginário saltando, risonhos e animados, no palco iluminado de um teatro, em meio ao cenário do espetáculo, composto por uma armação de metal com cortina clara e quatro portas giratórias em forma de círculos coloridos, e um bau, um caixote e duas maletas claras com bolinhas escuras. Usando seus figurinos multicoloridos, com listras e franjas, babados e bolinhas, e calçando sapatos felpudos, os bailarinos aparecem de corpo inteiro, lado a lado: da esquerda para a direita, Leo, de perfil, voltado para a direita, e Ju, Dani e Grazi, de frente. (fim da descrição) Foto: Adriana Marchiori.

Olé! Flamenco Imaginário terá audiodescrição no dia 10 de setembro, em Porto Alegre/RS

Mais de 40 contribuições pelo site Vakinha permitiram reunir fundos para, pela primeira vez, tornar acessível aos usuários da AD um espetáculo de flamenco para crianças

DanieJuKEmanuelDenaui

(descrição da imagem) A foto colorida e quadrada, com fundo branco, mostra as bailarinas Juliana Kersting, na esquerda, e Daniele Zill, na direita, caracterizadas como personagens do espetáculo Flamenco Imaginário, usando roupas  e maquiagem bem coloridas. Elas são brancas, têm cabelos castanhos, estão em pé e aparecem dos joelhos para cima. Sorrindo, Dani ajeita um chapeuzinho verde na cabeça de Ju, que revira os olhos, um pouquinho estrábica, e está de frente, com as mãos sobre os joelhos um ligeiramente dobrados, como se estivesse quase agachada. Por cima de um tipo de macacão verde com bolinhas brancas e pernas azuis bem folgadas, Ju usa um casaquinho azul de gola amarela, rendinhas verdes e babados nas mangas longas. Tem os olhos pintados com sombra azul, pontinhos escuros nas bochechas e está de batom cor de rosa. Dani está quase de frente, um pouquinho inclinada sobre Ju. Ela usa vestido curto, azul com bolinhas brancas, rendinhas amarelas, babados nas mangas curtinhas e, nas pernas, malha branca com pontinho pretos. Tem os olhos pintados de rosa, usa batom laranja e seus cabelos, enfeitados com florzinhas, estão presos por uma renda em tons de amarelo e laranja em um coque atrás da orelha. (fim da descrição) Foto: Emanuel Denaui.

Conseguimos! Nossa campanha de financiamento coletivo foi um sucesso e, graças às contribuições de mais de 40 pessoas (e aqui vai o agradecimento especial da OVNI, também em nome da Del Puerto, a cada doador e cada compartilhamento do link da campanha), o espetáculo Flamenco Imaginário, da Del Puerto, terá uma sessão com audiodescrição (AD) da OVNI Acessibilidade Universal no dia 10 de setembro, domingo, às 16h, no Teatro Renascença (Centro Municipal de Cultura, Arte e Lazer Lupicínio Rodrigues – Avenida Erico Verissimo, 307, Bairro Menino Deus), em Porto Alegre/RS.

Os ingressos antecipados podem ser adquiridos por meio do site Entreatos ou na sede da Del Puerto, na Avenida Cristóvão Colombo, 752, Bairro Floresta, em Porto Alegre/RS. Aos preços de R$ 30 (inteira) e R$ 15 (pessoas com deficiência, crianças de colo, estudantes, idosos e classe artística), também serão vendidos no dia da sessão, na bilheteria do Teatro, a partir das 15h. Mais informações pelos fones 51 3028 4488 e 51 98451 2115.

Sobre o Flamenco Imaginário.
Flamenco Imaginário é a primeira montagem para crianças da Cia Del Puerto e foi livremente inspirada no clássico “O corcunda de Notre-Dame”, de Victor Hugo. Em uma grande festa do pijama, o elenco traz à cena uma narrativa encantadora, que provoca a imaginação e os sentidos da plateia. Com trilha sonora e coreografia inéditas, Flamenco Imaginário foi indicado aos prêmios Tibicuera de Teatro Infanto-Juvenil e Açorianos de Dança, em 2016, e premiado nas categorias Produção, Figurino e Iluminação.

A partir das histórias de infância de cada bailarino-ator, a proposta é expressar por meio da cultura flamenca e do sapateado americano vivências sobre bulling, preconceito, diferenças, primeiro amor. A narrativa não é linear, mas uma sequência de cenas que instiga os adultos a olharem para sua criança interior e convida os pequenos a experimentarem ser diferentes. E, como nas brincadeiras infantis, uma situação se liga à outra e se modifica conforme a vontade.

Os figurinos inspirados na cultura flamenca propõem novas cores e texturas que atraem a criançada e transformam cada ator-bailarino em um figura única: a flamenquita, a princesa, a cordobesa e o toureiro. O cenário combina referências aos vitrais da Catedral de Notre-Dame e a um quarto infantil em um dia de festa do pijama, com balões coloridos, baús, abajures e flores. A trilha sonora traz ritmos flamencos temperados com as músicas latino-americana e galega, além de sons de desenhos animados e uma referência à doce melodia de “Só você não vê”, dos gaúchos Nico Nicolaiewski e Fernando Pezão. Por fim, a luz que dá clima e tons às histórias também “dança” conforme a trilha sonora original e a coreografia com referência no baile flamenco.

AdrianaMarchioriHORADOCHÁ

(descrição da imagem) Na foto colorida e horizontal, três bailarinos do espetáculo Flamenco Imaginário estão em cena, no Teatro de Arena, em Porto Alegre, iluminados por uma luz clara, parecendo beber de xicrinhas brancas de cafezinho, ajoelhados em volta de uma mesa feita de malas forradas de papel azul claro com bolinhas marrons. Todos estão de maquiagem colorida nos olhos e usam pijamas brancos com bolinhas pretas e sapatos felpudos que lembram pantufas. Na esquerda, em uma das pontas da mesa, Leonardo Dias está de touca vermelha com bolotas penduradas nos lados da cabeça e, por cima do pijama, usa calças curtas com listras em bege, marrom, vermelho e preto, com franjas e bolotas. Apertando a boca como se estivesse quase estalando os lábios, ele olha pro público com jeito sério, com o traseiro apoiado em um bauzinho forrado igual às malas. Ao centro, atrás da mesa, Juliana Kersting está com a cabeça um pouco inclinada pra trás, de olhos fechados, virando sua xícara na boca aberta. Na direita, na outra ponta da mesa, Daniele Zill também está com a cabeça inclinada pra trás, com a xícara encostada na boca. Ela tem os cabelos castanhhos presos e enfeitados com uma redinha e flores em tons de laranja e amarelo. Abaixo dela, no chão, uma maletinha redonda também forrada. Ao fundo, o cenário que parece um biombo formado por círculos coloridos de vários tamanhos e, mais atrás, um tipo de cortina de bolinhas de isopor. (fim da descrição) Foto: Adriana Marchiori.

Sobre a Del Puerto.
A Escola e Companhia de Flamenco Del Puerto foi fundada em 1999 e desde então realiza um intenso trabalho de pesquisa técnica, expressiva e histórico-cultural da arte flamenca. A companhia já circulou por todo o Brasil com suas montagens e recebeu prêmios e indicações, entre eles os troféus Açorianos de Dança em 2008, 2012, 2014 e 2016; o troféu Tibicuera, em 2016; o Prêmio Funarte Klauss Vianna, em 2013 e o Prêmio de Pesquisa em Artes Cênicas do Teatro de Arena, em 2015. Além da produção de espetáculos, a Del Puerto mantém um calendário de aulas regulares de flamenco em sua sede própria, em Porto Alegre. O ensino da arte flamenca inclui baile e música para todos os níveis, inclusive turmas infantis. Os alunos da escola compõem um grupo amador que exercita o conteúdo das aulas em shows e apresentações especiais. Os professores também ministram aulas particulares e cursos, além de atuarem na criação de coreografias e na composição musical.

Ficha técnica do Flamenco Imaginário.
​Idealização:
Daniele Zill.
Direção: Denis Gosch.
Coreografia: Juliana Prestes.
Trilha sonora original: Giovani Capeletti.
Elenco: Daniele Zill, Graziela Silveira, Juliana Kersting e Leonardo Dias.
Percussão e efeitos: Gustavo Rosa.
Design e operação de luz: Leandro Gass.
Figurinos e cenário: Antonio Rabadan.
Audiodescrição: OVNI Acessibilidade Universal.
Produção executiva e artística: Daniele Zill e Juliana Kersting.
Assessoria de imprensa: Bruna Paulin.
Realização: Del Puerto Produções.

Ficha técnica da audiodescrição.
Roteiro e narração:
Mimi Aragón.
Consultoria: Rafael Braz.
Equipamento: Grupo Evento.
Suporte: Kemi Oshiro e Juliana Prestes.
Produção: OVNI Acessibilidade Universal.

Flamenco Imaginário com audiodescrição da OVNI Acessibilidade Universal.
Quando:
10 de setembro, domingo, às 16h. A audiodescrição começa às 15h45. Chegue até as 15h30 para retirar seu equipamento, trazendo um documento válido.
Onde: Teatro Renascença (Centro Municipal de Cultura, Arte e Lazer Lupicínio Rodrigues – Avenida Erico Verissimo, 307, Bairro Menino Deus, Porto Alegre/RS).
Duração aproximada: 50 minutos.
Ingressos antecipados: Online, pelo site Entreatos, ou na sede da Del Puerto, na Avenida Cristóvão Colombo, 752, Bairro Floresta, Porto Alegre/RS.
Ingressos no dia: Na bilheteria do Teatro, a partir das 15h.
Valores: R$ 30 (inteira) e R$ 15 (pessoas com deficiência, crianças de colo, estudantes, idosos e classe artística).
Informações sobre a audiodescrição: fones 51 98451 2115 e 51 99208 1176 ou email ovniacessibilidade@gmail.com.

Opções de linhas de ônibus com parada em frente ao Teatro Renascença (Centro Municipal de Cultura, Arte e Lazer Lupicínio Rodrigues – Avenida Erico Verissimo, 307, Bairro Menino Deus):
149 – Icaraí (bairro-centro)
149.1 – Icaraí Alto Taquari (bairro-centro)
195 – TV
253 – Renascença (centro-bairro)
254 – Embratel Cascatinha (bairro-centro)
254.1 – Embratel Canudos Cascatinha (bairro-centro)
257 – Paulino Azurenha
260.1 – Belém Velho Cascatinha (bairro-centro)
260.2 – Belém Velho João Pessoa (centro-bairro)
262 – Jardim Vila Nova
262.1 – Jardim Vila Nova Cascatinha (bairro-centro)
263 – Orfanotrofio (centro-bairro)
270 – Grutinha (bairro-centro)
270.1 – Grutinha via Amapá (bairro-centro)
271 – Amapá (bairro-centro)
274 – Gloria Azenha Cascatinha (centro-bairro)
274.1 – Gloria Cascatinha Azenha (bairro-centro)
281 – Campo Novo (bairro-centro)
281.1 – Campo Novo Morro Agudo (bairro-centro)
281.2 – Campo Novo Gedeon Leite (bairro-centro)
283 – Ipanema Cavalhada (bairro-centro)
283.2 – Ipanema Cavalhada Cirino Prunes (bairro-centro)
284 – Belém Velho São Francisco Rincão Betão – (centro/bairro)
288 – Ipanema Morro Alto – (centro/bairro)
289 – Rincão via Oscar Pereira- (centro/bairro)

Flamenco Imaginário tem campanha de financiamento coletivo para uma sessão com audiodescrição no dia 10 de setembro, em Porto Alegre/RS

Iniciativa da Del Puerto e da OVNI, ação busca reunir fundos para, pela primeira vez, tornar acessível aos usuários da AD um espetáculo de flamenco para crianças

(descrição da imagem) Na foto colorida e horizontal, três bailarinos do espetáculo Flamenco Imaginário estão em cena, no Teatro de Arena, em Porto Alegre, iluminados por uma luz clara, parecendo beber de xicrinhas brancas de cafezinho, ajoelhados em volta de uma mesa feita de malas forradas de papel azul claro com bolinhas marrons. Todos estão de maquiagem colorida nos olhos e usam pijamas brancos com bolinhas pretas e sapatos felpudos que lembram pantufas. Na esquerda, em uma das pontas da mesa, Leonardo Dias está de touca vermelha com bolotas penduradas nos lados da cabeça e, por cima do pijama, usa calças curtas com listras em bege, marrom, vermelho e preto, com franjas e bolotas. Apertando a boca como se estivesse quase estalando os lábios, ele olha pro público com jeito sério, com o traseiro apoiado em um bauzinho forrado igual às malas. Ao centro, atrás da mesa, Juliana Kersting está com a cabeça um pouco inclinada pra trás, de olhos fechados, virando sua xícara na boca aberta. Na direita, na outra ponta da mesa, Daniele Zill também está com a cabeça inclinada pra trás, com a xícara encostada na boca. Ela tem os cabelos castanhhos presos e enfeitados com uma redinha e flores em tons de laranja e amarelo. Abaixo dela, no chão, uma maletinha redonda também forrada. Ao fundo, o cenário que parece um biombo formado por círculos coloridos de vários tamanhos e, mais atrás, um tipo de cortina de bolinhas de isopor. (fim da descrição) Foto: Adriana Marchiori.

Segue no ar a campanha de financiamento coletivo para uma sessão com audiodescrição (AD) do premiado espetáculo Flamenco Imaginário, da Del Puerto, no dia 10 de setembro, no Teatro Renascença, em Porto Alegre/RS. As contribuições com qualquer valor, via cartão de crédito ou boleto, podem ser feitas no site Vakinha, a partir do link http://www.vakinha.com.br/vaquinha/audiodescricao-para-espetaculo-infantil-flamenco-imaginario. Até agora, a produção independente da Del Puerto e da OVNI Acessibilidade Universal arrecadou mais da metade do valor destinado à produção da AD, mas a integralização ainda depende de mais doações. Quem não puder contribuir, ajuda bastante compartilhando a campanha. Se tudo der certo, será a primeira vez que um espetáculo de flamenco para crianças terá audiodescrição. Ingressos antecipados podem ser adquiridos por meio do site Entreatos ou na Del Puerto (Avenida Cristóvão Colombo, 752 – Floresta – Porto Alegre/RS – fone 51 3028 4488).

Sobre o Flamenco Imaginário.
Flamenco Imaginário é uma grande festa do pijama. Livremente inspirado na dramaturgia de O Corcunda de Notre Dame, de Victor Hugo, o espetáculo da Del Puerto é voltado ao universo dos pequenos, mas atrai toda a família: os adultos se emocionam e as crianças se divertem muito. Flamenco Imaginário tem trilha sonora composta especialmente por Giovani Capeletti e cenário e figurinos de Antonio Rabadan. Idealizado por Daniele Zill, é dirigido por Denis Gosch e tem coreografias de Juliana Prestes. No elenco, além de Daniele, Graziela Silveira, Juliana Kersting e Leonardo Dias.

Sobre a Del Puerto.
A Escola e Companhia de Flamenco Del Puerto foi fundada em 1999 e desde então realiza um intenso trabalho de pesquisa técnica, expressiva e histórico-cultural da arte flamenca. A companhia já circulou por todo o país com suas montagens, recebeu prêmios e indicações, entre eles os troféus Açorianos de Dança em 2008, 2012 e 2014; o Prêmio Funarte Klauss Vianna 2013 e o Prêmio de Pesquisa em Artes Cênicas do Teatro de Arena em 2015. Atualmente, a Companhia circula com o premiado espetáculo para crianças Flamenco Imaginário, indicado aos prêmios Tibicuera de Teatro Infanto-Juvenil e Açorianos de Dança em 2016, e premiado nas categorias Produção, Figurino e Iluminação.

Ficha técnica.
​Idealização:
Daniele Zill.
Direção: Denis Gosch.
Coreografia: Juliana Prestes.
Trilha sonora original: Giovani Capeletti.
Elenco: Daniele Zill, Graziela Silveira, Juliana Kersting e Leonardo Dias.
Percussão e efeitos: Gustavo Rosa.
Design e operação de luz: Leandro Gass.
Figurinos e cenário: Antonio Rabadan.
Audiodescrição: OVNI Acessibilidade Universal.
Produção executiva e artística: Daniele Zill e Juliana Kersting.
Assessoria de imprensa: Bruna Paulin.
Realização: Del Puerto Produções.

OVNI pousa no Vila Flores, em Porto Alegre/RS

(descrição da imagem) Na foto colorida e horizontal, uma vista do pátio interno do complexo arquitetônico do Vila Flores em um dia claro. Dois prédios de alvenaria com três andares cada estão dispostos em forma de L, o mais visível da esquerda para o centro da foto e o outro ao fundo, na direita. O aspecto de ambos é rústico e alegre, com tijolos aparentes, alvenaria envelhecida, janelas envidraçadas basculantes ou de madeira, sacadas em tons vibrantes, algumas delas exibindo desenhos coloridos a tinta spray, conhecidos como grafites, e, em cada telhado, três pequenos sótãos de madeira, chamados de águas-furtadas. O pátio é de paralelepípedos e ao longo dele estão distribuídos grandes carretéis virados feito mesas, bancos de madeira e concreto, tonéis coloridos de metal, lixeiras para coleta seletiva e canteiros com folhagens. (fim da descrição) Foto: Juliana Prestes.

Nossa nave acaba de chegar ao Vila Flores, um dos polos de economia criativa mais revolucionários de Porto Alegre/RS, misturando cultura, educação, inovação social, empreendedorismo e gestão colaborativa. A OVNI Acessibilidade Universal agora compartilha um dos espaços do Vila com as artistas visuais Márcia Braga e Miriam Gomes. O endereço é Rua São Carlos, 753/53 – Bairro Floresta. Nossos canais de contato seguem os mesmos: Fones 51 98451 2115 (Mimi Aragón) e 51 99208 1176 (Kemi Oshiro), E-mail ovniacessibilidade@gmail.com, Facebook, Blog e Youtube.

(descrição da imagem) Na foto horizontal, parte em preto e branco, parte colorida, as duas sócias da OVNI Acessibilidade Universal, Kemi Oshiro e Mimi Aragón, fazem graça junto a uma parede escura com o desenho a giz em amarelo e azul, no centro da imagem, de um disco voador perto de um planeta chamado Vila Flores, onde duas criaturas extraterrestres cravam uma bandeirola com o nome OVNI. Kemi, na esquerda, e Mimi, na direita, aparecem da cintura para cima, de perfil, tocando uma no dedo indicador da outra, com expressão de espanto: olhos arregalados e boca aberta. Retratadas em preto e branco, somente suas mãos estão coloridas. Kemi é magra, tem a pele bronzeada, cabelos pretos, longos e lisos, e usa suéter claro de mangas longas. Mimi é gordinha, tem a pele muito branca, cabelos prateados, curtos e meio despenteados, e usa moletom escuro. (fim da descrição) Foto: Juliana Prestes.

Não é de hoje que sonhávamos em instalar a OVNI no Vila Flores, local que conhecemos em 2014 e onde já havíamos produzido acessibilidade para eventos como as exposições de artes visuais Este Corpo Já Foi Meu (Márcia Braga), A Escuridão Que Me Clareia (Carol W) e Hertz – do lugar que estamos (Peter Gossweiler), além do espetáculo de teatro Brasil Pequeno itinerante (Genifer Gerhardt). O namoro foi longo, mas o casamento finalmente saiu!

Levar uma empresa especializada em produzir Audiodescrição (AD), Legendas para Surdos e Ensurdecidos (LSEs) e Língua Brasileira de Sinais (LIBRAS) a um espaço vanguardista feito o Vila Flores indica que muitos agentes de transformação cultural e social já entendem a acessibilidade como requisito indispensável a todo e qualquer projeto voltado à garantia e ao avanço de direitos.

(descrição da imagem) Na foto colorida e vertical, Mimi, na esquerda, e Kemi, na direita, estão na sala da OVNI, apoiadas no parapeito de uma janela de madeira envelhecida, vistas de fora para dentro, sorrindo para nós. Ao fundo, a parede de quadro-negro com desenho a giz amarelo em um dos cantos tem o formato de nuvem na borda superior. (fim da descrição) Foto: Juliana Prestes.

Faz contato, vem tomar um cafezinho e aproveita para conhecer a nova base da OVNI Acessibilidade Universal. Daqui, os ideais de respeito às diferenças e inclusão plena parecem muito mais acessíveis.

​OVNI Acessibilidade Universal
Informação e cultura para todo mundo.
Vila Flores – Rua São Carlos, 753/53 – Bairro Floresta
Porto Alegre/RS – CEP 90220-121
51 98451 2115 | 51 99208 1176
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DANKE volta ao palco com audiodescrição da OVNI, dia 4 de março, no Teatro de Arena

Espetáculo sobre a vida na prisão da ativista alemã Ulrike Meinhof, baseado em texto original de Dario Fo e Franca Rame, terá audiodescrição no dia 4 de março, no Teatro de Arena, em Porto Alegre/RS

ovni_danke_alvaro-moreyra(descrição da imagem) Na foto colorida e vertical, tirada durante a apresentação de DANKE com audiodescrição, na Sala Álvaro Moreyra, em fevereiro passado, dona Cledi Dutra está à esquerda, na primeira fila da plateia, de perfil, voltada para a direita, com fones de ouvido, acariciando a cabeça do cão-guia Darwin. Ela tem cabelos loiros e lisos, na altura do queixo, usa óculos de grau, blusa preta e azul, e olha carinhosamente para o cão, um flat-coated retriever de pelo castanho, olhos castanhos e miúdos, focinho longo e topetinho arrepiado, que está em pé, de frente para dona Cledi, e tem a cabeça voltada para nós. Ao fundo, na direita, desfocada, a atriz Dani Dutra, branca, magra e com os cabelos escuros presos em um coque, está caracterizada como a Carcereira, de blazer, blusa e calças pretos, em pé, voltada para a direita, com as mãos apoiadas no espaldar de uma cadeira preta. (fim da descrição) Foto: Adriana Marchiori.

O espetáculo DANKE, com Juliana Kersting e Dani Dutra, que também integram o elenco de É Proibido Miar, está na programação da Semana da Mulher organizada pelo Teatro de Arena, em Porto Alegre/RS, e terá audiodescrição da OVNI Acessibilidade Universal no dia 4 de março, a partir das 19h30, no Teatro de Arena (Altos do Viaduto Otávio Rocha, Avenida Borges de Medeiros 835, Centro Histórico – para quem vem pela Rua Duque de Caxias no sentido Gasômetro/Santa Casa é a primeira escadaria à direita, oposta ao Hotel Everest). Os ingressos, todos com desconto de 50%, já estão à venda por R$ 10 no próprio Teatro, das 12h às 18h, inclusive na hora.

Será a primeira peça com audiodescrição a ser apresentada no Arena, espaço de resistência da arte gaúcha que em 2017 está completando 50 anos. Uma campanha de financiamento coletivo no site Vakinha  viabiliza o pagamento do equipamento de transmissão do recurso de acessibilidade. Na primeira apresentação de DANKE com audiodescrição, dia 7 de fevereiro deste ano, durante o festival Porto Verão Alegre, na Sala Álvaro Moreyra, financiada com recursos próprios pela M.A. Cia – Teatro, Dança e assemelhados e apoiada pela OVNI, houve público recorde utilizando os fones de ouvido em uma peça de teatro adulto na Capital gaúcha: 40 pessoas assistiram ao espetáculo com o recurso. Mais informações sobre a audiodescrição pelo e-mail ovniacessibilidade@gmail.com ou pelos fones (51) 984 512 115, (51) 992 081 176 ou (51) 3508 6709.

SOBRE DANKE
O espetáculo de teatro adulto é baseado no texto “Eu, Ulrike? Grito…” de Dario Fo e Franca Rame, que traz o testemunho da jornalista e ativista alemã Ulrike Meinhof sobre os quatro anos em que esteve na prisão, onde morreu em circunstâncias jamais esclarecidas. Isolada em uma cela branca que a priva de parte dos sentidos, Ulrike volta-se para si e depara-se com seu duplo, a carcereira, que transita entre o real e o imaginário. A ativista social e política lutou pelos direitos humanos na década de 60, tornando-se um dos ícones femininos do século 20, assim como Rosa Luxemburgo e Olga Benário.

FICHA TÉCNICA DO ESPETÁCULO
Texto: Dario Fo e Franca Rame.
Idealização e concepção: Juliana Kersting.
Atuação: Dani Dutra e Juliana Kersting.
Orientação e preparação das atrizes: Denis Gosch.
Coreógrafa e colaboradora: Juliana Prestes.
Iluminação: Leandro Gass.
Operação de som: Denis Gosch.
Audiodescrição: OVNI Acessibilidade Universal.
Produção e realização: M.A. Cia – Teatro, Dança e Assemelhados.

ovni_danke_cor(descrição da imagem) A foto colorida e horizontal mostra a atriz Juliana Kersting em uma cena de DANKE, caracterizada como Ulrike Meinhof. Branca, magra, com cabelos escuros e lisos, na altura do pescoço, despenteados e algo úmidos, ela aparece dos joelhos para cima, quase de frente, ajoelhada, com o tronco inclinado, rente ao chão, olhando para baixo, onde aninha entre os braços um grande tecido branco amarrotado, com expressão atenta e cuidadosa – os olhos semicerrados e os lábios carnudos fechados. Usa blusa branca de tecido leve com mangas compridas e decote em V e calças brancas. Da esquerda, chega uma luz forte que ilumina parcialmente os cabelos e o rosto concentrado da atriz. (fim da descrição)

FICHA TÉCNICA DA AUDIODESCRIÇÃO
Roteiro: Mimi Aragón.
Consultoria: Rafael Braz.
Narração: Kemi Oshiro.
Equipamento: Grupo Evento.
Suporte: Juliana Prestes e Mimi Aragón.
Produção: OVNI Acessibilidade Universal.

Crítica:
Antonio Hohlfeldt, 27 de maio de 2005, Jornal do Comércio: “Num espetáculo seco, de cerca de 50 minutos de duração, a cena, aberta desde a entrada do público, apresenta duas figuras: a prisioneira e sua guardiã, vivida por Paola Oppitz (…) Não se fala, não se tosse, não se pisca. Juliana Kersting eletriza a todos. Cumpre a sina da prisioneira. O escuro se faz sobre a mulher em posição fetal.”

Antonio Hohlfeldt, 11 de maio de 2012, Jornal do Comércio: “A interpretação de Juliana Kersting é dura e sensível, ao mesmo tempo. Desde a sequência inicial sente-se a luta da personagem no sentido de não perder sua humanidade e sua identidade. Os elementos cênicos introduzidos pela direção, bem como a trilha sonora, idealizada pela atriz e cuidadosamente desenvolvida, criam um ambiente opressor, que invade até mesmo o espaço da plateia. A proximidade da sala, evidentemente, colabora com isso, mas se a direção não soubesse usar esta proximidade, ela seria apenas um detalhe não incluído na estrutura dramática da encenação.”

DANKE com audiodescrição da OVNI Acessibilidade Universal.
Quando: 4 de março, sábado, às 20h. A audiodescrição começa às 19h30. Chegue às 19h para retirar seu equipamento, trazendo um documento válido.
Onde: Teatro de Arena (Altos do Viaduto Otávio Rocha, Avenida Borges de Medeiros 835, Centro Histórico, Porto Alegre/RS – para quem vem pela Rua Duque de Caxias no sentido Gasômetro/Santa Casa é a primeira escadaria à direita, oposta ao Hotel Everest).
Duração aproximada: 50 minutos.
Ingressos: Preço único promocional de R$ 10, à venda no Teatro de Arena, das 12h às 18h, inclusive na hora.
Dúvidas sobre ingressos: (51) 3226 0242.
Informações sobre a audiodescrição: e-mail ovniacessibilidade@gmail.com ou pelos fones (51) 984 512 115, (51) 992 081 176 ou (51) 3508 6709.
Estacionamento: O Teatro conta com estacionamento localizado na Rua Duque de Caxias. O preço único para o público do espetáculo é R$ 15. Pegar cartão na bilheteria e apresentar no estacionamento. Para mais informações, entre em contato com o Teatro de Arena pelo fone (51) 3226 0242 ou email teatrodearena@sedac.rs.gov.br

Opções de transporte coletivo com parada próxima ao Teatro de Arena:
ÔNIBUS
Todas as linhas que passam pela Avenida Borges de Medeiros sob o Viaduto Otávio Rocha, no sentido centro/bairro ou bairro/centro, mais as seguintes, com parada nas proximidades das escadarias:
C11 – CIRCULAR CENTRO/SÁBADOS – CENT/BAIR/CENT
C2 – CIRCULAR PRACA XV – CENT/BAIR/CENT
C31 – CIRCULAR URCA/SABADOS/DOMINGOS/FERIADOS – CENT/BAIR/CENT

LOTAÇÃO
Todas as linhas que passam pela Avenida Borges de Medeiros sob o Viaduto Otávio Rocha, no sentido centro/bairro ou bairro/centro, mais a seguinte, com trajeto pela Rua Duque de Caxias:
05.1 – RIO BRANCO/VIA IPA – BAIRRO/CENTRO e CENTRO/BAIRRO

OVNI faz audiodescrição do espetáculo de teatro DANKE no Porto Verão Alegre

Espetáculo sobre a vida na prisão da ativista alemã Ulrike Meinhof, baseado em texto original de Dario Fo e Franca Rame, terá audiodescrição no dia 7 de fevereiro, na Sala Álvaro Moreyra, em Porto Alegre/RS

ovni_danke_pb (descrição da imagem) A foto em preto e branco, horizontal, mostra a atriz Juliana Kersting em uma cena de DANKE, caracterizada como Ulrike Meinhof. Branca, magra, com cabelos escuros e lisos, na altura do pescoço, despenteados, ela aparece do peito para cima, de perfil, voltada para a esquerda, olhando para a frente e para baixo, com expressão atormentada – a testa contraída, os lábios carnudos entreabertos e a mão direita espalmada contra o peito. Usa blusa branca de tecido leve com mangas compridas e decote em V. Ao fundo, uma luz forte invade o ambiente, clareando parte dos cabelos da atriz e destacando os contornos de seu rosto tenso. (fim da descrição)

O espetáculo DANKE, com Juliana Kersting e Dani Dutra, que também integram o elenco de É Proibido Miar, está na programação do festival Porto Verão Alegre e terá audiodescrição da OVNI Acessibilidade Universal no dia 7 de fevereiro, a partir das 20h30, na Sala Álvaro Moreyra (Centro Municipal de Cultura, Arte e Lazer Lupicínio Rodrigues – Avenida Erico Verissimo, 307, Bairro Menino Deus, Porto Alegre/RS).
Os ingressos, com desconto de 50% para pessoas com deficiência, conforme a Lei da Meia Entrada, já estão à venda pela internet e em outros quatro locais, em Porto Alegre.
Mais informações sobre a audiodescrição pelo e-mail ovniacessibilidade@gmail.com ou pelos fones (51) 3508 6709, (51) 984 512 115 ou (51) 992 081 176.

SOBRE DANKE
O espetáculo de teatro adulto é baseado no texto “Eu, Ulrike? Grito…” de Dario Fo e Franca Rame, que traz o testemunho da jornalista e ativista alemã Ulrike Meinhof sobre os quatro anos em que esteve na prisão, onde morreu em circunstâncias jamais esclarecidas. Isolada em uma cela branca que a priva de parte dos sentidos, Ulrike volta-se para si e depara-se com seu duplo, a carcereira, que transita entre o real e o imaginário. A ativista social e política lutou pelos direitos humanos na década de 60, tornando-se um dos ícones femininos do século 20, assim como Rosa Luxemburgo e Olga Benário.

FICHA TÉCNICA DO ESPETÁCULO
Texto: Dario Fo e Franca Rame.
Idealização e concepção: Juliana Kersting.
Atuação: Dani Dutra e Juliana Kersting.
Orientação e preparação das atrizes: Denis Gosch.
Coreógrafa e colaboradora: Juliana Prestes.
Iluminação: Leandro Gass.
Operação de som: Casemiro Azevedo.
Audiodescrição: OVNI Acessibilidade Universal.
Produção e realização: M.A. Cia – Teatro, Dança e Assemelhados.

ovni_danke_cor(descrição da imagem) A foto colorida e horizontal mostra a atriz Juliana Kersting em uma cena de DANKE, caracterizada como Ulrike Meinhof. Branca, magra, com cabelos escuros e lisos, na altura do pescoço, despenteados e algo úmidos, ela aparece dos joelhos para cima, quase de frente, ajoelhada, com o tronco inclinado, rente ao chão, olhando para baixo, onde aninha entre os braços um grande tecido branco amarrotado, com expressão atenta e cuidadosa – os olhos semicerrados e os lábios carnudos fechados. Usa blusa branca de tecido leve com mangas compridas e decote em V e calças brancas. Da esquerda, chega uma luz forte que ilumina parcialmente os cabelos e o rosto concentrado da atriz. (fim da descrição)

FICHA TÉCNICA DA AUDIODESCRIÇÃO
Roteiro: Mimi Aragón.
Consultoria: Rafael Braz.
Narração: Kemi Oshiro.
Equipamento: Grupo Evento.
Suporte: Debora Maier e Juliana Prestes.
Produção: OVNI Acessibilidade Universal.

Crítica:
Antonio Hohlfeldt, 27 de maio de 2005, Jornal do Comércio: “Num espetáculo seco, de cerca de 50 minutos de duração, a cena, aberta desde a entrada do público, apresenta duas figuras: a prisioneira e sua guardiã, vivida por Paola Oppitz (…) Não se fala, não se tosse, não se pisca. Juliana Kersting eletriza a todos. Cumpre a sina da prisioneira. O escuro se faz sobre a mulher em posição fetal.”

Antonio Hohlfeldt, 11 de maio de 2012, Jornal do Comércio: “A interpretação de Juliana Kersting é dura e sensível, ao mesmo tempo. Desde a sequência inicial sente-se a luta da personagem no sentido de não perder sua humanidade e sua identidade. Os elementos cênicos introduzidos pela direção, bem como a trilha sonora, idealizada pela atriz e cuidadosamente desenvolvida, criam um ambiente opressor, que invade até mesmo o espaço da plateia. A proximidade da sala, evidentemente, colabora com isso, mas se a direção não soubesse usar esta proximidade, ela seria apenas um detalhe não incluído na estrutura dramática da encenação.”

INGRESSOS
VALORES
Antecipado:

R$30,00 – Inteira.
R$24,00 – Clube ZH e Banricompras.
R$20,00 – Pessoas com deficiência, idosos, estudantes e outras categorias previstas na Lei da Meia Entrada.

Na bilheteria da Sala Álvaro Moreyra, uma hora antes do início do espetáculo:
R$40,00 – Inteira.
R$32,00 – Clube ZH e Banricompras.
R$20,00 – Pessoas com deficiência, idosos, estudantes e outras categorias previstas na Lei da Meia Entrada.

COMPRA ONLINE
My Ticket Porto Verão Alegre.

OUTROS PONTOS DE VENDA
Praia de Belas Shopping (terceiro andar): Segunda a sábado, das 10h às 22h. Domingo, das 13h às 19h.
DC Shopping – Casarão Verde – Loja 133: Segunda a sexta, das 10h às 19h.
Multisom do Iguatemi (térreo): Segunda a sábado, das 10h às 22h. Domingo e feriado, das 14h às 20h.
Multisom da Andradas: Segunda a sexta, das 9h às 18h. Sábado, das 9h às 14h.

Observações:
A compra antecipada é em dinheiro ou no Banricompras – débito. Na bilheteria do teatro, somente em dinheiro.
Clube do Assinante ZH e Banricompras: desconto válido para titular e acompanhante.
Troca de Ingressos: Segundo o Artigo 49 do Código do Consumidor, o Porto Verão Alegre informa que a troca de ingresso pode ser feita da seguinte forma: a troca será efetuada o somente no ponto de venda onde foi realizada a compra, em no máximo sete dias e com antecedência mínima de 24 horas do espetáculo.
Dúvidas sobre ingressos: (51) 3557 1061 e (51) 3573 1061.

DANKE com audiodescrição da OVNI Acessibilidade Universal.
Quando: 7 de fevereiro, terça-feira, às 21h. A audiodescrição começa às 20h30. Chegue às 20h para retirar seu equipamento, trazendo um documento válido.
Onde:Sala Álvaro Moreyra (Centro Municipal de Cultura, Arte e Lazer Lupicínio Rodrigues – Avenida Erico Verissimo, 307, Bairro Menino Deus, Porto Alegre/RS).
Duração aproximada: 50 minutos.
Ingressos online: My Ticket Porto Verão Alegre.
Dúvidas sobre ingressos: (51) 3557 1061 e (51) 3573 1061.
Informações sobre a audiodescrição: e-mail ovniacessibilidade@gmail.com ou pelos fones (51) 3508 6709, (51) 984 512 115 ou (51) 992 081 176.

Opções de linhas de ônibus com parada em frente ao Centro Municipal de Cultura, Arte e Lazer Lupicínio Rodrigues:
149 – Icaraí (bairro-centro)
149.1 – Icaraí Alto Taquari (bairro-centro)
195 – TV
253 – Renascença (centro-bairro)
254 – Embratel Cascatinha (bairro-centro)
254.1 – Embratel Canudos Cascatinha (bairro-centro)
257 – Paulino Azurenha
260.1 – Belém Velho Cascatinha (bairro-centro)
260.2 – Belém Velho João Pessoa (centro-bairro)
262 – Jardim Vila Nova
262.1 – Jardim Vila Nova Cascatinha (bairro-centro)
263 – Orfanotrofio (centro-bairro)
270 – Grutinha (bairro-centro)
270.1 – Grutinha via Amapá (bairro-centro)
271 – Amapá (bairro-centro)
274 – Gloria Azenha Cascatinha (centro-bairro)
274.1 – Gloria Cascatinha Azenha (bairro-centro)
281 – Campo Novo (bairro-centro)
281.1 – Campo Novo Morro Agudo (bairro-centro)
281.2 – Campo Novo Gedeon Leite (bairro-centro)
283 – Ipanema Cavalhada (bairro-centro)
283.2 – Ipanema Cavalhada Cirino Prunes (bairro-centro)
284 – Belém Velho São Francisco Rincão Betão – (centro/bairro)
288 – Ipanema Morro Alto – (centro/bairro)
289 – Rincão via Oscar Pereira- (centro/bairro)

OVNI faz audiodescrição aberta do espetáculo Brasil Pequeno Itinerante no evento Tardes Brincantes, do projeto Vila Flores – Uma Experiência Aberta

Com bonecos em miniatura, peça de teatro narra poeticamente histórias sobre brasileiros simples. É no próximo sábado, 24, no Vila Flores, com entrada franca.

O espetáculo Brasil Pequeno Itinerante, de e com Genifer Gerhardt, está na programação do evento Tardes Brincantes, que integra o projeto Vila Flores – Uma Experiência Aberta, e terá audiodescrição aberta da OVNI Acessibilidade Universal no próximo sábado, às 17h, no Vila Flores (acesso pela Rua São Carlos, 753, na altura da Rua Hoffmann, Bairro Floresta), com entrada franca.

Para quem desejar, um grupo se reunirá às 16h no portão central do Zaffari da Cristóvão Colombo (Avenida Cristóvão Colombo, 1271, esquina com a Rua Hoffmann), a uma quadra do local, com saída 16h20 para o Vila Flores. Confirme sua presença no grupo pelo e-mail ovniacessibilidade@gmail.com ou pelos fones (51) 3414 4690, (51) 8451 2115 ou (51) 9208 1176.

Brasil Pequeno Itinerante traz bonecos de biscuit em miniatura para relembrar pessoas e histórias que Genifer Gerhardt conheceu em suas andanças pelo Brasil. O figurino que também é cenário, a música ao vivo, a linguagem singela e a interação com o público estabelecem um encontro pleno de poesia, emoção e encantamento.

tardes-brincantesA Secretaria de Estado da Cultura apresenta:
Vila Flores – Uma Experiência Aberta.
Tardes Brincantes.
Ato Espelhado Companhia Teatral e convidados:
Oficina de Brinquedos com Eliane Bruél e Teatro Lambe-Lambe com Alex Anderson (Trupi di Trapu).
Apresentação do espetáculo Brasil Pequeno Itinerante*.
Dia 24/09, sábado, das 15h às 18h.
Local: Vila Flores – Rua Hoffmann, 459.
*Espetáculo com audiodescrição da OVNI Acessibilidade Universal.
Evento gratuito.
Mais informações em: www.vilaflores.net/experiencia-aberta
Realização:
Vila Flores Associação Cultural.
Financiamento:
Pró-Cultura RS, Secretaria da Cultura e Governo do Estado do Rio Grande do Sul – Todos Pelo Rio Grande.
(descrição da imagem) O e-flyer tem fundo cor de tijolo todo preenchido por tracinhos desenhados em tom ligeiramente mais claro. Na metade direita, uma foto quadrada de fundo azul claro mostra o bonequinho de um homem idoso e magro, de pele muito branca, calvo, com a camisa branca aberta e calças pretas, em pé, de braços abertos manipulados por duas mãos, logo atrás de dois bonequinhos de bois brancos e magrinhos, os três sobre um caminho feito por quatro mãos unidas. O texto, em letras que parecem escritas a mão, amarelas, azuis, pretas e brancas, está na metade esquerda do e-flyer, com dois blocos sobre faixas brancas pinceladas. Abaixo da foto, as logomarcas do realizador e dos financiadores. (fim da descrição)

SOBRE GENIFER GERHARDT E BRASIL PEQUENO ITINERANTE
Genifer Gerhardt é palhaça e bonequeira. Tendo viajado em 2009 por povoados do Brasil, percebeu que havia feito ali uma colheita valiosa: tomara conhecimento de histórias lindas e diversas provindas de pessoas distantes. Porém a distância não trazia afastamento – pelo contrário, as histórias revelavam o humano idêntico que há em cada um de nós, sentimentos e emoções comuns.

Do andar e sua repercussão, a artista ganhou dois prêmios nacionais: PRÊMIO AGENTE JOVEM DA CULTURA: DIÁLOGOS E AÇÕES INTERCULTURAIS, que visou identificar, reconhecer, valorizar e divulgar iniciativas culturais já realizadas e com comprovado impacto cultural – e PRÊMIO FUNARTE DE TEATRO MYRIAM MUNIZ/2012, que viabilizou a montagem do espetáculo “Brasil Pequeno”. Nascia ali um espetáculo minimalista que passou a disseminar as histórias ouvidas nos povoados. Das pessoas, Genifer criou bonecos em miniatura; das histórias fez canção e contação miúda.

Porém, em uma temporada de 12 apresentações em residências de Porto Alegre/RS, as histórias se multiplicaram: passava a contar, mas também passava a ouvir. Novas histórias ouvidas e surgiu a vontade de contar estas também, além de dialogar com públicos distintos. Surgia o Brasil Pequeno Itinerante, um espetáculo pensado para rua, com histórias distintas das apresentadas no Brasil Pequeno, mas mantendo a mesma proposta e conceito: falar da pequenez com a miudeza de bonecos, objetos, cantigas e detalhes em um figurino que é também cenário. Olho no olho, a proximidade na imensidão.

O espetáculo andante teve sua estréia em abril de 2014, com oito apresentações no 6º Festival de Teatro de Rua de Porto Alegre – encenações em bairros periféricos, centrais e penitenciária. Os locais interferiam diretamente na encenação na medida em que buscava aproximar-se do público, distinto e único como é o público de rua. A maneira interativa de contar as histórias ao lidar com a participação do público leva à peça um frescor e presença singulares onde é apresentada. São características marcantes de uma proposta que quer e busca diálogo permanente com a rua, seus passantes e suas histórias: sempre distintas, mas sempre semelhantes.

Brasil Pequeno Itinerante assim carrega em si a ideia de que qualquer história, se bem contada, pode levar à poesia e ao encontro. Ao contrário do Brasil Pequeno, que tem um início, meio e fim definidos, no Itinerante as histórias podem mudar, as personagens reais também, mas permanecem a delicadeza e o cuidado em cada conto.

Espetáculo de teatro Brasil Pequeno Itinerante com audiodescrição aberta e entrada franca.
Onde: Centro Cultural Vila Flores (Rua São Carlos, 753, na altura da Rua Hoffmann, Bairro Floresta).
Quando: 24 de setembro, sábado, às 17h.
Duração aproximada: 45 minutos.
Ponto de encontro: Zaffari da Cristóvão (Avenida Cristóvão Colombo, 1271, esquina com a Rua Hoffmann), a partir das 16h. Partida para o Vila Flores às 16h20.
Inscrições para o ponto de encontro: e-mail ovniacessibilidade@gmail.com ou fones (51) 3414 4690, (51) 8451 2115 ou (51) 9208 1176.

Opções de transporte coletivo com parada na Avenida Cristóvão Colombo na altura da Rua Hoffmann:
Ônibus

T5 – Transversal 5
608 – IAPI
610 – Minuano
611 – Lindoia
617 – Iguatemi
620 – Iguatemi / V. Jardim
637 – Chácara das Pedras
TR61 – Cristóvão Colombo
671 – Carlos Gomes / Salso

Lotação
50.6
– Guerino / Lindoia
50.8 – Higienópolis – Benjanin Constant
50.81 – Higienópolis – Hospital Militar